Ele está a referir-se a mim, tirando conclusões precipitadas.
Não fazendo parte do Ser Sporting pós-eleições por me ter parecido algo que fez sentido naquelas eleições e não depois, após 10% de resultado ao ler o que algumas pessoas aqui escreveram (e porque apesar disso me revejo na integra no que foi na altura defendido e tenho a maior estima pelas pessoas com as quais fiz equipa nessa altura) sobre o Ser Sporting apresentar ou não candidato e ter ou não essa obrigação a coisa que me ocorre à ideia é um “querias? Deram-nos 10% e agora falam em obrigação de coisa alguma?”.
As minhas dúvidas face ao candidato Braz não vinculam de forma alguma o Ser Sporting, como é óbvio (embora suspeite que as têm, tantas ou mais do que eu). Além disso quem anda atento viu inclusive tópicos anteriores onde ficou claro que membros actuais do Ser Sporting têm ponto de vista diferente do que eu tenho face ao futuro do clube, o que é saudável mas também sinal de que quando um diz uma coisa não está a falar por todos aqueles com que fez equipa há 18 meses atrás.
Essa aliás foi outra característica salutar do SS que muito prezo: independentemente de uma estratégia comum levada a cabo há 18 meses e de um programa aceite por todos cada um tinha e tem direito a pensar pela sua própria cabeça, não fomos nem somos hoje, cada um de nós, amibas.
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De forma pragmática parece-me que esta poderá ser a visão mais realista!
O tempo vai passando, e sinceramente parece-me que dificilmente o Ser Sporting se poderá apresentar a eleições com uma lista para a Direcção autonomamente. Posso estar totalmente enganado, mas parece-me complicado, até atendendo às movimentações que se estão a observar!
Também me parece que PPC estará virado para outros lados, o que me parece ser totalmente antagónico relativamente às ideias e princípios que norteiam o Ser Sporting. Em suma, parece-me que seria mais inteligente, atendendo ao contexto, haver convergências entre as várias facções da oposição.
Pessoalmente, só acho que é totalmente impossível o consenso com a continuidade. Impossível, leia-se, nada recomendável!! Os consensos e as convergências, parece-me deverão centrar-se em quem tem como ponto comum, a ruptura com a continuidade, e deixar os divisionismos para os lambuças! Desta forma, parece-me que, e subscrevendo o que está no quote, se o Ser Sporting não tiver capacidade para apresentar uma lista e uma “cabeça” para a Direcção deverá de facto tentar convergir com os candidatos que se apresentarem (ou vice versa)… o pior cenário é, de facto, nenhum dos candidatos ser “convergente”,mas isso neste momento estará totalmente em aberto!
De qualquer forma a oposição já em 09 se apresentou partida, razão aliás dos 11%. A apresentação de JEB, o trunfo máximo, mais a guerra normal de egos, levou a esse desfecho.
Com ou sem candidato, o Ser Sporting tem de estar presente nesta campanha!!
Se este silêncio se prolongar, só vai jogar contra o SS, correndo o risco de ser visto no futuro como uma jogada eleitoralista que nasceu e morreu nas eleições passadas.
(Atenção, tenho todo o respeito e admiração pelo SS, daí este “alerta”)
As pessoas que geraram o ideal Ser Sporting, algumas das quais hoje em profundo desacordo de pontos de vista comigo, merecem respeito. O respeito que decorre de cerca de 5 anos a lutar pelo Sporting, primeiro no movimento Leão de Verdade e depois elaborando um programa durante mais de um ano, que na altura das eleições foi protagonizado por Paulo Cristóvão e por pessoas que se juntaram e se identificaram com a filosofia.
Jogada eleitoralista? Acho que quem quem o redigiu, e até falo mais por outros pois eu estive mais ligado à redacção final na fase eleitoral do que na parte inicial quando me vi impedido de dar contributo mais regular aguenta bem essa “imagem”. Os sócios é que deveriam aguentar muito mal a imagem de não terem aproveito o melhor programa para o Sporting alguma vez redigido.
O Ser Sporting não se preocupa nem se preocupou muito com a opinião que terceiros têm deles. Preocuparam-se e preocupam-se, estejam ou não unidos em pontos de vista, é com o Sporting.
Compreendo e concordo com o Leão Vegetariano.
O Ser Sporting tem de estar presente nesta campanha;
O silêncio joga contra o Ser Sporting;
Não considero também que a expressão de pode ser visto como uma “jogada eleitoralista” seja ofensiva. A realidade é que os 10% de votação como resultado, parece que levaram a uma ou outra pessoa a dar um salto mortal e a abandonar o barco.
O Ser Sporting teve um papel fundamental nas últimas eleições. Se não tivesse existido Ser Sporting, continuaríamos sem saber qual era o passivo do grupo.
Actualmente temos as seguintes opçoes:
a) Roquettismo - Por Godinho Lopes e por Rogério Alves;
b) “Roquettismo - Bigotismo” - por Braz da Silva - Expressão deliciosa usada pelo Santarém;
c) Rotura Total com o passado - Um vazio que tem de ser preenchido;
O meu voto irá para a opção c), caso não exista solução votarei em branco.
