As "Gordinhas"...!!!

Hoje ao abrir o Facebook deparei-me com esta cronica que na minha opinião está muito perto dum abismo literário!!!
E diz-se esta senhora escritora?!? Ora leiam…e comentem.

[b]" As gordinhas e as outras"

Serve esta crónica para retratar e comentar um certo elemento que existe frequentemente em grupos masculinos e que responde pelo nome genérico de ‘Gordinha’

A Gordinha é aquela amigalhaça companheirona que desde o liceu cultivava o estilo maria-rapaz, era espertalhona e bem-disposta, cheia de energia e de ideias, sempre pronta para dizer asneiras e alinhar com a malta em programas. Ora acontece que a Gordinha é geralmente gorda e sem formas, tornando-se aos olhos masculinos pouco apetecível, a não ser em noites longas regadas a mais de sete vodkas, nas quais o desespero comanda o sistema hormonal, transformando qualquer bisonte numa mulher sexy, mesmo que seja uma peixeira com bigode do Mercado da Ribeira.

A Gordinha é porreira, é fixe, é divertida, quer sempre ir a todo o lado e está sempre bem-disposta, portanto a Gordinha torna-se uma espécie de mascote do grupo que todos protegem, porque, no fundo, todos têm um bocado de pena dela e alguns até uma grande dose de remorsos por já se terem metido com a mesma nas supracitadas funestas circunstâncias. E é assim que a Gordinha acaba por se tornar muito popular, até porque, como quase nunca consegue arranjar namorado, está sempre muito disponível para os mais variados programas, nem que seja ir comer um bife à Portugália e depois ao cinema.

À partida, não tenho nada contra as Gordinhas, mas irrita-me que gozem de um estatuto especial entre os homens. Às Gordinhas tudo é permitido: podem dizer palavrões, falar de sexo à mesa, apanhar grandes bebedeiras e consumir outras substâncias igualmente propícias a estados de euforia, podem inclusive fazer chichi de pernas abertas num beco do Bairro Alto porque como são ‘do grupo’ toda a gente acha muita graça e ninguém condena.

Agora vamos lá ver o que acontece se uma miúda gira faz alguma dessas coisas sem que surja logo um inquisidor de serviço a apontar o dedo para lhe chamar leviana, ordinária, desavergonhada e até mesmo porca. Uma miúda gira não tem direito a esse tipo de comportamentos porque não é one of the guys: é uma mulher e, consequentemente, deve comportar-se como tal. E o que mais me irrita é quando as Gordinhas apontam também elas o dedo às giras, quando estas se comportam de forma semelhante a elas.

Ser gira dá trabalho e requer alguma diplomacia. Que o digam as minhas amigas mais bonitas e boazonas que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca as conseguiram levar para a cama e as gordas que teriam gostado de ter sido levadas para a cama por esses ou por outros. Uma mulher gira não pode falar alto nem dizer palavrões que lhe caem logo em cima. Já uma Gordinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque conquistou um inexplicável estatuto de impunidade.

Porquê? Porque não é vista como uma mulher? Porque todos têm pena dela? E, já agora, porque é que quando uma mulher está/é gorda nunca ninguém lhe diz, mas quando está/é magra, ninguém se coíbe de comentar: «Estás tão magra!?»

Como dizia a Wallis Simpson: «Never too rich, never too slim». E quanto às Gordinhas, o melhor é arranjarem um namorado. Ou uma dieta. Ou as duas coisas."

17 de Setembro, 2010 por Margarida Rebelo Pinto in Sol[/b]

Uma vez tentei ler uma crónica dela mas sobre gajos e digo-te, uma ordinária de todo o tamanho. Quanto ao texto completamente mentira, uma grande amiga minha que é toda jeitosa diz asneiras como o mundo acabasse amanhã e é da “malta”, sempre com altas bebedeiras e tal. Então algo se passa, é boa, apanha besangas e diz asneiras :think:
Quanto à escritora é da pior espécie que anda por aí, dá-me vómitos e nojo, espero que ela não pense assim e seja apenas uma maneira de “ser gorda na escrita”.
Já agora, ela não recebe críticas?

Já conhecia o texto, quando vi quem era a autora ainda pensei que tivesse voltado a escrever sobre o mesmo tema mas vi que é o mesmo de 2010.

A única conclusão que consigo retirar do que ela escreveu é que foi trocada por uma “gordinha”.

Recebe e não são poucas…

[url]http://sol.sapo.pt/inicio/Opiniao/interior.aspx?content_id=250&opiniao=Opini�o#.UDZFD0Yz4Po.facebook[/url]

Gosto especialmente desta:

“Não sei se uma bola de berlim teria efeito no seu tratamento, mas vamos pensar que sim.” :lol:

Tanto resabiamento nesse texto!
O que falta de queca faz…

o namorado deve a ter trocado com uma “gordinha” :lol:
o sol tem com cada escritor :lol:

Epa, eu sou uma bardajona, vejo bola como um homem, e também já tive os meus apertos e recorri a um arbusto no Bairro Alto.

