[Eleições '13] Treinadores | Sugestões, preferências, desejos

Sinceramente não consigo perceber como é que querem o Couceiro (outra vez) em Alvalade!!! Seja em que função for…não percebo!!! :think:

Não anda aí o cunhado do Bruno? (imagino que seja o irmão da dita mulher) :lol:

Esses rumores já foram mais fortes e Vítor Pereira estava mais frágil. Acho que os rumores não são infundados, mas houve uma janela de oportunidade que passou e agora as coisas apresentam-se bastante diferentes.

:offtopic:

Por falar em janela de oportunidade: o FCP tinha, no início da época, o Maicon a jogar como se fosse o melhor central de Portugal. lesionou-se, Otamendi agigantou-se e Mangala fez o que se lhe pedia (lateral esquerdo, depois central, até marcou uns golos… na Luz e tudo, a fazer lembrar o Maicon da época passada).
Por muito bom que Maicon seja (e é!), agora tem que esperar a vez dele para entrar na equipa, porque o Mangala fez tudo o que pediram dele. Entretanto, Maicon vai marcando golos do MC a jogar pela B.

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Dão lições de gestão do plantel a qualquer tipo do futebol senior do Sporting…

:offtopic:

Já vi o caso mal parado e não saiu e esta época está só a correr às mil maravilhas.

:mrgreen:

Ora bem… :shhh:

Por acaso acho que o problema no Sporting tem sido um bocado ao contrário. Como o presidente não percebe nada de futebol, costuma dar carta branca ao director desportivo quanto a contratações. Nunca ao treinador. Aliás, há muitos anos que, no Sporting, o treinador não é tido nem achado nas contratações. Trabalha com os que lhe chegam à mão. Foi assim com Paulo Bento, com Paulo Sérgio e com Domingos. No caso deste último, era tão gritante que não conhecia os jogadores que preferiu alinhar nos seus primeiros jogos com a equipa (desastrosa) do ano anterior.

Em clubes em que o presidente resulta da eleição dos sócios (como felizmente ainda é o caso do nosso), é nele que se concentram a autoridade e a legitimidade para tomar as decisões estratégicas no futebol. E essa legitimidade não é transmissível, sob pena de grande enfraquecimento. Essa é outra das razões porque acho que o cargo de “manager” uma invenção sem pernas para andar.

Defendo que o presidente deve ser alguém com experiência de dirigismo desportivo - de preferência fora do Sporting. E defendo também que o seu interlocutor principal deve ser o treinador, que deve ser alguém com “mundo” i.e. não apenas com competências técnicas excepcionais mas também conhecedor profundo do mercado. E não o director desportivo. É do diálogo entre o presidente e o treinador que se define a estratégia do futebol do clube para cada época. O director desportivo deve ser uma espécie de assessor do presidente para as contratações e para os aspectos logísticos (deslocações, estágios, organização de tourneés e amigáveis, etc.). Deve ser um facilitador e não alguém com agenda própria.

Num clube desportivo, a relação entre treinador e presidente é uma relação fundamental e, como tal, deve ser o mais simples possível. Quanto mais camadas autónomas de decisão há pelo meio - managers, directores desportivos, etc. - maior o espaço para o ruído e maior o enfraquecimento não só do treinador como do próprio presidente.

Ele que fale com a irmã e que a convença que é “pela causa”… :twisted:

Olhem os esticanços, sff…

@ Petrovich,

o FCP não só tem um General Manager (Antero Henrique), como tem um Team Manager (Acácio Valentim) - juro que não fui eu que inventei estes nomes… :mrgreen:

Ou seja, um sistema tido como “presidencialista” tem uma hierarquia bastante “horizontalizada” desde o presidente até ao treinador, e estes são só os cargos que eu conheço.
Essa ligação directa presidente/treinador é algo que não existe no papel, formatado, por assim dizer, porque isso deixa o sucesso/insucesso de um clube deixado à sorte na escolha do treinador.

Assim, mesmo que o treinador seja um nabo, havendo uma estrutura capaz de lhe fornecer um Falcao, um Hulk, um Jackson, convenhamos que ameniza bastante o mal da incompetência do mister.

Outra coisa pertinente: o futebol tem que ser gerido por pessoas tecnicamente competentes, pessoas que percebam o futebol, e só por milagre aparece alguém com esse conhecimento nas eleições. OK, pode ser o treinador, mas o treinador, pela especificidade da função, está sempre sujeito a grande desgaste e inviabiliza que uma estratégia no longo prazo possa ser delineada sobre a sua pessoa.

É por aqui que eu acho, por uma questão de conhecimento e competência, que o futebol tem que ser gerido por alguém tecnicamente habilitado para o efeito - um treinador ou um coordenador. O desgaste rápido de um treinador impossibilita, a meu ver, que possa ser ele essa pessoa.
Podemos tentar, a toda a força, copiar o modelo de Man Utd ou Arsenal, mas parece-me uma estratégia consenada ao insucesso, pela especificidade específica do futebol do Sul da Europa - é raro o treinador que faz ciclos de 5 anos à frente da mesma equipa.

