A Doyen e o Sporting (comunicados no 1° post)

Comunicado da Doyen:

http://www.doyensports.com/en/comunicadodoyen.pdf

COMUNICADO

13 de Agosto de 2014

No seguimento das notícias veiculados nós últimos dias a Doyen Sports pretende esclarecer o
seguinte:

MANGALA

A Doyen, em perfeita sintonia e totalmente alinhada com o Futebol Clube do Porto, teve o
prazer de colaborar numa das maiores transferências de sempre no futebol mundial. Foram
salvaguardados os interesses de todas as partes de uma forma exemplar, só possível pela
postura demonstrada por todos. Orgulhamos-nos disso.

Pela primeira vez na história um fundo de investimento vendeu os direitos económicos que
estavam na sua posse diretamente a um clube inglês com total anuência e supervisão da FA
(Federação Inglesa). Tudo correu na perfeição.

Aproveitamos para agradecer a postura também do Manchester City e da Federação Inglesa.
Na declaração enviada pelo F. C. Porto à FA destacamos o seguinte parágrafo: “having Doyen
an exemplary behaviour during all the referred period of time”.

MARCOS ROJO

Perante tudo o que se tem dito e escrito nos últimos dias achamos que foi colocado em causa
o bom nome da Doyen, sobretudo por algumas declarações proferidas ontem e que hoje fazem
eco na imprensa. Neste sentido apontamos para os seguintes pontos:

  1. A Doyen Sports é uma empresa de capitais privados registada e que cumpre todas as
    normas internacionais a que está submetida pela legislação que rege a sua atividade;

  2. A Doyen orgulha-se de investir, colaborar e manter boas relações com imensos clubes a
    nível mundial incluindo alguns dos maiores e mais respeitosos como por exemplo Real Madrid,
    tendo com todos uma extraordinária e estreita relação. Através da Doyen Marketing
    representamos e cooperamos com algumas das maiores figuras mundiais do desporto de onde
    destacamos David Beckham, Neymar, Xavi Hernandez, Xabi Alonso, Boris Becker, Jorge
    Lorenzo, entre muitos outros aos quais agora se vem juntar também o “super-homem” Usain
    Bolt;

  3. É de todos conhecido o nosso forte envolvimento e cooperação com vários clubes de onde
    destacamos alguns, nomeadamente o Atlético Madrid e o Sevilha. Orgulhamo-nos de ter
    ajudado ambos a manter os seus principais ativos e contribuído para o reforçar dos seus
    planteis profissionais. O Atlético Madrid venceu a Liga Espanhola e foi finalista da Liga dos
    Campeões. O Sevilha tem vindo a recuperar o fulgor de épocas anteriores e ganhou a Liga
    Europa;

  4. No quadro de conjuntura económica internacional esta alternativa fonte de financiamento
    prestada pelos fundos como a Doyen é como um balão de oxigénio que permite aos clubes
    terem recursos para poderem lutar melhor pelos seus objetivos. Em Portugal este cenário é
    ainda mais evidente pelas dificuldades ou mesmo impossibilidade de crédito bancário;

  5. O histórico da Doyen no mercado desde a sua formação é imaculado e digno de registo. As
    pessoas que representam a empresa reúnem muitos anos de experiência e têm um currículo
    profissional que fala por si. A empresa orgulha-se de ter como CEO uma pessoa reconhecida
    no mercado internacional que participou em centenas de transferências incluindo algumas das
    maiores transferências de sempre;

  6. A Doyen não interfere, nunca interferiu nem pretende interferir em nenhum clube nem na
    tomada de qualquer decisão. Os contratos da empresa são transparentes, claros e,
    contrariamente a outros concorrentes, defendem a total independência dos clubes na tomada
    de decisões. Orgulhamo-nos muito disso e somo utilizados como bom exemplo pelas
    instituições internacionais que tutelam o futebol. O nosso modelo de contrato será por exemplo
    a base do modelo que será utilizado e regulamentado pela Liga Espanhola;

