Indiferenca por fora,mas muitissimo sofrimento por dentro.
O Sportinguista sofre em silencio!
Pelo menos eu assim o faco!
Indiferenca por fora,mas muitissimo sofrimento por dentro.
O Sportinguista sofre em silencio!
Pelo menos eu assim o faco!
=D> =D> =D>
Tenho pena de todos os Sportinguistas. Nunca houve nem existe massa associativa tão particular, tão diferente, tão valorosa. Os outros assobiam jogadores Portugueses. Nós aplaudimos Rui Costa, João Pinto... Os outros matam. Nós festejamos. Os outros ofendem. Nós assobiamos as nossas claques quando estas se perdem em insultos. Não há coisa mais rica no Sporting que sejam os Sportinguistas, e é pelo orgulho em fazer parte dessa família que ainda hoje sorrio e combato pelo Sporting quando o querem achincalhar.Para já só comento este parágrafo. Quando tiver mais disponibilidade trato do resto.
Isso dos assobios é falso. Os adeptos do Sporting também assobiaram Sérgio Conceição e Fernando Couto quando estes jogaram contra o Sporting.
Insultamos tanto como os outros quer sejam jogadores, treinadores e dirigentes.
Fomos diferentes durante 18 anos. Agora somos iguais. Temos é a mania que somos diferentes.
Concordo perfeitamente como zeze. Nos anos que não ganhámos nada eramos diferentes de todos os outros.
Neste momento ainda somos diferentes mas cada vez mais oarecidos com todos os outros.
Tenho pena de todos os Sportinguistas. Nunca houve nem existe massa associativa tão particular, tão diferente, tão valorosa. Os outros assobiam jogadores Portugueses. Nós aplaudimos Rui Costa, João Pinto... Os outros matam. Nós festejamos. Os outros ofendem. Nós assobiamos as nossas claques quando estas se perdem em insultos. Não há coisa mais rica no Sporting que sejam os Sportinguistas, e é pelo orgulho em fazer parte dessa família que ainda hoje sorrio e combato pelo Sporting quando o querem achincalhar.
Excelente post!!! Especialmente este último parágrafo: sentido, verdadeiro, objectivo! =D> =D> =D> =D> =D>
Como sempre, 100% de acordo. Mauras, escreveste aquilo que me anda à 3 dias a bailar no meu pensamento… =D>
Concordo mais com o post do Rui que com o do Mauras. Não podemos, a uma distância tão curta, tirar ilações sobre o que é este periodo, se é o fim ou o inicio de algo. Quem, como eu, viveu 18 anos a ganir de dor pelas derrotas consecutivas, não vai ser por uma má época que me vou deixar derrotar. Um leão nunca desiste. Um leão nunca abandona os seus.
O Sporting atravessa um mau momento e nestes momentos se vê como as grandes teorias que muitos têm (por exemplo, ter só miudos na equipa) são uma grande treta. De uma boa equipa, de repente passam a ser todos maus, tem que se mudar tudo. Mesmos os que são bons, não servem por qualquer outro motivo. Temos o melhor avançado de Portugal após Jardel e queremos manda-lo embora; tivémos o melhor medio centro (Rock) e só se falava que estava gordo; temos Moutinho mas parece que já não serve; temos Nani mas parece que também não presta.
Prefiro constinuar a jogar humildemente e a perder do que a ganhar com máfias. Inacreditável como agora já se louva as galinhas nojentas, que memória curta!!!
O Sporting sobreviverá e será cada vez maior, o rumo traçado está correcto, na minha opinião, e penso que financeiramente atingimos o ponto mais baixo, pelo que daqui para a frente as coisas melhorarão, acredito nas previsões da SAD, parecem-me realistas e dizem-me que poderemos reforçar a equipa consistentemente através dos melhores dos reforços: impedindo a saida dos putos formados.
O Futuro é do Sporting.
É um desespero que entendo pq vejo cada vez mais gente a entrar na onda.
