acreditas mesmo que a AG vai ser considerada ilegal?

Ronaldo viveu uma "noite de terror" por culpa de 20 adeptos encapuzados
acreditas mesmo que a AG vai ser considerada ilegal?
Cisito:
GreenCode14:Cisito:
Cada dia que passa é um dia a menos que temos de esperar pelas decisoes. Ja faltou mais.
Estás em Portugal, isto é capaz de ficar decidio no final de Setembro… de 2020.
A PC que vai determinar a ilegalidade da AG de 23 tem de sair no prazo maxmo de 2 meses.
Eles ja responderam a muito… falta menos de um mes, no maximo, para sair.acreditas mesmo que a AG vai ser considerada ilegal?
Eu não acredito.
Que nesta a MAG e a CF meteram a pata na poça, não haja dúvidas. É ver, para os esquecidos ou distraídos, as declarações de Garcia Pereira quanto às actas.
Se a AG é considerada ilegal pelos tribunais o que acontece?
Leonino:
O “brunismo” que ainda espreita 19 set, 2018Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado
O “reino” do futebol parece ter dominado por completo o espaço mediático português. Para lá do jogo jogado e do ambiente nas bancadas, há, fora dos estádios e nas televisões, redes sociais e imprensa escrita, o “pré-match”, o direto com adeptos, a “flash interview”, a conferência de imprensa, o rescaldo, a análise, o debate, os casos da arbitragem e muita outra cacofonia, que preenche dias inteiros. Nos anos 80, o antropólogo Desmond Morris explicou, em livro célebre («A Tribo do Futebol»), o quanto o chamado “desporto-rei” era uma arena tribal, de multidões irracionais, alienadas pela dinâmica do grupo e excitadas pelos instintos mais primitivos – como se o futebol fosse (e é), um saguão ou um escape por onde muitos escoam as suas paixões, raivas e instintos.
Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado. Salvo raras exceções, são os políticos ou outros agentes públicos que cortejam os senhores da bola, enquanto estes fogem das regras da civilidade ou da legalidade. Num (sub)mundo que teima em não se autorregular ou que não tem mão no hooliganismo mais infrene, talvez o Estado (o verdadeiro, o político, o das leis), precise de atuar mais, para controlar líderes desbocados e populistas e claques que-não-existem-mas-que-afinal-até-existem e que são autênticas guardas pretorianas, infiltradas por interesses radicais obscuros, quase atuando como milícias de gangsters. Em círculo vicioso, e desde que as televisões descobriram o rentável negócio de audiências que são os programas sobre futebol, o que é dito em estúdio ecoa para as ruas e aumenta ainda mais a tensão e o distúrbio.
Tirando o caso e-Toupeira, o prato quente do futebol nacional nos últimos meses foi o Sporting. O ataque a Alcochete, em maio, mostrou imagens incompreensíveis e inaceitáveis num Estado de direito: um bando de encapuzados correndo em passo militar para o confronto (quase) armado! Depois, foi toda a novela Bruno de Carvalho, agora terminada – salvo um estribilho ou um “post” na internet do próprio – com a eleição de Frederico Varandas para o comando do clube/SAD leoninos.
O Benfica teve Vale e Azevedo, um escroque bem-falante; o Sporting teve “BdC”. Messias de ocasião, Bruno caiu em desgraça ao não conseguir o almejado título. A partir daí, tendo chegado onde chegou, vindo não se sabe bem de onde, não pôde suportar deixar de ser o que era. Bruno de Carvalho é um estudo de caso, e não só no futebol, por exibir todos os tiques do mais rasteiro populismo que infecta os dias de hoje: a megalomania e a chamada às armas, a vitimização e o apelo contra os inimigos, a imprevisibilidade e a fúria, alguma telegenia e muita lábia. Li algures que era o Trump ou o Kim Jong-un de Alvalade. É uma comparação exagerada, mas que contém a virtude do alerta. Bruno de Carvalho era, enquanto Presidente do Sporting, um epifenómeno.