  7. A Doyen fui fundamental para que o jogador Marcos Rojo pudesse ser transferido para o
    Sporting porque assumiu, no momento da negociação, o pagamento de 75% do valor da
    transferência assumindo até as primeiras prestações antes de o Sporting ter que pagar os seus
    25%, numa outra medida de facilitar a vida ao clube. Sem a intervenção da Doyen, através do
    financiamento, o Marcos Rojo não seria jogador do Sporting. Mas mais ainda, em simultâneo
    realizámos outras operações com o Sporting entre as quais um empréstimo ocasional para o
    clube poder fazer face às dificuldades de tesouraria que tinha no momento;

  8. Foram assinados, de boa fé e livre vontade, contratos entre a empresa e o Sporting que
    regem a relação de partilha de direitos sobre o atleta em causa. O Sporting recebeu apoio
    jurídico e fiscal para o efeito através do seu departamento jurídico que ainda hoje está no
    clube. Todas as partes asseguraram os seus direitos nas proporções e condições negociadas;

  9. O Sporting, como qualquer outro clube que trabalha com a Doyen, não está obrigado a
    vender o jogador com o qual tem um acordo de partilha de direitos económicos porque isso
    limitaria a independência do clube ainda que não fosse ilegal essa obrigação. A decisão não
    passa pela Doyen, só compete ao clube e ao jogador. Orgulhamo-nos de defender esta
    fórmula;

  10. Obviamente que a empresa tem que salvaguardar os seus interesses; não existindo regras
    contratualizadas entre as partes, o investimento realizado poderia nunca gerar qualquer retorno
    podendo estar mesmo em causa qualquer verba investida;

  11. O Sporting está portanto no seu inteiro direito de não transferir o jogador Marcos Rojo
    sabendo que para isso só tem que compensar o fundo nos termos e prazos conforme está
    estabelecido contratualmente desde início;

  12. No sentido de entender qual a postura do clube a Doyen tentou por vários meios contatar o
    Sporting no intuito de entender qual a posição do clube até porque anteriormente, em reuniões
    e por escrito, ficou claro que o Sporting venderia o jogador. Nessa altura foram-nos indicadas
    condições que estão completamente fora do âmbito contratual;

  13. Apesar de não ter direito a exigir mais do que está no contrato o Sporting indicou essas
    exigências extras e sem nexo como condição para “deixar sair/libertar” o jogador. O Sporting
    parece que exige agora (parece porque oficialmente não sabemos de nada) ainda mais
    contrapartidas que só podem ser encaradas num cenário de demagogia e de uma realidade
    virtual. Entende-se talvez assim a revolta do jogador porque foi-lhe dada a palavra e feita uma
    promessa que agora o clube não quer assumir, o mesmo com a Doyen que trabalhou, por
    solicitação do clube, no sentido de obter propostas mais vantajosas para todos;

  14. Num ato de boa fé, até porque a Doyen reconhece o papel importante do clube na
    promoção do jogador, foi proposto por escrito, tendo sido impossível pessoalmente apesar das
    várias tentativas, condições especiais que beneficiariam em muito o Sporting caso o clube
    optasse por transferir o jogador. Para a Doyen, face às propostas existentes e aquilo que por
    boa vontade oferecemos ao Sporting, o cenário mais lucrativo, substancialmente mais, é que o
    Sporting decida manter o jogador nos seus quadros profissionais, direito que, repetimos, lhe
    assiste e que também vem de encontro aos nossos interesses;

  15. Por vicissitudes alheias à Doyen, aproveitamos ainda para esclarecer que mesmo pelo
    valor da cláusula o Sporting tem os mesmos direitos que tem hoje não recebendo portanto
    mais dinheiro ou contrapartidas caso a oferta seja de 20 ou 30 milhões, sendo trinta o valor da
    cláusula de rescisão;

  16. Infelizmente, porque gostaríamos de revelar mais detalhes para aclarar ainda mais a
    opinião pública, não podemos revelar dados concretos do contrato devida à cláusula de
    confidencialidade imposta, cláusula essa que ontem o Presidente não respeitou, tendo
    chegado a fazer afirmações que não correspondem à realidade contratual e dos factos;

