Um Ginecologista fartou-se da sua profissão (porque trabalha onde os outros se divertem) e decidiu tirar um curso de mecânica.
Certo dia teve uma nota de exame: 200%.
Ora como ele sabia que isso não era possivel resolveu falar com o professor.
Senhor professor, pode explicar-me como é que isto é possivel?
Bem, você tirou o motor, impecavelmente, desmontou-o e lubrificou-o de forma notável, por isso dei-lhe 50%. Depois voltou a montar e a instalar o motor de uma forma irrepreensivel e em tempo record, por isso dei-lhe mais 50%.
Mas então e os outros 100%?
Bem os outros 100% é por ter conseguido fazer isso a partir do tubo de escape !!!
Noite alta, um senhor bem vestido, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa. No caminho, vê uma senhora, também muito bem vestida, entrando numa Boate chamada Dito e Feito.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz:
Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro da boate aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de pancadas, sem contemplações, porque aquela desgraçada é minha esposa.
O taxista, que andava numa dureza daquelas, aceita de cara e entra na Boate.
Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possa imaginar. O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.
Pare! Pare! O senhor errou. Como o senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é daltônico?
Ao que o taxista retruca:
Daltônico é o cacete! Esta é a minha… Já volto lá pra pegar a sua!!!
:rotfl:
Há dois G.N.R.s do norte que vão apurar as causas de um acidente. Então vira-se assim o cabo para o praça: - O senhor vai apontando que eu vou tirando as medidas possíveis. Diz ele assim para o cabo: - Embate de uma vítima de um veículo ao outro: 20 metros. E o praça aponta. - O corpo da vítima: 10 metros ao longo do eixo da via. E o praça aponta. - Cabeça da vítima em cima do ‘pacheio’. Diz o praça: - Nosso cabo, ‘pacheio’ é com dois ‘s’ ou com ‘c’ de cedilha? - Então seu burro, você vem para a guarda sem saber escrever ‘pacheio’. Ora ‘pacheio’, ‘pacheio’… Dá um pontapé na cabeça e escreve: - Cabeça da vítima no meio da estrada!
ERA UMA VEZ… 4 funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar todos estes problemas.