São opções e entendimentos pessoais, cada um escolhe o(s) seu(s) caminho(s) com toda a liberdade e respetivas consequências, claro está.
Quanto a mim, como sou do Sporting Clube de Portugal, e não da Direção que for eleita, competente ou incompetente, quer vença quer perca, quer faça sol quer faça chuva, no estádio, no pavilhão ou nas ruas, sempre que possa vou lá estar.
Julgo também engraçado que o problema da lotação do EJA e dos lugares vazios respeitantes a gamebox estádio e pavilhão só se coloque quando o Clube está a vencer, ou em jogos decisivos. Engraçado que a equipa de voleibol foi campeã, mas durante a fase regular o PJR esteve praticamente às moscas. No EJA já aconteceu fecharem a bancada B por não haver procura de bilhetes.
Podia apontar muitos outros exemplos, mas não estou com paciência.
Não é nada pessoal, mas criticar é uma coisa, “choradeira” constante é outra.
E não venham com a história do team presidente x, porque comigo isso nem se aplica.
Relação desta Direção/Administração com os associados tem de melhorar, concordo. Mas isso é outro assunto e noutro tópico.
Ou é o muro, ou é a cor das cadeiras, ou é o lounge, etc.
(Para quem não perceba do que estou a falar, é a fonte tipográfica. Uma fonte que a Microsoft, forretas como eram, incluiu no Word e no Windows ainda no tempo dos Afonsinhos, em detrimento da popularíssima Helvetica. Uma fonte que é um plágio descarado da Helvetica. A fonte mais universalmente odiada por designers por esse mundo fora logo a seguir à Comic Sans. Não deve haver atitude mais croquete sem formação nem sentido estético, quase a roçar a lampionice grosseira, do que usar – ou deixar usar – Arial para escrever o nome do clube, ainda por cima em letras retroiluminadas com 500 e tal pt. de altura e visíveis do exterior do estádio, para o insulto ser completo. Porra, é que nem o Taveira nos fez isso, e não fez mesmo; o projecto de sinalética interior dele usava umas fontes modulares – a minha especialidade, como talvez dê pada perceber pelo meu avatar –, e embora também fossem completamente desadequadas àquela função, ao menos tinham um certo estilo e pareciam ter sido escolhidas a dedo e não uma cena default. À semelhança do que se fez com as alarvidades dessa criatura, também tem de ser para arrancar e fazer tudo de novo, porque confirma o que outro forista aqui disse, estava bem era para o Bingo da Amadora. Esperem updates sobre isto no tópico do Rebranding do Sporting. E aqui, não sou como os restantes arquitectos e engenheiros de bancada – com o devido respeito por eles, porque entre eles também me conto aha –, literalmente fiz um mestrado, estou a fazer um doutoramento e dou aulas desta cena lol.)
Acho que se há um nano mm possível para melhorar… é ir por aí.
Estagnar, sermos sempre ultrapassados e conformismo, encolher os ombros etc tem sido o nosso lema. Se estamos numa onda positiva é aproveitar para continuar a puxar para a frente. Em vez de dizer que está tudo bem quando está muito melhor do que estava, ‘apenas’.
Eu nao quero ser só bi, quero o tri.
Estou feliz que porque o fosso foi fechado mas para alem disso quero que fique impecavel.
Percebo que seja mobilidade reduzida, mas tem escadas na mesma… não era melhor por bancada e nas escadas que já lá estão fazer umas maiores e com corrimão ou algo extra? Ou aquelas escadas dão acesso a outra zona mais específica?
Tem escadas, mas o patamar que tem acesso directo ao vomitório tem muito mais área que os restantes, daí o ter sido usado para adeptos com mobilidade reduzida. Sinceramente, chocava-me menos haver plataformas tipo a do Lion’s Corner (talvez até suspensas, com lugares por baixo e acesso directo a galerias com elevadores), mas para essa função.