Devem as equipas Israelitas participar na CL e Taça UEFA?

Respondendo à pergunta que dá nome ao tópico: NÃO! E simplesmente porque são competições EUROPEIAS. E Israel não é um estado europeu. Tão simples quanto isso.

O lampião é caracterizado pela sua dificuldade em raciocinar de forma clara e independente. Segue sempre a cultura do rebanho.

Agora basta analisar quem se enquadra nesses parâmetros. :arrow:

Sem comentários. Ou melhor, até comento: uma dessas parece coisa de benfiquista...
3) os extremistas Israelitas felizmente têm pouca influência na sociedade e política israelitas. Não me lembro de nenhuma acção preconizada por extremistas israelitas... Nem me lembro de alguém dizer que eles são bons rapazes, até porque raramente se fala deles por - lá está - terem pouca influência em Israel.

O assassinato do primeiro-ministro Itzhak Rabin contraria essa ideia. Pode-se dizer que nesse “pormenor” marcaram de forma trágica a sua influência no país.

Remetendo-me à situação política aqui debatida, não estou mesmo a ver como isto vai acabar. Até porque não é uma situação onde facilmente se possa apontar este ou aquele lado como o responsável por esta situação, havendo uma dose de culpa entre as várias partes.

O próprio Líbano, visto como a principal vítima do conflito, tem culpa por permitir que uma organização como o Hezbollah manobrasse de forma livre no seu território. Agora vêem-se na posição de um cão que vê alguém matar-lhe as pulgas a tiro.

Israel está obviamente a aproveitar-se da situação. Não são um estado conhecido por ser adepto da diplomacia, preferindo disparar primeiro e perguntar depois. Andavam há muito cheios de vontade de arranjar um motivo para combater o Hezbollah de forma aberta. Conseguiram-no agora.

É claro que esta postura não lhes traz mais simpatizantes, acabando mesmo por reforçar as fileiras dos seus inimigos. Até os neonazis já esfregam as mãos com esta imagem de um Israel agressor a fazer vítimas inocentes.

Em fundo, apesar da imagem de preocupação, os EUA esfregam as mãos.

Várias mortes depois haverá uma solução, mas não prevejo que seja para breve.

A diferença entre a Jugoslávia (e restantes) e Israel, é que o primeiro era um país opressor e que praticava com frequência várias atrocidades, como por exemplo aniquilar toda a gente que que se expressava a favor da independência e liberdade naquela região ou praticar genocídios onde morriam não dezenas mas milhares de pessoas.

Essa análise é tudo menos séria. Não há honestidade. A Jugoslávia oprimia quem? Croácia, Eslovénias, Bósnia e outras eram parte da Jugoslávia, e não territórios soberanos. Mas o que despoletou o isolamento da Jugoslávia, foram os massacres no Kosovo, berço da Sérvia/Jugoslávia. Nesta guerra houve enormidades de parte a parte. Mas que fique claro: o Kosovo foi, e continua, parte integrante da Sérvia, sendo aí o berço da própria nação Sérvia.

Ora, o Líbano é um estado independente e soberano. Que faz Israel do Líbano que não destruir, matar, aniquilar? Quando é uma pátria completa, o nome é genocídio.

Os básicos, querendo furtar-se da discussão, disparam a tudo que aponte os sangue que jorra, fruto da acção assassina de Israel, apelidando todos de anti-semitas. Quem não quer falar sobre factos, cria fantasmas. O povo Judeu depois de ter sido vítima de enormes atrocidades julga-se com superioridade moral para actuar à margem da Lei. E por isso se julga no direito de exterminar outro povo, aplicando os métodos da “Solução Final”, pois quem se indignar perante tal brutalidade será rotulado de “anti-semita”, na tentativa de silenciar a voz incómoda.

Há que ter cuidado com o que escreve, para evitar exposições pouco… sérias.

