O mercado está longe de estar fechado, para já vejo várias saídas e apenas uma entrada.
Vai ser um ano complicado para Amorim vai ter que reconstruir uma equipa, a saída de 3 a 4 jogadores altera sempre o funcionamento de uma equipa.
Combinado. Não distroço mais nada!
Éramos tão felizes fora da champions e não sabíamos ![]()
Obviamente, Ruben Amorim ainda está em “estado de graça” como treinador do SCP, mas admito que se têm verificado algumas decisões que me causam apreensão quanto à gestão do nosso plantel.
Naturalmente, o empréstimo de Vinagre acaba por ser a confissão de um erro de casting colossal por parte do SCP.
Parece uma anedota: pouco tempo após pagarmos € 10M por um jogador (a quarta contratação mais cara da nossa história) vamos emprestá-lo porque… simplesmente não tem qualidade suficiente.
Gostaria de saber quem “assinou por baixo” a contratação do Vinagre.
O alegado empréstimo de Gonçalo Esteves é outro “head scratcher”. Então atraímos o jogador dos andrades para cá, está um ano entre nós (fazendo uns jogos) e quando deveria estar “pronto” para ser alternativa ao Porro vamos dispensá-lo? Quando a alternativa ao Porro é um jogador medíocre como o Esgaio?
Vem um jogador dos andrades e dizemos-lhe, após um ano: “desculpa lá, mas para suplente do Porro temos o Esgaio, logo não tens lugar no plantel”?
O que correu mal com a evolução do jogador?
Ou alguém pretende “salvar a face” da contratação de Esgaio?
Só uns pensamentos…
SL
Já toda a gente sabe que o Vinagre deu barraca, pelo menos por enquanto. Não sei porque insistem em chorar sobre a mesma coisa todas as semanas.
Burros são aqueles que não emendam os seus erros. Foi um mau negócio, mas não é a força-lo a meter na equipa que resolve a borrada que foi feita. Não acredita nele, Ala que já se faz tarde.
Concordo, pelo menos admitem que não está a funcionar e não o forçam no plantel só porque foi caro.
Quanto ao Esteves, é bom ter uma temporada sempre a titular para ver se eleva o nível, de modo a na próxima época poder substituir o Porro,
O Amorim pediu o vinagre, de certeza que não foi ele a negociar desta forma inacreditável. Ele não tem culpa que a direção que tem vende dedos e anéis do clube para lhe conseguir jogadores que não valem o que é dado á data da compra.
Ponto prévio: nunca poria as mãos no fogo por ninguém ligado ao futebol. Com excepção de Ruben Amorim. Sei que não vai acertar sempre, nem vai ganhar na mesma medida. Mas, até que me queime, ponho as mãos no fogo por ele e pela sua forma de liderar.
Significa isto que vivo bem com alguns dos seus caprichos, pois, apesar deles, ele conseguiu construir uma equipa, quase do nada, que fez 2 temporadas de bitola elevada.
É preciso evoluir em alguns aspectos? É. Nomeadamente, na forma como mentalmente a equipa se deixou afectar em 2 momentos da Champions. Acertar nas contratações, nem vejo muito por onde evoluir, porque evoluir, no ponto em que estamos, é ter um acerto de 100% e ninguém, no Mundo inteiro, tem essa perícia. Até o gajo que era o supra-sumo do scouting para o Leicester, foi para outro lado e falhou. Até o gajo do Sevilha, que era tido como o Deus do scouting, foi para a Roma e…falhou.
Os Paulinhos e outros que tais, na balança do Ruben, não pesam em seu desfavor. É preciso muito mais do que isso.
Não quer dizer que não esteja sujeito a escrutínio, mas é preciso também termos a devida atenção a alguém que mostra, consistentemente, ser competente e comprometido com a nossa causa.
Eu tb acho que o Amorim é um tipo brilhante, mas se somares o Paulinho, o Esgaio e o Vinagre, se somares os valores investidos e dividires pelo valor total investido desde que o Amorim cá está, no minimo tens que admitir que é um desperdicar de recursos brutal. Claro que depois compensa com as pechinchas que potenciou. Mas mesmo assim, parece que qt mais se investe, mais se falha. Há aqui qq coisa mal.
Acho que não podes (ou não deves ou, no limite, não concordo com a tua ideia de) fazer as contas dessa forma.
