Então tens de ver o The Business (muito bom) e o Awaydays (não tão bom, mas vê-se).
Que banho de boas cinematografias estou a levar nos últimos dias. :great:
Snatch [2000]: :mais: Brad Pitt
V for Vendetta [2006]: :mais: Natalie Portman
Black Swan [2010]: :mais: Natalie Portman
O sotaque cigano de Pitt e as duas demonstrações de poder de Portman foram absolutamente soberbas.
Acabei de ver o Devil (O Diabo) e sinceramente esperava melhor, não está mau mas… Digamos que deixa um pouco a desejar.
Acabei de ver o STONE para quem gosta de filmes meio psicoticos e cheios da psicologia então este e vosso filme.
para mim foi pessimo
Snatch é “Porcos e diamantes” em Português? Se sim, é espectacular! :great:
Sim, é. Quem viu esse e gostou, tem de ver este (se ainda não viu):
[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=WoZ2kTlwKTk[/youtube]
:great:
Guy _Ritchie rula!!E os papéis do Vinnie Jones…Watch out the zee germans…
Vejam o Rocknrolla também…
Snatch é “Porcos e diamantes” em Português? Se sim, é espectacular! :great:
É sim. :great:
Snatch [2000]
Não é um filme, é “O” filme. Fantástico. :great: Esta produção até tinha todos os condimentos para que algumas elites não lhe conseguissem achar piada. É feito por um realizador que casou com a Rainha do Pop [Madonna]. Tem Brad Pitt no final dos 90’s. Tem Guy Ritchie numa clara alusão a Quentin Tarantino. Para mim o “Lock, Stock and Two Smoking Barrels” é o seu True Romance e o “Snatch” o digno Reservoir Dogs. Guy Ritchie acerta onde todos os wannabes Tarantino falham. Porquê? É o único realizador pós Quentin que se aproxima do seu intelecto, não se fica pela carne, sangue e suor, adiciona ideias originais e diálogos hilariantes e tirou todo o proveito de Londres, dos seus arredores, dos seus sotaques, da sua beleza, do seu simbolismo. :mais:
Guy Ritchie criou uma obra prima. Com todas as letras. Jason Statham foi promovido do “Lock, Stock (…)”, Bradd Pitt aproveitou a clara subida de produção no final dos anos 90 [faz um papel - ão], Benicio Del Toro e Dennis Farina enquadram-se que nem uma luva na produção mas para mim a maior surpresa terá sido Vinnie Jones, ele que recebe tão pouco tempo de antena e que possui diálogos tão simples e curtos. :menos: Guy Ritchie fez uma comédia, um thriller, um crime, numa edição energética, integrou-lhe movimentos de filmagens épicos e perfez a melhor combinação esquemática de cores. Não é demasiado gráfico, não é demasiado violento, mas recupera em expressão, em profanidade e em má língua. Tem one line punches, tem estereótipos aos molhos. Vou recorrer ao inglês, it’s insane!
Dizer que o budget foi de apenas 10M [é pouco tendo em conta os standards de Hollywood] apenas dá mais valor à sua obra cinematográfica e sempre que me lembro da podridão que foi o Swept Away [2002] e da pior actriz do Mundo que é Madonna, recorro aos galões de Guy Ritchie que são do melhor que já vi.
:arrow:
Em 1983, Sonic Youth disse “Confusion is Sex”. Em 2000 eu digo “Confusion is Snatch”!
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Não tenho tempo para escrever sobre as duas prestações brilhantes de Natalie Portman. :great:
Conheces “The Boondock Saints”? Senão conheces, vê. Vale a pena! Mas vê o primeiro porque ainda não vi o segundo para te dizer se vale a pena. ![]()
Conheces “The Boondock Saints”? Senão conheces, vê. Vale a pena! Mas vê o primeiro porque ainda não vi o segundo para te dizer se vale a pena.
Na altura fazia mais análises a filmes e na altura comentei esse. Não me ligas nenhuma. ![]()
In Nomeni Padre, et Fili, Spiritus Sancti
E com uma introdução destas só podíamos estar a falar de um “old-school”: The Boondock Saints (1999).
Existe um sentimento comum por trás desta produção de Troy Duffy, que é o facto de viver na sombra de “Pulp Fiction”. Aliás, desde a produção de “Pulp Fiction” que as telas não conseguem representar os “gangsters” adequadamente [ie, Killing Zoe, Way of The Gun] e para muitos, este filme é a continuação dessa desgraça. Eu, ao contrário do que tenho lido, até acho o “plot” promissor e se fosse colocado na mãos de Abel Ferrara [& Nicholas St. John], certamente daria pano para mangas. E é precisamente neste ponto que surge a controvérsia. Isto tudo circula à volta de 2 irmãos Irlandeses [Norman Reedus, Patrick Flanery] que julgam “viver” para completar os desejos de Deus, “limpando” as ruas da escumalha [Traficantes, Pedófilos, Máfia]. É complicado - para alguns - entender como é que é possível criar um filme de 2 horas em que nos dão razões para acreditar que a religião é uma justificação válida e uma “via-verde” para matar.
Parece-me que a dada altura já ninguém conseguia travar a arte da palavra “F” e a violência envolvida, aliás, não é por acaso que estamos a falar de um filme que teve ser “cortado” para ter a designação de “Rated-R”. Porém, se existe critica que não consigo compreender é precisamente a que circula à volta da violência “gratuita”. Eu não sei que tipo de filmes é que quem disse isto já viu, mas cheira-me que são + adeptos do “Bambi” e/ou “Legally Blondes” do que propriamente “The Texas Chainsaw Massacre” ou “Cannibal Holocaust”. É preciso ter em conta uma coisa, este filme do ponto de vista do realismo [no que concerne a “justiça”] tem falhas enormes mas são propositadas e presumo que seja também por isso, que muitas das pessoas não sejam tolerantes com Troy Duffy. É um filme que eu aprecio e quando puderem, vejam a última cena, é de arrepiar a espinha dorsal. A intensidade do discurso prosaico é algo notável.
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a) [Personagens] - No modo geral, foi aceitável. Eu acho que os diálogos tentaram ser demasiado “cools” e pouco construtivos [à la Tarantino], tornando todo um elenco num conjunto de caricaturas que se limitam a prometer, berrar e matar. Reedus e Flanery despertam na “plateia” sensações mistas, enquanto uns os acham adoráveis, outros questionam a sua proximidade (?). Billy Connoly [II Duce] apesar de ter tido pouco tempo, foi um dos “jokers” que permitiu terminar em beleza, Willem Defoe [Paul Smecker] não fez um papel, fez “o” papel. A última imagem que tenho dele é a de “mau da fita” no “Spiderman” [Green Goblin] e não é que o homem passa de assustador, para “gay” com uma pitada homofóbica? Esteve ridiculamente brilhante. E deixo para o fim, os dois principais erros de “casting” de Troy Duffy, David Della Rocco [Rocco] e Ron Jeremy [Vincenzo Lipazzi]. Coube a Della Roco, o papel de “kind of an idiot” [muito comum nas sequelas de Tarantino] e ele não esteve à altura. Gritos exagerados, hiper-actividade e extrema esquizofrenia. E para concluir, se é para ser levado a sério, não incluam um eterno ilustre da Playboy no elenco [Ron Jeremy], sff.
b) [Fotografia] - Este, na minha opinião, foi o melhor prato da noite a confirmação de que Troy Duffy, é um produtor com talento nas veias. Eu sei que há muita influência de Tarantino nesta produção, mas os diferentes e inovadores estilos de câmara em conjunto com a utilização de “flashbacks” transformam este filme, em algo extremamente bem editado. Nada parece fora do lugar e aquele toque “slow-motion” sempre que havia uma cena de acção, permitiu a Defoe tirar da cartola uma brilhante sequela cinematográfica.
Este é provavelmente um dos melhores “low-budgets” até então realizados, que tem as suas falhas mas que se vai tornar num filme de culto para alguns. Desde já agradeço ao João23, que me receitou este filme.
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Oh…se calhar foi o Joao10 que viu a minha sugestão desse filme naquele tópico do filme da semana… :mrgreen:
Só faltou teres feito uma análise à banda sonora (também ela muito boa). Este é um dos meus filmes favoritos! Ainda bem que já o viste porque gosto imenso das tuas críticas e claro concordo com tudo, excepto com a parte do personagem Rocco porque gosto das parvoíces dele. :mrgreen:
Tenho aqui o TBS2 para ver, mas já me disseram que é fraquinho… :![]()
Eu por acaso só tenho visto treta. Li por aqui que Celda 211 era fixe, sim senhor, porreiro, mas as representações deixam a desejar. Skyline é uma fotocópia de Guerra dos Mundos com O Dia de Independência, e a representação, simplesmente horrível. Exam, com altas seeds, sem saber para onde ia, desiludiu-me, uma coisa mal amanhada. Tenho aqui para ver outros filmes, todos eles sem saber de que se trata, mas a confiar cegamente e provavelmente estupidamente nos piratas, todos eles com grandes seeds: Howl, Barry Munday, Insane, Last day of Summer, Gun, 13, Legacy, Somewhere, Needle, My own love song, Machete, all goods things, The last exorcism e um de bonecos, Alpha and Omega.
Corrijo, vi um que até foi engraçado, The other guys, o início e a morte da dupla de super polícias foi fenomenal. :lol:
(…) Curiosamente não gostei muito do Machete. Para mim bastante mais fraco que o Death Proof e acima de tudo que o Planet Terror que para mim está no top dos filmes mais recentes dentro deste género.
Eu não consigo gostar do Planet Terror [2007].
Não dá. Não vai lá. Até sou adepto das produções mal arranjadas, estupidamente previsíveis e terrivelmente visionadas mas o Planet Terror é o seu expoente máximo e eu não tenho estômago para tanto. Já Death Proof considero uma produção soberba de Tarantino.
Eu percebo a ideia do Planer Terror mas não dá. A peça não tem piada, não é assustadora, não é entusiasmante e sobretudo não é divertida. :menos:
O plot é um standard-zombie [nada de novo e/ou criativo], possui um vasto leque de actores de gabarito mas nenhum deles tem uma prestação digna desse nome - à excepção de Jeff Fahey :mrgreen: - e a violência é a tipicamente exagerada e digna de um cartoon mas a partir da altura em que não tem piada e não me entretém, leva-me a questionar a sua existência. É de esperar quando se vê uma obra de Rodriguez que ele traga os pacotes de ketchup para a tela mas o gore [que é muito] não me satisfez em nenhum ponto. E isto leva-nos à perna que foi a tentativa final de tornar este peça numa verdadeira referência mas lá está, nope.
Não acho que tenha a magia de Rodriguez e não percebo o que é que o Bruce Willis está lá a fazer. :inde:
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Já Machete [2010] vi há minutos atrás e isto sim já me entretém. Fartei-me de rir quando se reunem os Mexicanos para a “Guerra” e o último a chegar é um Mexicano com o carrinho dos cachorros. :lol:
Os últimos que vi foram “It’s a Wonderful Life” um clássico,gostei da moral da história e está um filme muito bom se dúvida
. Vi também o Crank que é uma valente merda.Fez-me rir em algumas ocasiões mas as representações foram uma bosta enorme.Acho piada aos gajos do IMDB,cascam em mais de quantos filmes (bons por sinal) só porque “não são realistas” mas um gajo a quem é injectado veneno e que morre caso o seu coração “abrande” já é digno de um 7.qualquer coisa.Ah,começarem a pinar em frente a um monte de chinocas com toda a gente a fazer um círculo em seu redor todos contentes também é bastante realista sem dúvida :wall: :wall: Que coerência :lol:
Acabei de ver o Devil (O Diabo) e sinceramente esperava melhor, não está mau mas… Digamos que deixa um pouco a desejar.
Tenho de ver esse filme. :great:
O filme passa-se basicamente num elevador, certo? Que coisas aconteciam?
Sim, é num elevador.
Se vou dizer o filme perde a piada, tens de ver. :great:
Machete [2010]

Viveu para as minhas expectativas. :great: Esta produção é uma verdadeira chapada de luva branca ao Estado de Arizona. É importante referir que o Governador [mais elevado cargo politico que representa a autoridade máxima de poder executivo numa província e/ou Estado] de Arizona queria criar uma lei que despachasse as tais pessoas castanhas dos EUA. Robert DeNiro [Senador do Texas] é a caricatura perfeita a um certo representante anti-gay do Texas no Panhandle. Já para não falar na cereja que foi “we didn’t cross the border, the border crossed us.”. Há quem se abstraia destes aspectos mas aquilo que se viu na tela é uma demonstração politica na sua essência mais genérica feita por Rodriguez.
Até se pode questionar o momentum que o filme perde na sua veia politica que está no plot mas o que não lhe falta é entretenimento e ingredientes para se tornar numa experiência extremamente divertida para quem é adepto deste tipo de peças. [de referir que Machete já teve mais sucesso que Grindhouse]. É wild. É sexy. É entretido. É violento. É lixo. É sangue. É nudez. É acção. É espectacular. É Machete. Robert Rodriguez deixou-nos água na boca devido ao trailer de Machete colocado em Grindhouse - há quem diga que conseguiu ofuscar a obra - , surpreendeu-nos ao afirmar que já tinha o script para Machete desde 1993 e a verdade é que Machete não defraudou.
Pode-se considerar inferior a El Mariachi, Desperado e Unce Upon a Time in Mexico mas serviu claramente os meus interesses. As one line punches são tão carismáticas que eu tenho de as colocar aqui em jeito de conclusão:
1 "I absolve you of all your sins. Now, get the fuck out! "
2 “Machete don’t text.”
3 “You just fucked with the wrong Mexican.”
4 “God has mercy, I don’t!”
5 “Why would I want to be a person when I am already a myth?”
:mais: Esta última partiu-me todo. É que é tão verdade. Danny Trejo é um ex-prisioneiro por assalto à mão armada e hoje em dia é um homem de culto para inúmeras pessoas que lhe reconhecem como o genuíno bad ass de Hollywood. :great: É notável. É dificil avaliar um filme deste tipo que é tão fascinante quanto amador. É um fogacho dos B-Movies de 70’s, os actores fazem overacting [não sei nenhuma forma de dizer em Português], a banda sonora é ridícula, o plot é inacreditável e os diálogos são demasiado espremidos. Se alguém o vir e dizer que não percebeu a piada, nem se dêem ao trabalho de o ver 2x. Tem um elenco de fazer inveja recheado dos fetiches de Rodriguez [Danny Trejo, Cheech Marin, Jeff Fahey], de verdadeiros mestres da representação [Robert DeNiro], de inquestionáveis maus actores [Steven Seagal, Don Johnson] e de mulheres talentosas que não têm tido as melhores escolhas nos últimos anos [Jessica Alba, Lindsey Lohan]. De notar ainda a presença de Gilbert Trejo [filho de Danny Trejo] e Tina Rodriguez [irmã de Robert Rodriguez].
Tem inúmeras falhas, deixou um tanto a desejar depois do tão imaculado trailer, possui demasiadas ideias e pode-se dizer que tenta entregar uma mensagem em vez de se assumir como um low grade B-Movie mas na minha óptica resultou, por muito que lhe falte o carisma e kind of a genuis de outras suas produções.
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Sim, é num elevador.
Se vou dizer o filme perde a piada, tens de ver. :great:
Ok, obrigado! :great:
Estou a ver “Uma Mente Brilhante” pela primeira vez
Ultimamente vi o Inception e achei fabuloso, fiquei absorvido no filme durante as 2h30. É confuso sim senhor mas a imaginaçao que é preciso ter para criar aquilo tudo é genial. Di Caprio tem um papel excelente, é hoje em dia um dos meus actores preferidos. Vi tambem o Red com o Bruce Willis, Freeman, Helen Mirren e Malkovich. TEm um elenco brutal e apesar de dizerem que é estupido deu para soltar umas gargalhadas. O Social Network tambem me surpreendeu pela positiva, o gajo que faz de Mark Zuckerberg faz uma grande interpretaçao e o seu partner tambem tem um bom desempenho. The American foi uma desilusao, achei o filme muito parado, previsivel e sem grande interesse. O Harry Potter foi a coisa habitual e como eu gosto dos livros acabo por gostar do filme tambem. Acabei de “comprar” o Black Swan para ver hoje a noite talvez mas nao sei se vou ter tempo
