Surgiu uma oportunidade de ir trabalhar para a cidade do Porto, ainda que tenha que passar por um processo de selecção, e gostaria de vos questionar se é possível viver no Porto com 1000€ por mês.
Premissas: viver sozinho; sem créditos bancários; sem carro;
Antes de decidir, gostava de ter uma pequena ideia, se puderem ajudar…
Também estou nessa fase de transição, mas neste caso para Lisboa. E acho que o que irá influenciar mais será o valor que pagas pela casa. Porque de resto é perfeitamente possível viver-se com esse valor (tendo em conta que não há despesas de carro nem combustível).
Para viver “à grande” é muito pouco, estou ciente disso. Nesta fase, quero ver se compensa sair da casa dos pais, para outro sítio, se a diferença de ordenado compensa ou não. Por isso, queria ter uma ideia se 1000€ são suficientes para viver, não “à grande” mas ter uma vida razoável.
Parece que dá perfeitamente.
E com a rede de metro do Porto, podes ver se não compensa pagar uma renda menor um pouco mais afastado, mais o passe do metro.
Pois, ainda não estou preocupado com a procura de casa, pois, ainda não sei se serei seleccionado. Mas sim, é uma hipótese a considerar, deve-se conseguir melhor relação preço/qualidade, quanto mais afastado for do centro da cidade.
Parece-me que com este valor, 1000€, dá para viver na cidade do Porto e não apenas sobreviver.
Se tiver a sorte de ir morar para o Porto, sou uma hipótese a considerar. Mas aviso que a única característica entre mim e o Cristiano Ronaldo, é sermos do Funchal. Exclusivamente isto.
Ainda não ganho, nem sei se virei a ganhar este valor. 1000€ é a base para o tópico e tentar perceber se valerá a pena ou não.
Por enquanto faço parte daqueles que ganham bem abaixo da média nacional e com qualificações para ganhar bem acima da média.
Veremos como correrá a selecção dos candidatos. Já se sabe como é a função pública.
Não é que me agrade abandonar esta magnífica ilha, mas não posso ficar sempre à espera que apareça uma oportunidade e vá desperdiçando outras oportunidades, mesmo que fora de cá.
Há que ponderar bem se de facto, vale a pena ou não, abraçar outro desafio profissional e não só, pois, vou para outra cidade e vou abandonar a minha “zona de conforto”.
Não é bem ser emigrante, mas é parecido!