E já agora, que conseguiu empatar nos 90 minutos com os dois finalistas do mundial. É um feito extraordinário.
Não é impossível mas acho que vão passar por um período de descompressão, como aconteceu pós 78-90 (com Maradona). Em 94 ainda tiveste Maradona mas foi o que se sabe … e depois dessa era estiveram 5 edições sem passar dos quartos (numa delas até cairam na fase de grupos).
Acho que vai ser parecido agora.
Admito que não conheço muitos, os outros que conheço já foi há uns anos, na cena eletrónica, e havia de tudo um pouco. São pessoas bastante “in your face”, isso reconheço. Não deixam nada por dizer e são bastante emocionais.
As idades dos jogadores espanhóis daqui por 4 anos. A maioria ainda pode estar no mundial de 2030, facilmente.
Lamine Yamal (22 Anos)
Pau Cubarsí (23 Anos)
Gavi (25 Anos)
Víctor Muñoz (26 Anos)
Nico Williams (27 Anos)
Yeremy Pino (27 Anos)
Marc Pubill (27 Anos)
Pedri (27 Anos)
Álex Baena (28 Anos)
Eric García (28 Anos)
Joan García (29 Anos)
Pedro Porro (30 Anos)
Ferrán Torres (30 Anos)
Martín Zubimendi (31 Anos)
Marc Cucurella (31 Anos)
Dani Olmo (32 Anos)
Mikel Oyarzabal (33 Anos)
Unai Simón (33 Anos)
Fabián Ruíz (34 Anos)
Rodri Hernández (34 Anos)
David Raya (34 Anos)
Mikel Merino (34 Anos)
Alejandro Grimaldo (34 Anos)
Marcos Llorente (35 Anos)
Aymeric Laporte (36 Anos)
Borja Iglesias (37 Anos)
Mas gostava de ter visto o Paredes a tentar algo com o Pepe em campo… ![]()
A Argentina, fruto do seu anti-futebol e da forma ultra agressiva como se apresentou, aliada a uma claríssima proteção por parte da FIFA, conseguiu a proeza de ser provavelmente a seleção mais odiada do Mundial e de colocar 90% dos portugueses a vibrar com a vitória de Espanha.
Nas minhas redes sociais, para ai uns 99% das reações eram de apoio a Espanha, o que não é muito comum, diga-se.
Pela parte que me toca, tinha um mundo de motivos para apoiar Espanha. Como referi antes, além de não sofrer do complexo de inferioridade que alguns portugueses ainda sofrem relativamente aos nossos vizinhos espanhois, ao longo da minha vida profissional fui fazendo algumas amizades com espanhois - ainda que essencialmente bascos e catalães - e aos dias de hoje trabalho para uma empresa espanhola onde ou o unico português. Do ponto de vista pessoal, isto por si só não justifica que apoie a Espanha, mas ajuda bastante.
O outro aspecto importante tem a ver com todo o ambiente politico que rodeou este Mundial. Este foi talvez o Mundial mais politico dos ultimos largos anos, essencialmente pelo facto de ter sido disputado nos EUA governado por uma personagem tão polémica como Trump, que representa o nivel máximo de corrupção cuja FIFA, na imagem do seu inenarrável presidente Infantino (a dar uma de Mark Rutte), não teve problemas nem vergonha em se associar das formas mais caninas e vergonhosas possíveis. Desde o prémio da paz ao Trumpas à despenalização do avançado americano a pedido do mesmo Trumpas. Alie-se a isto ao facto dos EUA terem inicado uma guerra sem sentido contra o Irão (e a forma como a seleção iraniana foi tratada durante todo o torneio pelas autoridades americanas) motivados pelos seus amigos sionistas; ao regabofe que iria e veio a ser a forma como os serviços de imigração americanos geriram o torneio; ou tudo o que rodeia a imagem de Trump, do seu ódio aos Europeus e amor a ditadores e figuras pouco recomendáveis como Netanyahu, Milei, Bukele, Bolsonaros e afins, tornou este mundial de certa forma também uma arena de batalhas e mensagens politicas.