Dou mais um caso flagrante: país com uma ditadura (lá dizem que é democracia) onde se cometem várias atrocidades por razões políticas e étnicas. Já foi afastada das competições desportivas europeias?

Jugoslávia.

João Pereira Coutinho

Não poderia ter sido citada pessoa mais desonesta intelectualmente. Está apropriado. :arrow:

Palestina pode ainda não ser um Estado (perguntar o porquê aos EUA e Israel), é sem dúvida uma nação.

Israel é uma invenção da consciência pesada da Europa. Decidiu riscar no coração do Islão a pátria dos Judeus, baseado em pretensos direitos históricos. Se aquelas terras eram historicamente arábes há mais de 2.000 anos, os Europeus chegaram em 1946 e disseram: Israel é aqui. Ou seja, uma ocupação. Como nos sentiríamos se a UE determinasse que de Lisboa ao Algarve passaria a ser um estado judeu/islâmico/budista e que a população desses sítios fosse expulsa?!

Israel também esteve para se localizar em Angola, e só não foi avante porque o de Santa Comba rejeitou. E os árabes como não “eram/são” gente, que se ocupe…

É esta questão que não se quer discutir, e por isso a rotulagem é automática…

A Palestina não é nem nunca foi um estado independente. No início do século passado era um território sob o domínio dos turcos otomanos, depois passou para administração britânica, e em 1948 foi dividida pelas Nações Unidas entre vários países, entre eles o então criado estado de Israel.
Quanto não à Palestina mas sim à Autoridade Palestiniana (são coisas bem distintas), ela não luta por ser independente, luta mais pela eliminação de um estado. Basta ler o programa político do seu governo e as forças que o constituem.

É verdade que Autoridade Palestiniana sempre foi ocupada por terroristas, desde a OLP ao Hamas. Mas tal o mesmo é verdade para Israel (ex: Sharon em Sabra e Shatila). Mas fica questão: o Hamas não venceu em eleições livers e democráticas? Há que saber ser DEMOCRATA, e não apenas quando vence quem queremos. Ser coerente e honesto.

Enquanto não for assumido que vão ter que conviver, nunca haverá paz.

Quanto aos Media, já basta o PM de Israel e D.Esther para a propaganda. Os media portugueses estão a fazer reportagens muito boas: não fazem juízos de valor e apenas mostram a realidade de ambos os lados.

Ou será que Pacheco Pereira é que é imparcial ao dizer que as mortandade em Qaná é propaganda?! :arrow:

Quanto à necessidade de criação de um estado palestiniano, concordo; o que não acredito é que isso resolva o problema. As guerras da independência, dos Seis Dias ou do Yom Kippur não foram travadas devido ao problema da Palestina. A espinha na garganta é mesmo a simples existência de Israel.

PS- Não acho que os “nossos” noticiários estejam minimamente alinhados com Israel. Muitíssimo pelo contrário.

Essa é uma crença histórica. Os vestígios históricos/arqueológicos mostram que a milhares de anos sempre viveram ali Árabes, e por lá passaram os Romanos. E os judeus que lá viveram “milhares de anos”, não deixam vestígios?

Até o Muro das Lamentações é uma construção árabe… :arrow:

É uma questão milenar: desde há muito que os judeus têm sido agredidos e expulsos daquela região por diversos povos.

Marrocos, Tunísia e Cabo Verde são “mais” europeus…

Respondendo à pergunta que dá nome ao tópico: NÃO! E simplesmente porque são competições EUROPEIAS. E Israel não é um estado europeu. Tão simples quanto isso.

Ou esta é uma afirmação por desconhecimento, ou uma má-fé a toda linha.

Tem ou tão pouca influência, que são eles os peões na política israelita. Foram eles que fizeram cair Sharon, Netanyahu… E quem assassinou Rabin!? E quem rasgou os Acordos de Oslo?