O problema é que, hoje no futebol e nas claques, amanhã em juventudes partidárias ou em cargos de alta política, o “brunismo” é um modo de ser que vai ganhando adeptos e expressão, espreitando as melhores oportunidades para subir por cima de todos e contra todos. Que a democracia política se limite a lamentar o péssimo estado que domina este “estado” dentro do Estado é muito pouco. Em 1985, na sequência da célebre tragédia do Heysel, a então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, determinou a suspensão dos clubes ingleses nas provas da UEFA durante cinco anos. Em Portugal, onde os presidentes das SAD vão almoçar com os deputados no Palácio de São Bento, quem é que se atreveria a decisões corretivas e exemplares deste calibre?
RR
Mais um artigo que prova que o Bruno é o homem certo para o lugar certo.
Oh [member=20535]Invictus, esse texto é assinado por quem?
José Sardica
SANGUEDELEAO:
Leonino:
O “brunismo” que ainda espreita 19 set, 2018Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado
O “reino” do futebol parece ter dominado por completo o espaço mediático português. Para lá do jogo jogado e do ambiente nas bancadas, há, fora dos estádios e nas televisões, redes sociais e imprensa escrita, o “pré-match”, o direto com adeptos, a “flash interview”, a conferência de imprensa, o rescaldo, a análise, o debate, os casos da arbitragem e muita outra cacofonia, que preenche dias inteiros. Nos anos 80, o antropólogo Desmond Morris explicou, em livro célebre («A Tribo do Futebol»), o quanto o chamado “desporto-rei” era uma arena tribal, de multidões irracionais, alienadas pela dinâmica do grupo e excitadas pelos instintos mais primitivos – como se o futebol fosse (e é), um saguão ou um escape por onde muitos escoam as suas paixões, raivas e instintos.
Em Portugal, fatores (ou pobrezas) sociológicos vários fazem com que o futebol seja um “estado” dentro do Estado. Salvo raras exceções, são os políticos ou outros agentes públicos que cortejam os senhores da bola, enquanto estes fogem das regras da civilidade ou da legalidade. Num (sub)mundo que teima em não se autorregular ou que não tem mão no hooliganismo mais infrene, talvez o Estado (o verdadeiro, o político, o das leis), precise de atuar mais, para controlar líderes desbocados e populistas e claques que-não-existem-mas-que-afinal-até-existem e que são autênticas guardas pretorianas, infiltradas por interesses radicais obscuros, quase atuando como milícias de gangsters. Em círculo vicioso, e desde que as televisões descobriram o rentável negócio de audiências que são os programas sobre futebol, o que é dito em estúdio ecoa para as ruas e aumenta ainda mais a tensão e o distúrbio.
Tirando o caso e-Toupeira, o prato quente do futebol nacional nos últimos meses foi o Sporting. O ataque a Alcochete, em maio, mostrou imagens incompreensíveis e inaceitáveis num Estado de direito: um bando de encapuzados correndo em passo militar para o confronto (quase) armado! Depois, foi toda a novela Bruno de Carvalho, agora terminada – salvo um estribilho ou um “post” na internet do próprio – com a eleição de Frederico Varandas para o comando do clube/SAD leoninos.
O Benfica teve Vale e Azevedo, um escroque bem-falante; o Sporting teve “BdC”. Messias de ocasião, Bruno caiu em desgraça ao não conseguir o almejado título. A partir daí, tendo chegado onde chegou, vindo não se sabe bem de onde, não pôde suportar deixar de ser o que era. Bruno de Carvalho é um estudo de caso, e não só no futebol, por exibir todos os tiques do mais rasteiro populismo que infecta os dias de hoje: a megalomania e a chamada às armas, a vitimização e o apelo contra os inimigos, a imprevisibilidade e a fúria, alguma telegenia e muita lábia. Li algures que era o Trump ou o Kim Jong-un de Alvalade. É uma comparação exagerada, mas que contém a virtude do alerta. Bruno de Carvalho era, enquanto Presidente do Sporting, um epifenómeno.
O problema é que, hoje no futebol e nas claques, amanhã em juventudes partidárias ou em cargos de alta política, o “brunismo” é um modo de ser que vai ganhando adeptos e expressão, espreitando as melhores oportunidades para subir por cima de todos e contra todos. Que a democracia política se limite a lamentar o péssimo estado que domina este “estado” dentro do Estado é muito pouco. Em 1985, na sequência da célebre tragédia do Heysel, a então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, determinou a suspensão dos clubes ingleses nas provas da UEFA durante cinco anos. Em Portugal, onde os presidentes das SAD vão almoçar com os deputados no Palácio de São Bento, quem é que se atreveria a decisões corretivas e exemplares deste calibre?
