Esta é a epoca em que veremos de o RB tem unhas para isto.
Bastarão 3-4 meses - espero que sim.
Esta é a epoca em que veremos de o RB tem unhas para isto.
Bastarão 3-4 meses - espero que sim.
Precisamente o que defendo, com a diferença que o médio 10 será o Pote ou o Trincão, daí que seja necessário 1 extremo direito e outro esquerdo.
Nem com o Ruben Amorim, que é muito melhor treinador que este, quando quis deixar o 3-4-3 a coisa não correu bem com estes jogadores, duvido que correrá melhor com Rui Borges.
O RB não seja outro Anselmi ou Amorim do United. Alterações táticas sem jogadores vocacionados para isso quando der conta já está borda fora ou perto disso. Além disso falta claramente um avançado de topo para esticar a equipa na frente…
Quem esteve no estádio sentiu e viu o desconforto do Trincao, Catamo, Morten… O crer e não poder do Pote porque tinha que fazer muita coisa ao mesmo tempo… O Simões perdido se vai ou fica… As duas baratas tontas do Quaresma e St Juste sempre á procura de referências sem encontrar ninguém… E as laterais sempre muito recuadas sem saídas de bola e a levar logo com a pressão…
É muito mau…
Porque o que o Borges quer implementar é pressão ao portador da bola em campo inteiro…
Jogadores como Pote e Trincao são inteligentes na questão táctica nos posicionamentos e fechar linhas de passe…
Se os metes a correr atrás do portador da bola… Vai criar um desgaste físico na linha avançada
.. em que estes jogadores no momento ofensivos vai lhes tirar clarividência na hora de decidir.
Já agora Quaresma e St. Juste é uma dupla de centrais com enorme potencial para o desastre
Espero que sejam só testes para quando, para algum motivo, necessite passar para uma linha de 4 durante o jogo.
Algo que não gostava era o ter de jogar em 343 sempre, dou-lhe a possibilidade de querer provar este sistema por isso e não para o implementar durante todo o ano.
Excelente perspectiva…![]()
O Just então é top com o colega a controlar o lance e faz uma merda daquelas!
É super prematuro pensar desta forma, mas também não será este o 11 titular… muito longe disso! E os jogadores têm que ganhar forma e mais rotinas e isso o tempo trará.. mas eu tenho um receio enorme… esta mudança de tática… epah… quando se muda uma tática num plantel que está talhado para outra tática, que tem rotinas de 4/5 épocas… só acontece de uma forma! Um treinador à séria! Que seja de facto um gajo diferenciado! (Coisa que o RB não é… e com isto não lhe quero tirar algum mérito que tem tido na sua carreira!) apenas alguns teriam esse “condão”! Porque o facto de se dizer “ah e tal a equipa ertá talhada para outro sistema…” eu não tenho a menor dúvida que muitos dos nossos jogadores têm muita qualidade e que não aprenderam a jogar futebol apenas num sistema! De certeza que já todos percorreram equipas diferentes com esquemas táticos diferentes! Até mesmo os jogadores que temos que subiram da formação e que estão habituados a jogar nesse esquema há 4/5 épocas, antes fizeram toda uma formação a percorrer outros esquemas táticos e eles têm qualidade e capacidade de adaptação! Agir para isto acontecer tem que ser um treinador que consiga ter um método e uma forma de trabalhar que os consiga motivar, não a 100% porque o tempo é curto, mas a 300%!! É isso nem todos conseguem!!
Eu tenho um grande receio!
Na época passada o RB chegou e quis mudar logo tudo… quando viu que não tinha hipóteses, e a pedido dos próprios jogadores teve que recuar na sua ideia e pegar no trabalho que estava feito… mas ele vai querer agora pegar mesmo na sua ideia sem voltar atrás… o receio que tenho é que quando formos tentar remediar o problema já seja tarde demais… quando daqui a 4 meses as coisas andarem tremidas e voltarem os fantasmas do antigamente… de os outros começarem a dizer que voltamos ao normal e nem ao natal chegamos… espero não estar enganado… a equipa precisa de reforços… mas só os reforços não vão fazer milagres sozinhos!!
Não me recordo que o RA alguma vez tenha querido deixar de alinhar com o 3-4-3. Aliás, não me recordo que o RA tenha alguma vez abdicado do sistema de 3 centrais. Em termos de 4-3 ou 5-2 a coisa já é diferente. Essa sempre foi uma das grandes críticas que se fez ao RA durante o período que esteve cá. A tal intransigência táctica. Crítica que também lhe fazem em Inglaterra…
Confesso que a mim me faz alguma confusão quando me começam a dizer que o treinador “A” ou o treinador “B” não se sentem confortáveis em trabalhar o sistema de 3 centrais ou em jogar no sistema de “x” defesas… Regra geral é demonstrativo de que o treinador “A” ou o treinador “B” têm ali qualquer coisa em falta.
Uma coisa é eu preferir jogar num sistema de jogo, ter uma ideia de jogo vincada e querer aplicá-la, com resultados ou não. Foi o que vimos, por exemplo, com o RA em todas as temporadas no sistema de 3 centrais. Houve uma alteração de dinâmicas. Outra, completamente diferente, é o “o treinador não se sente confortável no sistema A ou no sistema B”. Tanto mais quando esses treinadores depois até vêm dizer que construo assim, construo assado e o que interessa são as dinâmicas.
No caso do plantel do Sporting CP, eu concordo que aquilo que interessa são as dinâmicas. É exactamente pelas dinâmicas existentes e pelo plantel que temos que me faz todo o sentido continuar a utilizar um sistema de 3 centrais. Jogadores como o Debast, o Quaresma, o Gonçalo Inácio e o Matheus Reis são jogadores talhados para este sistema. Quando se tem jogadores como o Trincão, Geny e Quenda, mais óbvio se torna. Principalmente, quando a alternativa de sistema é mandar o Fresneda lá para dentro e colocar o Geny ou o Quenda como MOE onde perdem claramente o rendimento.