E é tb um facto que existe desde há alguns anos, mas sobretudo desde a entrada do Projecto, um certo arrefecimento da chama Leonina.
Dizia alguem, acho que o Miguel, que o peridodo 2000-2005 tinha sido mais interessante (ou excitante) que o de 1985-2000… eu estou em desacordo.
Passei a minha juventude toda nesse periodo precisamente, sem ganhar absolutamente nada, e no entanto era uma alegria sempre que ia para Alvalade ou para outros estádios. O ambiente era diferente e acho que os que viveram esse periodo e vivem o actual não podem deixar de concordar.
Como vários foram dizendo ao longo destes ultimos 3 anos, mais importante ainda que ganhar é sentir a vibração e a emoção de se ser Leão… parece-me que isso já não acontece á esmagadora maioria dos Sportinguistas, e isso é que é gravissimo.
O equilibrio financeiro é importante, sem duvida, quase fundamental, mas mais importante ainda é a entrega dos Sportinguistas, e essa foi colocada em cheque devido á inoperancia dos actuais dirigentes.
Em todo o caso, eu continuo a ter esperança de que este foi apenas um periodo penoso, onde se alcançaram algumas coisas importantes, mas onde tb se desperdiçaram 10 anos que poderiam e deveriam ter sido MUITISSIMO melhor aproveitados.
Agora vamos ver o que acontece daqui a uns meses (demasiado longos, pq continuo a achar que as eleições deveriam já ter acontecido) e espero que possamos dizer que uma nova vida para o Sporting está a ponto de começar… pq se não for assim, acredito que o Clube esteja perto de acabar, tal como o queremos e desejamos.
Alguns falam dos 18 anos (não esquecer que parte deles já se inscrevem no período dos últimos 10 que falo) mas…
No período dos 18 anos:
existia uma desorganização romântica que justificava muito do que se passou. Existiam razões para o falhanço, muitas vezes aí sim injusto pois foi em parte o período de oiro da corrupção do futebol português.
Não existiram “Projectos”, “Finance” nem outras coisas. Existia um candidato que prometia, muitas vezes ingenuamente. Nós iamos atrás, a coisa quase acontecia. Por entre pedras e escombros assistiam-se mesmo assim a alguns bons espectáculos de futebol em Alvalade.
O último símbolo dos “18 anos”, Sousa Cintra deixou uma boa equipa de futebol e um passivo inferior a metade do actual.
Hoje em dia a situação é diferente e não tem a haver com 3,5 ou 18 anos. Tem a haver com perspectivas. Tem a haver com os mundos e fundos que nos prometeram e o estado em que deixam o barco. Tem a haver com o sentimento que fica de que o Sporting não passou de uma brincadeira de meia dúzia, um clube de Lego em que algo correu mal e que se destinava a ser um pátio de lazer para um grupo, uma elite, uma oligarquia, como quiserem.
A coisa correu mal, o buraco surgiu. Caiu a capa de falso profissionalismo, e pior que a falta de profissionalismo fica o sentimento que muitos não passaram de sportinguistas de pacotilha, pouco dispostos a dar o litro por um Sporting que é hoje uma pálida imagem do que já foi.
É por tudo isto que o sentimento é muito pior agora que nos 18 anos. Pq nos 18 anos existia a legítima ambição de melhoria. Existia um título para reconquistar, um VERDADEIRO sistema a combater, um estádio em modernização com que sonhar, enfim… recordo esse período não vou dizer com saudade mas sim com a nostalgia de quem sonhava nessa altura com um Sporting melhor pq via caminhos para isso.
Hoje em dia não vejo caminhos nenhuns. Vejo um Sporting ressequido, completamente entregue aos bancos pouco dispostos em fazer mais do que manter o morto vivo com sinais vitais que permitam ir pagando a penosa dívida, com um passivo várias vezes superior ao que Cintra deixou, sem equipa ou orçamento que traga pessoas ao estádio e novos sócios ao clube, sem nome lá fora fruto do completo falhanço de presença na única prova que interessa no mundo, a Champions enfim… sem nenhuma perspectiva racional de futuro. Esperança? Fé? Concerteza, mas racionalmente o sentimento é muito diferente…
… no final dos 18 anos existia ao fundo uma visão.
