Em dia de 25 de Abril, alguns documentários sobre a revolução e o período quente e conturbado da história Portuguesa, onde por pouco não entrámos numa guerra civil, os documentários em sua maioria têm uma tendência de esquerda, mas era esse o zeitgeist da altura, em Portugal.
Aí está um autor a quem se tecem loas parece que merecidas, e eu estive algumas vezes com essas duas obras na mão e ainda com a “Casa do Pó” (existem na biblioteca municipal de Oeiras) e a verdade é que acabei por não ler nada…, já que leio pouco romance histórico.
O último grande romance histórico que li (o ano passado) foi a excelente trilogia de Robert Harris sobre a vida de Cícero, centrada na época de Pompeu, Júlio César e Octávio futuro imperador Augusto (Imperium; Lustrum; Dictator).
Obrigado pela sugestão, assim como as do @Reciclone.
Não tenho nenhum livro deste género cá em casa, um romance histórico, e queria ler por uns tempos algo diferente e dentro deste género.
@Sérgio_Sodré , o original sempre é este que está no Ateneu do Porto ou é mito?
E já agora, como é chegou às mãos dos texanos um exemplar original?
Há coincidências incríveis…, já que estou precisamente a reler “Os Lusíadas”. Lendo tudo de seguida julgo que é a 9ª vez, embora antes tenha lido grandes bocados salteados. E no entanto apenas li pela primeira vez de seguida já com 32 anos!.. Amanhã começo o 8º canto.
Tenho 6 páginas de referências que fui fazendo, ao longo dos anos, para localizar imediatamente versos relativos a temas específicos, que talvez venha a colocar num blogue.
Desconhecia essa dos texanos…
Artigo de 2013. Primeira edição de 'Os Lusíadas' está no Texas…, será um dos 34 exemplares.
E assim nasceu a primeira tarde portuguesa. O curioso é não haver um único político português a assinalar tal data.
A história várias vezes secular do Aljube, enquanto prisão, ficará reduzida aos presos que lhe interessam?.. Servirá a historiografia ou a propaganda?.. Que iria ser nomeada uma figura da oligarquia partidária reinante seria decerto de esperar, mas a objetividade comunista está sempre subordinada ao que serve a revolução e não a verdade, perante a primeira a segunda está subordinada.
Até o local da Batalha está errado…
A enorme Mesquita Azul, mesmo ao lado, decerto que chega mas os fanáticos religiosos não perdoam aos nacionalistas turcos que tiveram decência relativamente a Santa Sofia…
Voltando atrás, sobre o Infante D. Henrique, estou com o @Sérgio_Sodré .
A História tem destas coisas. As crónicas nem sempre são fiáveis. Depende do cronista e do estilo da época. E depois, o que hoje se assume como verdade, pode mudar com um documento encontrado nos confins de um alfarrabista qualquer.
Hoje é mais ou menos sabido que o Infante D. Henrique era mais um homem de negócios do que um navegador e que efectivamente tinha interesse em combater os muçulmanos, pelo facto de ser Grão-Mestre da Ordem de Cristo.
Acabou por juntar o útil ao agradável e misturar os interesses.
Quanto à imagem que temos dele, o quadro mais famoso que temos é do Malhoa que, como é óbvio, nunca viu o Infante vivo. Baseou-se na tal gravura do chapéu, muito diferente da figura que está no Mosteiro dos Jerónimos.
Querem outro exemplo:
Ambos os retratos são do Mestre de Avis. Como explicar? Bem, muitas vezes os quadros eram pintados já depois da morte do retratado e sem base em nenhuma descrição. Por vezes eram pintados em vida, mas os retratados pediam expressamente para serem retratados com determinadas características, de forma a imporem uma imagem que não tinham. Mais magros, mais gordos, com barba (sinal de riqueza e respeito), etc. E muitas vezes o pintor nem chegava a ver o retratado. É uma explicação possível.
Agora sim, é verdade que a ideia que temos do Infante D. Henrique tem variado com os anos, à medida que novos dados vão sendo descobertos e novas obras vão sendo publicadas…
A democracia para um comunista não é o mesmo que para um liberal…, para o comunista é uma ditadura do povo encabeçado pelo proletariado (vanguarda do povo) e liderado pelo seu único partido (vanguarda do proletariado) usando o Estado como instrumento de opressão de classe, pois o comunista considera que é essa a essência de qualquer Estado… O comunista não usa o mesmo dicionário do homem comum e isso nunca pode ser ignorado ou esquecido… Em último caso, o secretário-geral do partido representa o povo e a sua vontade democrática popular , tal como o chefe no fascismo representa a nação e a sua vontade democrática totalitária…
Há outros dicionários que não o liberal que transformam democracia em tirania…
É uma pena os gregos, no pós 1ª guerra mundial não terem conseguido recuperar Istambul e outros territórios na Anatolia.
Os turcos acabam por ser na europa, o único país não europeu que substitui outro europeu nos últimos 1000 anos. Antes só os Hungaros e os Bulgaros, mas mesmo esses converteram-se aos costumes europeus.
Ao longo da História, os franceses e os ingleses impediram os russos de ocupar Constantinopla…, sem investigação, assim de cor, lembro-me da guerra da Crimeia (meados sec XIX) em que as tropas anglo-francesas aliadas aos turcos venceram os russos (famoso episódio da "carga da brigada ligeira), e antes Napoleão tinha recusado uma proposta do czar Alexandre que queria mão livre para tomar a cidade (quando eram aliados antes de 1812). Desde Catarina a Grande que os russos pretendiam correr com os turcos da Europa…
O Polígrafo “em nome da verdade” revela ignorância ao começar os títulos de campeão nacional com o título do S.C.P. de 1999-2000. pois em nome da verdade foi, isso sim, o último título do séc. XX. Eles não sabem que não houve ano 0.
Quando tirei o curso de História era uma “partida” que alguns mestres colocavam aos caloiros perguntar, por exemplo (foi o caso na nossa turma), qual o séc. do ano de 1500 (é o XV mas uns tantos julgavam que seria o XVI)…
explicação em Anno Domini – Wikipédia, a enciclopédia livre
Bem visto ![]()
Qualquer dia têm que criar o polígrafo do polígrafo.
Também já os apanhei em 2 ou 3 falhas. A primeira que me apercebi foi quando fizeram uma peça a dizer que sim senhor, que o Beneficia tinha vendido o Félix ao atlético por €126M, porque ninguém acreditava nesse valor quando a cláusula era de €120M. Mas não é verdade. Os €6M adicionais pagos pelo Atlético não foram para o Beneficia, mas sim para o banco que financiou a operação de factoring que permitiu o pagamento dos €120M adiantados da cláusula.
Assim, ficou subentendido que o negócio foi tão bom que o Beneficia até recebeu um valor acima da cláusula, o que é uma aldrabice.



