Acho que é justo dizer que o bicampeonato ganhou-se no rendimento do monstro sueco, tendo em conta que mudamos de guarda-redes três vezes e que o nosso meio campo foi alternando durante a segunda época devido a constantes lesões.
O Gyokeres era tão bom que muitos jogos ficavam resolvidos na primeira parte e isso permite gerir o jogo e defesa de maneira diferente.
O Suarez apesar de ser um grande jogador e provavelmente o melhor substituto possivel para o Gyokeres, continua a ser um jogador que falha muito e essas falhas custaram momentos do jogo que depois levaram a subidas do adversário, porque não matamos o jogo.
O coletivo do Sporting melhorou com o Suarez, mas a eficácia do Gyokeres é algo que tomámos como garantia.
Depois chegou a uma altura onde estabilizou, mas sim, nos momentos onde as lesões nos afetaram mais, foi mais dificil o impacto do Gyokeres também.
Mas por exemplo, o Suarez marcou muitos golos nos últimos minutos ou lances do jogo, enquanto o Gyokeres raramente marcava no final, marcava sempre 2 ou 3 golos ainda antes dos 70 minutos.
O Silvano de Lúcia.. conheço quem trabalhou com ele de perto na altura.. daquela velha guarda de treinadores de guarda redes italianos.. onde criavam GR a sério.. o Schmeichel tinha um enorme respeito por ele.
Quanto ao Rui, sim, pode ser a diferença entre ganharmos ou não. Vários golos sofridos dele poderiam ser defensáveis, fora outros em que dá ideia que poderia ter feito muito mais. Golo sofrido pela seleção ontem é um exemplo.
Eu, da minha análise com os meus muito parcos conhecimentos da função de guarda-redes e de futebol, em geral, não acho que tenha tido culpa no golo de ontem.
O Neves tem uma abordagem de amador e, ainda por cima, a bola passa-lhe entre as pernas, com o Rui com a visão encoberta.
Que exagero. O Rui é um bom guarda-redes, fiável, seguro e fez uma boa época. Se te referes ao lance do golo sofrido na selecção percebes zero de bola. SL
Seria só para a foto? Os grandes GR fazem essas defesas que parecem impossíveis. O Rui dá ideia de que se a bola vai um bocado mais longe do que os braços, nem se atira. Pouco “felino”, pesado nos reflexos.