  17. Entende-se portanto que as declarações proferidas ontem pelo Presidente do clube,
    nomeadamente “Não cedo a chantagens, não cedo a pressões, não cedo a interesses de
    agentes e muito menos de fundos” estão claramente deslocadas no contexto da relação com a
    Doyen até porque poderíamos alegar precisamente o contrário;

  18. É do conhecimento geral a “cruzada” travada por esta direcção contra os agentes e
    representantes de jogadores e também contras os fundos. Nós, Pini Zahavi, entre tantos
    outros, incluindo os maiores agentes internacionais, somos pelos vistos inimigos do clube! Não
    se percebe que benefício o Sporting poderá retirar ao hostilizar os fundos e os agentes não
    querendo cooperar nem ter relação com quem mais pode ajudar. Estranhamente algum(ns)
    agente(s) têm relações privilegiadas. Mas mais uma vez está claro que o Sporting pode e deve
    cooperar com quem entenda e que melhor sirva os interesses do clube e das pessoas que o
    representa;

  19. Para terminar, caso seja necessário, queremos deixar claro que não hesitaremos em usar
    todos os recursos legais ao nosso dispor para defender integralmente todos os nossos
    interesses e direitos.

  20. Gostariamos ainda de reafirmar o nosso maior respeito pela instituição que é o Sporting e
    respetiva massa associativa e todos os seus adeptos.

[hr]

Comunicado de resposta do Sporting:

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_futcomunicadosaddoyen_140814_130459.asp

14-08-2014

Comunicado SAD

No seguimento do comunicado do fundo Doyen sobre o atleta Marcos Rojo, vem o Sporting Clube de Portugal, Futebol, SAD por este meio esclarecer e comunicar:

a) O Sporting Clube de Portugal é uma entidade idónea com 108 anos de história e real valia inquestionável para o mundo desportivo, nomeadamente para o futebol;

b) O Sporting não tem alvos pré-definidos nem preconceitos perante nada nem ninguém que se apresente de forma credível, transparente e de real mais-valia para o mundo do futebol. Acontece que o Sporting se tem insurgido e continuará a insurgir contra todos aqueles que, a si em particular ou o futebol em geral, se revelem como factores de desestabilização ou de manipulação;

c) Práticas que não vão ao encontro daquilo que é a nossa visão do desporto e a lisura dos procedimentos e valores que defendemos, encontrarão sempre a nossa mais firme oposição;

d) A bem da transparência que todos os intervenientes no mundo do futebol se deveriam pautar, seria importante que a Doyen identificasse a sua estrutura societária de grupo, pois estão a ser feitas afirmações sobre sociedades que nunca se relacionaram com o Sporting, como a Doyen Marketing, e que identificasse os seus financiadores e beneficial owners;

e) O Sporting admitiu ao agente do atleta a possibilidade da sua transferência em condições que fossem vantajosas para o Clube e que permitissem a manutenção de outros activos. Cumulativamente sempre foi referida a necessidade de total sigilo perante o jogador para não afectar o seu rendimento pois a sua saída não era garantida. No dia 23 de Julho foi comunicado ao mesmo, a intenção do Sporting manter o atleta e que por isso deveria deixar imediatamente de estar no mercado. Foi garantido ao Sporting que o mesmo seria feito e a sua vontade seria respeitada. Foi com estranheza que somente após este momento o Sporting começou a ser confrontado com a recepção de propostas pelo jogador. A partir desse momento, e contrariando o que ficou combinado, existiram várias reuniões com clubes realizadas pela Doyen a oferecer o nosso jogador Marcos Rojo;

f) No dia 02/08/2014 o Sporting recebeu por escrito uma proposta para a aquisição do jogador que foi liminarmente rejeitada em conformidade com o combinado com o seu agente;

g) Este mesmo clube, após a rejeição da sua proposta e do seu pedido de reunião, entendeu ainda assim aparecer de surpresa no Estádio José Alvalade, tendo sido recebido por cortesia por um elemento da Direcção do Sporting;

