88ª Cerimónia dos Óscares - 2016

[member=1247]barbosa este ano só estive mesmo atento a categorias principais(filmes, actores). Esses consegui ver todos.

De resto quase nada. Só vi um filme de animação(Inside Out) e um filme estrangeiro, o Mustang(franco-turco).

Basicamente é sobre 5 raparigas que na sua juventude decidem brincar na praia com os rapazes, algo que é visto como incorrecto na comunidade. A premissa é essa e depois desenvolve-se com a dura educação tradicional que vão levar e a tentativa de as esconder e limitar a sua liberdade.

Não sendo uma história propriamente original, não achei um mau filme. :great:

Vou consultar o Bill Murray

Amanhã ainda verei o Joy e o The Hateful Eight, pelo que colocarei aqui mais tarde o que achei dos dois. Só após esses visionamentos, darei as minhas previsões e preferências para a entrega dos prémios. Para já, ficam as breves análises aos principais concorrentes:

Mad Max: Fury Road
Gostei do filme, embora para mim não seja o melhor da saga (essa honre cabe ao 2). Em termos técnicos é um filme praticamente perfeito, no entanto, senti-me por vezes pouco à vontade com o pace utilizado ao longo do filme. Andar numa montanha russa é porreiro, mas passar duas horas numa montanha russa pode dar uma enorme dor de cabeça. Destaque para a grande interpretação da Charlize Theron e para a realização do George Miller, apesar do ritmo demasiado alucinante, na minha opinião. 7/10

Room

Já fiz a minha breve análise ao filme. Os aspectos negativos já os apontei atrás e pela positiva não há como não destacar a perfeição da Brie Larson, onde lhe foi permitido brilhar (noutras situações penso que o próprio plot não lhe permitiu ir além). Jacob Tremblay faz o que tem a fazer com mestria também. Destaque para alguns aspectos positivos da realização, embora não tenha gostado da edição do filme. 6.5/10

Carol
Confesso que esperava mais. Tem duas das melhores actrizes da actualidade (que não desiludem nem um pouco) e tem um forte argumento. No entanto, nunca me pareceu arrancar. Estive durante todo o visionamento à espera de mais e isso nunca veio a acontecer. Penso que se perdeu uma boa oportunidade de se fazer algo maior. Perfeito em todas as componentes técnicas. 6/10

The Big Short
Provavelmente o melhor filme que vi de 2015 (na minha opinião, é claro). É um filme pretensioso e até um pouco arrogante, mas pessoalmente adorei essa espontaneidade e a atitude que o mesmo transmite. O tema é pertinente, o guião é óptimo, as interpretações estão a um nível fantástico (Bale e Carrell à cabeça), a realização é competente e a edição…diferente, pelo menos. Se pudesse escolher, seria este o meu filme do ano. 8.5/10

The Martian
Surpreendeu-me pela positiva. A interpretação de Matt Damon foi das coisas que mais me surpreenderam, mas a realização de Ridley Scott não lhe fica atrás (a nomeação ficou onde?). É um filme daqueles que passa rapidamente sem darmos conta, com reviravoltas, com surpresas, com decisões complicadas com dilemas morais à mistura…tem os ingredientes certos, ficando ali entre uma abordagem mais séria e uma abordagem declaradamente blockbuster. Gostei muito. 8/10

Spotlight
Tema bastante pertinente, com um leque de actores que garante interpretações de qualidade, polémico, actual…tinha tudo para dar certo. E deu. É um dos bons filmes do ano. No entanto, na minha opinião, ficou a faltar algo para ser ainda maior. Faltou um pouco de chama, faltou um pouco de factor-surpresa, faltou um pouco ir mais além do simples contar de uma história. A nível de montagem é o melhor que vi este ano, onde tudo parece encaixar na perfeição. Mas às vezes parece demasiado perfeito. 7.5/10