3) os extremistas Israelitas felizmente têm pouca influência na sociedade e política israelitas. Não me lembro de nenhuma acção preconizada por extremistas israelitas... Nem me lembro de alguém dizer que eles são bons rapazes, até porque raramente se fala deles por - lá está - terem pouca influência em Israel.
É uma questão milenar: desde há muito que os judeus têm sido agredidos e expulsos daquela região por diversos povos.

Seria de esperar que já tivessem percebido a dica.


:smiley: (bem metida)
Agora a sério, perceber já perceberam.
O problema é: para onde vão?
Israel é uma invenção da consciência pesada da Europa. Decidiu riscar no coração do Islão a pátria dos Judeus, baseado em pretensos direitos históricos. Se aquelas terras eram historicamente arábes há mais de 2.000 anos, os Europeus chegaram em 1946 e disseram: Israel é aqui. Ou seja, uma ocupação. Como nos sentiríamos se a UE determinasse que de Lisboa ao Algarve passaria a ser um estado judeu/islâmico/budista e que a população desses sítios fosse expulsa?!
O que significa ser "historicamente árabe há mais de 2000 anos"? Não estarás a falar de religião, porque essa só nasceu no século VII. Então falas de quê? Viviam lá povos que falam língua árabe (uma língua semita)? Povos oriundos da península arábica?

Que tipo de identidade histórica existia naquela terra que devesse prevalecer sobre a dos judeus? Nesses 2000 anos de que falas, a terra foi dominada por romanos, cristãos e muçulmanos. E nos 1000 anos antes desses? Não havia lá um reino judeu? Saul, David, Salomão ring a bell?

Comparar isto com a instituição de estados budistas no Algarve… enfim. :roll:

Quanto à criação do estado, foi a solução possível para um problema que existia e que, de facto, resultava em parte da má consciência da Europa pós-Holocausto (ou este também não aconteceu?). Os países traçados a regra e esquadro dão normalmente mau resultado, mas a verdade é que as fronteiras de 1948 foram definidas para coincidirem com as concentrações populacionais judias e muçulmanas que ali existiam.

O que é engraçado é ver quem foram os guardiões do Islão que se levantaram contra Israel: os “milenares” estados da Síria, Egipto, Líbano, Jordânia e Iraque, que tinham entre 2 e 26 anos de independência e eram nalguns casos também eles filhos de compromissos políticos insustentáveis (o Iraque ainda hoje o prova).

Os media portugueses estão a fazer reportagens muito boas: não fazem juízos de valor e apenas mostram a realidade de ambos os lados.
Os media portugueses são geneticamente de esquerda e tratam Israel em conformidade.
Os vestígios históricos/arqueológicos mostram que a milhares de anos sempre viveram ali Árabes, e por lá passaram os Romanos. E os judeus que lá viveram "milhares de anos", não deixam vestígios?

Até o Muro das Lamentações é uma construção árabe… :arrow:


Delírio, revisionismo descarado. A Judeia foi um estado independente até ser anexada pelos romanos, como já disse. E os judeus propriamente ditos nunca de lá saíram, mesmo quando dominados por romanos, muçulmanos ou cristãos. Se há berço histórico do povo hebreu, é ali que fica.

O Muro das Lamentações é um vestígio do templo de Herodes, por sua vez construído sobre o templo de Salomão (esse conhecido califa árabe…).

O que significa ser "historicamente árabe há mais de 2000 anos"? Não estarás a falar de religião, porque essa só nasceu no século VII. Então falas de quê? Viviam lá povos que falam língua árabe (uma língua semita)? Povos oriundos da península arábica?

Não está escrito “árabes”!? Que se saiba, ser árabe não é religião alguma.

Que tipo de identidade histórica existia naquela terra que devesse prevalecer sobre a dos judeus? Nesses 2000 anos de que falas, a terra foi dominada por romanos, cristãos e muçulmanos. E nos 1000 anos antes desses? Não havia lá um reino judeu? Saul, David, Salomão [i]ring a bell[/i]?