RR
Mais um artigo que prova que o Bruno é o homem certo para o lugar certo.
Oh [member=20535]Invictus, esse texto é assinado por quem?
José Sardica
Elucida-me: Lampião assumido ou lampião que se faz passar por sportinguista?
Se a AG é considerada ilegal pelos tribunais o que acontece?
boa pergunta, estou curioso quanto à possível resposta…
Se a AG é considerada ilegal pelos tribunais o que acontece?
BdC volta a ser presidente, JMS e Artur Torres Pereira são expulsos de sócio, Sousa Cintra suspenso. Os membros da CF transitória também seriam expulsos de sócio. Todas as decisões desde ai poderiam ser revertidas mas não estou a ver o BdC a entrar em guerras juridicas pelo WC e afins. Eu acho que já está tudo demasiado cimentado, não estou a ver nenhum juiz a ter coragem para por o BdC de volta no Sporting, o país quase inteiro está contra ele. Para mim a questão maior seria o que aconteceria ao resto da equipa. Iriam ser todos reeintegrados, desde CV a JMS. Se o BdC não tiver o CF com ele e os restantes membros do CD, não estou a ve-lo a voltar ao clube, o JMS ia de novo convocar eleições e ia suspender de novo o BdC por ser dono do clube. É importante o BdC voltar, mas mais importante é ter com quem voltar, se o CF não vier com ele, irá acontecer o mesmo dos últimos meses.
depende de muita coisa.
se a AG for ilegal o Bruno de Carvalho é presidente e as eleiçoes sao ilegais. quem quiser que faça suponhamos.
vai ser um circo.
a minha maior curiosidade se o BdC perder é saber que juíz acha q ter os votos sequestrados 4 dias é legal.
se o bdc ganhar estou-me a cagar pra o que acontece depois e vou apreciar de poltrona e pipocas o espetaculo de 3 partes a lutar pelo poleiro ![]()
Realmente o BDC não estar no orgulho leonino e estar o Manuel euros Fernandes é ridiculo.
Acabem logo com o clube.
:lol: :lol: :lol:


A culpa é do Bruno! :menos:
Ronaldo viveu uma "noite de terror" por culpa de 20 adeptos encapuzados
A culpa é do Bruno! :menos:
agora era ir busca-lo!!
Se a AG é considerada ilegal pelos tribunais o que acontece?
Para ser considerada ilegal tem que ser em acção principal algo que demora anos, mas partindo da teoria mirabolante que seria considerada ilegal em termos práticos na vida do clube não alterava nada, os visados apenas teriam direito a uma indemnização.
Kediev:
Se a AG é considerada ilegal pelos tribunais o que acontece?
Para ser considerada ilegal tem que ser em acção principal algo que demora anos, mas partindo da teoria mirabolante que seria considerada ilegal em termos práticos na vida do clube não alterava nada, os visados apenas teriam direito a uma indemnização.
Teoria mirambulante:
Não há acta da AG de destituição.
És apenas e só ridículo.
Olha que realmente… De facto, deve haver muita gente, muito sportinguista de cabeça perdida, entregue a ansiolíticos e antidepressivos, carregados de problemas do foro psiquiátrico que vêm tudo ao contrário.
Eles devem ser esquizofrénicos concerteza, eles vêm coisas que outros não vêm, dizem coisas estapafurdias e sem sentido algum que outros não dizem, divagam nas conversas e tornam-se críticos, tornam-se não, é constante aquela atitude agressiva e desprotegida…
Tudo isto por amor ao SPORTING.
Tudo isto contra esses seres que se dizem Sportinguistas, que respiram todos do mesmo ar mas, enquanto uns se acanham, desistem ou por troca de favores se metem logo a dançar outros, não gostam de bailaricos e têm pé de chumbo, não são dançarinos…
Isto sim é uma cena mirambulante.
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Herman José: «O Bruno de Carvalho tem um lado fascinante»
Herman José: «Tenho inveja do Bruno de Carvalho. Gostava de ter aquela confiança»https://streamable.com/cfnuf
Herman José sobre Bruno de Carvalho num excerto da entrevista concedida à RTP dia 05/09/2018 (Grande Entrevista Episódio 31 - de 05 set 2018 - RTP Play)
O Herman também é um brunista.