h) Posteriormente o Sporting veio a constatar que na referida reunião, a Doyen participou de forma dissimulada, fazendo crer ao referido elemento da Direcção do Clube, que era um representante desse mesmo clube e não o CEO da Doyen. A situação foi tão mais caricata que o mesmo nunca se expressou em português com o responsável do Sporting, mas sim, sempre no idioma do clube visitante;

i) O Sporting informou a Doyen por email, no dia 07/08/2014, que tinha enviado para análise do seu departamento jurídico os contratos envolvendo os direitos económicos de jogadores celebrados com essa empresa, e em várias conversas que considerava totalmente inaceitáveis as ingerências e ilegítimas pressões que estavam a ser realizadas pelo CEO da Doyen, Sr. Nélio Lucas;

j) Perante a gravidade das afirmações e inverdades comunicadas, vemo-nos forçados a informar que o mesmo CEO, no início da época 13\14, enviou ao Presidente do Sporting, vários sms abusivos, entre os quais, um com uma mensagem informando, em letras maiúsculas, que: “O MARCOS ROJO VAI PARA O [CLUBE ESTRANGEIRO]” e que “SE NÃO O DEIXAREM ELE VAI COMEÇAR A PROVOCAR PROBLEMAS NA ACADEMIA”. Para além de ser mais uma prova evidente da ingerência que a Doyen faz perante aqueles que chama de seus parceiros veio a constatar-se que esta táctica é recorrente e apenas vai mudando o nome dos clubes;

k) Antes do Troféu Teresa Herrera, vários directores e o CFO da SAD falaram por diversas vezes com o CEO da Doyen, sendo mais uma falsidade a inexistência de contactos entre ambos. O que realmente aconteceu é que nunca nenhum deles cedeu às pressões e ingerências que sistematicamente foram praticadas pela Doyen, mormente, com a insistência desta para que o jogador não alinhasse no aludido Troféu;

l) O Sporting confirma que a Doyen, como referido no seu comunicado, no que diz respeito à informação cedida pelo nosso Clube, nada sabe. Mas não deixa de ser notório, o que constitui mais uma prova da ingerência da Doyen neste caso, que este fundo tem o conhecimento profundo de todas as propostas existentes no Sporting, facto esse que os leva mesmo a afirmar no seu comunicado que “Para a Doyen, face às propostas existentes e aquilo que por boa vontade oferecemos ao Sporting, o cenário mais lucrativo, substancialmente mais, é que o Sporting decida manter o jogador nos seus quadros pro?ssionais”;

m) Não podemos deixar de nos mostrar preocupados com a incapacidade de um fundo que gere milhões e vários activos em fazer contas. Assim, 25% de 30M nunca será igual a 25% de 20M, nem mesmo com o facto do Spartak de Moscovo ter de receber 20% da mais-valia acima de 5M. Contudo não podemos estranhar esta incapacidade aritmética do fundo Doyen, pois o seu CEO, Sr. Nélio Lucas, conseguiu transformar uma proposta que fez ao Sporting de 20M, no dia 24/05/2014, para a aquisição do atleta Brahimi, em 6,5M para outro clube português conforme é do domínio público;

Face ao exposto, sem prejuízo da nulidade dos contratos celebrados com a Doyen, relacionados com os jogadores Marcos Rojo e Zakaria Labyad, a Sporting SAD vem comunicar que procedeu, hoje, à resolução com justa causa dos respectivos contratos com a Doyen.

A fracção que nos “toca”:

6. A Doyen não interfere, nunca interferiu nem pretende interferir em nenhum clube nem na tomada de qualquer decisão. Os contratos da empresa são transparentes, claros e, contrariamente a outros concorrentes, defendem a total independência dos clubes na tomada de decisões. Orgulhamo-nos muito disso e somo utilizados como bom exemplo pelas instituições internacionais que tutelam o futebol. O nosso modelo de contrato será por exemplo a base do modelo que será utilizado e regulamentado pela Liga Espanhola;
  1. A Doyen fui fundamental para que o jogador Marcos Rojo pudesse ser transferido para o
    Sporting porque assumiu, no momento da negociação, o pagamento de 75% do valor da
    transferência assumindo até as primeiras prestações antes de o Sporting ter que pagar os seus
    25%, numa outra medida de facilitar a vida ao clube. Sem a intervenção da Doyen, através do
    financiamento, o Marcos Rojo não seria jogador do Sporting. Mas mais ainda, em simultâneo
    realizámos outras operações com o Sporting entre as quais um empréstimo ocasional para o
    clube poder fazer face às dificuldades de tesouraria que tinha no momento;