Brooklyn
É um filme engraçadinho. Bom para se ver num domingo à tarde. Bom para se ver com a família e/ou companheira. Bom para se ver quando estamos numa paz de espírito que nos permita ver algo leve sem muito para pensar. Tem uma grande interpretação da Saoirse Ronan que me chama a atenção desde bem novinha e é fantástico a sua transformação ao longo do filme. 7/10

The Revenant
É um grande filme. Ponto. Ouvi muita gente dizer que desiludiu e tal, mas tudo o que faz, faz bem. A nível técnico é o filme mais forte do ano (aquela fotografia é qualquer coisa fantástica), a nível de realização é uma lição que deve ser estudada take por take e a nível de coordenação de actores está próximo da perfeição. A nomeação de Tom Hardy surpreendeu, mas não entendo porquê. Desde os primeiros momentos do filme que se percebe o que ele iria fazer dali. E fez. Quanto a DiCaprio…eu percebo que gostem mais doutro tipo de personagens do mesmo, personagens mais baseados no diálogo e menos na expressividade. Mas o que ele faz aqui é assombro. Merece o prémio. Como aspectos menos positivos, aponto a falta de consistência no argumento (pouco sólido). 8/10

Ex-Machina
Para mim é a grande ausência na lista dos melhores filmes. Tendo em conta que em anos anteriores já tivemos surpresas como Toy Story 3 ou District 9 (que mereceram!), esperava este ano ver por ali este filmaço. A Alicia Vikander merecia a nomeação, o Oscar Isaac faz um enorme papel e a nível técnico o que faz também não é brincadeira (destaque para o som-ambiente presente em todo o filme). Tudo isto aliado à colocação de várias questões éticas/morais ao longo da trama e a um clima de suspense constante. Um dos melhores do ano. 8.5/10

45 Years
Um argumento bastante simplista, um filme que cabia e bem como uma curta. Mas não há como negar que Charlotte Rampling leva o filme às costas, apesar do Tom Courtenay também ter estado a um nível muito bom. No entanto, ficou sempre sensação de que acrescentava muito pouco como filme. Há pouco a destacar aqui. 5.5/10

The Danish Girl
Gostei. A nível técnico está lá (guarda-roupa, caracterização…) e depois tem o Eddie Redmaine a brilhar mais uma vez (a nível de expressividade a transformação é do mais impressionante que já vi) e a Alicia Vikander a justificar o prémio na minha opinião. Aliás, quanto a mim, merecia ter tido duas nomeações este ano. É um caso sério esta rapariga. Como filme, é um bom filme, que cumpre ao que vem, não indo muito além em questões que deveria (o dilema interior da personagem principal é suplantado pelo dilema interior da personagem de Vikander, poderia separar as águas entre corpo de homem/mulher vs atracção por homens/mulheres, etc.). 7/10

Steve Jobs
O argumento é bom. Mas isso já sabíamos quando vimos quem era o seu responsável. Esperava mais, confesso. É um bom filme, mas explora pouca a natureza e os conflitos interiores de Jobs. Ainda estou para entender se Fassbender não foi mais além por culpa própria ou se foi o próprio guião que não o permitiu. Muito bem Winslet, embora por vezes me parecesse exagerada nos tiques e maneirismos. Gostei bastante (e surpreendentemente) do Seth Rogen. Achei por demais exageradas as cenas de diálogo em andamento, como hoje está tão na moda em Hollywood. 7/10

Creed
Está…giro. E é isso. Um filme leve, para passar o tempo, para ver sem grandes pretensões. Não percebo algum barulho que foi criado (em que até se falava em nomeações para realização ou actor principal ^-^ ). Aliás, as melhores notas do filme são as interpretações de Stallone (que mereceu a nomeação) e a de Tessa Thompson (que seria difícil caber como Actriz Secundária num ano tão forte). Blockbuster típico. E bom. 7/10

Se for a fé em escolher filmes da treta.

É completamente inconcebível ter um filme como este Mad Max nomeado sequer para a principal categoria, então se a vencer é o fim da picada.

O melhorzinho do filme é a Charlize Theron e parte da cinematografia.