Acho que esta transição de “sistema”, tendo em conta os jogadores que temos, não é a mais indicada neste momento porque, efectivamente, temos jogadores que neste sistema que temos vindo a usar são superlativos. O caso do Geny, Quaresma e Matheus Reis então, são especialmente paradigmáticos.
Eu acho que o cunho que há a dar por parte do RB seria até nas dinâmicas do ataque. Não sei até que ponto não mudaria a coisa, em vários momentos do jogo ou contra certos adversários, para um declarado 3x5x2.
Não me parece que tenha estofo, mas claro, espero que esteja enganado
Temos demasiado jogadores formatados para um modelo de jogo. Temos jogadores que numa tática de 4x2x3x1 perdem predicados e passam de jogadores decisivos a medianos.
O Pote não rende ali, o Edu, a central no meio é esquecer . Juste no meio, é outro que não rende. O que fazer com Geny (que é um ala interessantíssimo e um extremo banal -ainda para mais a jogar à esquerda)? Nuno Santos quando voltar, vai ser hipótese para DE? Debast? A somar a isto , o único lateral direito que temos para este modelo tático é o Fresneda que não tem os mínimos requisitos para jogar neste clube. Com este plantel , jogar numa linha a 4 é um desperdício de recursos e colocar vários jogadores em sub-rendimento. Ou dão ao treinador umas 3 soluções, que entrem de caras na equipa (DD, EE e PL) ou estamos totalmente lixados com “F”. Eu nao quero vitórias na pré-época, quero ver ideias , quer na organização defensiva , quer ofensiva. E desde que Rui Borges entrou (mesmo naquele contexto terrível) que não vejo absolutamente nada.
Jogamos pouco num sistema ou noutro. A questão é que os jogadores não se sentem bem neste esquema, já a época passada se manifestaram contra. Não se muda uma equipa inteira por causa de um esquema tático. O treinador tem que se adaptar ao que tem. De toda a forma é ele o responsável para o bem e para o mal.
O Amorim experimentou uma linha de 4 com a subida do Inácio para médio centro… Foi na pré época que chegou o Gyokeres…
Foi quando ganhou a alcunha de Amoriola… Porque tentou replicar o que o Guardiola fazia no City que venceu a Champions…
Preparou a equipa nesse sistema… Mas quando chegou ao primeiro jogo no Algarve contra uma equipa belga acho que empatou 2-2 aquilo não resultou e só durou 1 jogo…
Já foi despedido?
Gera ainda mais desconfiança a dificuldade do jogo ofensivo. As pré épocas além dos testes e rotação de jogadores servem também para gerar confiança. Nós não conseguimos marcar ainda a ninguém, ficamos a zero os jogos praticamente todos.
O RB ou está a voltar-se para a sua zona de conforto e vai bater contra um muro em breve ou por teimosia ou burrice está a deitar fora anos de afinação num modelo que se devia cristalizar no clube.
pelo menos que corrija isto, o que juntamente com a qualidade individual que tem e a liga paupérrima em que competimos já poderá dar para conseguir uma sequência de resultados positiva de início e não meter logo tudo em caos desde o início.
estamos na era das multiestruturas, das pressões homem a homem( no alto nível a campo inteiro) e é ofensivo apresentar uma pressão que em 2010 já não fazia sentido, que compromete 6 a 8 jogadores nos últimos 30 metros sem referências individuais, que é capaz de gerar 10/15 situações de transições artificiais ao adversário e que desgasta brutalmente os jogadores sem dali retirar vantagens ofensivas ou defensivas. é válido manter o 442( não sempre porque nem sempre o encaixe faz sentido) mas promover referências individuais.
a construção em 4-1 pode fazer sentido ocasionalmente para atrair e lançar mas de resto não há que inventar a roda, é só copiar e utilizar o que todos os treinadores de topo fazem (316,325,235, 424), adaptar aos perfis específicos e garantir dinâmicas e comportamentos padrão em cada um deles( ontem até tivemos muita variedade na nossa saída com o 6 a vir sair a 3, lateral baixo com lateral projetado, 6 sozinho ou duplo pivot; o problema é que os jogadores em 2a e 3a fase estavam estáticos e/ou presos nas marcações individuais do celtic e não havia na nossa estrutura um caminho de saída/ progressão. não chega ir alternando jogadores de sítio e dizer que isso é variabilidade, porque não é).
a organização ofensiva também é muito fraca mas já era o ano passado e outros treinadores campeões eram igualmente maus. com a qualidade que temos e vamos ter na frente chega para ganhar a esmagadora maioria dos jogos em contexto nacional ( champions tá na cara que é para esquecer).
o rui sempre se recusou a falar do jogo o ano passado e sempre puxou aspetos motivacionais e psicológicos como aquilo que controlava e queria melhorar. para mal dos seus pecados são mesmo as melhorias táticas que será ou não capaz de promover que definirão o seu futuro
O problema é que ou muda de sistema ou os jogadores vão-se chatear com ele.
Já o ano passado eles forçaram a mudança.
Não me fará confusão se os próximos 2 jogos venham mais 2 derrotas…
É deixá-los na TV e ver o Diamantino a salivar e a encher o peito já a contar com a supertaça e que o Sporting sem o Gyokeres não vale nada…
E aí o Borges surpreender o cara de cavalo no jogo, com o 3-4-3 e os jogadores soltinhos e confortáveis a enfiar 3 ou 4 batatas no panelas com 2 golos do Harder…
Será ÉPICO!!!