Alvalaxia

O artigo abaixo mencionado que vem no Publico é muito critico em relação à Alvaláxia. Eu não conheço a Alvalaxia, será que é assim?

http://jornal.publico.pt/2004/11/25/EspacoPublico/O02.html

A pessoa que o escreve, não me parece que tenha “interesses escondidos” para falar desta maneira, acredito que seja só a sua opinião.

É a opinião do Eduardo Prado Coelho e nada mais do que isso. Só que o indivíduo em questão é apenas mais um dos pseudo-intelectuais de que Portugal está bem guarnecido e que, como todos aqueles que pertencem a essa classe, tem a mania que tem sempre razão.

Tirando todas as analogias venenosas tenho que concordar com o teor de fundo do artigo.

As lojas são uma porcaria,o espaço não é acolhedor e o parqueamento tb não é grande coisa.Só sendo sportinguista é que um gajo vai lá ver as vistas e ver um cineminha.

Não gostei nada de ler mas em certos pontos tem razão.

Ficamos sem um pavilhão decente e ganhamos um elefante branco? Ojalá que não.

Desde que o Alvalaxia Abriu que vou lá ao Cinema!

As salas são enormes (pelo menos nos filmes estreia) o ecrã uma maravilha e o som estrondoso … melhor em Portugal … não sei … eu não conheço!

Em relação ás lojas … Como é obvio o conceito de Centro Comercial anexado a um estádio é uma novidade neste País … como se pode criticar um CC do Sporting quando não se tem outro parecido para comparar ?

A zona de lazer está muito interessante … passo lá boas horas com alguns amigos …

A zona de restauração tem desde restaurantes bons até ao Fast-food! Ok não tem macdonalds …

Lojas de roupa … as que ralmente mexem são obviamente as relacionadas com desporto … temos do melhor lá!

Um bingo com condições excelentes em comparação com o antigo!

Agora …
Um cabeleireiro ? para quê ?
O que estavam á espera de um centro comercial sem um continente/Jumbo ?

Vão ao Olivais Shopping … e comparem o tamanho e o numero de clientes diários … e então façam noticia! O Alvalaxia bate esse por exemplo que tem carradas de anos de existência!

Acho o espaço acolhedor, agora grande problema é que só lá vão os sportinguistas, ou então adeptos de clubes pequenos… O benfiquisats so la vao se tiver mesmo que ser, como acontece comigo em relação aquela loja que eles tem junto ao estadio.

O benfiquisats so la vao se tiver mesmo que ser, como acontece comigo em relação aquela loja que eles tem junto ao estadio.

Fui lá no verão passado e prometi a mim mesmo não investir um euro lá. Foi dificil mas… o Colombo fica mesmo enfrente :wink:

Acho o espaço acolhedor, agora grande problema é que só lá vão os sportinguistas, ou então adeptos de clubes pequenos... O benfiquisats so la vao se tiver mesmo que ser, como acontece comigo em relação aquela loja que eles tem junto ao estadio.

Isso é um problema? Irem lá só sportinguistas? Não queria akilo infestado de galinhas. :roll:

É a opinião do Eduardo Prado Coelho e nada mais do que isso. Só que o indivíduo em questão é apenas mais um dos pseudo-intelectuais de que Portugal está bem guarnecido e que, como todos aqueles que pertencem a essa classe, tem a mania que tem sempre razão.

meu caro: desconheces, certamente, a obra de Eduardo Prado Coelho…

só para esclarecer: Prado Coelho tem direito a opinar- ainda que seja para dizer mal!- e é sportinguista…

Stromp, ninguém disse o contrário. E admito que não conheço a obra do Eduardo Prado Coelho.

A parte do artigo sobre os acessos rodoviários está lá, digo por experiência própria:

Depois de adquirido o bilhete de saída, dá voltas e mais voltas para encontrar o rumo que lhe convém. Uma vez cá fora, ultrapassadas verdadeiras e falsas barreiras, tem que aproveitar o manto da noite para cometer algumas infracções e conseguir chegar ao destino desejado.

Só agora tive tempo pra ler este (o que os jornalistas chamam de) “artigo”, eu chamo-lhe outra coisa: LIXO!

Palavras ocas.