Confundes factos com crenças e dogmas religiosos. Que se saiba, o domínio cristão consubstancia na lenda de Ricardo, Coração de Leão.

E o reino judeu, não deixou vestígio algum?! :shock:

Comparar isto com a instituição de estados budistas no Algarve... enfim. :roll:

É ridículo não é? Agora imagima que em vez de instituição, tens imposição.

Quanto à criação do estado, foi a solução possível para um problema que existia e que, de facto, resultava em parte da má consciência da Europa pós-Holocausto (ou este também não aconteceu?). Os países traçados a regra e esquadro dão normalmente mau resultado, mas a verdade é que as fronteiras de 1948 foram definidas para coincidirem com as concentrações populacionais judias e muçulmanas que ali existiam.

Quando falta argumentação, lá vem o epíteto de anti-semita. Foi canalha na sua insinuação. Da mesma forma que Israel foi vítima da “Solução Final”, do Holocausto, está neste momento a implementar a mesma medida na Palestina. As brigadas terroristas palestinas assassinam centenas, e o estado de Israel vai assassinando milhares sob o pretexto de todos serem terroristas. O regime nazi também argumentou a segurança do estado e dever de se defender para exterminar os judeus.

Israel foi uma criação. Tanto é assim, que entre os mais idosos não encontras (quase) ninguém que ali tenha nascido. Até muito pouco tempo era defendido por Israel que os palestinos não tinham sequer o direito a existir como povo…

O que é engraçado é ver quem foram os guardiões do Islão que se levantaram contra Israel: os "milenares" estados da Síria, Egipto, Líbano, Jordânia e Iraque, que tinham entre 2 e 26 anos de independência e eram nalguns casos também eles filhos de compromissos políticos insustentáveis (o Iraque ainda hoje o prova).

Vamos ser correctos é sérios!? Todo aquele povo sempre ali viveu. E a criação de Isreal implicou para a maioria deles perda de território. Ou será que o povo dos países que cita foram para ali deslocados por brigadas anti-semitas?!

quote=“FLL”]Os media portugueses são geneticamente de esquerda e tratam Israel em conformidade.[/quote]

À falta de melhor, lá vem o choradinho e complexo. Quando não alinha, é de Esquerda e logo anti-semita. O Pacheco Pereira é que é honesto na aquilo que escrevinha… Que saudades do lápis azul…

Delírio, revisionismo descarado. A Judeia foi um estado independente até ser anexada pelos romanos, como já disse. E os judeus propriamente ditos nunca de lá saíram, mesmo quando dominados por romanos, muçulmanos ou cristãos. Se há berço histórico do povo hebreu, é ali que fica.

O Muro das Lamentações é um vestígio do templo de Herodes, por sua vez construído sobre o templo de Salomão (esse conhecido califa árabe…).

Delírio o seu. Os factos que cita, encontrou-os onde? Na Torá? E se é assim, não poderei argumentar sequer consigo.

Cumprimentos.

Dou mais um caso flagrante: país com uma ditadura (lá dizem que é democracia) onde se cometem várias atrocidades por razões políticas e étnicas. Já foi afastada das competições desportivas europeias?

Já corrigi esta parte. O país que eu queria mencionar mas não mencionei por gralha era a Albânia. Assim a frase já fica a fazer sentido.

paraver, não te chateies mais. Deixa estar como está. Eu já percebi aquilo que achas.
Não vou perder um minuto que seja a responder às tuas linhas. Não creio que valha a pena. Não tenho o hábito de perder tempo a responder ao tipo de coisas que disseste.