Agora não vejo qualquer luz ao fundo do túnel.
Não tenho muito tempo mas este tipo de discurso parece-me tão deprimente quanto o futebol que o nosso Sporting pratica hoje, e ele repete-se como um eco de cada derrota mais humilhante, mas logo deixa de fazer sentido quando a felicidade das vitórias nos bafeja.
O futebol para mim é uma paixão que ocupa certamente um lugar importante na minha vida, mas é apenas um jogo, o qual eu vivo intensamente, mas do qual sou capaz de me desligar logo que as emoções da peleja terminam e a bola deixa de rolar, e talvez por ser mais velho do que a maioria da rapaziada que por aqui anda, já há muito que aprendi a conviver com o amargo das derrotas. Mas isso nunca fará de mim um conformado e muito menos um desistente.
Eu continuarei sempre até à morte a ser um sportinguista convicto, sempre pronto a sofrer com as nossas derrotas e a vibrar com as vitorias, nunca deixarei de pagar as minhas cotas, nunca vou vender as minhas acções, nunca deixarei de ver um jogo desde que dê na televisão, e sempre que passar por Lisboa lá estarei no Estádio para o que der e vier, vou continuar a acompanhar o Sporting a discuti-lo e a sonhar com um futuro melhor, porque sei que ele é possível desde que os sportinguistas o queiram.
Tenho as minhas opiniões sobre os caminhos que nos podem levar a chegar mais longe e continuarei sempre a defendê-las com a convicção de quem encara a vida sempre com optimismo e não se revê minimamente no espírito fatalista do fado português, que anda sempre de braço dado com o nosso também muito tradicional bota-abaixo.
O Sporting vive neste momento uma fase difícil da sua vida, é pois a altura de todos os sportinguistas dizerem presente e não de abandonarem o seu Clube deixando-o cair na espiral do insucesso, é a altura de provarmos que somos diferentes, porque a melhor massa associativa do mundo não é a que abandona o seu Clube na hora do aperto mas sim aquela que nunca se deixa abater, a exemplo do que recentemente aconteceu no Brasil com a torcida do Atlético Mineiro que na hora em que o seu time desceu de divisão, se despediu dele sofrendo e chorando mas cantando o seu hino.
Subscrevo inteiramente o post do Mauras mas acho que os sócios e adeptos (ainda) têm uma palavra a dizer.
As eleições vão ser o momento mais decisivo da história recente do SCP. Cabe-nos a nós dizer basta e reerguer o clube por entre os escombros.
Cabe aos sócios impedir que o bando de mangas de alpaca que se apossou do Sporting seja completamente desmascarado e corrido de Alvalade e Alcochete para fora.
Em seguida à eleição de corpos gerentes credíveis é preciso repor o nível mínimo da equipa de futebol. Se para isso for preciso vender Alvaláxias, clinicas, bingos e quejandos que se venda. Mas devidamente acompanhado da necessária sangria de todas as “sanguessugas” que orbitam em volta do clube.
Temos o que os outros não têm: os melhores adeptos do mundo. Nào basta só existirmos temos também que actuar.
Eu também ando desencantado, só que não é há 10 anos, é há 30!!
Tu falas como se no passado recente tivéssemos ganho títulos e mais títulos. Mas não! Infelizmente não! Tiveste 18 anos a jejuar e - coincidentemente ou não – só após o aparecimento do Projecto ganhaste 2 títulos nacionais. É pouco? Não é pouco, é pouquíssimo para a nossa vontade de vencer e para aquilo que merecemos.
Temos de continuar a “luta” para que o clube melhore, não faças é alusões aos gloriosos anos do jejum.
Eu SEMPRE fui um habitué e lembro-me bem do que passei e das tristezas que sentia TODOS os anos por esta altura. Lembras-te do “Não passam do Natal!” ? Eu lembro, e bem.
