Champions League Futebol Feminino (13-08-2018 16H00)

Tal como tinha dito no outro tópico, meio campo muito fraco.
Contratar duas jogadoras pro meio e uma ala esquerda devia ser objetivo desta secção, que ainda por cima está na SAD por isso não devia ser impossível.
A Nevena é de uma qualidade tremenda. Deviam vir mais 2 assim para nos podermos elevar ao nível das melhores.

Quando a jogadora do meio que dá mais garantias não vai por questões de saúde, entras logo a perder na competição.

[member=15319]C.Alves10 Não quero puxar dos galões mas tudo o que eu tenho previsto tem acontecido no que concerne aos reforços. :mrgreen:

Carlyn e Venegas disse logo que eram aquisições para o fraco antes de sequer jogarem, Sharon disse que era interessante e até ver tem sido a melhorzita das 3 que vieram o ano passado, a Nevena avisei logo que chegava uma craque ao Sporting e que afinal era possível contratar jogadoras que fizessem mesmo a diferença.

Se eu consigo ver isto e sou apenas um curioso e não faço disto vida como é que quem trabalha no Sporting não consegue ver e é pago para isso? “Ah só criticas,vai para lá tu e tal” vão dizer os mais básicos, até agora ganharam tudo o que havia para ganhar, certo mas é sempre possível fazer melhor e quem permitiu que não fosse contratada nenhuma 6 para o meio campo porque a Carlyn chegava devia borrar a cara de mer** porque estava na cara que não chega, isto se o objectivo é chegar longe na Champions.

A ideia possivelmente, seria voltar ao inicio do projecto(antes da gravidez) com a Patrícia a 6, a Carly alternativa e a Nadine 3ª opção.

Se passado 2 anos a ideia é voltar ao início do projecto com uma jogadora que esta a recuperar de gravidez estamos mal e mais vale não enganar as pessoas em relação aos objectivos e fazer uma gestão de expectativas mais inteligente.

O que mais me custa é ver as conversas do top-8 e de que vai ser este ano que passamos a fase de grupos e depois andamos com uma equipa que claramente não chega.

Ninguém se destaca em competições europeias com um meio campo como o nosso.

Disse aqui muito antes deste jogo que quando os nossos adversários vissem a altura da nossa 6 e a forma como ela joga, se iam rir e ter pena de nós.

A Tatiana e a Fátima neste momento não produzem nada, estarem em campo ou não pouca diferença faz.

A Sharon vai se safando, um ou outro gesto técnico interessante, mas as pilhas acabam depressa e fisicamente é igualmente fraca.

Ou os responsáveis da secção são muito otimista e percebem pouco disto, ou então andam a iludir os adeptos e a atirar areia para a nossa cara.

Não sei se estaria alguma 6 alinhavada e que pudesse ter falhado por causa da mudança de direção

O nível do nosso futebol e da dificuldade para podermos evoluir está em que esta foi a nossa segunda derrota em dois anos.

Perdemos como o ano passado, já perto do fim. Que pena. Ganhar os próximos dois jogos e esperar por um milagre.

Não podemos pensar assim, pelo menos, quando os responsáveis da secção falam repetidamente em querer passar a fase de grupos e em ser top-8.

Mas mesmo para as competições internas, temos ganho tudo, mas não somos assim tão superiores ao braga.

Aliás em quase todos os jogos com o braga, elas praticarem melhor futebol, felizmente temos sido felizes.

Este ano o braga reforçou-se bem e o benfica também está forte, não se admirem se as desilusões não ficarem por aqui.

E achas que se pode evoluir quando apenas braga e benfica terão equipas competitivas. Sendo que uma está noutro escalão.

Desculpa mas porque é que isso invalida o crescimento?

Primeiro basta uma equipa para nos fazer perder tudo (tanto o braga como o benfica na taça este ano são bem capazes disso), segundo por muito que a nossa liga seja fraca se queremos fazer algo na Europa temos de crescer.

Para evoluir basta chegar ao mercado e contratar jogadoras para isso, como fizemos com a Nevena.

Até podíamos ter uma liga muito competitiva, com estas jogadoras e principalmente um meio campo destes, nunca conseguimos fazer nada de relevante na Europa.

Nuno Cristóvão em declarações no final do jogo disse que esta participação na Champions League vai ser a última dele.

Pode ser preocupante por um motivo, disseram-lhe que o investimento vai abrandar e que a partir daqui é com estas que ele vai ter de ir para a frente e ele sempre disse que assim que visse que era impossível crescer na Europa que saía pelo próprio pé.

Ou então é descontentamento pela forma como esta temporada foi trabalhada que o deixou agastado e decidiu que é o fim para ele, de qualquer maneira acho que este tipo de informação só devia ser dada no fim da temporada, agora ficamos todos a saber que o treinador está a prazo.

[member=24592]PHRZ confirmo a posição acertada que tens tido :great: não percebo o que se está a passar dentro desta secção para não verem isso.

Quanto ao Nuno não foi só a nível de reforços que nada foi preparado. A nivel de pre-época também pareceu que que as coisas nao foram muito bem pensadas.
Percebo completamente a posição dele, é esperar que a razao não seja essa do desinvestimento e o próximo presidente pode ser a chave para ter ou não uma palavra a dizer sobre isso.
Espero que se lute por esta secção que ao 3º ano já podía estar adiantada na Europa mas parece que estagnou.

