1. you already know the joke. :lol: :mais:
It’s career day in primary school where each student talks about what their dad does. Little Johnny is last, and finally the teacher calls on him to talk about his dad. Johnny comes to the front of the class. ‘My daddy is a dancer at a gay bar. He takes off his clothes for other men, and if they pay him enough money, he goes into the alley and performs sexual acts on them.’ The teacher is shocked, and she calls for an early recess for the rest of the class. She sits down with Johnny and asks him if this is really true about his dad. Johnny says; ‘No, but I was too embarrassed to say he played for Tottenham Hotspur.’
Fora de brincadeiras: o que (me) parece que aconteceu no papel de Eddie Redmayne tem que ver com o pouco arco emocional que foi dado à sua personagem por Lucinda Coxon e|ou Tom Hooper. :menos: Há uma clara intenção de (nos) apresentar Lili, de caracterizar Lili, de personificar Lili, mas é dado pouco destaque às questões emocionais|psicológicas de Einar Wegener que durante a maior parte da película está mais preocupado (?) em tornar-se na Lili, por inteiro, e não propriamente na sua demanda interna de esclarecimento e|ou entendimento pessoal. Houve um clique, e desde então, a película dedica muito pouco tempo às diversas questões emocionais de enorme complexidade que daí podiam advir.
Esse papel e|ou arco emocional mais completo fica a cargo de Alicia Vikander [Gerda Wegener], que ela sim, se vê num limbo emocional entre ser a amiga e única pessoa em quem Einar|Lili pode confiar a sua verdadeira pessoa, e a mulher que sem se aperceber, acabou de perder o marido devido à sua procura pela verdadeira identidade sexual. É uma personagem mais rica, do ponto de vista psicológico, do que a de Redmayne, o que até acaba por ser curioso e uma das razões pela qual o filme, provavelmente, não recebeu nenhuma nomeação, nem tão pouco o seu realizador. Tom Hooper não quis enveredar pelas vicissitudes de uma mudança de sexo, preferiu ocupar-se pela superficialidade da transformação. Adicione-se a isso a sua escolha de uma tema tão abordado nos EUA em 2015 e é uma película que tresanda, um pouco, a oportunismo. Fica para a próxima, Hooper. :lol: :twisted:
[hr]
2. quanto mais criticas leio sobre Room, mais (me) convenço que não fui mesmo o único a adorar a película e|ou a tê-la como favorita.
:mais: Tem aquilo que faltou, um pouco de lés-a-lés, em quase todas as produções de 2015 [Spotlight, The Big Short, The Revenant, Bridge of Spies, The Martian], um arco emocional bem contado e um bom desenvolvimento (psicológico) das personagens. É o que (se) chama uma história com sumo, esta teve-o, gerou uma enorme compaixão, tocou em diversas questões sociais e ainda conseguiu ter nas suas duas estrelas principais [Brie Larson, Jacob Tremblay] duas prestações fantásticas, aliás, até é de admirar o Jacob Tremlay não ter sido nomeado. É (mais) uma chapada de luva branca nas mega produções de Hollywood, uma película com um budget tão “pequeno” [6M] ser tão bem realizada, tão bonita e tão competente.
Tenho ideia que a minha decisão está tomada. :mais: É Room o meu cavalo de batalha para 2015. [member=19650]DDraper, que não cheguem os Óscares e tu não tenhas, pelo menos, dito ao Fórum quem é que desejas que ganhe a estatueta. :mrgreen: [member=14956]Letista, [member=17033]Chown, [member=10453]Domingo, [member=121]Paracelsus, [member=6334]joaommx, [member=22742]Espinoza, @Yaponchik, [member=5591]2xtreme, então e vocês, já viram todos? Votam em quem?