Só para subscrever o post do juziel quanto ao Vítor Pereira. :arrow:

On-Topic: como já disse, Jorge Jesus era de apostar forte.

Eu lavo as minhas mãos desta javardice das últimas páginas. :mrgreen:

Senhor Presidente não lhes faça caso :great:

Há uma cois aque me deixa de pé atrás com Leonardo Jardim, a forma como tem saídos dos clubes por onde passou.

Saiu sempre a mal e se isso acontece em Alvalade lá se vai mais um projecto.

É que já são casos a mais…

:whistle: Eu não tenho nada a ver com isso… :whistle: :mrgreen:

Saiu a mal, é verdade. Mas, e os resultados? Isso é que importa, porque já me bastou o “miss simpatia” coração de leão…

Os resultados são importantes claro. Mas se o futuro presidente apresenta um programa com LJ como homem forte e a meio da época ele se vai embora porque o presidente não comprou o Zé Kalanga como ele queria a coisa fica mal parada novamente.

Desde que nos deixe com 10 pontos de avanço e 1 jogo a menos, sou todo a favor… :twisted:

Pelo que vejo aqui no fórum, a grande maioria do pessoal ”aposta as fichas todas” no Bruno Carvalho. Parece-me também que o BC, no caso de ser candidato (muito mal ficaria se não o fosse), reúne todas as condições para ganhar.
Também eu gostava de acreditar tão fortemente no BC mas, tirando algumas atitudes muito positivas que assisti por parte dele, como por exemplo ter estado com a esposa junto dos adeptos do Sporting no estádio do dragão, não sei nada mais acera dele.
Assim, até como forma de esclarecer mais alguns dos sócios como eu, pedia a quem o conhece-se, que fale um pouco sobre o Bruno Carvalho e os seus méritos.
:great:

Acreditas mesmo que o PdC não está envolvido até à medula em todas decisões estratégicas no FCP? :eh:

Nota eu não digo que esses cargos sejam inúteis à partida. O que discordo é que sejam posições com poderes autónomos do presidente e do treinador - e muito menos os guardiões dos planos e decisões estratégicas do futebol do clube. Por isso mesmo falo em assessores/facilitadores, porque obviamente que nenhum presidente ou treinador é ominisciente e todos beneficiam de o máximo de informação e de perspectivas distintas possível. O que eu digo é que, em matérias desportivas, na hora de decidir só devem pesar duas pessoas: o presidente; e o treinador.

Estás-te a esquecer do outro termo - o presidente. Se o acrescentares à tua frase, concordo inteiramente: se um clube tem um presidente fraco e um treinador fraco, será mal sucedido - por muito bom que seja o coordenador. Por isso é que a escolha do treinador e do presidente são cruciais. Mas isso é a vida.

Nota, mais uma vez, que não estou a dizer que a equipa técnica e dirigente (desculpa, mas odeio a palavra “estrutura”) se resume a duas pessoas. Pelo contrário, a complexidade do jogo hoje em dia obriga a uma complexificação destas equipas. Os clubes têm departamentos de formação, jurídicos, médicos, de prospecção, etc., da mesma forma como os treinadores têm adjuntos, treinadores de guarda-redes e preparadores físicos. Movem dezenas ou centenas de pessoas que recolhem informação sobre tudo o que há para saber e/ou que executam decisões.

O que eu estou a falar é em termos do processo de tomada de decisão e não de informação. É aqui que acho que mais do que dois elementos (três, se contares com o director financeiro), só servem para introduzir ruído e para enfraquecer presidente e treinador, pelas razões que estão no post anterior. E o Sporting da última década e meia é a ilustração perfeita disso.

Estou inteiramente de acordo com a primeira parte. Por isso que fico com vontade de dar cabeçadas na parede quando me dizem que o que interessa é que o presidente seja um sportinguista imaculado ou que tenha contactos na banca. Quanto ao milagre, não sei. No Sporting sim, mas isso é porque temos uma cultura de clube suicidária, que, na escolha dos seus dirigentes, privilegia a pertença a uma elite social e económica em vez do conhecimento do jogo. Se essa cultura desaparecer, porque raio é que não havemos de encontrar um presidente competente? Não temos peste, que eu saiba…

Agora reduzir o presidente e o treinador a, respectivamente, figura decorativa e mero executor, não me parece que resolva grande coisa - pelo contrário, como temos visto no Sporting dos último anos.

E o coordenador não se desgasta com o insucesso? E o que acontece se ele se revelar fraco? Repito: é ao presidente e a mais ninguém que compete a visão de longo prazo do clube - e esta é sufragada pelos sócios. Nada substitui um presidente competente. Nada.

Por acaso é coisa que não reconheço no Jesus. Acho que é o maior ‘contra’ que vejo no caso de ele vir a ser o treinador do Sporting, é que não aposta nos jovens e tem pouco perfil para um clube formador.

Como treinador, gostava do van Gaal. Era o sonho de treinador que queria no Sporting. Não só por ser quem é, como pelo futebol que as equipas jogam e pelo facto de dar importância às camadas jovens. O maior exemplo disso é ele no Bayern, do nada ter sacado o Muller e o Badstuber, que no final da época já eram titulares na selecção alemã.