Para quando o tópico do Sousa Cintre, JMS e Torres Pereira no orgulho leonino? Afinal de contas somos o sporting clube de benfica.
hugobrr:
Herman José: «O Bruno de Carvalho tem um lado fascinante»
Herman José: «Tenho inveja do Bruno de Carvalho. Gostava de ter aquela confiança»https://streamable.com/cfnuf
Herman José sobre Bruno de Carvalho num excerto da entrevista concedida à RTP dia 05/09/2018 (Grande Entrevista Episódio 31 - de 05 set 2018 - RTP Play)O Herman também é um brunista.
Não existem brunistas, existem sportinguistas e não sportinguistas. Quem não apoia o BdC é porque tem interesses próprios ou o é lampião. O que faz de um clube grande é a massa adepta, o Sporting não é grande porque tem poucos adeptos genuinos, arrisco-me a dizer ao nivel do Guimarães. Tudo o resto são simpatizantes, croquetes, melancias que andam para aqui.
Para quando o tópico do Sousa Cintre, JMS e Torres Pereira no orgulho leonino? Afinal de contas somos o sporting clube de benfica.
Eu já fiz um da Tânia Laranjo, mas infelizmente foi apagado pela moderação. Nem deu para o Smokin’Joe espreitar, que ele ia adorar…
hugobrr:
hugobrr:
Herman José: «O Bruno de Carvalho tem um lado fascinante»
Herman José: «Tenho inveja do Bruno de Carvalho. Gostava de ter aquela confiança»https://streamable.com/cfnuf
Herman José sobre Bruno de Carvalho num excerto da entrevista concedida à RTP dia 05/09/2018 (Grande Entrevista Episódio 31 - de 05 set 2018 - RTP Play)O Herman também é um brunista.
Não existem brunistas, existem sportinguistas e não sportinguistas. Quem não apoia o BdC é porque tem interesses próprios ou o é lampião. O que faz de um clube grande é a massa adepta, o Sporting não é grande porque tem poucos adeptos genuinos, arrisco-me a dizer ao nivel do Guimarães. Tudo o resto são simpatizantes, croquetes, melancias que andam para aqui.
Eu não digo que este tópico está imperdível? Conseguiste escrever essa merda sem te cuspires todo ou é mesmo estupidez genuína? Quanto ao Herman ser brunista não me admira. Passou os últimos meses a rir e a fazer-nos rir à custa do maluquinho. Aliás, se bem me lembro, tudo o que era humorista, cartonista, ou comediante de qualquer espécie usou e abusou do bdc para pôr o país à gargalhada. Mas lá está, tenho a certeza de que até os humoristas fazem parte da campanha anti-B.
Só um pedido: não parem. ![]()
GreenCode14:hugobrr:
hugobrr:
Herman José: «O Bruno de Carvalho tem um lado fascinante»
Herman José: «Tenho inveja do Bruno de Carvalho. Gostava de ter aquela confiança»https://streamable.com/cfnuf
Herman José sobre Bruno de Carvalho num excerto da entrevista concedida à RTP dia 05/09/2018 (Grande Entrevista Episódio 31 - de 05 set 2018 - RTP Play)O Herman também é um brunista.
Não existem brunistas, existem sportinguistas e não sportinguistas. Quem não apoia o BdC é porque tem interesses próprios ou o é lampião. O que faz de um clube grande é a massa adepta, o Sporting não é grande porque tem poucos adeptos genuinos, arrisco-me a dizer ao nivel do Guimarães. Tudo o resto são simpatizantes, croquetes, melancias que andam para aqui.
Eu não digo que este tópico está imperdível? Conseguiste escrever essa m**** sem te cuspires todo ou é mesmo estupidez genuína? Quanto ao Herman ser brunista não me admira. Passou os últimos meses a rir e a fazer-nos rir à custa do maluquinho. Aliás, se bem me lembro, tudo o que era humorista, cartonista, ou comediante de qualquer espécie usou e abusou do bdc para pôr o país à gargalhada. Mas lá está, tenho a certeza de que até os humoristas fazem parte da campanha anti-B.
Só um pedido: não parem.
Não há vergonha que ultrapasse isto. Qualquer criança com mais de 2/3 anos consegue articular mais palavras e ser mais clara nas ideias que este bandalho fajuto golpista.
Grupo71, os seres mais acéfalos do planeta.