  2. Foram assinados, de boa fé e livre vontade, contratos entre a empresa e o Sporting que
    regem a relação de partilha de direitos sobre o atleta em causa. O Sporting recebeu apoio
    jurídico e fiscal para o efeito através do seu departamento jurídico que ainda hoje está no
    clube. Todas as partes asseguraram os seus direitos nas proporções e condições negociadas;

  3. O Sporting, como qualquer outro clube que trabalha com a Doyen, não está obrigado a
    vender o jogador com o qual tem um acordo de partilha de direitos económicos porque isso
    limitaria a independência do clube ainda que não fosse ilegal essa obrigação. A decisão não
    passa pela Doyen, só compete ao clube e ao jogador. Orgulhamo-nos de defender esta
    fórmula;

  4. Obviamente que a empresa tem que salvaguardar os seus interesses; não existindo regras
    contratualizadas entre as partes, o investimento realizado poderia nunca gerar qualquer retorno
    podendo estar mesmo em causa qualquer verba investida;

  5. O Sporting está portanto no seu inteiro direito de não transferir o jogador Marcos Rojo
    sabendo que para isso só tem que compensar o fundo nos termos e prazos conforme está
    estabelecido contratualmente desde início;

  6. No sentido de entender qual a postura do clube a Doyen tentou por vários meios contatar o
    Sporting no intuito de entender qual a posição do clube até porque anteriormente, em reuniões
    e por escrito, ficou claro que o Sporting venderia o jogador. Nessa altura foram-nos indicadas
    condições que estão completamente fora do âmbito contratual;

  7. Apesar de não ter direito a exigir mais do que está no contrato o Sporting indicou essas
    exigências extras e sem nexo como condição para “deixar sair/libertar” o jogador. O Sporting
    parece que exige agora (parece porque oficialmente não sabemos de nada) ainda mais
    contrapartidas que só podem ser encaradas num cenário de demagogia e de uma realidade
    virtual. Entende-se talvez assim a revolta do jogador porque foi-lhe dada a palavra e feita uma
    promessa que agora o clube não quer assumir, o mesmo com a Doyen que trabalhou, por
    solicitação do clube, no sentido de obter propostas mais vantajosas para todos;

  8. Num ato de boa fé, até porque a Doyen reconhece o papel importante do clube na
    promoção do jogador, foi proposto por escrito, tendo sido impossível pessoalmente apesar das
    várias tentativas, condições especiais que beneficiariam em muito o Sporting caso o clube
    optasse por transferir o jogador. Para a Doyen, face às propostas existentes e aquilo que por
    boa vontade oferecemos ao Sporting, o cenário mais lucrativo, substancialmente mais, é que o
    Sporting decida manter o jogador nos seus quadros profissionais, direito que, repetimos, lhe
    assiste e que também vem de encontro aos nossos interesses;

  9. Por vicissitudes alheias à Doyen, aproveitamos ainda para esclarecer que mesmo pelo
    valor da cláusula o Sporting tem os mesmos direitos que tem hoje não recebendo portanto
    mais dinheiro ou contrapartidas caso a oferta seja de 20 ou 30 milhões, sendo trinta o valor da
    cláusula de rescisão;

  10. Infelizmente, porque gostaríamos de revelar mais detalhes para aclarar ainda mais a
    opinião pública, não podemos revelar dados concretos do contrato devida à cláusula de
    confidencialidade imposta, cláusula essa que ontem o Presidente não respeitou, tendo
    chegado a fazer afirmações que não correspondem à realidade contratual e dos factos;

  11. Entende-se portanto que as declarações proferidas ontem pelo Presidente do clube,
    nomeadamente “Não cedo a chantagens, não cedo a pressões, não cedo a interesses de
    agentes e muito menos de fundos” estão claramente deslocadas no contexto da relação com a
    Doyen até porque poderíamos alegar precisamente o contrário;

  12. É do conhecimento geral a “cruzada” travada por esta direcção contra os agentes e
    representantes de jogadores e também contras os fundos. Nós, Pini Zahavi, entre tantos
    outros, incluindo os maiores agentes internacionais, somos pelos vistos inimigos do clube! Não
    se percebe que benefício o Sporting poderá retirar ao hostilizar os fundos e os agentes não
    querendo cooperar nem ter relação com quem mais pode ajudar. Estranhamente algum(ns)
    agente(s) têm relações privilegiadas. Mas mais uma vez está claro que o Sporting pode e deve
    cooperar com quem entenda e que melhor sirva os interesses do clube e das pessoas que o
    representa;

  13. Para terminar, caso seja necessário, queremos deixar claro que não hesitaremos em usar
    todos os recursos legais ao nosso dispor para defender integralmente todos os nossos
    interesses e direitos.

  14. Gostariamos ainda de reafirmar o nosso maior respeito pela instituição que é o Sporting e
    respetiva massa associativa e todos os seus adeptos.

A Direção

5. Por vicissitudes alheias à Doyen, aproveitamos ainda para esclarecer que mesmo pelo valor da cláusula o Sporting tem os mesmos direitos que tem hoje não recebendo portanto mais dinheiro ou contrapartidas caso a oferta seja de 20 ou 30 milhões, sendo trinta o valor da cláusula de rescisão;

Gostava de destacar esta parte. Interessante contrato.

14. Num ato de boa fé, até porque a Doyen reconhece o papel importante do clube na promoção do jogador, foi proposto por escrito, tendo sido impossível pessoalmente apesar das várias tentativas, condições especiais que beneficiariam em muito o Sporting caso o clube optasse por transferir o jogador. [b]Para a Doyen, face às propostas existentes e aquilo que por boa vontade oferecemos ao Sporting, o cenário mais lucrativo, substancialmente mais, é que o Sporting decida manter o jogador nos seus quadros profissionais[/b], direito que, repetimos, lhe assiste e que também vem de encontro aos nossos interesses;

Rojo, Slimani ou o Manel são todos iguais. Primeiro devem respeito ao clube e aos colegas. Acho sinceramente que o que nós sportinguistas devemos reter aqui é que temos MESMO um GRANDE PRESIDENTE! Bruno continua assim e podes contar com a minha presença em todos os jogos. Jogamos com o que temos e terás sempre o apoio dos verdadeiros sportinguistas. Ninguém vai chorar pelo Rojo e Slimani no fim de semana, o Sporting é e sempre foi maior do que qualquer individualidade!
Respeita e serás respeitado, e nunca te deixes pisar. Podemos perder uma transferência mas de certeza que todos os jogadores vão perceber que quem está ali tem de respeitar o clube!

Agora as tropas estão frente a frente, e a Doyen colocou a pressão em cima do Rojo , demarcando-se
das atitudes dele…

18. É do conhecimento geral a "cruzada" travada por esta direcção contra os agentes e representantes de jogadores e também contras os fundos. Nós, Pini Zahavi, entre tantos outros, incluindo os maiores agentes internacionais, somos pelos vistos inimigos do clube! Não se percebe que benefício o Sporting poderá retirar ao hostilizar os fundos e os agentes não querendo cooperar nem ter relação com quem mais pode ajudar. Estranhamente algum(ns) agente(s) têm relações privilegiadas. Mas mais uma vez está claro que o Sporting pode e deve cooperar com quem entenda e que melhor sirva os interesses do clube e das pessoas que o representa;

Filhos de uma grande puta, que lata do crl.

