Última "Bola Quadrada"!

06-12-2004 Bola Quadrada - O Futebol nos tempos da pedra lascada O Record do disparate

O diário Record tem vindo a demonstrar nos últimos tempos uma visível alergia sportinguista, de que a edição de segunda-feira, 6 de Dezembro, é um exemplo a vários níveis.

No futebol, Record continua a omitir um golo ao sportinguista Liedson, situação em que, bem à moda do antigamente, está orgulhosamente só. Tão só como na análise segundo a qual no terceiro golo do Sporting em Coimbra Liedson fez falta sobre Pedro Roma. Só Record viu, vá lá saber-se a razão pela qual usou óculos de cortiça. Os mesmos óculos com que recorre à intriga sobre a ausência de Polga na equipa, para já não falar no estafado lugar comum do “Polga atrás da orelha”. Zero em criatividade.

No andebol, Record descobriu que o clássico Benfica – Sporting foi “um fiasco”, talvez porque os “leões” ganharam pelo dobro. Bastava que o autor tivesse percebido que o Sporting praticou durante 30 minutos do melhor andebol que anda em circulação, e que o Benfica disso não teve culpa, se quisesse informar os leitores. Mas não. Provavelmente estaria mais interessado em saber o que se passava no importantíssimo clássico entre o Manabola e o Águas Santas, para a Taça da Liga da mentira, remetendo para posição secundária o importantíssimo comunicado conjunto divulgado por Benfica e Sporting sobre a preocupante situação no andebol nacional.

Há muitas maneiras de fazer jus ao nome do diário Record. É pena que seja pela via do record do disparate.

Pasquim 2 no seu melhor! :?

Dos poucos Bola Quadrada com pés e cabeça, inegável a azia que o Record neste momento apresenta em relação ao Sporting…

…pena que prossiga a péssima política de não assinar as peças, ou à falta de assinatura não surgir a identificação dos responsáveis desta iniciativa editorial tb ela pasquinense… era da mais elementar seriedade deontológica.

(embora no meio se saiba quem é o menino que coordena a iniciativa, até já tem um filho bem colocado na Sport TV).

Dos poucos Bola Quadrada com pés e cabeça, inegável a azia que o Record neste momento apresenta em relação ao Sporting..

…pena que prossiga a péssima política de não assinar as peças, ou à falta de assinatura não surgir a identificação dos responsáveis desta iniciativa editorial tb ela pasquinense… era da mais elementar seriedade deontológica.

(embora no meio se saiba quem é o menino que coordena a iniciativa, até já tem um filho bem colocado na Sport TV).

Continuo com a minha … O que ete homem sabe …

Toda a gente conhece o Goulão… o único problema é que ele e a sua trupe não assinam o serviço. Para um homem de esquerda cheio de princpios fica-lhe mal.

Deve ser a nova esquerda caviar :).

A nova do pasquinoide II é a mais incrivel que já vi;

Agora na lista dos melhores marcadores aparece Liedson na frente com 10 e um pequeno asterisco, em baixo lê-se muito pequeno;

  • A Liga atribui 11 golos a Liedson

:lol: :lol: :lol: :lol:

Até onde irá o ridiculo?

A nova do pasquinoide II é a mais incrivel que já vi;

Agora na lista dos melhores marcadores aparece Liedson na frente com 10 e um pequeno asterisco, em baixo lê-se muito pequeno;

  • A Liga atribui 11 golos a Liedson

:lol: :lol: :lol: :lol:

Até onde irá o ridiculo?

ahahahahah

eu ontem enviei-lhes um comentário, a informá-los que no site da liga o Liedson tinha 11 golos, se calhar foi por isso :smiley: :D. É claro o comentário não passou na censura

e vejam o que eu apanhei ontem. (reparem no clube do simão!!)

Não é de agora que tenho notado que o Sporting anda com muito má imprensa, quer falada quer escrita.

E não é só o pasquim 2…

Realmente isso dos golos do liedson está a atingir um nível… :slight_smile:

Nem sei como não meteram o nome do Simão à frente.
Enfim…

Mas o que tem piada é que os clubes donos do Pasquim I e Pasquim do Norte gostam de dizer que o Record é do Sporting :lol:

É por estas e por outras que considero profundamente errada a estratégia de comunicação que preside à Bola Quadrada.

