Este promete, Biopic do Lendário Bob Marley sai em 2024
Alguém consegue comprar bilhetes no site Cinema Nos?
Vou ver o missão impossível no Sábado! Em pulgas!
Nao se esta a safar muito bem por aqui.
Muito aquem do esperado…
Em termos de bilheteira ou qualidade?
Fui ver anteontem.
Vê-se bem, típico Missão Impossível do Tom Cruise. A história é um pouco mais complicada que o habitual, porque aqui entra uma AI que tem possibilidade de “prever” o que vai acontecer.
… mas já começa a cansar um bocadito, confesso. É como os filmes do James Bond, ao fim de algum tempo já viste quase tudo o que há pra ver. ![]()
Sim, compreendo. De qualquer maneira, é quase sempre um filme que entretém e vale a pena ir ver ao cinema, penso.
Eu gosto do “evento” de ir ao cinema. Ver a sala cheia, entusiasmo para um filme, etc.
Vi isso no outro dia quando fui ver o Oppenheimer. Estava o cinema completamente cheio para o ir ver, juntamente com a Barbie. Filas intermináveis para as pipocas, crianças, adultos, tudo em comunhão.
Já não via nada assim desde a estreia do Joker.
5/10
Estas “historiazinhas” da treta já começam a ser aborrecidas.
Só o vi agora, sim. Ainda por cima vi-o meio ensonado ![]()
5/10
Também vi este no outro dia no cinema. Entretenimento, risadas e ação até dizer chega, não desiludiu!
7/10
Fui ontem ao cinema ver o MEG 2.
Bem entretido, boa qualidade em 3D. Deu para passar um bom tempo.
6/10
Da filmografia de Friedkin, destaca-se um conjunto de obras-primas que invocam o confronto metafísico ou literal entre a REDENÇÃO e os “demónios” do DESEJO e da PERDIÇÃO.
São três filmes de visionamento OBRIGATÓRIO para qualquer cinéfilo que se preze…
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Que descanse em paz!
Vi ontem o Oppenheimer.
Começar pelo bom… é um bom filme. Não é mau, não é assim-assim, não, é um bom filme… mas não é extraordinário nem o melhor do Nolan. As caracterizações são boas… também não extraordinárias, mas bastante boas e convincentes. E tem algumas (poucas) cenas quase poéticas, de uma forma muito “Nolesca”, mas que resultam ao combinar muito bem a parte visual e sonora.
Ok, agora o menos bom… é um filme tipicamente Nolan em que ele tenta dar aqueles twists à Prestige e à Inception e coiso, só que aqui o twist é fraquito e na verdade não faz sentido, porque só coloca foco excessivo num conflito com outro indivíduo que não deveria ser o mote da história.
… (História essa que interessantemente não coloca o foco na bomba atómica, mas sim em Oppenheimer nos anos antes, durante e pouco tempo depois do Projecto Manhattan. Vou deixar isto como ponto neutro)…
Outro ponto negativo é exactamente não termos uma perspectiva mais longa de Oppenheimer no tempo. Isto tem como resultado serem omitidas muitas coisas importantes da vida deste e que até poderiam dar complexidade às opções de Oppenheimer durante a sua vida. O que poderia ser atenuado caso nós fosse verdadeiramente dado a conhecer a pessoa Oppenheimer, só que isso não é proporcionado. Existem alusões subtis, mas aquilo que mais se destaca é que ficamos a “conhecer” Oppenheimer quase exclusivamente pelos olhos dos outros, em particular pelos da esposa. Isso pra mim é uma fraqueza grande do filme. Acho que só na cena final consigo vislumbrar um bocadinho da pessoa Oppenheimer (e essa é uma das poucas cenas “poéticas” do mesmo), o que pra mim soube um bocadinho a pouco.




