Pois eu ainda tenho esperança que o miúdo atine. Consigo encontrar no miúdo talento para além das tais fintas. Lembro de jogos no início da época onde me parecia ver um Nani jogador de equipa, passando quando era para passar e fintando quando era para fintar.
Acho é que o miúdo se perdeu quando sentiu os holofotes a baterem-lhe na cara. Aparentemente, não estaria preparado para uma imprensa que anda sempre na busca da nova estrela sem se preocupar com pedagogias. É nesta altura que um jogador realmente talentoso é posto à prova, mostrando ter ou não capacidade para lidar com essa nova realidade. Nani aparenta não ter, mas acho que ainda é cedo para tirar grandes conclusões.
Paulo Bento terá uma palavra a dizer, como Fergusson teve e terá na formação de Ronaldo. É um desafio que se coloca cada vez mais aos treinadores actuais. O mediatismo do futebol é maior do que nunca e há jogadores que por esta ou aquela razão são adoptados pelos media, mesmo sem terem feito muito para merecerem tanta atenção. É aqui que entra o trabalho mental, tão ou mais importante que o trabalho físico e técnico. Esperemos que Nani ainda venha a mostrar evolução também a esse nível. Eu quero acreditar que sim.
Como já disse noutro tópico cada vez subscrevo mais a descrição do Nani que fez um amigo jornalista no início da época, e não é nestas palhaçadas aburgesadas que me fundamento mas sim no seu estilo de jogo e opções em campo: um jogador que produz lentamente uma cepa de estrume bem consistente durante 90m, e de vez em quando, um jogo agora outro daqui a 3 semanas, lá mete uma cereja em cima do estrume.
A quantidade de jogo que este bademeco destroi (do nosso!) é impressionante. Na segunda parte do jogo então foi de bradar aos ceus, nem um cruzamento sabe fazer.
Vendam-no, bem vendidinho, e agarrem é o Moutinho e não queimem o Veloso.
Este é daqueles que da cabeça aos pés ainda hoje nos perguntamos como é que não foi feito na Luz: tem os tiques todos.
Infelizmente acho que o 'post' é um pouco lirico. Acredito que o trabalho que refere de mentalização dos jovens seja importante, mas duvido que tenha grande sucesso.
As pessoas tem que se mentalizar que o futebol é um grande negócio e os jogadores são profissionais e querem o melhor para eles e para a sua carreira.
Daí achar que a categorização feita aos jogadores não é realista. Os jogadores, como a maioria dos seres humanos, são ambiciosos e se tiverem qualidade ou pelo menos pensarem que a tem, almejarão sempre voos mais altos.
Assim e perante o cenário futebolistico nacional o mais natural é os jogadores quererem jogar no exterior. É o mais natural e é o que irá acontecer sempre.
Ao SCP só resta criar condições para que a saída destes jogadores seja o mais tarde possível, e este retardar a esmagadora maioria das vezes só pode ser feito com dinheiro.
Entendo o futebol que vivemos! Tal como entendo a vontade dos jogadores quererem melhorar as suas condições!
O que me custa a engolir é a facilidade com que este comentário do salto aparece nos jovens formados pelo Sporting!
O incutir da importância do Sporting e sua cultura e a própria formação humana e profissional na procura e escolha do melhor e não do 1º vislumbre novo-rico é para mim mais que uma necessidade uma obrigação!
Estes putos tem que entender que uma experiencia no estrangeiro aos 23/25 anos está longe de comportar os mesmos riscos pessoais, profissionais e financeiros do que aos 18/20.
Eu não pretendo que eles jurem fidelidade eterna ao clube pretendo que eles saibam dizer e saibam porque digam:
“Procuro sempre o melhor mas encontrar melhor que o Sporting é difícil”
ou
“Só saio quando a aceitação das condições e os desejos, meus e do Sporting, forem concordantes”
Em relação ao Nani leiam o que a Felina escreve, nomeadamente no que toca à sua personalidade. É um convencido e um deslumbrado e duvido que como futebolista (jogador de uma equipa de futebol e não um malabarista) evolua enquanto não mudar a sua atitude!
A mim parece-me que a incrementação duma cultura marcadamente sportinguista nos produtos da Academia é fundamental e é uma área onde será urgente começar a trabalhar, pois pelo que se vê esta é uma lacuna da nossa formação, é aqui o tal Tomás do Rugby poderá ser utilizado.
