Será que dá para jogar a PL?…
Concordo.
Tem surpreendido pela positiva.
Entrou bem. Foi objetivo.
Da… lá correr ele corre… no próximo jogo alguém tem de jogar lá
Continuamos sem extremo esquerdo. O Maxi ainda é o melhor quando lá joga.
Entrou muito bem. Estabeleceu ali a sua posição e deu largura ao jogo. Muito bem. Gostei de o ver na esq
Provavelmente é isso que lhe falta. Um extremo que entra do banco tem que jogar no risco. Tem entrado bem, mas não entra com aquela aura de arriscar e de meter os adversários em sentido, como o Luis Guilherme fez
Não acho, está a jogar da maneira certa. Tenta perceber aquilo que a equipa precisa e executa. Não se desfaz em jogadas individuais. Tenta jogar apoiado. Uma atitude calma e assertiva, sempre concentrado.
Não vejo onde seja criticável o estilo de jogo dele, até ao momento. Simplesmente tem um registo diferente do LG.
Sim, mas com lógica, não por medo. Aliás, hoje, tendo em conta o peculiaridade e a dificuldade do jogo, tem duas situações digna de nota: um lance em que ganha em velocidade ao Alberto; dois cruzamentos com qualidade. Pouco a pouco, acho que se poderá soltar, mesmo sendo certo que chega à equipa num contexto complicado.
Tem menos recursos técnicos que os extremos que costumamos formar e tem dificuldades em espaços curtos. Não tem nada a ver com o perfil de extremo formado em clube grande.
Nota-se que chegou há pouco tempo: ainda tem velocidade. Daqui a uns meses não ganha um lance em corrida a ninguém, provavelmente.
Isso. Hoje, não fosse o Porto ter tido 120’ a meio da semana, nem o empate tínhamos conseguido.

Nem sei o que é que isso quer dizer. Tanto formamos um Ronaldo, um Nani, um Figo, um Futre como formamos um Jovane, um Carlos Mané, um Podence, um Iuri Medeiros.
Isso vem muito do jogador, das suas valências, não concordo que tenha a ver com a sua “escola”. Acho que tem mais a ver com o “trabalho de casa”, treinar com amigos “na rua” e experimentar coisas diferentes. É muito por isso que os brasileiros têm isso “naturalmente”. É algo cultural.
O treino em academia tende a ser mais focado em formatar uma série de princípios do jogo do que ensinar esse tipo de coisas, a meu ver.
Já malhei nele nos jogos anteriores, mas hoje com o tempo que dispôs não podia fazer melhor.
Parece me fraco no aspecto técnico mas tem valências físicas que podem ser exploradas.
Vai depender muito do jogo, mas contra autocarros não estou a vê-lo a ser o fator desequilibrador. Jogo aberto e com espaço? Talvez dê
Contra o Famalicão vai-se forçar o Fotis e ele vai-se lesionar outra vez, já vi esse filme várias vezes
Daqui a 5 meses estará no mercado para ser vendido ou emprestado.
Já deu para perceber que não tem a qualidade necessária para vingar num clube como o nosso.
Nunca será importante.
Para quê esse mindset?
Por que não dar o beneficio da duvida a um jogador que nem um jogo completo fez?
Não é preferível apoiar e tentar incentivar a dar o melhor do que o bota baixismo?
Tem um estilo meio desengonçado mas é jogador.
Sacrifícios de sangue ao fim de meia dúzia de minutos?
Para mim, chegado de paraquedas, tem deixado boas indicações. O plantel não se faz apenas de titulares indiscutíveis.
E chega, e vai soltar se, nota se nos lances do Granada que a grande diferença deste para outros extremos é que tirar da frente com receção e orientação bem “pensada”, aqui não só tem entrado em contextos complicados, como em posições que não o favorecem como no último jogo onde até a lateral direito jogou.
Depois, esta equipa não sabe o que é jogar com extremos verticais, há até uma aversão aos mesmos, daí a saída do Alisson que tem um perfil tão importante, e precisavas no mínimo 3 desses, o problema é valorizar o Trincão mas principalmente o Pote em todo e qualquer contexto, somos tão unidimensionais, dependentes de combinações dificílimas e de coordenação coletiva, quando muitas vezes só precisava de um extremo que fosse fortíssimo no 1 para 1, a fletir para o meio, ou para fora, entrando e rompendo individualmente.