O Tom Hardy não é definitivamente o Mel Gibson e nunca consegue transmitir aquela sensação de um gajo minimamente são mas movido por uma “bitterness” e um desinteresse provocados por uma vida madrasta.

A luta pela sobrevivência do Max nos outros filmes também era sempre feita num contexto de um mundo polarizado em permanente conflito, algo que também aqui está em falta já que parecem isso sim todos mais ou menos amiguinhos e em paz uns com os outros (a situação encontrada para despoletar toda a acção ao longe do filme é um bocado simplista e vejam só que se vão todos ajudar uns aos outros sem qualquer razão aparente, apenas porque sim).

Por fim, e voltando ao início, a cinematografia. É idêntica à dos Max Maxs anteriores, especialmente a do segundo. Está mais polida, tem cenas mais bem conseguidas fruto dos efeitos especiais (também mal era se assim não fosse), agora não é nada de inovador nem que mereça uma distinção especial na minha opinião.

Se isto ganhar os Óscares… enfim. (E eu gosto muito da saga Mad Max, portanto nem é por aí)

Haters :twisted: :twisted: :twisted: :mrgreen:

PS-É óbvio que não vai ganhar. E compreendo perfeitamente que é filme facilmente “detestável”. Por isso mesmo será a última vez que falarei dele, até porque já dei a minha opinião no tópico dos filmes. Mas acaba sempre por variar com os gostos de cada um e da maneira com que cada um encara o cinema(olhar mais “apaixonado” ou mais “crítico”).

PS2-Não é assim tão linear nem tão pouco uma verdade absoluta considerar este Mad Max o pior da saga. Lembro-me de ter lido vários artigos, inclusive na review do rotten, que o considera o melhor. Aliás, até continua a liderar a lista do top100 2015 para o site.

http://www.rottentomatoes.com/top/bestofrt/?year=2015

PS3-Espero que haja maratona dos Oscars pela madrugada dentro aqui no forum.

Isso está garantido 8)

Não é de todo um filme “detestável”, eu gostei bastante de voltar a rever o universo do Mad Max. E está ali pertinho do segundo MadMax em qualidade, tê-lo-ia ultrapassado com uma boa história em vez de uma simples perseguição l.

Daí a achá-lo merecedor de Óscares vai uma grande distância.

Mad Max em história é zero. O que valeu foi uma excelente realização e dois actores como deve ser.

Mad max é péssimo, nem sequer existe ponto por onde pegar.

Nem sequer se consegue pegar na realização, fotografia, direcção de arte, edição, som, guarda-roupa ou caracterização. Foi péssimo em tudo.

::slight_smile:

Deixo esta aposta para logo à noite. O Mad Max vai ser o filme que vai sair da cerimónia logo à noite com o maior número de prémios.

Não posso acreditar que não existam filmes superiores em realização este ano. Edição, som e fotografia não vejo nada de especial. Guarda-roupa, direcção artística e caracterização sim.

Não vi assim tanta coisa este ano. Mas pelos nomeados…

A realização do The Big Short e do Spotlight não é nada de especial. Diria até que a do primeiro é desnecessariamente barulhenta, o Adam McKay quis lembrar-nos que estava lá e não de uma forma muito admirável. Pode haver quem goste desse tipo de realização, eu não gosto e acho que não tem grandes méritos. Não vi nem o The Revenant nem o Room, que admito que serão dos nomeados para o prémio, os que terão potencial para ter as melhores realizações pelas especificidades dos filmes, a par do Fury Road. A do Fury Road para mim foi do melhor que se viu em filmes de acção na última década.

Não sou capaz de separar Edição e Realização portanto digo o mesmo para esse prémio. Quiçá a Edição esteja mais relacionada com a estrutura do filme? Mas aí começa a entrar no campo do Argumento.

