Deixa estar, o Trincão fintou essa.
Rotundou-a ![]()
A direito e em contramão.
E deu dinheiro para o carocel.
Vai jogar agora contra a Espanha.
Alguém viu?
Estive a ver no twitter se aparecia algum feedback, mas só encontrei isto:
Tb não pode dar muita cana este ano, senão chega a junho e perdemos os 2 pdl.
Este que faça o seu, mas mais discreto.
Tá bem abelha, se ele acumula minutos não sei não…
Tem de acabar esta mentalidade no Sporting, de sermos um clube trampolim.
Sei que são necessários resultados e condições, para tal acontecer, mas estamos no bom caminho.
O Conrad está no Sporting com o pés bem assentes na terra.
Gosto do puto.
É inevitável a questão do “clube trampolim”.
O dinheiro, e a projecção mediática, e campeonatos mais atraentes “mandam”.
Sejamos sinceros: o nosso campeonato não é Top-5 na Europa. Não conseguimos pagar o que os clubes de topo pagam a jogadores em Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França - pelo menos (para não falar das Turquias e outros). O máximo que um Clube português pode almejar vencer na Europa é uma Liga Europa (e mesmo assim isso não tem acontecido).
Neste contexto, qual o jogador que tendo mercado em campeonatos mais exigentes e “glamorosos” quereria permanecer no Tugão?
O mais que se pode esperar, relativamente a um jogador como o Harder, é qualquer coisa como “ok. O Gyokeres vai embora no Verão. Tenho o lugar de titular assegurado para 2025-2026. Vamos jogar para o Tri. Estarei na Liga dos Campeões. Ok, mais um ano de SCP e logo se vê”.
Dou o exemplo contrário, do Pote (que é um grande jogador). Se ele não tiver boas ofertas do estrangeiro, não o estou a ver a querer ir para um West Ham desta vida quando no SCP pode ganhar relativamente perto do mesmo salário, não sair do seu país (questão familiar) e ser ídolo do seu Clube.
SL
Eu sei que seremos sempre um clube trampolim. Agora, ha pelos menos 2 maneiras de o ser.
Sê-lo como o panelas, em que jogadores são aliciados a vir jogar 1, 2 anos na Liga Portugal como forma de darem o salto ASAP. E à mínima valorização são mexidos num Xadrez de comissões.
Ou sê-lo como temos feito nos últimos 3, 4 anos. Que embora mantendo a necessidade de ter de vender (eventualmente) 1 ou 2 jogadores por ano, para equilibrar as contas, a política é assente num projecto a medio/longo prazo, de sustentabilidade e projecto desportivo.
resumidamente, dar continuidade ao que se tem feito ate aqui.
criando as condições para que um
jogador não sinta que precisa de dar o salto o quanto antes. como se passa com o Gyo.
Concordo.
É inevitável @Clapton_Green . Enquanto a Liga Portuguesa patentear esta falta de qualidade e competitividade, poucos jogadores terão interesse em por cá permanecer.
Vocês querem milagres.
Onde é que há receitas em portugal para ter uma liga minimamente atrativa ou ordenados competitivos face às big5.
Esqueçam isso.
diga-se que, considerando as características económicas e demográficas do país, se há merda na qual Portugal está a jogar num nível qualitativo muito acima do natural, é no futebol (daí a quantidade de dinheiro que os clubes devem).
um campeonato português honesto continuaria a ser o que é hoje para os jogadores: um palco ideal para saltar para um colosso.
foda-se, praticamente toda a gente apoia um dos três grandes: uma patetice e vexame. uma peculiaridade aviltante, na minha opinião.
olhas para os campeonatos dos países com a nossa demografia, e em nenhum desses ocorre o que acontece em Portugal.
o máximo que podemos fazer, e temo-lo feito (gyokeres somará dois anos no Sporting!), é termos uma constituição financeira suficientemente robusta para adiar o mais possível a saída dos nossos jogadores mais importantes.
e a cena do big 5 é meio treta também, porque o clube mais pobre da premier consegue gastar mais dinheiro que 85% dos clubes dos campeonatos espanhol, francês, italiano, etc.
a diferença entre um recém-promovido da Premier e um clube recentemente promovido dos campeonatos espanhol ou italiano é colossal.
o Sporting é um clube português. esta realidade acarreta implicações inescapáveis.
talvez o beneficiário de um campeonato português honesto fosse o espectador estrangeiro que não consegue ver jogos portugueses porque nenhuma operadora quer comprar os seus direitos de transmissão.
A questão também passa, e muito, pela mentalidade do jogador.
Poucos preferem ter crescimento sustentado e alicerçado em bases sólidas antes de darem o inevitável salto para ligas (e ordenados) mais atrativos.
Percebo, mas também provas não faltam que esse dito salto apressado não passa mais dos que (muitas das vezes), um mergulho na dita trituradora.
Clubes da PL não podem (nem pretendem), dar tempo a ninguém para se provar.
Querem o produto final, na maioria dos casos.
Um jogador como o Conrad, aos 19 anos, muito dificilmente tem espaço para se provar na PL. Terá sempre de fazê-lo em ligas de menor relevo. Tal e qual o que se passou com o Gyo… que podia muito bem ter acabado mal.
A meu ver o Conrad tem a sorte de estar no sítio certo, à hora certa. (cá e nesta altura da vida dele)
Esperemos que ele e quem o aconselha tenha essa sapiência. É sempre a questão do dinheiro VS ambição desportiva.
Se o jogador tiver qualidade e der os passos certos nas alturas certas, pode atingir ambos.
O Gyo claramente está num nível acima da nossa liga, por isso compreende-se que queira testar-se numa liga mais competitiva. Da mesma forma que compreenderia se decidisse ficar um ídolo milionário num país onde se vive muito bem.
O Harder ainda tem muito que provar, mas está no sítio certo para o fazer, e se tiver qualidade sai daqui para um clube do topo, não para um West Ham da vida.
O problema é que até na Ligue 2 provavelmente conseguem pagar mais do que um Sporting… e o dinheiro é muito aliciante.