Ontem no pasquim 2 um tal de Nuno Coelho escreveu este interessante artigo que reflete a nossa realidade
Aos 25 anos, o avançado Dimitar Berbatov trocou o Bayer Leverkusen pelo Tottenham. Já tinha passado cinco épocas e meia no futebol alemão, arriscou uma ida para a Premier League. Quis o destino que as duas equipas se cruzassem na fase de grupos da Taça UEFA, quis o destino que jogassem ontem e quis o destino que Berbatov marcasse o primeiro golo dos Spurs.
Natural de Sófia, Berbatov fez o que qualquer profissional tem de fazer – ou seja, deu o seu melhor e marcou – mas, em sinal de respeito para com os adeptos que o apoiaram no passado, não celebrou o golo.
Um dia antes, em Milão, toda a gente viu Figo a levantar-se do banco do Inter para festejar efusivamente o tento nerazzurro frente ao Sporting. Está no seu direito – e, afinal de contas, até admitiu na biografia escrita por um jornalista catalão, quando ainda representava o Barcelona, que a sua preferência clubística de menino era outra.
Sendo um dos clubes que consegue formar mais jogadores de primeira classe (mesmo nunca os aproveitando…), o Sporting parece não saber formar… sportinguistas. Futre, por exemplo, foi para as Antas (ganhar mais, como faria qualquer profissional que se preze) e quando regressou ao futebol português, entre os dois clubes de Lisboa optou pelo… Benfica.
Simão e Quaresma são figuras de proa dos dois rivais leoninos e nunca se coibiram de celebrar quando marcam ao clube onde cresceram. Apenas Cristiano Ronaldo parece nutrir alguma simpatia por Alvalade mas, como nunca defrontou o Sporting, ainda se está para ver como reagirá.
A mim parece-me que a incrementação duma cultura marcadamente sportinguista nos produtos da Academia é fundamental e é uma área onde será urgente começar a trabalhar, pois pelo que se vê esta é uma lacuna da nossa formação, é aqui o tal Tomás do Rugby poderá ser utilizado.
Ontem no pasquim 2 um tal de Nuno Coelho escreveu este interessante artigo que reflete a nossa realidade
Aos 25 anos, o avançado Dimitar Berbatov trocou o Bayer Leverkusen pelo Tottenham. Já tinha passado cinco épocas e meia no futebol alemão, arriscou uma ida para a Premier League. Quis o destino que as duas equipas se cruzassem na fase de grupos da Taça UEFA, quis o destino que jogassem ontem e quis o destino que Berbatov marcasse o primeiro golo dos Spurs.
Natural de Sófia, Berbatov fez o que qualquer profissional tem de fazer – ou seja, deu o seu melhor e marcou – mas, em sinal de respeito para com os adeptos que o apoiaram no passado, não celebrou o golo.
Um dia antes, em Milão, toda a gente viu Figo a levantar-se do banco do Inter para festejar efusivamente o tento nerazzurro frente ao Sporting. Está no seu direito – e, afinal de contas, até admitiu na biografia escrita por um jornalista catalão, quando ainda representava o Barcelona, que a sua preferência clubística de menino era outra.
Sendo um dos clubes que consegue formar mais jogadores de primeira classe (mesmo nunca os aproveitando…), o Sporting parece não saber formar… sportinguistas. Futre, por exemplo, foi para as Antas (ganhar mais, como faria qualquer profissional que se preze) e quando regressou ao futebol português, entre os dois clubes de Lisboa optou pelo… Benfica.
Simão e Quaresma são figuras de proa dos dois rivais leoninos e nunca se coibiram de celebrar quando marcam ao clube onde cresceram. Apenas Cristiano Ronaldo parece nutrir alguma simpatia por Alvalade mas, como nunca defrontou o Sporting, ainda se está para ver como reagirá.
A mim parece-me que a incrementação duma cultura marcadamente sportinguista nos produtos da Academia é fundamental e é uma área onde será urgente começar a trabalhar, pois pelo que se vê esta é uma lacuna da nossa formação, é aqui o tal Tomás do Rugby poderá ser utilizado.
Ontem no pasquim 2 um tal de Nuno Coelho escreveu este interessante artigo que reflete a nossa realidade
Aos 25 anos, o avançado Dimitar Berbatov trocou o Bayer Leverkusen pelo Tottenham. Já tinha passado cinco épocas e meia no futebol alemão, arriscou uma ida para a Premier League. Quis o destino que as duas equipas se cruzassem na fase de grupos da Taça UEFA, quis o destino que jogassem ontem e quis o destino que Berbatov marcasse o primeiro golo dos Spurs.
