NOTÍCIA RECORD: CAP RECONHECE JUSTA CAUSA A RUI PATRÍCIO E PODENCE
Para efeitos meramente desportivos
A Comissão Arbitral Paritária reconheceu justa causa a Rui Patrício e Podence “para efeitos meramente desportivos”, reconhecendo assim o direito de “desvinculação desportiva”.
Em termos legais o processo continua na justiça, uma vez que a CAP tem pouco mais do que uma missão administrativa: confirmou que o pedido de rescisão foi feito segundo os procedimentos necessários e libertou os joggadores para assinarem por outros clubes. A decisão sobre a justa causa, que poderá eventualmente implicar o pagamento de indemnização, caberá ao Tribunal do Trabalho ou ao Tribunal Arbitral do Desporto, dependendo do que está estabelecido no contrato rescindido.
Podence e Rui Patrício foram os primeiros jogadores a rescindir com o Sporting na sequência das agressões na Academia de Alcochete.
Rui Patrício rumou ao Wolverhampton e Podence ao Olympiacos.
já se sabia daí o pedido da extinção da CAP por parte do Sporting CP, e esses processos são processos FIFA , não foi reconhecida legitimidade a CAP para decidir nada.
Meu caro, eu n estou a dizer que era a CAP que iria decidir alguma coisa sobre algum jogador que assinasse por um clube Portugues, mas a Fifa n era de certeza, pois pelo que vi e li a Fifa so decide se o jogador for para o estrangeiro ou seja um jogador estrangeiro, ou seja se o Patricio assinasse pelas papoilas a Fifa não se metia ao barulho ,mas sim o tribunal de trabalho.
sim eu percebi , eu escrevi no sentido de que era esperado e nem outra coisa diferente se aguardava . Mas a CAP é um orgão onde o Sporting CP pediu a sua extinção e até deve estar em vias disso , dada as demissões recentemente verificadas, podias sempre recorrer para o TAS e aí de certeza que a coisa piava de outra maneira, por alguma coisa tens o melhor advogado de Direito Desportivo do Mundo a trabalhar para o clube.
O Sporting CP e o dr. Juan pura e simplesmente cagam para o que diz a CAP . Com isto nem sequer dá para chatear e repara que só o rascord é que falou disso , os outros nem ligam .
SL
Processos continuam a decorrer uma vez que organismo não tem jurisdição para analisar fundamentos judiciais dos mesmos
A Comissão Arbitral Paritária (CAP) reconheceu esta sexta-feira os efeitos desportivos das rescisões de Rui Patrício e Daniel Podence, apurou O JOGO.
O despacho administrativo em causa não interfere, ainda assim, com os fundamentos de judiciais que envolvem os referidos processos, ou seja, estes continuam a decorrer em sede própria - os tribunais.
As decisões finais sobre as rescisões cabem às instituições para as quais remetem os contratos de ambos os futebolistas. No caso de Rui Patrício, hoje no Wolverhampton, o vínculo laboral que tinha assinado na sequência da última renovação contratual designava a Câmara de Resolução de Disputas da FIFA - com recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto, em Laussane - como entidade competente para dirimir eventuais conflitos.
A concluir, recordamos que no final de junho o nosso jornal noticiou que o Sporting não iria admitir que a CAP se pronunciasse sobre o tema das rescisões, sob pena de ação judicial.
SPORTING DESVALORIZA DECISÃO DA CAP E ESTRANHA ENVOLVIDOS
Leões lamentam presença de Lúcio Correia na decisão
O Sporting lamenta a decisão emitida pela CAP esta sexta-feira, não temendo no entanto qualquer efeito da mesma. No entender dos leões esta tem efeitos meramente desportivos, ou seja, libertando os jogadores para serem inscritos por outros clubes, mas não legais. Aliás, fonte do Sporting estranha o timing da decisão e lembra que tanto Rui Patrício como Podence já assinaram pelos respectivos clubes, Wolverhampton e Olympiakos, segundo noticiado pela imprensa, retirando ainda mais significado a esta decisão.
Para além disso, os leões lamentam a decisão da Comissão Arbitral Paritária numa altura em que esta está amputada do seu presidente, Ricardo Nascimento, que se afastou da mesma por reconhecer a existência de conflito de interesses. Recorde-se que antes, através de despacho, que juntou ao referido processo, Madalena Januário também renunciou à análise da documentação de Rui Patrício como ainda pediu escusa para intervir nos restantes oito casos, em virtude das suspeitas quanto à sua imparcialidade, que foram levantadas pelo facto de ser sócia do escritório de Tiago Rodrigues Bastos, o advogado do Sindicato dos Jogadores (SJPF) que prestou auxílio nas rescisões.
Refira-se que também Lúcio Correia, tal como sucedeu com Madalena Januário, suscita da parte do Sporting sérias dúvidas quanto à sua independência, fruto de diversas intervenções televisivas nas quais se manifestou a favor dos jogadores. Recordam ainda os leões que Lúcio Correia chegou inclusivamente a defender a descida de divisão do Sporting após o conhecimento do caso “cashball”, algo que não está sequer previsto nos regulamentos.
É bem, Rui! Dois penaltis defendidos contra o podeoroso Brochum. É pena o enorme nojo que tenho sempre que vejo uma noticia com o poderisissimo Wolverhampton. Aguardo pela FIFA e por tu comentares o quao de cabeça erguida vais estar depois do teu clubezo pagar a clausula de rescisão.
Maça podre vai fazer-lhe companhia. Com a companhia do Mendes até tenho pena da malta de Birmigham porque o cheiro da podridão e lixo vai chegar lá todos os dias