Realmente o “timing”, para o Nuno Cristóvão falar não tem qualquer sentido.
Deixou começar a época desportiva, fazer o primeiro jogo e depois falar?..

A notícia que saiu no jornal OJOGO a falar da pré temporada não foi por acaso e a Directora da Secção no seu pedestal ficou muito ofendida com a noticia mas não percebeu ou não quis perceber que aquilo saiu de dentro porque o Jornal OJOGO não vai fazer uma noticia sobre a pré temporada do Futebol Feminino do Sporting por acaso e só porque sim, a Directora achou que a noticia era apenas pasme-se inveja do sucesso da secção, agora esta decisão do Nuno Cristóvão quando há bem pouco tempo renovou contrato por 1 ano com 1 de opção vem dar seguimento a esse desconforto e descontentamento do treinador com a forma como tudo foi preparado que vinha nessa noticia.

PEDERSEN NO NOSSO SAPATO Por Jornal Sporting 07 Ago, 2018 FUTEBOL FEMININO Cecilie Pedersen entrou aos 87’ e marcou aos 89, ditando a derrota do Sporting CP (3-2) na primeira jornada da UEFA Women’s Champions League

Pedras? Nem no sapato, nem no caminho, até porque a fase de qualificação da UEFA Women’s Champions League é demasiado curta para se ponderar construir um castelo – quatro equipas, três jogos e apenas uma vaga. Contudo, Pedersen apareceu mesmo. E só precisou de dois minutos para causar estragos na estreia do Sporting CP em prova. A avançado norueguesa entrou aos 87’, numa altura em que o encontro estava empatado (2-2), e marcou aos 89’, respondendo da melhor forma (com a cabeça) ao cruzamento de Anna Josendal. Agora, a tarefa das bicampeãs nacionais complicou-se, pois não dependem apenas de si para se qualificarem. Ou seja, em caso de vitória nas duas partidas seguintes (Osijek e Dragon), as orientadas de Nuno Cristóvão continuam a precisar de uma ou duas escorregadelas do Avaldsnes.

O panorama no estádio Grandski vrt escureceu logo a abrir. Sem mais, nem menos – numa altura em que as leoas mostravam bons indicadores iniciais -, Gaille Enganamouit rematou do meio da rua sem pedir licença à justiça da partida e colocou o adversário em vantagem. Neste caso, se Patrícia Morais tivesse asas, também não teria consigo negar as intenções da número 20. Mesmo assim, o Sporting CP permaneceu na mó de cima, exibindo boas dinâmicas ofensivas num sistema táctico pouco utilizado na época passada (3x5x2). A superioridade a meio-campo foi-se revelando importante para roubar a bola às opositoras, estratégia que havia sido lançada por Diana Silva no dia anterior. Aos 24’, foi a própria que ficou muito perto de marcar. Fátima Pinto descobriu-a entre as centrais, a internacional portuguesa trabalhou dentro da grande área, mas a tentativa bateu com estrondo na barra. A contas com a tal justiça, Ana Borges repôs a igualdade perto do intervalo (37’), ainda que o esférico tenha tentado negar o empate às verdes e brancas, uma vez que só depois de tocar no poste se resignou às redes contrárias.

O princípio da etapa complementar revelou-se idêntico ao da primeira… só que ao contrário. Após a cobrança de um livre quase perfeito por parte de Nevena, Sharon provou saber estar no sítio certo e à hora certa (48’) para a recarga. Estava consumada a cambalhota, que no entanto só durou até ao lance mais ‘esquisito’ da primeira jornada do Grupo 10. Cheryl Foster, do País de Gales, mandou repetir o livre a favor do Avaldsnes, sendo que Patrícia Morais calculou mal a sua saída. No ressalto, Waldus apontou o 2-2 de baliza aberta. Os vários momentos da jogada assemelharam-se a um alinhamento cósmico contra o Sporting CP, que se acentuou com a entrada de Pedersen, autora do 3-2 final (89’). Excluída que está a hipótese de se construir o castelo, veremos se será possível descalçar este sapato.

https://www.sporting.pt/pt/noticias/futebol/futebol-feminino/2018-08-07/pedersen-no-nosso-sapato

Agora aquela notícia faz todo o sentido.

Também não consigo perceber toda aquela indignação da Raquel Sampaio quando sabe bem que não se planeou uma melhor pre-época por falta de vontade.

A desculpa de não haver ninguém a treinar é facilmente ultrapassada quando fora de Portugal não faltavam equipas já a treinar (principalmente no Norte da Europa) e quando não faltam equipas masculinas de divisões inferiores também a treinar (aliás em épocas passadas já fizemos jogos de preparação contra equipas masculinas).

Espero que a direção da secção pense bem no que anda a fazer.

Ou ambas, a segunda como consequência da primeira.

Foram realizados jogos amigáveis contra equipas masculinas a porta fechada mas como é óbvio é sempre diferente, o único jogo contra equipas femininas foi com o Sevilla.