Será que estou gordinha?

Ela que vá mas é polir os chifres…

Falta de sexo. :lol:

Aqui no Porto não faltam gajas boas com esses comportamentos… E ainda bem!

Enfim, a revolta das tias. Pior é quem ainda lhe dá trela e lê os livros (de merda) dela.

A MRP faz-me lembrar um ou outro conhecimento com que tive o desprazer de conviver. Quando se tem uma postura que se privilegia a imagem à potência máxima e " ao saber estar" onde a genuidade não tem lugar, cai-se num buraco rodeado de trampa, onde o carácter e as convicções não existem e os valores estão totalmente enviesados. Rotula-se, generaliza-se e discrimina-se, com base numa suposta superioridade, que não existe e que a mim me dá vómitos. MRP é mais uma de muitos e muitas idiotas que nada de produtivo fazem. :arrow:

:lol:

Achei piada ao post :great:

Margarida Rebelo Pinto, que mais seria de esperar?

Nunca li nenhum livro dela, mas pelo que ouço falar, está para o Prémio Nobel como o Tales para a Bola de Ouro.

só tenho um comentario possivel para isto:

[move] :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl:[/move]

O que me custa perceber é como é que milhares de pessoas compram e lêem os seus livros. Como é que, apesar das constantes críticas continua a ser convidada para revistas/jornais. Perceber percebo, quanto mais polémica mais vende, faz-me lembrar Howard Stern quando apareceu, as audiências eram elevadas e muitas vezes por pessoas que tinham pó ao homem. A justificação era estavam à espera de ouvir qual a porcaria que ele ia dizer a seguir . Pior do que essa suposta escritora é quem lhe dá a mão.

Ela tem razão, existe esse estatuto mas não tão generalizado como ela o faz. É um artigo de opinião, uma crónica, vale o que vale, para mim vale zero porque não a tenho como uma pessoa idónea na escrita, nem tão pouco como comentadora/cronista.

Não é muito difícil de perceber. O povinho gosta é disto e é a única maneira dos ignorantes lerem livros…

Esta estava bem num programa qualquer da TVI.

^-^

Mas que raio de estatuto?

Há raparigas gordas e magras, mais descontraídas ou mais regidias, mais marias rapaz ou mais lady. Whatever, são como se sentem melhor. Há com cada cronista, mas é em todos os jornais. Eu confundo várias vezes a parte da colunas de opinião com as colunas do humor na bola e no record.

Em 2006 um tal de João Pedro George, professor universitário de sociologia, intrigado pelo fenómeno literário MRP, encheu-se de coragem e resolveu ler tudo o que a autora tinha escrito até então, para publicar (primeiro em blog, depois em livro) um estudo sobre o que tinha aprendido.

Eu nunca li mais do que meia página de MRP (nem este texto das “gordinhas” consegui fazer mais do que sobrevoar os parágrafos), mas li o livro do João Pedro George.

Chama-se Couves e Alforrecas, tem umas 50 págs (suponho que sobre MRP não haja assim tanto a dizer), e as conclusões que apresenta são deveras surpreendentes. Para além dos exemplos incontáveis de qualidade literária duvidosa que enuncia, ficou-me na memória a descoberta de que MRP se plagiava a si própria, tipo fotocopiadora. Isto é, JPG descobriu coisas como as páginas 231 a 233 do livro X serem ipsis verbis iguais às páginas 148 a 151 do livro Y, ou como o parágrafo que aparece pela primeira vez em livro Z pág. 32, voltar a aparecer nos livros K (pág. 68), L (pág. 211) e H (pág. 99).

O caso acabou em tribunal, MRP pretendia retirar as Couves e Alforrecas do mercado, mas o juiz deu razão a JPG.

Depois deste desmascaramento público, que haja gente neste país que ainda se esforça por ler/ouvir o que esta “autora” (com muitas aspas) tem para dizer, é para mim mais um sinal que a “estupidez humana avança já imparável no mundo ocidental”, como disse Flaubert.

:rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl: :rotfl:

Aposto que ela vestiu esta lingerie…

E o gajo foi tipo: FOGE JÁ ! …

… suddenly, a wild fat chick appears…

:twisted: :twisted: :twisted:

sinceramente não vejo onde está o problema. escreveu o que acha. ponto. é a opinião dela, não passa disso.
além disso, falou dum estereótipo que até é verdade. ninguém diz que é uma verdade absoluta, mas que é um estereótipo é. e para o ser, é porque existem “n” exemplos.

nota final: como escritora é zero (na minha opinião).