Natural de Sófia, Berbatov fez o que qualquer profissional tem de fazer – ou seja, deu o seu melhor e marcou – mas, em sinal de respeito para com os adeptos que o apoiaram no passado, não celebrou o golo.
Um dia antes, em Milão, toda a gente viu Figo a levantar-se do banco do Inter para festejar efusivamente o tento nerazzurro frente ao Sporting. Está no seu direito – e, afinal de contas, até admitiu na biografia escrita por um jornalista catalão, quando ainda representava o Barcelona, que a sua preferência clubística de menino era outra.
Sendo um dos clubes que consegue formar mais jogadores de primeira classe (mesmo nunca os aproveitando…), o Sporting parece não saber formar… sportinguistas. Futre, por exemplo, foi para as Antas (ganhar mais, como faria qualquer profissional que se preze) e quando regressou ao futebol português, entre os dois clubes de Lisboa optou pelo… Benfica.
Simão e Quaresma são figuras de proa dos dois rivais leoninos e nunca se coibiram de celebrar quando marcam ao clube onde cresceram. Apenas Cristiano Ronaldo parece nutrir alguma simpatia por Alvalade mas, como nunca defrontou o Sporting, ainda se está para ver como reagirá.
Tão importante como uma cultura marcadamente sportinguista nos jogadores, acho que nos devemos também preocupar em implantar uma cultura marcadamente ganhadora no clube. Um jogador, para além da paixão que possa ter por este ou aquele clube, gosta de ganhar títulos. Não tenhamos ilusões de que isso é um dos factores decisivos na altura de optar por este ou aquele clube. O Sporting, por muito que nos custe, não tem essa cultura ganhadora.
Os jovens do Sporting são funcionários de uma sociedade que proclama alto e bom som a sua vocação e necessidade vendedora, e cujo presidente afirma com todas as letras que o beifica é maior que o Sporting, e que não tem amor a todo o universo Sporting. O manda-chuva da Academia é lampião e o capataz de balneário do plantel profissional é tripeiro.
Não me parece que o caldo de cultura seja propriamente propício ao germinar de grandes amores clubísticos, nem ao perspectivar de projectos de carreira baseados na fidelidade e orgulho de jogar no Sporting. Valha a existência de formadores de excelência e o facto de aparecerem Moutinhos que já trazem a educação e a maturidade nos genes.
Não digo que nos outros clubes grandes seja muito melhor, mas a verdade é que, para bem e para o mal, quem forma os jogadores talentosos que suscitam interesse precoce no estrangeiro somos nós e não eles…
A mim parece-me que a incrementação duma cultura marcadamente sportinguista nos produtos da Academia é fundamental e é uma área onde será urgente começar a trabalhar, pois pelo que se vê esta é uma lacuna da nossa formação, é aqui o tal Tomás do Rugby poderá ser utilizado.
Ontem no pasquim 2 um tal de Nuno Coelho escreveu este interessante artigo que reflete a nossa realidade
Aos 25 anos, o avançado Dimitar Berbatov trocou o Bayer Leverkusen pelo Tottenham. Já tinha passado cinco épocas e meia no futebol alemão, arriscou uma ida para a Premier League. Quis o destino que as duas equipas se cruzassem na fase de grupos da Taça UEFA, quis o destino que jogassem ontem e quis o destino que Berbatov marcasse o primeiro golo dos Spurs.
Natural de Sófia, Berbatov fez o que qualquer profissional tem de fazer – ou seja, deu o seu melhor e marcou – mas, em sinal de respeito para com os adeptos que o apoiaram no passado, não celebrou o golo.
Um dia antes, em Milão, toda a gente viu Figo a levantar-se do banco do Inter para festejar efusivamente o tento nerazzurro frente ao Sporting. Está no seu direito – e, afinal de contas, até admitiu na biografia escrita por um jornalista catalão, quando ainda representava o Barcelona, que a sua preferência clubística de menino era outra.
Sendo um dos clubes que consegue formar mais jogadores de primeira classe (mesmo nunca os aproveitando…), o Sporting parece não saber formar… sportinguistas. Futre, por exemplo, foi para as Antas (ganhar mais, como faria qualquer profissional que se preze) e quando regressou ao futebol português, entre os dois clubes de Lisboa optou pelo… Benfica.
Simão e Quaresma são figuras de proa dos dois rivais leoninos e nunca se coibiram de celebrar quando marcam ao clube onde cresceram. Apenas Cristiano Ronaldo parece nutrir alguma simpatia por Alvalade mas, como nunca defrontou o Sporting, ainda se está para ver como reagirá.