Podemos discutir a valia do Paulinho e do Esgaio mas, em termos estatísticos, cada um deles contribuiu para o que foi a época. Podemos discutir os valores pagos mas, again, quando foi preciso, eles estiveram lá disponíveis para actuar e para contribuir.
Não estou a defender cada um deles, ou a dizer que foram contratações brilhantes (embora eu ache que o Esgaio não foi um erro, em face das inúmeras ocasiões em que o Porro não pôde estar presente), mas acho que são situações muito diferentes da do Rúben Vinagre, que não coloco na alçada do capricho do Ruben.
Se virmos o que foi a valorização global deste plantel, antes de mais, em termos desportivos, o custo desses 3 homens (fazendo de conta que assumo as tuas dores sobre o prejuízo), a vantagem de reconquistar um campeonato e a capacidade para discutir outro valem muito mais que os quase 30M€ que esses homens custaram.
E se transportarmos a discussão para o aspecto meramente financeiro, o Ruben ajudou a crescer o Nuno Mendes, o Matheus Nunes, o Palhinha, o Pote, o Porro, o Inácio, o Matheus Reis, cujo valor de mercado conjunto, mesmo avaliado muito por baixo, compensa claramente o custo daqueles 3 homens.
Eu não poria o Rúben em ponto de mira, sob qualquer circunstância, nesta data em que escrevo este texto.
Não discordo, mas reafirmo que qd há dinheiro para investir, se tem investido mal. Tem-se sido muito mais certeiro qd se vai às pechinchas. No minimo algo a melhorar e rever.
No Paulino e no Esgaio, eu não concordo. Certo, o Paulinho custou demasiado dinheiro e, quiçá o Esgaio também. Mas tiveram uma utilização regular e um rendimento razoável (eu não dispensaria nenhum deles, apesar de achar que o Sporting precisa de um atacante mais incisivo que o Paulinho).
E porque é que digo que não vendia ou não dispensava? Porque, no caso do Esgaio, é difícil encontrar o mesmo (a valia futebolística e a valia mental, que o leva a ser um gajo que não faz ondas por ser um suplente com bastante utilização e, com isso, ajuda a valorizar o Porro) pelo mesmo preço; no caso do Paulinho, porque vender agora, só poderia acontecer em perda, e porque um atacante melhor até traria mais sentido ao Paulinho, enquanto jogador de grupo e faria disfarçar a sua parca capacidade goleadora. P. ex., se o Paulinho fosse um suplente que marcasse 3 ou 4 golos importantes (e creio que marcou ao Porto e ao Benfica), tirando fora o preço, já causaria menos preocupação a sua profilaxia diante da baliza adversária. Mas, realmente, duvido que alguém pague alguma coisa que se veja por ele, nesta fase. Portanto, antes ficar com ele do que vender mal.
Amorim aperta com eles .
Amorim aperta também com estes gajos da direção .
Oh, sem dúvida. Ruben Amorim é o principal responsável por fazermos duas épocas muito sólidas de 85 pontos no campeonato (com conquista de um título), uma supertaça, duas Taças da Liga e voltarmos aos oitavos da Liga dos Campeões.
E, como já aqui foi dito, potenciou imensamente alguns dos nossos jogadores.
Confio na liderança de Ruben Amorim. E não será necessariamente preocupação do treinador de futebol a sustentação financeira da SAD.
Mas avaliarmos o Esgaio em cerca de € 7M, o Paulinho em quase € 23M, o Vinagre em € 20M… não sei, parece-me tudo muito estranho. Se havia jogadores que o Ruben Amorim conhecia bem eram s dois primeiros. Terá pedido esses jogadores mesmo sabendo dos custos envolvidos e que nunca os mesmos produziriam de acordo com essa cotação? Não sei…
Estranhei e estranho o caso Slimani e agora o Gonçalo Esteves. Mas, cá está, Ruben amorim tem mostrado merecer a nossa confiança.
