A História

o 1o grande historiador português foi o Alexandre Herculano

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pessoalmente, acho Rui Tavares de caras mais tendencioso que JHS… aliás, costuma-me mt este tipo de historiador “mais para o moderno” que só vê a parte má da coisa, que só vê o lado negativo e que, sem sair dos factos da história, não engrandece o país… são maneiras de ver as coisas

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consegues dizer-me em que programa é q o JHS disse isso?

Ui… Discutível…

Apesar do ‘toque pessoal’, que criou mitos que só hoje se começam a desmistificar, eu não consigo descurar a enorme importância que teve um Fernão Lopes.

Sobre o JHS, goste-se mais ou menos do estilo, fosse ele um historiador ou um estoriador, o que é certo é que ele entranhou nos portugueses o gosto pela História. Os programas dele nasceram por ideia dele, ainda no tempo da outra senhora. E, quando ele deu a ideia, foi quase ridicularizado, porque o povo era isto e aquilo… O tempo deu-lhe razão! E teve várias abordagens. Só pensando nos programas que vi no meu tempo de vida, a Bruma da Memória, que eram essencialmente pequenas histórias sobre o local que ele estava a visitar. Depois as Histórias que o Tempo Apagou, em que ele contava um episódio da História de Portugal, mas tentando ir buscar os episódios menos conhecidos dessa história. As Lendas e Narrativas, que era quase um brainstorming sobre tudo e mais um par de botas. Os Horizontes da Memória, que era mais próximo do ‘standard’ que aparece nos livros de História, e que deve ter sido o mais visto e com maior duração… E depois, a Alma e a Gente, que foi o mais nacionalista dos seus programas, e que era focado em biografias.

Ou seja, durante 40 anos, foi dando diferentes abordagens aos seus programas, mas sempre dentro do mesmo padrão. Vinte minutos, tudo muito condensado, para não dispersar a atenção daquilo que o comum dos portugueses consegue aprender e compreender.

E isto é louvável. Não tenho dúvidas que, sem o JHS, não haveriam hoje tantos investigadores e tantos historiadores (e ainda são poucos). Infelizmente, muitos dos que hoje são historiadores devido à influência do JHS, são os seus maiores críticos.

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É a última coisa que esse tipo de historiador pretende promover…, a história é essencialmente uma arma para rebaixar o orgulho pátrio sempre que for possível e não uma arma para engrandecer o orgulho nacional, nada de verdade nacional (como se queria quando éramos Império), nada de destacar os grandes feitos e herois… A dissolução lenta da identidade nacional passa por aí.

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Verdade

Logicamente que foi brincadeira

Sem dúvida, mas isso foi o que disse atrás resumido e por outras palavras

A história consta factos não engrandece nem rebaixa, agora há pessoas que querem no fazer

Tens outro que te metem logo no primeiro ano da universidade a dissecar um texto dele, o Rosas.
99% do pessoal nos cometários fala do passado dele do BE e que é uma visão inviesada.
E é a primeira piçada ou abre olhos que levas sobre história quando lá entras.
O Rosas, para mim sobre o Estado Novo é o gajo que melhor escreve.

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Muito mais do que constar factos, a história (historiografia) é interpretar esses factos…, o que gera uma série de pontos de vista divergentes e irredutíveis sobre o passado derivados das posições políticas, religiosas, filosóficas, culturais…, do historiador… A História é uma arma que justifica tudo aquilo que se quiser, um produto manipulável de exercício de poder sobre as mentes… e pelo meio vai logrando também descobrir novos factos através do seus métodos de investigação… destinados a serem exaltados ou apoucados conforme a tal conveniência da batalha cultural infindável… A interpretação subjetiva aliás já se encontra logo na fase inicial de pura seleção dos factos “relevantes”.

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“O” debate.

Independentemente da filosofia vs ciência…

Eu só acho que todo o conceito pensável de universo → nada/tudo → átomo → sucessão de pequenos eventos/coincidência/evolução → ventrículo esquerdo que bombeia sangue/corpo humano/cérebro/consciência é tudo demasiado além da compreensão e demasiado absurdo para ser acaso/sem sentido.

Se queres falar de historiografia, também se pode trazer a antropologia e outras ciências, e vamos andar aqui a debater a teoria da história e andar às voltas de cada teoria até hoje apresentada

Se falássemos de uma história sobre o nosso futebol, ao chamar 1 historiador andrade, um do panelas e um dos nossos, qualquer 1 a contar a mesma história, ia certamente contar os mesmos factos, agora o andrade cingia-se aos feitos, o do panelas puxava o apito dourado, e o dos nossos lembrava uma coisa que toda a gente se esqueceu, o apito dourado acabou com as escutas bateram à porta do panelas. E nenhum deles estava a mentir, somente ocultaram alguns factos que aconteceram.

É o que melhor escreve. Porque, quem mais sabe, eu diria que é a Irene Flunser Pimentel.

Não é é lá muito ‘artista’ a escrever. Debita muito…

Mas que a mulher sabe, sabe… Até porque foi das que andou a ser interrogada pela PIDE, e que sempre foi da ‘esquerdalha’ quando era nova.

é diferente, O Rosas é mais atrás, seculo xix e xx, digamos que o Rosas é mais no emergir dos “fascismos” enquanto a Pimentel é mais contemporâneo já com eles implementados.

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sobre história, anda agora um grande zum zum sobre as ligações antigas de Trump à URSS. o “nosso” José Rodrigues dos Santos, já lançou um livro sobre as investigações feitas na América, anda pelo canal 2 se ainda estiver disponível um janela global sobre o assunto, tenho de ir dar uma espreitadela a ver se ainda está disponível, ou no RTP Play. Com os americanos na ONU a votar os argumentos da Rússia sobre a guerra na Ucrânia, apagando a história dos factos ao negar a integridade territorial dos mesmos, dá toda ideia de todo um entregar da Ucrânia aos Russos, e veio buscar as investigações do congresso e das secretas sobre os envolvimentos russos nas primeiras eleições. Isto já parece a série Americans, Make Russia Great Again

Está passou-me, mas a função do historiador é engrandecer o país? o que me dirás de um historiador alemão, vai engrandecer o nazismo?

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o pessoal fala no Herculano porque está mais perto e apanha uma janela maior e com mais documentos para estudo e o rigor cientifico, em que realmente foi o 1´.
o 1º podemos considerar o Fernão Lopes, porque realmente foi, agora o primeiro grande, para mim é João de Barros.
JDB GR

O nome da primeira, seria Lilith, ter-se-a revoltado e nao quis ser subserviente ao homem. Foi expulsa, e hoje liturgicamente sera um demonio.
Nada refere ser uma maca, a chamada arvore da vida, diz que dava fruto, e era esse fruto que nao podiam tocar, a representacao de uma maca, e pura especulacao.

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