Bruno de Carvalho (old 2)

Está maluco está maluco, mas não deve estar pior que o Varandas que meteu lampiões a trabalhar no Sporting.
Não Acordem!

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Maluco é quem ainda liga alguma coisa às balelas de aldrabão de Dakine e companhia, promovidas pela LPM que tem um histórito tão bonito como BES, Sócrates e Pinto da Costa…

O dono da LPM parece um final boss de um jogo qualquer. Que gajo mais sinistro.

Realmente o BDC não estar no orgulho leonino e estar o Manuel euros Fernandes é ridiculo.

Acabem logo com o clube.

:mrgreen:

Muito bom. Tal qual.

É o clube das aparências, e do reescrever a história. É o clube dos tachos para os notáveis, e amigos. É o clube que afasta leões e promove ratos. É o clube em que os sócios preferem perder do que enfrentar os inimigos. É o clube que tem um fórum invadido por lampiões e tachistas que propagandam a sua boa vontade.

Já não falta muito

Isso do Dakine e outros é demasiado óbvio… Mas acho que já não deve ser novidade para ninguém deste espaço.

Quanto ao historial da empresa não faço a mais pequena ideia. Estamos a dar grandes passos para daqui a uns anos estarmos a chorar um PER, ou então vender o clube por meia dúzia de tostões quando tivermos a corda na garganta.

Aí o maluco já dá jeito…
Nojentos.

Cada dia que passa é um dia a menos que temos de esperar pelas decisoes. Ja faltou mais.

Conta-me o que sabes sobre o Manuel Fernandes. Acho que vou gostar de ler.

Estás em Portugal, isto é capaz de ficar decidio no final de Setembro… de 2020.

A PC que vai determinar a ilegalidade da AG de 23 tem de sair no prazo maxmo de 2 meses.
Eles ja responderam a muito… falta menos de um mes, no maximo, para sair.

[member=22821]Presidente ainda estamos à espera da resposta.

Acho piada que não respondas a certas coisas mas sejas capaz de fazer perguntas e queres que o pessoal te responda.

Mas depois mandas “piadinhas foleiras” em vez de tentares “ensinar” o que sabes

Por uma vez na tua vida, ÉS CAPAZ DE SER COERENTE? És capaz de tentar ter uma conversa normal em que defendes um lado sem cair no ridículo?

TENS CORAGEM de assumir ao que vens?

TENS MEDO de algo? De sabermos a verdade dos factos?

A tua postura é a típica de lampião…mesquinho, mesquinho, mesquinho

Sintoniza a sicn domingo à noite e orgulha-te durante 2 horas :great:

Podes fazê-lo sozinho ou em família.
Eu faço-o sozinho porque tenho vergonha de dizer aos meus filhos que quem representa o SCP foi um ídolo meu de quando tinha a idade deles

Não dou um minuto de audiências para programas de paineleiros. Isso não inviabiliza o que escrevi anteriormente.

O Manuel Fernandes não está no Orgulho Leonino pela sua fluência verbal, nem pelo valor demonstrado enquanto funcionário do clube. É uma referência pelo que fez enquanto atleta do clube e essa a condição que faz dele um nome especial no espectro do clube.

Isto deveria ser óbvio. Mas o culto do ódio continua forte, tão forte que para alguns se sobrepõe à história e ao passado do clube.

Quem dera que a vergonha residisse na não-fluência verbal ou na zero-valia como funcionário-dirigente

Ele ainda está vivo não está? Então se participar em golpadas e andar a chorar na TV para o drama e show off ultimamente não conta…há ok ele pode fazer a maior filha da putice que é um orgulho.

Mas está bem o Bruno Fernandes e outros cagaram no clube e agora são capitães. Por isso está dentro da mesma linha.

O “brunismo” que ainda espreita 19 set, 2018

JOSÉ MIGUEL SARDICA

Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado

O “reino” do futebol parece ter dominado por completo o espaço mediático português. Para lá do jogo jogado e do ambiente nas bancadas, há, fora dos estádios e nas televisões, redes sociais e imprensa escrita, o “pré-match”, o direto com adeptos, a “flash interview”, a conferência de imprensa, o rescaldo, a análise, o debate, os casos da arbitragem e muita outra cacofonia, que preenche dias inteiros. Nos anos 80, o antropólogo Desmond Morris explicou, em livro célebre («A Tribo do Futebol»), o quanto o chamado “desporto-rei” era uma arena tribal, de multidões irracionais, alienadas pela dinâmica do grupo e excitadas pelos instintos mais primitivos – como se o futebol fosse (e é), um saguão ou um escape por onde muitos escoam as suas paixões, raivas e instintos.

Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado. Salvo raras exceções, são os políticos ou outros agentes públicos que cortejam os senhores da bola, enquanto estes fogem das regras da civilidade ou da legalidade. Num (sub)mundo que teima em não se autorregular ou que não tem mão no hooliganismo mais infrene, talvez o Estado (o verdadeiro, o político, o das leis), precise de atuar mais, para controlar líderes desbocados e populistas e claques que-não-existem-mas-que-afinal-até-existem e que são autênticas guardas pretorianas, infiltradas por interesses radicais obscuros, quase atuando como milícias de gangsters. Em círculo vicioso, e desde que as televisões descobriram o rentável negócio de audiências que são os programas sobre futebol, o que é dito em estúdio ecoa para as ruas e aumenta ainda mais a tensão e o distúrbio.

Tirando o caso e-Toupeira, o prato quente do futebol nacional nos últimos meses foi o Sporting. O ataque a Alcochete, em maio, mostrou imagens incompreensíveis e inaceitáveis num Estado de direito: um bando de encapuzados correndo em passo militar para o confronto (quase) armado! Depois, foi toda a novela Bruno de Carvalho, agora terminada – salvo um estribilho ou um “post” na internet do próprio – com a eleição de Frederico Varandas para o comando do clube/SAD leoninos.

O Benfica teve Vale e Azevedo, um escroque bem-falante; o Sporting teve “BdC”. Messias de ocasião, Bruno caiu em desgraça ao não conseguir o almejado título. A partir daí, tendo chegado onde chegou, vindo não se sabe bem de onde, não pôde suportar deixar de ser o que era. Bruno de Carvalho é um estudo de caso, e não só no futebol, por exibir todos os tiques do mais rasteiro populismo que infecta os dias de hoje: a megalomania e a chamada às armas, a vitimização e o apelo contra os inimigos, a imprevisibilidade e a fúria, alguma telegenia e muita lábia. Li algures que era o Trump ou o Kim Jong-un de Alvalade. É uma comparação exagerada, mas que contém a virtude do alerta. Bruno de Carvalho era, enquanto Presidente do Sporting, um epifenómeno.

O problema é que, hoje no futebol e nas claques, amanhã em juventudes partidárias ou em cargos de alta política, o “brunismo” é um modo de ser que vai ganhando adeptos e expressão, espreitando as melhores oportunidades para subir por cima de todos e contra todos. Que a democracia política se limite a lamentar o péssimo estado que domina este “estado” dentro do Estado é muito pouco. Em 1985, na sequência da célebre tragédia do Heysel, a então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, determinou a suspensão dos clubes ingleses nas provas da UEFA durante cinco anos. Em Portugal, onde os presidentes das SAD vão almoçar com os deputados no Palácio de São Bento, quem é que se atreveria a decisões corretivas e exemplares deste calibre?

RR

:lol:

A doença, fdx.

Mais um artigo que prova que o Bruno é o homem certo para o lugar certo.

Oh [member=20535]Invictus, esse texto é assinado por quem?