Há muitos problemas no clube? Há falta de qualidade nos dirigentes, técnicos e jogadores? Há e muita! Mas isso vem acontecendo há 3 décadas, salvo raras excepções( coincidência ou não, estas aconteceram durante o tal projecto ). Será que Silva, Tello, Polga, Wender, Loureiros, Motas, Kmet, etc serão assim tão diferentes de Eskilsson, McDonalds, Ali Hassan, João Luis, Rodriguez ?
Andamos a vender as nossas pérolas? Infelizmente é verdade. Comparativamente ao passado é verdade que não as vendíamos. Deixávamos elas irem embora sem vermos tusto. Lembras-te das saídas de Futre, Fernando Mendes, Morato, Figo, Peixe entre outros?
Quanto aos adeptos, acompanhamos como ninguém, mas aí sim, no passado fazíamos com outro fervor.
Eu também acho que temos um comportamento diferente em relação aos outros, mas também temos os nossos devaneios : mandar o presidente do clube pró C4R4LH0, tratar mal os treinadores como ninguém, batatada nas assembleias, invasão do edifício sede, invasões de campo, batatada entre sócios, batatada entre claques, etc.
Ou seja, quanto ao teu “monólogo”, concordo com alguns pontos, mas pergunto a la Batista Bastos “Oh, Guido Barbosa Lapa, onde é que tu estavas no…?”
Só mais uma coisinha, esse teu cansaço de Sporting e desmotivação não tem tanto a ver com o clube, tem mais a ver com a tua idade. Os 30 começam a pesar :mrgreen:
Compreendo bem o que dizes Mauras. Percebo perfeitamente. À medida que vamos caminhando pela vida, nomeadamente quando constituímos família, há valores mais altos que se levantam. Mas depois há o outro lado, de como não conseguimos dormir bem depois de uma derrota. E começamos a questionar uma data de coisas quando estamos desiludidos. Achamos que é desmedido este amor quase obcessivo que temos pelo Sporting. Embora não seja como o to-mane que se “desliga” quando o árbitro apita, compartilho também da sua visão. Hoje estaria muito mais preocupado com a situação no Sporting se não tivesse a perfeita consciência de que a maravilhosa massa adepta e os seus dedicadíssimos sócios não fossem aquilo que são. Gente de brio, de valor e com valores. Que caminharão sempre lado a lado com o Sporting, com o clube onde gerações e gerações de homens e mulheres aprenderam a amar apaixonada e desinteressadamente.
Com tudo isto não quero dizer que não partilhe das tuas preocupações Mauras. Partilho. E mais, acho que vivemos tempos absolutamente decisivos. A margem para erros de “casting” directivo é reduzidíssima. mas acho e sinto que somos nós, os Sportinguistas que não dormimos bem com as derrotas, que não nos conformamos com a mediocridade e a incompetência, que têem de dizer “presente!”. Cada um dentro daquilo que achar melhor, dentro das suas possibilidades, mas presente e activo. Nunca desiludido e afastado. O Sporting, não é do Roquette, do Dias da Cunha ou do Soares Franco, é nosso! De todos nós! E é porque sei o que “valem” os Sportinguistas que sei que temos o futuro assegurado. Também não alinho em fatalismos bacocos e fados à portuguesa. Acredito nas mangas arregaçadas, na competência e nos valores do Sporting. Os valores que o meu avô me passou e os valores que vou passar aos meus filhos.
Para mim não há família e o Sporting, porque o Sporting é da minha família. Para mim o Sporting nunca será um jogo de futebol, um espectáculo como ir ao teatro e ao cinema, nunca será um produto para vender em supermercados, nunca será um kit ou uma box. Nunca será um XXI ou XXII. Será sempre a minha família, que como todas as famílias passam os seus momentos complicados. Hoje vivemos um desses momentos sem dúvida, mas deixar de lutar e ver definhar o Sporting será como ver definhar um dos meus. E isso nunca! Por isso foi como te disse noutro post, eu tenho ORGULHO da minha família, tenho ORGULHO de ser do Sporting Clube de Portugal. Por isso andarei sempre de cabeça bem levantada, porque sei o que é o Sporting, sei o que são os Sportinguistas!