Quanto à Fotografia, desculpa lá mas para mim não há sequer comparação aqui:

O segundo Mad Max fica a dever imenso ao Fury Road neste campo. Está bem que não tinham os meios técnicos e o orçamento para esse filme que tinham para o actual. Mas mesmo em relação aos meios técnicos no ano seguinte ao Mad Max 2, o Das Boot perdeu a melhor fotografia nos Óscares e nota-se uma grande diferença entre ambos:

Som admito de novo que não é um campo de que entenda muito, e nem sou capaz de distinguir entre ambos os prémios de Som. Mas dado que não há nenhum filme relacionado com música entre os nomeados o prémio estará mais em aberto. O Mad Max pode puxar dos galões com a “sinfonia” de motores que teve no filme e com o esforço dispendido - um ano e meio de trabalho - e criatividade à LotR (e.g. a Big Rig incorporar sons de baleia, num paralelo com o Moby Dick) aplicada neste campo.

Sendo honesto, sou bem capaz de perder a aposta. Os prémios relacionados com a realização (Realizador, Fotografia, Edição) podem ir todos parar ao The Revenant por exemplo, o Som já admiti que não é a minha praia, até Guarda-Roupa - a Academia gosta muito de premiar vestidos - ou Efeitos Especiais com Star Wars a destacar-se podem ser perdidos. Pode acabar por não ser o melhor do ano em nada, mas é exemplar em muita coisa, o que faz com que se destaque por terem havido poucos filmes com tantos pontos fortes em simultâneo, mesmo que peque em termos de argumento.

Já agora, este ano vai haver ou houve uma manifestação dos duplos de Hollywood que queriam um prémio da Academia que reconhecesse o seu trabalho - Best Stunt Coordination acho eu - acho que seria mais um Óscar que o Fury Road se arriscaria a vencer.

Quando um tipo lê que o Mad Max é péssimo e não tem história rigorosamente nenhuma… é difícil levar a conversa a sério :lol:

Bem, andei aqui a engonhar para deixar o meu apreço ao ano de cinema de 2015 e à corrida aos Óscares em particular, mas cá vai…

2015 foi um ano mau de cinema como eu francamente há muito não via. Quando se tem que andar a caçar restos no fundo do baú para construir um top-20 do ano, sabe-se que a situação está preta… Quando tudo o que são produções de estúdio cujo único propósito é caçar Óscares acaba na lista dos nomeados, sabe-se que o ano não teve grandes surpresas… Nem o cinema estrangeiro se safou este ano, com muito pouco a mostrar. :cartao:

“The Revenant” será muito provavelmente o vencedor do certame de mais logo e baterá recordes históricos. Innaritú vai ver o seu ego subir ainda mais rabo acima, ele que já tem mais mania que 90% dos realizadores com real talento que aí andam. Vai atingir níveis insuportáveis, à James Cameron. Não consigo apoiar esta escolha (e eu até fui dos apoiantes de “Birdman” o ano passado). “The Revenant” é todo um espectáculo técnico posto ao serviço de uma história miserável e preguiçosa sem nada interessante para contar. É o The “Leonardo DiCaprio acting for the Oscar” Show. Esse é outro. A minha antipatia com a personagem já é sobejamente conhecida. Não consigo guiar-me pelos gritos histéricos da Internet que fala dele como se fosse o novo Day-Lewis. Queria ele. É um bom actor, que decidiu que até ganhar um Óscar se for preciso corta os pulsos em frente à câmara e só não se mata porque assim não ia poder receber o Óscar no pódio. A versão DiCaprio “prestige” não dá para a minha pessoa, desculpem. Uma pessoa pode ser muito bom actor, ser galardoado sem se prestar a um declínio criativo. Podia ser brilhante em vários estilos e géneros mas não, é sempre arroz, dramalhões de vaca deprimida sempre a sofrer, atormentado por mil demónios ou “comédias” (ressalvo as aspas) tipo Django ou o Wall Street em que interpreta sempre o mesmo tipo de personagem com personalidade borderline e narcissista que o moço faz a dormir. Não lhe dava o Óscar, escusado será dizer. :menos:

Despachada que está a minha reclamação, passemos aos nomeados aos quais eu reconheço verdadeiro mérito - todos os outros.