JUST AN OPINION! :wink:

Há criticas nesse artigo que não entendo. Nunca deixei o carro no parque do Alvalaxia, e talvez por isso não entenda. O parque não é no piso -1? Se é, há necessidade de subir a “escadaria imperial que devemos percorrer para chegar ao piso 0”? Ou o nosso clube não gosta de gente preguiçosa e obriga todos a subir uns 30 (ufff…) degraus?

Depois há a questão das pipocas… pessoalmente tambem não gosto, mas em relação a isso, hoje em dia, a unica coisa a fazer é não ir ao cinema, ou então não o fazer num shopping center… qual é o problema de termos igual aos outros todos?

Concordo com o problema dos acessos…

Dias da Cunha respondeu a Eduardo Prado Coelho:

Exmo. Senhor Dr. Eduardo Prado Coelho

Lisboa, 26 de Novembro de 2004

Exmo. Senhor,

Dever de ofício e preocupação com o manter-me a par das opiniões de uns quantos pânditas do burgo, levam-me diariamente a folhear os media tanto generalistas como desportivos.

Ontem deparei-me com o seu “Será este o futuro?”. Para além do talento habitual – aquele talento que com frequência lhe permite transformar coisa nenhuma numas linhas interessantes ou, dito de outro modo, a qualidade da mulher bonita a quem qualquer trapinho fica bem – encontrei nele muito fel, o que, vindo de si, nem será excepcional.

Porque acredito, como o bom povo, que os gostos não se discutem – sobretudo quando proclamados tão altaneiramente por quem seguramente se vê como árbitro dos árbitros do bom tom – estive tentado por um encolher de ombros encomendado por “mais uma do bom Dr. Prado Coelho”.

No entanto, o dano manifesto e desmedido causado ao Sporting pela sua sanha impôs-me considerar o encaminhamento da sua prosa para os serviços jurídicos do Clube.

Finalmente, quando ainda hesitava na solução a escolher, ocorreu-me que numa crónica sua de há anos revelara, ou pelo menos assim julguei, afinidades sportinguistas.

Assim, juntando a sua suposta simpatia clubista à manifesta ignorância que revela do Alvaláxia – sendo certo que outra qualidade que facilmente lhe reconheço é a vontade de ir sempre mais longe na procura de conhecimentos, quem sabe se para não se quedar na superficialidade que todo o talento que é o seu lhe permitiria – resolvi-me por um convite: organize-se em termos das suas infindáveis ocupações para dispor de um par de horas e venha almoçar comigo a Alvalade.

Aproveitaremos, se acaso concordar com o meu alvitre, para discorrer sobre a história recente do Sporting. Estou certo de que encontraremos uma oportunidade para trocar impressões sobre o sufixo “áxia” que tanto mal estar lhe causou e para, provavelmente, concluirmos que embora comummente associado ao espaço sideral, está longe de conduzir univocamente à algidez dos astros mortos – que faríamos do calor das estrelas? De qualquer modo, aprenderia certamente que os estádios modernos não têm traseiro, perdão traseiras.

Na esperança de que aceite este meu convite, subscrevo-me,

António Dias da Cunha

P.S. Estou certo de que, pelo menos, o terei levado a repensar o seu “Será este o futuro?” e assim a tomar consciência de que, embora a sua “guerra” seja com as “pipocas” e que a fez com tanto mais gozo quanto nela conseguiu envolver um grande nome do capital financeiro – ser de esquerda é outra coisa, não é verdade Dr. Prado Coelho?- o Sporting foi por si brutalmente atingido, à maneira dos hoje tão badalados danos colaterais. Um modo de começar a reparar o dano, necessidade que o seu espírito de justiça não deixará de lhe apontar, será assegurar “a esta carta aberta” a mesma divulgação do seu escrito.


http://www.sporting.pt/Info/OutrasNoticias/noticiasoutras_futdiascunhacartaberta_261104_17399.asp
Dias da Cunha respondeu a Eduardo Prado Coelho:
Exmo. Senhor Dr. Eduardo Prado Coelho

Lisboa, 26 de Novembro de 2004

Exmo. Senhor,

Dever de ofício e preocupação com o manter-me a par das opiniões de uns quantos pânditas do burgo, levam-me diariamente a folhear os media tanto generalistas como desportivos.