Um abraço
Parece que Dias Ferreira leu (ou sentiu) o mesmo que Mauras.
Estou a ouvir DF e parece que estou a reler aquele excelente post.
Não tenho muito tempo mas este tipo de discurso parece-me tão deprimente quanto o futebol que o nosso Sporting pratica hoje, e ele repete-se como um eco de cada derrota mais humilhante, mas logo deixa de fazer sentido quando a felicidade das vitórias nos bafeja.O futebol para mim é uma paixão que ocupa certamente um lugar importante na minha vida, mas é apenas um jogo, o qual eu vivo intensamente, mas do qual sou capaz de me desligar logo que as emoções da peleja terminam e a bola deixa de rolar, e talvez por ser mais velho do que a maioria da rapaziada que por aqui anda, já há muito que aprendi a conviver com o amargo das derrotas. Mas isso nunca fará de mim um conformado e muito menos um desistente.
Eu continuarei sempre até à morte a ser um sportinguista convicto, sempre pronto a sofrer com as nossas derrotas e a vibrar com as vitorias, nunca deixarei de pagar as minhas cotas, nunca vou vender as minhas acções, nunca deixarei de ver um jogo desde que dê na televisão, e sempre que passar por Lisboa lá estarei no Estádio para o que der e vier, vou continuar a acompanhar o Sporting a discuti-lo e a sonhar com um futuro melhor, porque sei que ele é possível desde que os sportinguistas o queiram.
Tenho as minhas opiniões sobre os caminhos que nos podem levar a chegar mais longe e continuarei sempre a defendê-las com a convicção de quem encara a vida sempre com optimismo e não se revê minimamente no espírito fatalista do fado português, que anda sempre de braço dado com o nosso também muito tradicional bota-abaixo.
O Sporting vive neste momento uma fase difícil da sua vida, é pois a altura de todos os sportinguistas dizerem presente e não de abandonarem o seu Clube deixando-o cair na espiral do insucesso, é a altura de provarmos que somos diferentes, porque a melhor massa associativa do mundo não é a que abandona o seu Clube na hora do aperto mas sim aquela que nunca se deixa abater, a exemplo do que recentemente aconteceu no Brasil com a torcida do Atlético Mineiro que na hora em que o seu time desceu de divisão, se despediu dele sofrendo e chorando mas cantando o seu hino.
É este o “post” que eu subscrevo, integralmente. ![]()
Penso que o que mais contribui para este desanimo que se verifica, a par dos resultados desportivos, é não se vislumbrar um futuro risonho para o clube, pelo menos num futuro próximo!
Senão vejamos :
Amadoras: caminhamos lentamente para o fim das modalidades amadoras…têm vindo a terminal gradualmente. O Hoquei em Patins foi um bom exemplo recente. O facto de não haver pavilhão condiciona tambem o evoluir das mesmas e espelha os anseios da Direcção do Clube. Quer se queira, quer não, não é a mesma coisa uma equipa ir ao Pavilhão de Alvalade (ou à Antiga Nava, se preferirem) ou ir a Loures jogar…
Futebol: o desinvestimento tem sido gritante. Vendemos os melhores jogadores mal podemos ao invés de os segurar para construir uma equipa de topo. Se nalguns casos é impossivel segurar os atletas, noutros não será bem assim. Recordo por exemplo, o enak. Já o rochembach acho que seria impossivel segurá-lo.
Mas cada vez temos menos e piores reforços na equipa…em ano de centenário, todos esperávamos uma equipa condizente e terá sido por isso que foram buscar o Wender, o Joao Alves e o Loureiro?
Não se arranjaria melhor em qualquer lado? Não há ninguem em campo a seguir jogadores e ir buscá-los quando for mais conveniente para o clube? Parece que não…
Relembro que o joão Alves e o wender custaram na ordem dos 4 milhões de euros, mais coisa menos coisa, sendo que o passe do alves é 50% do sporting.