Folgo muito em saber que o conceito do anti-semitismo não terminará nos próximos tempos, e a palavra “Pogrom” não deverá desaparecer tão brevemente. Bendito sejais Senhor…

o Hamas não venceu em eleições livers e democráticas? Há que saber ser DEMOCRATA, e não apenas quando vence quem queremos.
Num país verdadeiramente democrático, organizações como o Hamas são ilegalizadas e não participam em eleições. O sufrágio popular não legitima a violência terrorista.
Não está escrito "árabes"!? Que se saiba, ser árabe não é religião alguma.
Pois não, bem me parecia. Mas como o factor identitário que releva neste conflito é o religioso, sobra pouco para os “árabes” que lá viviam. Religião à parte, em termos de origem geográfica e linguística, partilham com os judeus um tronco histórico comum.
Confundes factos com crenças e dogmas religiosos. Que se saiba, o domínio cristão consubstancia na lenda de Ricardo, Coração de Leão.
Crenças e dogmas religiosos? O antigo reino judeu, subjugado pelos romanos poucos anos antes da era cristã, tem existência histórica demonstrada. Basta ler qualquer História Universal. O percurso da dinastia herodiana está documentado até à exaustão. Pôr isto em causa é o mesmo que duvidar da existência das outras potências da mesma época. Os Sumérios e a Babilónia terão existido? Hammurabi e Nabucodonosor serão embustes?… :roll:

O domínio cristão consubstancia-se no Reino de Jerusalém, nascido na 1ª Cruzada, e que governou o actual território de Israel durante 200 anos. Nesse tempo foi construída em Jerusalém a actual Igreja do Santo Sepulcro, para onde milhões de papalvos cristãos peregrinam todos os anos, provavelmente desconhecedores de que se trata de mais uma construção erguida pelos “árabes” ou pelo inexistente Ricardo Coração de Leão… :roll: (já agora, este foi o rei Ricardo I de Inglaterra; sabe-se quando reinou, quem o precedeu e quem lhe sucedeu; é tão “lendário” quanto o nosso Afonso Henriques)

E o reino judeu, não deixou vestígio algum?!
Que eu conheça, para além do Muro das Lamentações e dos vestígios do segundo templo escavados por baixo dele, deixou o túmulo do rei David e a cidadela de Herodes.

Até a palavra “Jerusalém” é hebraica. Também deve ter sido imposta pela ONU no século XX, antes disso ninguém chamava esse nome à cidade… :roll:

Israel foi uma criação. Tanto é assim, que entre os mais idosos não encontras (quase) ninguém que ali tenha nascido. Até muito pouco tempo era defendido por Israel que os palestinos não tinham sequer o direito a existir como povo...
Israel foi uma criação política inábil sobre uma realidade histórica, cultural e religiosa indesmentível. Em 1948 viviam no território da Palestina 650.000 judeus, quase 40% da população total, sendo que só em Jerusalém viviam mais de 100.000. Uns nunca de lá tinham saído (se queres “vestígios”, procura o bairro judeu de Jerusalém, onde há sinagogas com centenas de anos), outros foram obrigados a fugir das perseguições na Europa, que se iniciaram na Rússia ainda no séc. XIX, muito antes de Hitler.
Vamos ser correctos é sérios!? Todo aquele povo sempre ali viveu. E a criação de Isreal implicou para a maioria deles perda de território. Ou será que o povo dos países que cita foram para ali deslocados por brigadas anti-semitas?!
Sejamos, pois então. Todo aquele povo sempre ali viveu, em maior ou menor harmonia com os judeus que também ali viveram, e por vezes dominados por povos longínquos, como os romanos, os turcos e, no século XX, os ingleses e os franceses.

Quando estes começaram a sair da região, criaram-se “estados-proveta”, nascidos de acordos políticos que nem sempre respeitaram a realidade local (sendo que o Iraque é o caso mais trágico). Deste movimento artificial nasceu uma quantidade de estados (incluindo os citados), o último dos quais foi Israel, para cuja génese contribuiu a questão da “má consciência”, mas que nasceu também da aspiração de populações significativas que ali viviam - muito antes da migração provocada pelo holocausto - e que tinham tanto direito à independência como quaisquer outras.