Só fico um bocado apreensivo com certas coisas, nada de mais…
SL
Dum ponto de vista do planeamento desportivo da época 2022/23 do SCP por parte do nosso treinador, confesso que tenho dificuldades em compreender as saídas em simultâneo dos laterais/alas Rúben Vinagre e Gonçalo Esteves. Senão vejamos, caso a caso:
1. Vinagre - Ignorando o investimento estapafúrdio que representa e que lhe coloca um rótulo prejudicial, a sua saída (caso não seja colmatada no mercado) fará com que o Matheus Reis jogue exclusivamente como lateral/ala em 22/23, juntamente com Nuno Santos. Tendo em conta a qualidade que o brasileiro conseguiu aportar ao jogo com bola da equipa enquanto central esquerdo em 21/22 e que neste cenário dificilmente/raramente o fará em 22/23, é uma consequência preocupante para a época que se avizinha, sobretudo se tivermos em conta a concentração incrível de jogos que haverá entre Setembro e Novembro. Sim, poder-me-ão dizer que ainda há o Flávio Nazinho, mas sinceramente não vejo ali qualidade suficiente para trazer o que a equipa precisa num ala esquerdo neste modelo. Mesmo tendo em conta que o jogador terá presumivelmente pedido para sair e que precisa mesmo de recuperar os seus índices de confiança jogando, não poderia pelo menos fazer a pré-época para tentar essa recuperação internamente no SCP? fica a questão.
2. Esteves - O lugar de ala direito no Sporting tem um dono incontestável em Pedro Porro, todos sabemos isso, mas também estamos cientes que o espanhol tem uma certa tendência para contrair lesões musculares. Isso abre portas a muitos minutos do jogador que seja o seu substituto natural no plantel. Na época passada foi Esgaio, em detrimento do jovem acabado de chegar do fcp com apenas 17 anos. Compreende-se de alguma forma, uma vez que ainda estava a dar os primeiros passos no mais alto nível competitivo que o Sporting pode oferecer. No entanto, é bastante claro que há uma diferença enorme de qualidade entre Esteves e Esgaio, a favor do portuense, nomeadamente no jogo com bola. Aliás, os atributos do nazareno estão significativamente abaixo do que é expectável e exigível a um jogador titular do SCP, na minha opinião. Compreendendo o facto de Esteves ir ganhar muitos minutos de primeira divisão num empréstimo e de todos os benefícios que isso poderá trazer em épocas futuras, preocupa-me o eventual peso de não o termos como opção em 22/23, a tal época com uma primeira metade anormalmente compactada.
Claro que tudo isto poderá desaparecer com idas ao mercado, mas até isso me convence pouco. Claro que poderei mudar em função de quem sejam os eventuais reforços, mas regra geral sou daqueles que pensam que se temos soluções com qualidade em casa, não faz qualquer sentido ir gastar recursos a investir em soluções externas, e sei que o nosso treinador também pensa assim. Já sei que provavelmente o Ruben Amorim não confia na capacidade defensiva nem de Vinagre nem de Esteves, mas tendo em conta que 80% dos nossos jogos serão de sentido único contra autocarros ultra-defensivos, não fico convencido com o argumento. Além disso, quem melhor que o nosso treinador para ensinar estes dois jogadores a defender como ele gosta?
Lanço então o tema para a discussão neste fórum.
SL
Ora, o treinador quer ter 2 jogadores por posição, o Vinagre era terceira ou até quarta opção para a ala esquerda, ia ficar porquê? Para termos alguém para preencher a bancada? O único erro foi contratar o rapaz, mas bom, circuito.
Porque o jogador tem qualidade (sobretudo com bola) reflectida ate no investimento que fizemos por ele. E porque, jogando e encarrilando, poderia permitir ao Reis jogar mais vezes como central esquerdo, que é onde tem um contributo realmente fantástico.
E para alem disto, essa abordagem dos dois jogadores por posição (que serão menos porque não iremos ter 6 centrais, por exemplo) é bastante temerária dadas as circunstancias excepcionais de 22/23, sobretudo da primeira metade (pré-mundial).
Dito isto sim, considero o caso do Esteves pior que o do Vinagre.
SL
O Vinagre foi a terceira\quarta opção pra a posição, o treinador quer 2 jogadores por posição, Vinagre é emprestado. Nuno Santos e Matheus Reis mostraram que fazem muito melhor a posição.
O investimento no Vinagre só reflete o peso do Mendes, nada mais.
O M. Reis faz as duas posições tudo vai depender dos adversários, a época é longa e precisamos de um plantel com maior qualidade para podermos rodar mais a equipa e não sobrecargar sempre os mesmos.