Não há dúvida que acerta no alvo, aliás a questão dos golos do Liedson já foi sobejamente discutida aqui no fórum, mas a pergunta que faço é esta: quem é que lê a Bola Quadrada? Quem é o público potencial de uma rubrica inserida no site do Sporting?

Naturalmente que a Bola Quadrada é lida por internautas sportinguistas. Nada mais. E deste modo, o Sporting limita-se a denunciar algo que qualquer sportinguista mais interessado já sabe: o Record trata o nosso Clube movido de má fé.

A denúncia acaba pois por ser redundante: parece um exercício de auto-comiseração, no qual se lamenta em família a afronta do inimigo. E ainda por cima chega com o cunho anónimo e algo rasteiro que caracteriza a rubrica, quando teria muito mais impacto na forma de comunicado oficial, assinado por um director de comunicação (o sniper mediático de que já falei aqui) e divulgado no próprio Record sob a forma de publicidade paga.

Vou até mais longe: o Liedson devia ser encorajado a mostrar, na celebração de um golo, uma inscrição alusiva à teoria ridícula do Record. A multa a pagar seria um preço em conta para pôr todo o país desportivo a discutir o absurdo da situação e as motivações que estão por trás desta campanha do pasquim 2.

Não concordo. Não tenho a menor dúvida de que tudo o que é jornalista lê aquilo. Assim, reunimos os dois públicos-alvo daquela rubrica: os sportinguistas e os autores de algumas notícias.

E, se calhar, o * junto aos golos do Liédson aparece devido à bola quadrada. Pode ser coincidência. mas lá que coincide…

A.A.

É por estas e por outras que considero profundamente errada a estratégia de comunicação que preside à Bola Quadrada.

Não há dúvida que acerta no alvo, aliás a questão dos golos do Liedson já foi sobejamente discutida aqui no fórum, mas a pergunta que faço é esta: quem é que lê a Bola Quadrada? Quem é o público potencial de uma rubrica inserida no site do Sporting?

Naturalmente que a Bola Quadrada é lida por internautas sportinguistas. Nada mais. E deste modo, o Sporting limita-se a denunciar algo que qualquer sportinguista mais interessado já sabe: o Record trata o nosso Clube movido de má fé.

A denúncia acaba pois por ser redundante: parece um exercício de auto-comiseração, no qual se lamenta em família a afronta do inimigo. E ainda por cima chega com o cunho anónimo e algo rasteiro que caracteriza a rubrica, quando teria muito mais impacto na forma de comunicado oficial, assinado por um director de comunicação (o sniper mediático de que já falei aqui) e divulgado no próprio Record sob a forma de publicidade paga.

Vou até mais longe: o Liedson devia ser encorajado a mostrar, na celebração de um golo, uma inscrição alusiva à teoria ridícula do Record. A multa a pagar seria um preço em conta para pôr todo o país desportivo a discutir o absurdo da situação e as motivações que estão por trás desta campanha do pasquim 2.

Olhe que não caro A.A, olhe que não… já são muitos e muitos os jornalistas a quem refiro o bolas quadradas e que não fazem a minima ideia do que é… e o pior é que não voltam. Já os comunicados ofiicais e as notícias de homepagem do site isso sim é visitado.

As pps características pasquineiras da iniciativa não convidam pessoas com um mínimo de QI e obviamente desprendidas do sportinguismo galopante que nos pode mover enquanto adeptos a visitar tão fútil inciativa.

Não concordo. Não tenho a menor dúvida de que tudo o que é jornalista lê aquilo. Assim, reunimos os dois públicos-alvo daquela rubrica: os sportinguistas e os autores de algumas notícias.
Não sei se os jornalistas lerão aquilo, mas mesmo que o façam a mensagem continua restrita a "nichos de mercado" e não chega a quem devia, até porque os jornalistas, mesmo que leiam, não fazem eco do que lá se escreve.

A maquinação do Record merece ser exposta e desmascarada em larga escala, não apenas perante sportinguistas que já a conhecem e jornalistas que não a divulgam.