Tanto assim é que o próprio mandato britânico na Palestina foi concedido, ainda nos anos 20, pela Sociedade das Nações, a fim de ali serem implantados dois estados, um judeu e um árabe. E era também este o conteúdo da proposta da ONU em 1947, que previa ainda que Jerusalém ficasse sob administração internacional. Plano que a Liga Árabe decidiu boicotar, entrando imediatamente em guerra com Israel, invadindo o novo estado um dia depois de este ter nascido.

As brigadas terroristas palestinas assassinam centenas, e o estado de Israel vai assassinando milhares sob o pretexto de todos serem terroristas.
Já deixei claro que discordo em grande medida da actuação de Israel, embora a enquadre no seu direito legítimo de autodefesa. Não estou a defender os israelitas [i]a outrance[/i], apenas acho que têm o direito de existir e por isso fico boquiaberto com o logro histórico em que consegues alinhar para lhes retirar essa legitimidade.
À falta de melhor, lá vem o choradinho e complexo. Quando não alinha, é de Esquerda e logo anti-semita.
Basta ouvir nas notícias como os israelitas “massacram” e os palestinianos “se fazem explodir” para perceber o grau de preconceito com que a questão é encarada. Quanto ao mais, a comunicação social portuguesa alinha à esquerda, qual é a dúvida? Nem sequer é isso que está em causa, se fosse de extrema-direita o tratamento deste problema seria porventura ainda pior.
Delírio o seu. Os factos que cita, encontrou-os onde? Na Torá? E se é assim, não poderei argumentar sequer consigo.
Encontro-os eu e qualquer pessoa em qualquer livro de história, como já expliquei.

Até ao Muro das Lamentações, que os judeus encaram como local sagrado por ser o último vestígio do templo, tu pretendes negar a sua história (quando é uma evidência arqueológica que corresponde à parte do segundo templo que não foi arrasada pelos romanos). Temos que convidar os historiadores, para testemunharem no fórum do Sporting o mais recente breakthrough da história da humanidade… :roll:

Quando falta argumentação, lá vem o epíteto de anti-semita. Foi canalha na sua insinuação.
Chegados ao insulto, é nesta paragem que eu saio. Esta discussão é perda de tempo, porque estamos de facto em registos muito diferentes. Para ti a Judeia nunca foi um reino judeu, o Muro das Lamentações foi construído pelos árabes, e só falta mesmo começares a citar os “Protocolos dos Sábios de Sião”… :arrow:

Contra quem os Albaneses cometeram atrocidades, quer de ordem política quer de ordem étnica? Quem etnias existem na Albânia?

Não sabia, mas procurei informação e fiquei a saber que há eleições de 5 em 5 anos.

Aguardo que esclareça a minhas dúvidas, dada a certeza das suas afirmações.

Obrigado.

Dou mais um caso flagrante: país com uma ditadura (lá dizem que é democracia) onde se cometem várias atrocidades por razões políticas e étnicas. Já foi afastada das competições desportivas europeias?

Já corrigi esta parte. O país que eu queria mencionar mas não mencionei por gralha era a Albânia. Assim a frase já fica a fazer sentido.

Ninguém melhor que Israel para aplicar na prática o “Pogrom”. São especialistas refinados nessa matéria. Tudo que move é para ser dizimado.

Podes rotular-me quantas vezes quiseres, pois esse o lado para onde durmo melhor. Não é com ameaças e insinuações que conseguirá o silenciamento.

Anti-semitismo reside na voragem pela conflituosidade de Israel, e acicata ódios através de uma atitude que visa resequir tudo aquilo que rodeia. Concorre com maiores anti-semitas radicais o próprio povo judeu. Essa também é uma forma de manter oficialmente o estatuto do “coitadinho” para assim poder justificar toda a barbárie que pratica. Sem credo, sem género ou raça. Tudo para matar, exterminar. Alega que considera uma ameaça, e logo, julga-se que tem o direito de executar sumariamente. Onde está aqui um indício de um estado democrático? Israel actua tal e qual o regime nazi, na aplicação da “Solução Final”. Nem um centímetro de desvio.

paraver, não te chateies mais. Deixa estar como está. Eu já percebi aquilo que achas. Não vou perder um minuto que seja a responder às tuas linhas. Não creio que valha a pena. Não tenho o hábito de perder tempo a responder ao tipo de coisas que disseste.

Folgo muito em saber que o conceito do anti-semitismo não terminará nos próximos tempos, e a palavra “Pogrom” não deverá desaparecer tão brevemente. Bendito sejais Senhor…

O sufrágio popular não legitima a violência terrorista.

Fala de Israel!?

Mas como o factor identitário que releva neste conflito é o religioso, sobra pouco para os “árabes” que lá viviam. Religião à parte, em termos de origem geográfica e linguística, partilham com os judeus um tronco histórico comum.

Engano seu. Até à nascente do rio Jordão vão existir sempre “ameças” de forma a justificar a ocupação. E neste conflito específico, a essência está na “raça”, pois os israelitas olham para os restantes árabes como uma raça toda para exterminar.

Se existia um tronco comum, universidades “reputadas” têm-se empenhado na reescrita da História eliminando a presença de certos povos.

Crenças e dogmas religiosos? O antigo reino judeu, subjugado pelos romanos poucos anos antes da era cristã, tem existência histórica demonstrada. Basta ler qualquer História Universal. O percurso da dinastia herodiana está documentado até à exaustão. Pôr isto em causa é o mesmo que duvidar da existência das outras potências da mesma época. Os Sumérios e a Babilónia terão existido? Hammurabi e Nabucodonosor serão embustes?… :roll:

Não se refugie na confusão. Não creio que textos sagrados, sejam eles a Bíblia, a Tora ou o Al Corão, possam ser considerados fontes históricas, ou sequer fidedignas.

Evite misturar civilizações fantásticas, que deixaram imensos vestígios, com hipotéticas provas refutáveis que se baseiam somente em textos de cariz religioso. Isso é outra estória…

O domínio cristão consubstancia-se no Reino de Jerusalém, nascido na 1ª Cruzada, e que governou o actual território de Israel durante 200 anos. Nesse tempo foi construída em Jerusalém a actual Igreja do Santo Sepulcro, para onde milhões de papalvos cristãos peregrinam todos os anos, provavelmente desconhecedores de que se trata de mais uma construção erguida pelos “árabes” ou pelo inexistente Ricardo Coração de Leão… :roll:

As incursões cristães num conseguiram dominar por completo Jurusalém. E quando lá chegaram, surpresa das surpresas, que lá estava eram os Mulçumanos.

A Fé é movida por dogmas e crenças, e não por factos, realidades científicas e históricas.

Que eu conheça, para além do Muro das Lamentações e dos vestígios do segundo templo escavados por baixo dele, deixou o túmulo do rei David e a cidadela de Herodes.

Mais crenças. Um local tão sagrado para judeus, mulçumanos e cristãos. cada um com a sua interpretação… Mas um reino milenar que deixa um vestígio de areia, é muito puco, não acha?

Israel foi uma criação política inábil sobre uma realidade histórica, cultural e religiosa indesmentível. Em 1948 viviam no território da Palestina 650.000 judeus, quase 40% da população total, sendo que só em Jerusalém viviam mais de 100.000. Uns nunca de lá tinham saído (se queres “vestígios”, procura o bairro judeu de Jerusalém, onde há sinagogas com centenas de anos), outros foram obrigados a fugir das perseguições na Europa, que se iniciaram na Rússia ainda no séc. XIX, muito antes de Hitler.