Ontem deparei-me com o seu “Será este o futuro?”. Para além do talento habitual – aquele talento que com frequência lhe permite transformar coisa nenhuma numas linhas interessantes ou, dito de outro modo, a qualidade da mulher bonita a quem qualquer trapinho fica bem – encontrei nele muito fel, o que, vindo de si, nem será excepcional.

Porque acredito, como o bom povo, que os gostos não se discutem – sobretudo quando proclamados tão altaneiramente por quem seguramente se vê como árbitro dos árbitros do bom tom – estive tentado por um encolher de ombros encomendado por “mais uma do bom Dr. Prado Coelho”.

No entanto, o dano manifesto e desmedido causado ao Sporting pela sua sanha impôs-me considerar o encaminhamento da sua prosa para os serviços jurídicos do Clube.

Finalmente, quando ainda hesitava na solução a escolher, ocorreu-me que numa crónica sua de há anos revelara, ou pelo menos assim julguei, afinidades sportinguistas.

Assim, juntando a sua suposta simpatia clubista à manifesta ignorância que revela do Alvaláxia – sendo certo que outra qualidade que facilmente lhe reconheço é a vontade de ir sempre mais longe na procura de conhecimentos, quem sabe se para não se quedar na superficialidade que todo o talento que é o seu lhe permitiria – resolvi-me por um convite: organize-se em termos das suas infindáveis ocupações para dispor de um par de horas e venha almoçar comigo a Alvalade.

Aproveitaremos, se acaso concordar com o meu alvitre, para discorrer sobre a história recente do Sporting. Estou certo de que encontraremos uma oportunidade para trocar impressões sobre o sufixo “áxia” que tanto mal estar lhe causou e para, provavelmente, concluirmos que embora comummente associado ao espaço sideral, está longe de conduzir univocamente à algidez dos astros mortos – que faríamos do calor das estrelas? De qualquer modo, aprenderia certamente que os estádios modernos não têm traseiro, perdão traseiras.

Na esperança de que aceite este meu convite, subscrevo-me,

António Dias da Cunha

P.S. Estou certo de que, pelo menos, o terei levado a repensar o seu “Será este o futuro?” e assim a tomar consciência de que, embora a sua “guerra” seja com as “pipocas” e que a fez com tanto mais gozo quanto nela conseguiu envolver um grande nome do capital financeiro – ser de esquerda é outra coisa, não é verdade Dr. Prado Coelho?- o Sporting foi por si brutalmente atingido, à maneira dos hoje tão badalados danos colaterais. Um modo de começar a reparar o dano, necessidade que o seu espírito de justiça não deixará de lhe apontar, será assegurar “a esta carta aberta” a mesma divulgação do seu escrito.


http://www.sporting.pt/Info/OutrasNoticias/noticiasoutras_futdiascunhacartaberta_261104_17399.asp

não concordo com Dias da Cunha: também só sei dizer mal e nunca me convidou para almoçar! :lol: claro, faltar-me-á o superficial talento de Prado Coelho… :oops:
(e pensava eu, na minha santa ingenuidade, que Dias da Cunha era um homem de Esquerda…)

Afinal, Dias da Cunha está vivo. Só que gostava de ter o visto reagir também aquando da publicação daquele célebre cartoon, pelo pasquim 1, pouco depois da inauguração do nosso estádio.

Afinal, Dias da Cunha está vivo. Só que gostava de ter o visto reagir também aquando da publicação daquele célebre cartoon, pelo pasquim 1, pouco depois da inauguração do nosso estádio.

E não só, e não só :wink:

Afinal, Dias da Cunha está vivo. Só que gostava de ter o visto reagir também aquando da publicação daquele célebre cartoon, pelo pasquim 1, pouco depois da inauguração do nosso estádio.

Pensei exactamente o mesmo ao ler a resposta do DC, mas ha uma explicação simples… o Alvalaxia é fonte de rendimentos, os socios sao… fdps!.. :frowning:

Eu também não percebo a razão para tantas críticas, acho que o espaço está bem conseguido tendo em conta os objectivos que se pretendiam, a decoração é original, as salas de cinema são boas e a restauração é diversificada e suficiente.