Já se sabe que o pasquim 2 não admite discussões sobre o assunto, até censura comentários de leitores como eu e mais alguns já lá deixámos. Os outros pasquins não pegarão no assunto a menos que ele seja levantado oficialmente pelo Sporting. E as televisões não o abordarão até que ele tenha visibilidade que o justifique. Em conclusão: a Bola Quadrada é igual a nada.

Muito vos incomoda a Bola Quadrada…

A BQ não agrada à classe (ou falta de) jornalística? Pá…sinceramente o que menos me importa é o que os outros jornalistas pensam.

De uma vez percebam que a BQ difere de um comunicado oficial no site por exemplo no que diz respeito ao publico a quem se destina, enquanto esses comunicados servem para marcar a posição do Sporting sobre determinados assuntos o BQ dirige-se aos sportinguistas (“consumo” interno portanto) e foca as questões que devem ser do conhecimento de todos os sócios e adeptos e portanto não para o publico em geral, se isso depois passa para o exterior e causa mossa (ou não) é irrelevante porque vai para além do objectivo principal do BQ.

Queriam um comunicado oficial no site sobre a questão dos golos atribuídos pelo pasquim2 ao Liedson? Querem que todas as tomadas de posição pelo clube sejam apresentadas através de um jornal por entre notícias de diferente interesse e relevância?

Meus caros a sua existência no mínimo implica que os que realmente importam (nós) estejam mais informados, vcs esquecem-se que embora os assuntos que são abordados pelo BQ sejam na sua maioria discutidos aqui no fórum (que não pára de crescer…) muitos ainda têm como única fonte de (des)informação os pasquins e aí se torna clara a utilidade do BQ.

Eu critico muitas coisas no actual estado do nosso clube mas nunca a tentativa de alertar os seus…

Pois Baud mas eu na bola quadrada já vi chamar tripeiros a colegas e amigos meus que são ainda mais fanáticos do Sporting do que eu, apenas pq em dado momento disseram algo que ia contra a voz do dono verde…

…aí tirei as minhas conclusões sobre a credibilidade da iniciativa. É díficil combater a falta de credibilidade dos outros apresentando falta de credibilidade na pp crítica.

Editorial com assinatura:

09-12-2004 Editorial A árvore e a floresta O Sporting recorda que há muito formulou propostas que visam resolver dois dos maiores problemas que caracterizam o Sistema: os dinheiros sujos no futebol e a questão da arbitragem

Depois de já ter estado a oito pontos do primeiro lugar, à 13.ª jornada da SuperLiga a equipa do Sporting conseguiu reduzir a distância para apenas um ponto. Tudo está em aberto agora como estava então porque, apesar das teses dos que consideram que o campeonato se decide nas seis primeiras jornadas, a competição tem, de facto, 34.

A recuperação pontual do Sporting exemplifica a importância do trabalho, da serenidade e da estabilidade. São os maiores aliados da concentração competitiva essencial para os grandes cometimentos. Pouco mais de cinco meses depois de iniciada a temporada, o Sporting continua dentro da luta pelo triunfo em todas as competições em que está envolvido, tem a equipa mais goleadora e a que melhor futebol pratica em Portugal. Há certamente aspectos a melhorar, mas é inegável que foi percorrida boa parte do caminho para a consistência. Objectivo que merece continuar a ter o apoio de todos os sportinguistas, já depois de amanhã, frente ao Sporting de Braga, desejando-se uma multidão capaz de encher o Estádio.

A nível geral do Clube, o fim-de-semana voltou a ser desportivamente muito positivo, com vitórias em todos os escalões de formação de futebol e um excelente triunfo do andebol na Luz – 30-15 ao Benfica, com uma primeira parte de luxo. Significativo, por outro lado, que Benfica e Sporting tenham subscrito um documento conjunto que é um alerta aos poderes públicos para que ponham termo à grave crise no andebol nacional. Os dois maiores clubes portugueses assumem assim uma posição clara em defesa da modalidade e da transparência do seu funcionamento, perturbado pelo comportamento de uma Liga que não respeita os princípios que estiveram na sua origem.