Precisamos de jogadores de classe (não digo mundial por razões evidentes, se bem que era isso que todos queríamos) para serem referèncias no clube. Quer hoje, quer para os miudos que andam na Academia. Alguem que eles possam admirar e seja o ídolo deles! Ao mesmo tempo que trazem sucesso para o clube!
Acho que também opto por esta via, já nasci inconformado, e ainda que tente não consigo “desligar”, nem ao fórum queria vir, mas não consegui apagar o “bookmark”…
Se esta merda está má, vamos ter que ser nós a resolver…Não sei como, nem quando, mas passa por nós…
Não tenho muito tempo mas este tipo de discurso parece-me tão deprimente quanto o futebol que o nosso Sporting pratica hoje, e ele repete-se como um eco de cada derrota mais humilhante, mas logo deixa de fazer sentido quando a felicidade das vitórias nos bafeja.O futebol para mim é uma paixão que ocupa certamente um lugar importante na minha vida, mas é apenas um jogo, o qual eu vivo intensamente, mas do qual sou capaz de me desligar logo que as emoções da peleja terminam e a bola deixa de rolar, e talvez por ser mais velho do que a maioria da rapaziada que por aqui anda, já há muito que aprendi a conviver com o amargo das derrotas. Mas isso nunca fará de mim um conformado e muito menos um desistente.
Eu continuarei sempre até à morte a ser um sportinguista convicto, sempre pronto a sofrer com as nossas derrotas e a vibrar com as vitorias, nunca deixarei de pagar as minhas cotas, nunca vou vender as minhas acções, nunca deixarei de ver um jogo desde que dê na televisão, e sempre que passar por Lisboa lá estarei no Estádio para o que der e vier, vou continuar a acompanhar o Sporting a discuti-lo e a sonhar com um futuro melhor, porque sei que ele é possível desde que os sportinguistas o queiram.
Tenho as minhas opiniões sobre os caminhos que nos podem levar a chegar mais longe e continuarei sempre a defendê-las com a convicção de quem encara a vida sempre com optimismo e não se revê minimamente no espírito fatalista do fado português, que anda sempre de braço dado com o nosso também muito tradicional bota-abaixo.
O Sporting vive neste momento uma fase difícil da sua vida, é pois a altura de todos os sportinguistas dizerem presente e não de abandonarem o seu Clube deixando-o cair na espiral do insucesso, é a altura de provarmos que somos diferentes, porque a melhor massa associativa do mundo não é a que abandona o seu Clube na hora do aperto mas sim aquela que nunca se deixa abater, a exemplo do que recentemente aconteceu no Brasil com a torcida do Atlético Mineiro que na hora em que o seu time desceu de divisão, se despediu dele sofrendo e chorando mas cantando o seu hino.
É este o “post” que eu subscrevo, integralmente.
Já somos dois, embora gostasse de acrescentar mais alguns pontos, o que não faço agora devido a afazeres profissionais.
Talvez mais tarde.
No momento destaco apenas uma diferença, é que ao contrário do to e embora seja mais velho do que ele
, infelizmente ainda não sei conviver com o amargo das derrotas, e a última deixou-me chateado à brava.
O que eu subscrevo a bold e numa font bem grande é a paixão que todos sentem pelo clube.
Na minha história com o clube já senti mais desânimo do que sinto hoje. Mas nunca senti tanta preocupação. São sentimentos diferentes.
Ontem vi um pouco do Setúbal-Belenenses. Não há projectos, não há ideias, não há teorias de gestão que garantam bons resultados. Futebol é um jogo de Homens apoiados por um grupo de pessoas. Os jogadores do VS ganham jogos porque querem. POrque são uma equipa. POrque sentem apoio e liderança.
Isso falta no meu clube há muito tempo, e isso é independente do que quer que se aprove em AG’s, em reuniões com bancos ou com patrocinadores.