Tão importante como uma cultura marcadamente sportinguista nos jogadores, acho que nos devemos também preocupar em implantar uma cultura marcadamente ganhadora no clube. Um jogador, para além da paixão que possa ter por este ou aquele clube, gosta de ganhar títulos. Não tenhamos ilusões de que isso é um dos factores decisivos na altura de optar por este ou aquele clube. O Sporting, por muito que nos custe, não tem essa cultura ganhadora.
100% de acordo, tanto com o Ao Leo como com o to-mane. :idea:
Essa é uma infeliz realidade e por vezes há coisas que parece que só acontecem ao Sporting. Será sina?
Os principais culpados são os adeptos.
Os adeptos do Sporting são conformados com a mediocridade por natureza, os anos assim os fizeram. Os lampiões, em toda a sua boçalidade, pressionam a existência de resultados. Os tripeiros incutem a lógica do jogador que não pode sair à rua após uma derrota e/ou da informação para o clube caso vejam um jogador em noitadas.
Em alvalade estamos sempre satisfeitos. “Podia ser pior”, “temos de ter orgulho nos rapazes”, “se não for assim fechamos”, “para a equipa que temos foi excelente”. Este é o nosso discurso. O discurso de um DERROTADO, comiserado com as barreiras, com as limitações, e agradecido por… nada.
Esta “mística” de merda (se me permitem) está hoje instalada de forma generalizada entre os sportinguistas, sendo que os mais bem colocados e/ou influentes são os primeiros a depreciar e instituir esta mentalidade.
A mim parece-me que a incrementação duma cultura marcadamente sportinguista nos produtos da Academia é fundamental e é uma área onde será urgente começar a trabalhar, pois pelo que se vê esta é uma lacuna da nossa formação, é aqui o tal Tomás do Rugby poderá ser utilizado.
Ontem no pasquim 2 um tal de Nuno Coelho escreveu este interessante artigo que reflete a nossa realidade
Aos 25 anos, o avançado Dimitar Berbatov trocou o Bayer Leverkusen pelo Tottenham. Já tinha passado cinco épocas e meia no futebol alemão, arriscou uma ida para a Premier League. Quis o destino que as duas equipas se cruzassem na fase de grupos da Taça UEFA, quis o destino que jogassem ontem e quis o destino que Berbatov marcasse o primeiro golo dos Spurs.
Natural de Sófia, Berbatov fez o que qualquer profissional tem de fazer – ou seja, deu o seu melhor e marcou – mas, em sinal de respeito para com os adeptos que o apoiaram no passado, não celebrou o golo.
Um dia antes, em Milão, toda a gente viu Figo a levantar-se do banco do Inter para festejar efusivamente o tento nerazzurro frente ao Sporting. Está no seu direito – e, afinal de contas, até admitiu na biografia escrita por um jornalista catalão, quando ainda representava o Barcelona, que a sua preferência clubística de menino era outra.
Sendo um dos clubes que consegue formar mais jogadores de primeira classe (mesmo nunca os aproveitando…), o Sporting parece não saber formar… sportinguistas. Futre, por exemplo, foi para as Antas (ganhar mais, como faria qualquer profissional que se preze) e quando regressou ao futebol português, entre os dois clubes de Lisboa optou pelo… Benfica.
Simão e Quaresma são figuras de proa dos dois rivais leoninos e nunca se coibiram de celebrar quando marcam ao clube onde cresceram. Apenas Cristiano Ronaldo parece nutrir alguma simpatia por Alvalade mas, como nunca defrontou o Sporting, ainda se está para ver como reagirá.
A cultura sportinguista já lá está, para mim o problema é o que o FLL cita e bem, ou seja: “Os jovens do Sporting são funcionários de uma sociedade que proclama alto e bom som a sua vocação e necessidade vendedora, …”
Fazer ver aos jovens que saírem já amadurecidos é o melhor que lhes pode acontecer, ganham eles e ganha o Sporting que, para além de poder vir a tirar um maior proveito financeiro das transferências, passa também a tirar benefício desportivo.
Quanto ao Futre digo apenas que estou um bocado surpreso. Então ele saiu para ganhar mais e por ser um profissional que se preze? Ora essa, e eu que pensava que ele tinha saído por não ter condições psicológicas para continuar no Sporting…
Simão e Quaresma, é bom não esquecer que se “ambos os dois” não estão hoje no Sporting, é porque o Sporting, na pessoa da sociedade que o FLL citou, não os quis!!!