Uma anedota suave - é relativamente comprida, haja paciência

Certa vez, um casal de namorados resolveu fazer uma viagem de automóvel. Na viagem sofreram um acidente e acabaram por falecer os dois, Como eram ambos muito boas pessoas, foram então para o céu.
No céu, continuaram o namoro, até que certo dia resolveram tomar a grande decisão: Iam-se casar.

Foram então falar com o responsável. Este, após escutá-los, aconselhou-os a esperar mais um pouco antes de darem tão importante passo.
«Sabem, aqui no céu essa decisão tem de ser muito bem pensada e não pode ser tomada assim … ehhhh… de repente. Há uma série de factores que a condicionam. Assim, o que vos aconselho é que continuem a namorar durante mais um ano e, após esse tempo, caso ainda estejam a sentir o que sentem hoje um pelo outro, voltem a falar comigo.»

Passado um ano, volta o casal ao responsável. Este, contudo, volta a falar:
«Olhem, não pensem que quero andar aqui com rodeios, mas um casamento no céu não é uma decisão que se possa tomar de ânimo leve, tem de ser muito, mas muito amadurecida. Vocês me desculpem, mas permitam-me voltar a aconselhá-los a esperarem mais um anito. Se após esse ano ainda continuarem a se amar, venham então falar comigo que eu prometo que vos deixo casar.»

Bom, lá esperou o casal mais um ano.
Passado o ano, voltaram ao responsável que os recebeu com um sorriso e de braços abertos:
«Então cá temos de novo o nosso casal. Bom, o prometido é devido, parabéns aos dois, vamos vos casar e é já. Que venha o padre e alegria!»

E lá conseguiu o casal o seu intento.

Mais ou menos três meses após o casamento, volta o casal ao responsável e diz o homem:
«Peço muitas desculpas, mas realmente tinha alguma razão quando nos alertou para termos alguma calma quanto ao casar. Acontece que de uma hora para outra as coisas começaram a não andar lá muito bem, é discussão quase todos os dias… realmente o nosso casamento não está famoso. Pedimos muitas desculpas, mas queremos nos divorciar e ir cada um à nossa vida.»

E o responsável, após ficar mais ou menos cinco minutos a olhar para o casal com uma ar muito sério:
«Mas vocês são malucos ou o quê? O que é que vocês pensam que isto é? A casa da sogra é? Ora essa, como se não bastasse mais nada… se demorei dois anos, dois anos, para conseguir colocar cá dentro um padre, imaginem então o tempo que vou demorar para fazer entrar um advogado.»

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