Apesar do tom jocoso da metáfora eu respondo:
Não havia nem tinha de haver barco nenhum. o Ser Sporting foi um programa elaborado por muito poucos Sportinguistas de boa fé, que na altura das eleições (e nem sequer com a concordância de todos os seus autores, alguns defendiam uma candidatura de protesto apenas) deu origem a uma lista muito mais alargada que se reviu no programa final, que incorporou mais ideias e pontos de vista coerentes com a filosofia do programa.
Findas as eleições e independentemente de boa parte desta gente se rever no que ali está obviamente acabou. E acabou até (e pois claro) pela votação. Uma coisa era a candidatura ter conseguido uma votação minimamente respeitável e consequentemente representativa da vontade dos sócios, manifesta inclusive em orgãos (por mais estéreis que sejam) como o CL.
A força do Ser Sporting hoje é aquela que os sócios lhe deram. Logo não me parece justo culpar ou responsabilizar quem quer que seja, muito menos os 3 ou 4 sportinguistas que, de seu pleno direito, decidiram manter o site aberto e manter uma voz activa, mas que obviamente (e oxalá esteja enganado, sobretudo face ao rumo que estas eleições estão a levar) terão tantas ou mais dificuldades hoje em montar uma candidatura com hipóteses de reformar o Sporting que aquelas que todos sentimos há 18 meses, apesar do esforço que colocámos nesse objectivo.
Mas se bem me recordo o Ser Sporting foi das primeiras sensibilidades a emitir um comunicado logo após a marcação de data de eleições, afirmando que pretendia ter uma voz/papel activo nestas eleições, logo parece-me recomendável aguardar que voltem a comunicar alguma coisa pois a promessa já foi feita pelo movimento. É esperar.
Quanto aos equilibristas do salto mortal que pretendes referir merecem tanto respeito por hoje defenderem um cenário diferente fruto das circunstâncias em que se encontra o clube como mereceram aqueles que, no passado, apoiando e até assinando o programa SS não acharam por bem apoiar e ajudar a candidatura efectiva há 18 meses atrás.
penso que o jnordrigues já respondeu em grande parte por mim.
Se a minha expressão foi ofensiva, então é porque não me expliquei bem. Vou tentar outra vez: se o Ser Sporting se “der ao luxo” de não participar nestas eleições (com ou sem candidato não interessa, a questão é que sejam activos e agitem consciências), poderão dar a imagem de ser um fenómeno eleitoralista, que nasceu e morreu nas anteriores eleições.
Não estou a dizer que sejam mesmo assim, estou a dizer que podem passar essa imagem… O que sería um desperdício depois do esforço brutal que foi o seu aparecimento e crescimento (mas isso sabes tu melhor que eu). Digo isto obviamente porque acredito que o SS é muito mais que uma “jogada eleitoralista”.
Eu percebi Leão mas o que quis dizer é que “luxos” nunca abundaram no SS nem foram nunca preocupação e aí penso falar por todos. Foi tudo feito com sportinguismo e, em certa altura, superação da capacidade prevista para intervir. Semanas antes das eleições eramos 3 “putos” em minha casa a dizer uns para os outros que se não surgiam figuras iamos nós à frente com o Paulo, quando nos havíamos preparado para uma função meramente secundária, apesar de alguns serem autores do programa.
De qualquer forma o SS já assumiu uma palavra a dizer nestas eleições. Agora é esperar, apesar de estar tudo muito impaciente ainda falta algum tempo.
Devo dizer com toda a sinceridade possivel que ATE AGORA estou bastante desiludido com este projecto, dá a ideia de não servir bem os interesses do Sporting, depois de terem perdido as eleições nas ultimas eleições parece resolverem desistir, da a ideia que estão mais interessados nos seus proprios interesses que nos dos Sporting :inde:
Mas isso é apenas a ideia com que fico
Caros amigos, os projectos não se fazem da noite para o dia e como sabem nós só estamos disponíveis para mostrar propostas sólidas.
Em 2009 apresentámos aquele que terá sido o melhor programa eleitoral disponibilizado aos sócios (desde que tenho memória), com resultados miseráveis nas eleições, mas com o mérito de os sócios estarem hoje muito mais alerta para o que nós, ou outros candidatos tenham para oferecer e/ou prometer.
Neste momento estamos a 50 dias das eleições e temos como objectivo vencer e não apenas mostrar boas intenções - porque apenas intenções não vão ressuscitar o nosso Sporting.
Peço-vos que confiem no nosso bom senso e na nossa capacidade de aprendizagem com a experiência de 2009 !
Na opção C)…pese embora todos os seu méritos…não os questiono sequer…hoje em dia…aliás…nesta altura do campeonato…perante o presente cenário eleitoral…era capaz de o(a) apelidar antes de Romantismo Bacoco…assim uma espécie de Bloco de Esquerda do panorama político nacional (nas virtudes e defeitos).