Não digo que o resto não seja importante, mas no dia em que a equipa que entrar em campo entrar com o espírito que vejo no VS, mas com a ambição própria da grandeza do SCP, fico satisfeito. Aí, o resto torna-se acessório.
A.A.
Não tenho muito tempo mas este tipo de discurso parece-me tão deprimente quanto o futebol que o nosso Sporting pratica hoje, e ele repete-se como um eco de cada derrota mais humilhante, mas logo deixa de fazer sentido quando a felicidade das vitórias nos bafeja.O futebol para mim é uma paixão que ocupa certamente um lugar importante na minha vida, mas é apenas um jogo, o qual eu vivo intensamente, mas do qual sou capaz de me desligar logo que as emoções da peleja terminam e a bola deixa de rolar, e talvez por ser mais velho do que a maioria da rapaziada que por aqui anda, já há muito que aprendi a conviver com o amargo das derrotas. Mas isso nunca fará de mim um conformado e muito menos um desistente.
Eu continuarei sempre até à morte a ser um sportinguista convicto, sempre pronto a sofrer com as nossas derrotas e a vibrar com as vitorias, nunca deixarei de pagar as minhas cotas, nunca vou vender as minhas acções, nunca deixarei de ver um jogo desde que dê na televisão, e sempre que passar por Lisboa lá estarei no Estádio para o que der e vier, vou continuar a acompanhar o Sporting a discuti-lo e a sonhar com um futuro melhor, porque sei que ele é possível desde que os sportinguistas o queiram.
Tenho as minhas opiniões sobre os caminhos que nos podem levar a chegar mais longe e continuarei sempre a defendê-las com a convicção de quem encara a vida sempre com optimismo e não se revê minimamente no espírito fatalista do fado português, que anda sempre de braço dado com o nosso também muito tradicional bota-abaixo.
O Sporting vive neste momento uma fase difícil da sua vida, é pois a altura de todos os sportinguistas dizerem presente e não de abandonarem o seu Clube deixando-o cair na espiral do insucesso, é a altura de provarmos que somos diferentes, porque a melhor massa associativa do mundo não é a que abandona o seu Clube na hora do aperto mas sim aquela que nunca se deixa abater, a exemplo do que recentemente aconteceu no Brasil com a torcida do Atlético Mineiro que na hora em que o seu time desceu de divisão, se despediu dele sofrendo e chorando mas cantando o seu hino.
É este o “post” que eu subscrevo, integralmente.
Idem aspas!
O resto é fado!
Concordo com o zeze, também sou Sportinguista desde que me lembre, e nunca por influência de quem quer que seja, embora o meu pai seja Sportinguista e tivesse sido jogador de basquetebol do Sporting em Maputo (antigo Lourenço Marques).
Como nasci em Moçambique e vivi lá até aos 12 anos, nunca tive influências muito marcadas e fortes, o clubismo lá vive-se de forma muito diferente e ainda por cima na altura que foi (independência). A não ser de um clube que era o Sporting da Beira (depois Palmeiras), não sei porquê, mas aquela cor (o verde) e aquele leão sempre me fascinaram.
Começo a pensar que isso de ser Sportinguista é uma questão “genética”, mas indo ao que interessa, recuso-me a baixar os braços, foi sou e sempre serei Sportinguista, quer ganhe ou perca, nunca deixarei de defender (contra adeptos de outros clubes) tudo o que rodeia o Sporting, muitas vezes mesmo sabendo que poderei estar errado.
O Sporting está a passar uma fase muita má, como muitas outras, o zeze lembra bem da questão “Não passam do Natal! ?”, temos que ter esperança que a equipa se estabilize e que ganhe confiança, por vezes parecem que tem medo que “dê certo”, de ter sorte.
Eu estou confiante que com a reabertura do “mercado” e uns ajustes na equipa melhores dias viram.
P.S. Não sou dos que dizem que nasceram para sofrer, das alegrias que tive, que poderão ter sido poucas foram muito bem saboreadas e as desgraças foram esquecidas.
cumps,
VCoelho