Ninguém nega a existência de uma realidade cultural e religiosa. Foram perseguidos e expulsos dos mais diversos lugares ao longo da História. Não se iniciou no Séc. XIX. Deveria saber melhor… Naquela localização, há milhares de anos que não faziam história. Tanto assim era, que Israel chegou para ser em África…

Não discutindo a veracidade dos dados, seguindo esse pensamento, sendo 40% da população, estavam em minoria. O que fizeram, foi expulsar os restantes 60% das terras onde sempre viveram.

Tanto assim é que o próprio mandato britânico na Palestina foi concedido, ainda nos anos 20, pela Sociedade das Nações, a fim de ali serem implantados dois estados, um judeu e um árabe. E era também este o conteúdo da proposta da ONU em 1947, que previa ainda que Jerusalém ficasse sob administração internacional. Plano que a Liga Árabe decidiu boicotar, entrando imediatamente em guerra com Israel, invadindo o novo estado um dia depois de este ter nascido.

Deveria ter acrescenatdo que todas as movimentações que fala foram iniciadas e fomentadas por um movimento judeu. Não fale em ONU, nem em comunidade internacional.

Já deixei claro que discordo em grande medida da actuação de Israel, embora a enquadre no seu direito legítimo de autodefesa. Não estou a defender os israelitas [i]a outrance[/i], apenas acho que têm o direito de existir e por isso fico boquiaberto com o logro histórico em que consegues alinhar para lhes retirar essa legitimidade.

Auto-defesa!? Esta é uma destruição completa de um país independente. A Mossad teve conhecimento que iriam existir ataques na zona de fronteira. Mas nada fez, pois havia a necessidade de ter um pretexto. Ninguém movimenta aquela força toda em menos de 24 horas. A não ser que já estive tudo planeado, a espera apenas do “motivo”…

Israel, sob a justificação de autodefesa, arroga-se no direito de considerar que tudo o que move é alvo legítimo: caiem velhos, mulheres, crianças, civis. Dispara-se contra veículos de emergência, gente que foge, gente que caminha, e gente que apanha fruta. Tudo são alvos legítimos. Lançam panfletos que “avisam” as populações a abandonar as suas terras de sempre, e em seguida destroem-se estradas e pontes. As pessoas ficam encorraladas, e como ajuntamento, são suspeitas e alvo de mira. Agora, depois dos islâmicos, os cristãos também já fazem parte integrante dos “alvos legítimos”.

O logro histórico é um povo que gera conflitos por onde passa, e que a custa da memória e nome de milhões de judeus que foram vítimas de atrocidades e chacina inimagináveis, considera-se a si como justiça divina incenerar os seus vizinhos porque lhe apetece.

O Hezzbolah (organização terrorista) raptou 2 soldados, 2 militares. Israel condenou todo um povo à morte, e continua a considerar legítimo que execute indiscriminadamente. Sem acusação nem julgamento. Afinal, o que caracteriza o estado de Israel como Democracia de pleno direito? Sim, porque os árabes israelitas não têm direito a protecção (não há abrigos, não há avisos de bombardeamentos…). Uma sociedade segracionista.

No Líbanos os credos conviviam entre si.

Basta ouvir nas notícias como os israelitas “massacram” e os palestinianos “se fazem explodir” para perceber o grau de preconceito com que a questão é encarada.

Tens dúvidas que massacram?!

Quanto ao mais, a comunicação social portuguesa alinha à esquerda, qual é a dúvida? Nem sequer é isso que está em causa, se fosse de extrema-direita o tratamento deste problema seria porventura ainda pior.

Sempre o complexo do Calimero. Não sabia que o Balsemão era de Esquerda. Nem ele, nem o Paes do Amaral e os donos da Prisa. Mas vivemos para aprender… :roll:

O Paraver fala muito, diz que a história dos judeus é toda falsa mas ainda não disse qual a verdadeira.

O que vale é que existem imagens do holocausto senão ainda dizia o mesmo que o financiador do Hezbollah. :arrow: