fresneda, edwards, kova e harder no onze inicial, provavelmente: ![]()
hjulmand, st.juste e trincão: ![]()
fresneda, edwards, kova e harder no onze inicial, provavelmente: ![]()
hjulmand, st.juste e trincão: ![]()
Fresneda e St Juste serão titulares. A ver se o espanhol agarra a oportunidade.
Finalmente, hoje é o dia… É para ganhar, não há outro resultado possível.
E esperar que o Juste não se lesione
Estão confirmados no 11?
Não vi a CI toda
Penso que sim. Notícia Record, mas não tenho acesso a tudo.
O Juste não precisa de redenção. O que ele fez em Braga, já conta muito para esta época também. Espero bem é que consiga ser o jogador que ele quer ser, regular.
O Fresneda. O problema do Juste é as lesões. No pleno, é, para mim, o melhor dos nossos centrais.
Não há bilhetes?
No site ainda vejo uns 30 e tal bilhetes para venda …
Independentemente da vitória que não está em discussão (sim, nenhum jogo está ganho antes de estar efetivamente ganho), hoje era ótimo para o João Pereira e para a equipa terem um jogo tranquilo, bem jogado e com muito apoio vindo das bancadas.

Não é Meia Laranja, é Casalense! O menino é do Casal Ventoso!
E eu conheci aquilo como a palma da mão, becos e vielas que já não existem.
Conheces a “ilha”, por acaso? Não me parece pela descrição…
A Meia Laranja é uma zona do Casal, um dos antigos pontos de entrada para o maior ex-supermercado de jarda na Europa, descias o chafariz da Meia e ias dar às escadinhas e ao Casal de Baixo, antes de chegares ao infame muro da vergonha junto ao túnel do comboio, onde viviam muitos toxicodependentes à beira do fim, muita degradação humana que vi ali…
A turma do meu bairro, a grande Serafina/Liberdade deseja tudo de bom ao Casalense JP, bairros irmãos e unidos!
Uma tia minha, já falecida, morou quase 40 anos na Arco do Carvalhão.
Lembro-me de ir a casa dela nos anos 80 e 90 e era um degredo abismal, muita gente ouviu falar mas não fazem mesmo ideia.
Eu costumava ir lá e depois ia a pé até às Amoreiras, onde havia autocarro para Carnaxide…e ia o caminho todo a olhar para o chão, com medo de pisar uma seringa. It was that bad.
Mas lá na rua, sabendo toda a gente que eu era sobrinho da minha tia, era tranquilo. Apesar de tudo as pessoas eram uma comunidade.
E já que estamos numa de Casal Ventoso…
fdx, ainda no outro dia estava com os meus pais e (re)contei-lhes esta memória minha.
Eu estudava em Algés no Liceu (anos 90), e ia muito às Amoreiras, além da minha tia, tinha ali amigos perto, etc… costumava apanhar o 51 que ia de Algés até ao Desterro, e passava no Calvário - Casal Ventoso - Amoreiras.
Uma vez ia sentado no banco antes do último, lá atrás, naqueles autocarros da carris que tinham bancos em pele castanha, e senta-se um carocho, atrás de mim, todo fodido… mas todo fodido mesmo, a ressacar, e a comer uma sandes de atum com maionese, daquelas da Companhia das Sandes.
E porque é que eu sei que era atum?
O ■■■■■■ de merda começou a espirrar violentamente sentado atrás de mim, e eu só a sentir a sandes de atum a atingir-me a cabeça e a nuca… até dava para cheirar o atum. Directamente da boquinha do moço.
Fui paralizado até às amoreiras.
Quando lá cheguei estive meia hora com a cabeça debaixo de uma torneira nos WC do shopping… em pânico que tinha apanhado Sida no pescoço (era novinho).
Escusado será dizer que nunca mais consegui comer atum com maionese.
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Kova, Fresneda, Quaresma, St Juste, M Reis, Geny, Hjulmand, Dani, Harder, Edwards e Gyo.
Muito bem! Aposto que não se vai esquecer deste jogo.
Os miúdos nunca saberão o que era aquilo, e ainda bem, mais de 10000 pessoas numa rua a bombar 24H/dia, o negócio nunca parava, ainda cheguei a apanhar camones a perguntarem-me direcções porque vinham fazer turismo de droga, tal era a fama da qualidade do que se vendia lá.
A miséria absoluta e o melhor e pior das humanidades e desumanidades, vi muita merda por lá, desde putos com 10 e 12 a apanharem no lombo da bófia, gajos a chutarem no pénis porque já não tinham veias desobstruídas, carochos que até vendiam a mãe se necessário por uma quarta, roubavam tudo de casa por causa do pó, fora outros filmes.
Foi um abre-olhos muito grande na infância/adolescência, vi muitos amigos e conhecidos que sucumbiram ao cavalo de forma estúpida, pais que agarraram os filhos e afins.
Um filme que tive lá e não me esqueço, já vão mais de 30 anos e fui orientar-me lá mais um amigo porque queríamos verduras, ora enquanto estávamos à espera tiraram-nos pinta de bófias, porque tínhamos o cabelo cortado a zero e não nos reconheceram.
Ora, começamos a ouvir huga! huga!, o famoso grito de alarme que ficou célebre naquele bairro e a ver uma turma a correr na nossa direcção para nos fazer, mais de 50 pintas embaladas para nos servirem fruta e um gajo a ver a vida a andar para trás porque tomaram-nos como bófias à paisana…
Salvos in extremis por um amigo comum nosso que apareceu do nada e gritou “Estes são meus irmãos, são do meu bairro!”
Ainda hoje quando por vezes o encontro faço sempre questão de lhe agradecer a proeza, mesmo passado tantas décadas.