Por maioria de razão, porque se trata de uma actividade que envolve grandes recursos e cativa milhões de portugueses, têm os poderes públicos que assumir as suas responsabilidades na reforma do futebol profissional.
Olhando para o futebol profissional a nível de organização, é cada vez mais evidente a incapacidade dos mecanismos vigentes para o fazerem funcionar em termos de credibilidade, transparência e lealdade concorrencial.
As graves questões em torno da operação “Apito Dourado” são apenas uma árvore na floresta. São meros afloramentos daquilo a que convencionou chamar-se o Sistema, cuja actividade não se esgota em práticas e em alguns casos como os que estão a ser apreciados pela justiça.

O Sporting, mantendo o respeito escrupuloso pela actividade da justiça, não se pronuncia sobre as situações em averiguação. Recorda, porém, que há muito formulou propostas que considera prioritárias e que visam resolver dois dos maiores problemas que caracterizam o Sistema: os dinheiros sujos no futebol e a questão da arbitragem.
Não querem estas propostas significar que as duas vertentes estejam interligadas – podem, no limite, até nem estar porque há maneiras diversificadas de escoar os dinheiros sujos; paralelamente, o problema da arbitragem é a sua própria orgânica, o poder ditatorial da Comissão de Arbitragem acumulando as funções de nomear e classificar, condicionando assim os árbitros. Poderes reforçados ainda esta temporada com a capacidade discricionária de “corrigir” as notas dos observadores.

As propostas do Sporting são simples.
Por um lado, criar normas de contabilidade iguais para todas as entidades que se dedicam ao futebol profissional, sujeitas a fiscalização e auditoria independente. Assim se estabeleceria a transparência sobre os movimentos de dinheiro no futebol. O Estado, todos nós, deixaríamos de ser enganados por exercícios de contabilidade criativa que viciam a concorrência.

Por outro lado, reformar o funcionamento da arbitragem através da separação entre as funções de nomear e classificar os árbitros. Estruturas essas encimadas por um conselho superior integrando magistrados. Um quadro que daria muito maior independência e tranquilidade aos árbitros, estabelecendo deste modo o primado da competência.

As propostas do Sporting são simples e não são novas. Infelizmente, são mal conhecidas e é possível detectar, por vezes, barreiras à sua divulgação, por insuficiência de informação e até por distorção. Os que disso tiram proveito são os interessados em manter tudo como está. E não está bem, como qualquer cidadão constata facilmente.

O Sporting não se cansará de lembrar essas propostas, como contributo aberto para um processo de reforma que cabe inquestionavelmente ao poder político entendido na sua globalidade. A falsa questão do “associativismo” não passa, em termos de futebol profissional, de um cada vez mais inconvincente álibi.

José Goulão (Pai :smiley: )

Quando as coisas surgem assinadas têm logo outro nível… mas de qq forma sempre que me lembro dos comentários do Goulão na TSF aquando da primeira guerra do golfo perco logo a consideração pela posição intelectual do rapaz, mesmo depois de ter sabido que era leão.

De qq forma pelo que fiquei a saber hoje, para meu desgosto e desilusão, quem redige as colunas do bola quadrada é um sportinguista que muito admiro e de quem não esperava tamanha pasquinice, nada condizente com a sua forma de estar no futebol e no jornalismo.

Editorial com assinatura:
09-12-2004 Editorial A árvore e a floresta O Sporting recorda que há muito formulou propostas que visam resolver dois dos maiores problemas que caracterizam o Sistema: os dinheiros sujos no futebol e a questão da arbitragem

Depois de já ter estado a oito pontos do primeiro lugar, à 13.ª jornada da SuperLiga a equipa do Sporting conseguiu reduzir a distância para apenas um ponto. Tudo está em aberto agora como estava então porque, apesar das teses dos que consideram que o campeonato se decide nas seis primeiras jornadas, a competição tem, de facto, 34.

A recuperação pontual do Sporting exemplifica a importância do trabalho, da serenidade e da estabilidade. São os maiores aliados da concentração competitiva essencial para os grandes cometimentos. Pouco mais de cinco meses depois de iniciada a temporada, o Sporting continua dentro da luta pelo triunfo em todas as competições em que está envolvido, tem a equipa mais goleadora e a que melhor futebol pratica em Portugal. Há certamente aspectos a melhorar, mas é inegável que foi percorrida boa parte do caminho para a consistência. Objectivo que merece continuar a ter o apoio de todos os sportinguistas, já depois de amanhã, frente ao Sporting de Braga, desejando-se uma multidão capaz de encher o Estádio.

A nível geral do Clube, o fim-de-semana voltou a ser desportivamente muito positivo, com vitórias em todos os escalões de formação de futebol e um excelente triunfo do andebol na Luz – 30-15 ao Benfica, com uma primeira parte de luxo. Significativo, por outro lado, que Benfica e Sporting tenham subscrito um documento conjunto que é um alerta aos poderes públicos para que ponham termo à grave crise no andebol nacional. Os dois maiores clubes portugueses assumem assim uma posição clara em defesa da modalidade e da transparência do seu funcionamento, perturbado pelo comportamento de uma Liga que não respeita os princípios que estiveram na sua origem.

Por maioria de razão, porque se trata de uma actividade que envolve grandes recursos e cativa milhões de portugueses, têm os poderes públicos que assumir as suas responsabilidades na reforma do futebol profissional.
Olhando para o futebol profissional a nível de organização, é cada vez mais evidente a incapacidade dos mecanismos vigentes para o fazerem funcionar em termos de credibilidade, transparência e lealdade concorrencial.
As graves questões em torno da operação “Apito Dourado” são apenas uma árvore na floresta. São meros afloramentos daquilo a que convencionou chamar-se o Sistema, cuja actividade não se esgota em práticas e em alguns casos como os que estão a ser apreciados pela justiça.

O Sporting, mantendo o respeito escrupuloso pela actividade da justiça, não se pronuncia sobre as situações em averiguação. Recorda, porém, que há muito formulou propostas que considera prioritárias e que visam resolver dois dos maiores problemas que caracterizam o Sistema: os dinheiros sujos no futebol e a questão da arbitragem.
Não querem estas propostas significar que as duas vertentes estejam interligadas – podem, no limite, até nem estar porque há maneiras diversificadas de escoar os dinheiros sujos; paralelamente, o problema da arbitragem é a sua própria orgânica, o poder ditatorial da Comissão de Arbitragem acumulando as funções de nomear e classificar, condicionando assim os árbitros. Poderes reforçados ainda esta temporada com a capacidade discricionária de “corrigir” as notas dos observadores.

As propostas do Sporting são simples.
Por um lado, criar normas de contabilidade iguais para todas as entidades que se dedicam ao futebol profissional, sujeitas a fiscalização e auditoria independente. Assim se estabeleceria a transparência sobre os movimentos de dinheiro no futebol. O Estado, todos nós, deixaríamos de ser enganados por exercícios de contabilidade criativa que viciam a concorrência.

Por outro lado, reformar o funcionamento da arbitragem através da separação entre as funções de nomear e classificar os árbitros. Estruturas essas encimadas por um conselho superior integrando magistrados. Um quadro que daria muito maior independência e tranquilidade aos árbitros, estabelecendo deste modo o primado da competência.

As propostas do Sporting são simples e não são novas. Infelizmente, são mal conhecidas e é possível detectar, por vezes, barreiras à sua divulgação, por insuficiência de informação e até por distorção. Os que disso tiram proveito são os interessados em manter tudo como está. E não está bem, como qualquer cidadão constata facilmente.

O Sporting não se cansará de lembrar essas propostas, como contributo aberto para um processo de reforma que cabe inquestionavelmente ao poder político entendido na sua globalidade. A falsa questão do “associativismo” não passa, em termos de futebol profissional, de um cada vez mais inconvincente álibi.

José Goulão (Pai :smiley: )

=D>

Quando as coisas surgem assinadas têm logo outro nível.. mas de qq forma sempre que me lembro dos comentários do Goulão na TSF aquando da primeira guerra do golfo perco logo a consideração pela posição intelectual do rapaz, mesmo depois de ter sabido que era leão.

Mas há sempre um mas??? Que é que a porra da guerra do Golfo tem a ver com o Sporting e em que é que as posições do autor deste editorial ficam pior por ter tido a posição X nesse conflicto?

Gostas do comunicado, sim ou não? Achas positivo, sim ou não? Agora…“ah sim é fixe mas não gosto da cor das cuecas do gajo”…ora bem…que é que as cuecas têm a ver com as calças?

:roll: