Uma boa notícia:
[b]Pontapé no "Rabito"[/b]
MANUEL PEREZ
Nos próximos dias será publicamente conhecido o nome do novo treinador de Gastão Elias. Após um ano a trabalhar sob as ordens de Ricardo Ycaza, o actual número cinco português no ranking ATP cessou a ligação com o equatoriano, conhecido no mundo do ténis pela alcunha de “Rabito”.
“A nossa relação pessoal sempre foi e continuará a ser muito boa. Gosto bastante dele, mas por vezes torna-se necessário tomar outro tipo de opções, principalmente quando não se está perfeitamente conectado”, explicou Gastão Elias a O JOGO, ontem, poucas horas depois do regresso a Bradenton, na Florida, após ter passado três dias junto da família, em Casal Novo, na Lourinhã.
Tendo completado 18 anos há cerca de três meses, o jovem português, que continua a ser uma das grandes apostas da IMG/Bollettieri Academy, já será acompanhado por um novo treinador nas duas primeiras semanas do próximo mês, quando estiver a participar em dois torneios da categoria future ITF/ATP no Canadá.
Actualmente na 673.ª posição mundial, Gastão ainda não venceu qualquer encontro esta época nos cinco torneios que disputou. Esta série negativa já se arrasta desde o final da anterior temporada, marcado por duas derrotas na primeira ronda das duas últimas provas.
Se bem que a academia norte-americana, criada por Nick Bollettieri e gerida pela IMG, possua uma grande diversidade de treinadores, o futuro responsável técnico de Gastão será alguém contratado no exterior. “Ainda não tenho a certeza de quem é, mas as negociações estão muito bem encaminhadas”, limitou-se a afirmar o antigo jogador do Top 10 do ranking mundial de juniores, eleito melhor jovem desportista português masculino em 2007.
in O JOGO
E a habitual má notícia sempre que envolve a Federação Portuguesa de Ténis:
Frederico Gil: "Se jogar é pelo país"
19/02/2009
Na 3ª feira, após a conferência de imprensa a propósito dos seus resultados no ATP, Frederico Gil concedeu uma entrevista em exclusivo ao jornal O Jogo, publicada no dia de ontem.
A frase que mais se sobressaiu da entrevista foi a de que se jogar na eliminatória da Taça Davis frente ao Chipre será pelo país, mostrando algum desagrado por não ter recebido respostas da Federação em relação a apoios financeiros e ficar a saber o que pode contar por parte da mesma.
A eliminatória com o Chipre ocorre na primeira semana de Março e o tenista do CETO está convocado. Apesar de não confirmar presença, diz que, em principio o fará, «mas, se tal, acontecer, será pelo País, pois estou à espera que a federação me dê duas ou três respostas relativas àquilo que lhe foi solicitado», diz o nº 1 nacional.
in Luso Ténis
É impressionante que a Federação faça todas as trafulhices possíveis, inventando clubes de ténis fantasma com centenas de atletas federados fantasmas para sacar mais dinheiro de subsídios ao Estado, e depois quando chega a hora de pagar devidamente aos tenistas portugueses, está quieta. >:D