Por seu lado a Argentina apresentou-se neste mundial como a campeã do mundo em título, com Messi como estrela da companhia, jogador do Miami, mascote circunstancial de Trump (tao como Ronaldo) quando houve necessidade de promover o “soccer” a reboque do Mundial. Argentina essa que é hoje governada por um maníaco anarcocapitalista que deve favores a Trump mas que se comporta como vassalo de americanos e israelitas, e como tal uma Argentina que, de todos os candidatos era aquele que melhor serviria aos poderes instituidos como nova campeã do Mundo. Não foi assim de estranhar que esta mesma seleção se visse levada escandalosamente ao colo ao longo de toda a competição, demonstrando uma atitude nojenta e antidesportiva vergonhosa.
Um dos momentos mais tensos deste mundial teria sido a eliminação dos argentinos às mãos do Egipto, um escandalo que extravasaria o ambito desportivo pelo significado politico que acarrateria. O Egipto, a nação do futebol que a nação palestiniana se encarregou de apoiar massivamente, a eliminar a nação pontoa de lança do sionismo na américa do Sul. Não podia acontecer de forma alguma, e não aconteceu como todos vimos. Hosam Hassan, o mitico ex-ponta de lança egipcio dos anos 90, hoje seleccionador, disse o que lhe ia na alma sem filtros.
Ontem, jogou-se um novo capítulo: seria a Espanha, a nação proscrita de Trump, cujos lideres não lhe prestam vassalagem nem se calam perante os seus desvarios; a nação, das poucas, que teve coragem de denunciar o genocidio palestinano e encarar de frente os terroristas sionistas; a nação cujas figuras mediáticas como Barden ou Yamal não têm medo de envergar a bandeira Palestiniana. Contra a Argentina, do vassalo Milei, a ponta de lança dos interesses sionistas na América do Sul, o país que faz arder a sua Patagónia para a vender aos israelitas em saldos, a Argentina, cujo lider se consulta com os cães e que lambe o cu a Trump e ao genocida Israelita; a Argentina corrompida mas cuja forma de jogar casa na perfeição com essa corrupção. Maradona se fosse vivo, não apoiaria esta Argentina, estou certo.
Nem Maradona nem ninguém decente, diga-se
Por isso ontem, jogou-se muito mais do que um jogo de futebol. E venceu quem tinha de vencer. Venceu quem foi efetivamente melhor, quem não precisa de bater nem agredir para ganhar, venceu o futebol, a decência e, porque não dizer, a humanidade face à barbárie.
PS: e já agora, ver Porro campeão do mundo era outro atrativo para gritar o golo dos espanhois.
Vejam este video, vale bem apena!
https://x.com/Footballtweet/status/2079095963906625581?s=20
São uma vergonha para o próprio país:
Sim, mesmo… única seleção que não perdeu, simultaneamente, nos 90 min com os finalistas.
A malta pelo mundo fora está chocada com a forma como a Argentina é agressiva e tenta ludibriar os árbitros (para além de contar com a sua conivência)…
… mas benfica e porto jogam exatamente da mesma maneira agressiva (e safam-se por causa das arbitragens em Portugal).
É por isso que o futebol em Portugal é uma vergonha sem cabimento e por isso que ouvimos expressões ridículas como: “ao Sporting não basta ser melhor que os adversários, tem que ser muito melhor!” que servem apenas para normalizar em vez de tentar resolver o problema.
Isto transcende garra e atitude, jogam como vermes, com esquemas e simulacros, fazem lembrar os tripas e os peles vermelhas, um autentico nojo ! Ter garra e atitude nada tem a ver com isto, deliberadamente durante todo um jogo a provocarem e dando sarrafo impunemente ! Uns vermes sem vergonha e levados ao colo, estou para ver os castigos a estes desportistas da treta…
Totalmente de acordo
Isto não é normal nem no tugão quanto mais numa final de mundial. Pode-se discutir a interpretação em alguns lances mas genericamente isto é uma putaria permitida apenas porque a Argentina tem o Messi.
O Yeremay vai chegar 1º que o remate da argentina