Ai estas parcerias…

Não vi a Doyen tão chateada pelas negociatas com os amigos do Norte, será pelas ligações a Caldeira e companhia? O Nélio Lucas deve achar que o pessoal come todo gelados com a testa. :lol:

E o mais chocante deste comunicado todo, para mim, ainda foi isto:

Mas mais ainda, em simultâneo realizámos outras operações com o Sporting entre as quais um empréstimo ocasional para o clube poder fazer face às dificuldades de tesouraria que tinha no momento.

Godinho sempre a surpreender (ou não). 8) ::slight_smile: :clap:

:frowning:

Os jogadores da bola de carácter têm 0.

é tudo muito bonito quando juram amor ao clube (porque ninguém os conhece).

E com esta brincadeira toda ficamos sem 2 centrais, esta Amélia e o dier.

É inconcebivel como as anteriores Presidentes (dinastia roquete, Lambuças…) geriram o clube, para começar o Bruno de Carvalho devia começar pelo mais recente( Godinho Lopes, lambuças mor), tribunal com ele por gestão danosa.

SPORTING

Isto TEM e só pode ser mentira.

Se o Rojo é vendido por 20M, 75 por cento desse valor é para esses gajos. Como é que é possível para eles ser mais lucrativo o jogador ficar no Sporting?

Bullshit :boohoo: :boohoo:

A Doyen que use o dinheiro do Rojo para contratar um escriba decente. Parece que foi escrito por um matemático. Péssimo.

Sobre o acordo, a minha interpretação é de que a manutenção do jogador é lucrativa para a Doyen porque o Sporting tem dinheiro a dar-lhes caso recuse a proposta. (pontos 11. e 14.)

Um pormenor:

o Rojo tem ido sempre à Selecção, mesmo quando não estava a render, porque é da Doyen,
é o que o Jorge Mendes faz, a mesma coisa, faz tudo criando as condições para a valorização do activo.

Talvez porque o contrato é tão bom que tenhamos de bancar valentemente se recusarmos propostas. Godinhices…

Acho que…Alguns jogadores/agentes/fundos ainda não perceberam ou não querem perceber que desde de março de 2013, deixaram ou deviam deixar de utilizar o Sporting Clube de Portugal para apenas benefício próprio ! Em primeiro lugar o SCP a sua história os seus adeptos e simpatizantes depois tudo o resto! Não há favores nem merdas nem benefícios! Acho que sim é muito bem!

Eles deviam era explicar como foi aquela engenharia financeira no caso do Mangala, mas deram-se mal ao anunciarem a venda do Mangala antes da venda do Rojo, e como o Bruno não é parvo nenhum é normal que queira condições parecidas, eu neste momento propunha ao fundo receber 6 milhões limpos e o Sporting a receber mais 2 ou 3 milhões de bónus do United de desempenho e o fundo a pagar a mais valia ao Spartak, todos sairiam a ganhar e todos ficavam contentes.

Parece estranho mas…

10. Obviamente que a empresa tem que salvaguardar os seus interesses; não existindo regras contratualizadas entre as partes, o investimento realizado poderia nunca gerar qualquer retorno podendo estar mesmo em causa qualquer verba investida;
  1. O Sporting está portanto no seu inteiro direito de não transferir o jogador Marcos Rojo
    sabendo que para isso só tem que compensar o fundo nos termos e prazos conforme está
    estabelecido contratualmente desde início;

E para o fundo referir q é, passo a citar, “o cenário mais lucrativo, substancialmente mais, é que o Sporting decida manter o jogador nos seus quadros profissionais”…se calhar está aqui + uma godinhice

Este comunicado da doyen é histórico. Nunca tinha visto um fundo a fazer considerações a la comunicado tripeiro. Comprovada a minha tese de que há uma orquestração para desestabilizar o SCP com frutaria no background e Jorge Mendes também

Faltou aí, coincidência ou não, propositado ou não, o factual “no passado, com direcções anteriores”.

Assim, para os papalvos, até pode dar a ideia que a Doyen até tem colaborado de alguma forma com esta direcção…

Comunicado cheio de falácias, de quem enfiou a carapuça e está a ver o tapete a fugir-lhes por debaixo dos pés.

Já agora… quem é o Doyen? Quem fez o comunicado? Quem dá a cara para aqueles lados? Pois…