Faziam o mesmo que o Japão estava a fazer na Manchuria e que os próprios alemães fizeram na França. A ideia não é conquistar, mas criar um regime compativel com o nazi, pondo uma pessoa que se identificasse com esse regime. Além de ganharem um aliado, pacificam regiões inteiras.
A malta por vezes esquecesse, que primeiro os politicos são oportunistas e para eles a sede de estar no poder, sobrepõe-se aos ideiais que supostamente defendem. Os ideiais são um meio de chegar ao poder e não uma forma depois de governar e o que não faltam são exemplos históricos de personalidades que começam por dizer uma coisa e depois fazem outra.
A segunda e na sequência da primeira, é que a maior parte da população segue as ordens dos politicos independentemente dos regimes e só se revoltam quando a coisa está mesmo muito, mas mesmo muito mal. O que faz com que para um determinado regime existir seja necessário um número pequeno em termos percentuais de pessoas que controle os aspectos chave do poder, politicos de topo, empresas de topo e generais de topo. Existem sempre pessoas dispostas a vender a sua alma para terem os cargos máximos de determinadas nações.
Em relação à guerra da Ucrania, como já expliquei, a situação é demasiado complexa e há muito wishfull thinking aqui neste forúm. Qualquer um de nós até pode querer ser milionário, mas tem que ter condições para o ser! 
A melhor solução neste momento a meu ver, seria um acordo com a Russia, em que a Russia ficava com a Crimeia e o acesso ao mar, a Ucrania com o Dombass e Doneskt.
A Ucrania seria um país neutral, com o seu território protegido defensivamente pela Russia e pela Nato e não entrava na UE. A Ucrania aceitava um acordo com a Russia, por um preço justo para ambas as partes para transportar gás natural e petroleo pela Ucrania ( uma das razões do conflito) por um prazo longo, como 25/30 anos.
A Russia indeminizava a Ucrânia pela perda da Crimeia, que poderia ser pago em ajuda económica.
A UE ajudava financeiramente a Ucrânia a reconstruir-se, numa taxa de juro muito baixa.
A Ucrânia durante esse tempo, estaria numa posição muito vantajosa tanto para a Russia, como para a UE, pois poderia servir de mediador e de plataforma de entendimento entre Russos e UE, um pouco como a Suiça fez/faz no eixo Alemão/Francês/Italiano.
A Ucrânia crescia economicamente e resolvia os problemas de corrupção internos, pois em paz tem potencial para ser o país mais prospero da Europa e uma ponte entre a europa ocidental e oriental.
Era uma situação em que todos cediam um pouco, não haveria ninguém que se pudesse considerar vencedor, mas que a longo prazo beneficiaria todos os intervenientes, sobretudo as populações dos 3 intervenientes.