Da sensibilidade e beleza simples da narrativa de “Brooklyn”, ao duo simbiótico que ultrapassa floreados narrativos sui generis em “Room”, do carisma de uma superestrela em total comando da sua persona cinematográfica em “The Martian”, do “old fashioned value” tão comum em Hanks e Spielberg em “Bridge of Spies” até à admirável mácula que pauta todos os aspectos de “Spotlight”… Todas verdadeiras mais-valias deste ano cinematográfico e merecedores, cada um à sua maneira, de elogios. :clap:

E chegamos ao melhor de todos os oito nomeados: “Mad Max - Fury Road”. Um filmaço de épicas dimensões, um pacote explosivo de prodígio técnico e narrativo, o equivalente cinematográfico de dinamite; uma quase obra-prima da ficção de acção feita por um veteraníssimo destas andanças, à linda idade de 73 anos. George Miller, you rock. :mais:

Uma palavra para um certo filme que não chegou a outras categorias a que devia ter chegado: Carol. Obrigado, Todd Haynes, por mais uma vez mostrares como se faz bom cinema com tão pouco. :mais:

Vi quatro dos cinco nomeados, faltou-me o “Theeb”.

Desses quatro, os melhores são o “Mustang” e o “Son of Saul”. No primeiro, congratular o casting e a representação. A história é simples mas muito favorecida pela química entre as moças. No segundo, a admirar a beleza formal, a originalidade da história (sobretudo tendo em conta o tema geral, muito gasto) e a energia.

Já agora, ninguém me perguntou, mas de entre os nomeados, seriam os meus vencedores…

Filme - Mad Max: Fury Road / Realizador - George Miller
Actor - Fassbender / Atriz - Blanchett / Ator Secundário - Stallone / Atriz Secundária - Winslet
Argumento Original - Ex-Machina / Argumento Adaptado - Carol
Fotografia - Mad Max: Fury Road / Edição - Mad Max: Fury Road / Efeitos Visuais - Mad Max: Fury Road
Guarda Roupa - Carol / Produção Artística - Mad Max: Fury Road / Caracterização - Mad Max: Fury Road
Som - Mad Max: Fury Road / Mistura Som - Mad Max: Fury Road / Banda Sonora - Carol / Canção - Youth
Animação - Inside Out / Documentário - The Look of Silence / Filme Estrangeiro - Son of Saul

:great:

E só para não dizerem que sou groupie do “Mad Max”, o meu top-10 do ano seria qualquer coisa como (ainda com filmes para ver e em ordem alfabética, não preferencial):

As 1001 Noites (Miguel Gomes)

45 Years (Andrew Haigh)

Brooklyn (John Crowley)

Carol (Todd Haynes)

Ex-Machina (Alex Garland)

The Look of Silence (Joshua Oppenheimer)

Macbeth (Justin Kurzel)

Mad Max - Fury Road (George Miller)

Spotlight (Tom McCarthy)

Que Horas ela Volta? / The Second Mother (Anna Muylaert)

É lidar…

Visto o The Hateful Eight.

Não entendo a sua ausência de argumento. Não entendo a sua ausência de filme num ano em que existe por lá tanto filme normal/banal (Room, Brooklyn, Mad Max e Bridge of Spies são manifestamente inferiores em quase todos os aspectos). O casting é fenomenal, não encontrando uma única actuação menos credível. Do que gostei menos? Surpreendentemente do 1º Acto. Costuma ser aqui que Tarantino nos prende com um soco no estõmago, mas aqui achei um começo muito insipido. Felizmente melhorou e muito, com belas surpresas ao longo da trama. 8/10

É mesmo, [member=18157]aziomba :slight_smile: Desculpem a acidez do texto sobre o “The Revenant” mas eu tenho tentado manter a calma. É o meu “Whiplash” deste ano. :mrgreen: