"Porrada" entre adolescentens em Almada

[member=20427]Hemgê

Eu reparei logo naquilo, vem um preto desenfriado armado em campeão e depois ainda vem outro"ai eu também quero dar um chuto" que cona de merda.

Depois as gajas “dá mais”

Secalhar o miudo que estava a levar porrada era um lixo autêntico daí tanto “hate”, mas isto foi tentativa de homicidio

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Um Gulag para essa gente. Cadeia sem perdão ou olho por olho dente por dente!

Ainda se levantar no fim, é de herói…

Que cambada tão cobarde e nojenta. Isto é, no entanto, muito frequente.

Acontecimentos destes sempre houve, mas no meu tempo havia respeito.
Era mano a mano e quem tava de fora, não se metia.
Isto é covardia pura, e quase que pode ser considerado tentativa de homicídio premeditado.
Vergonhoso.
Quanto ao puto que leva, é de homem levar como levou, e levantar-se.


A culpa não é deles… A culpa é das gerações mais velhas como a minha que se fecha em casa, coladas a um computador, que só se preocupam com o seu umbigo, em ir trabalhar para ganhar dinheiro para as férias ou para um carro novo…

É uma sociedade cada vez mais individualista e egoísta onde há um eu e depois os outros, a escumalha… a culpa é sempre dos outros…

Não, a culpa é minha. Porque quando vejo um puto na rua a fazer merda deveria chegar ao pé dele dar-lhe uns calduços e pô-lo na ordem. Mas não, olho para o outro lado e penso “ah… estes miúdos de hoje em dia… a culpa é dos pais que não lhes sabem dar educação”… o problema é que os pais deles são a minha geração. E de certeza que se eu desse uns calduços ao vosso filho no meio da rua eu teria problemas com vocês.

Não sei que idade tens, mas antigamente, a não ser que fosse uma coisa medieval, aplicar correctivos aos filhos, mesmo que em público, era normal. Fazias m****, levavas na tromba.
Hoje em dia, AI DO PAI que dê uma reprimenda em público ao filho, quando mais aquecer-lhe as faces. Tinha a CPCJ e a Polícia à perna. E iria passar um mau bocado.

Não sei quando é que, enquanto sociedade, passamos de poder “dar porrada de criar bicho” para o nem de lado podermos olhar de lado para os miúdos. Literalmente do 80 para o -8. É esta a realidade que conheço e tenho medo, cada vez mais, dos monstros que estamos a criar pela falta de educação que lhes é dada.
Uma chapada a tempo poupa muito trabalho. E não mata ninguém. Mas não se pode, porque traumatiza os meninos. ::slight_smile:
c****** ma f***, esta sociedade é uma selvajaria e cada vez pior. Não se educam os miúdos quando é tempo e depois temos isto como retorno desta maneira de ver as coisas.

Conheço pessoal que levou muita porrada dos pais e não é por isso que é menos estúpido que outros que não levaram porrada. O problema não está na porrada que levam, está na educação e no acompanhamento que os pais lhes incutem ou não.

Os pais que se revoltam quando alguém dá uma reprimenda aos filhos são aqueles que, normalmente, não têm capacidade de lhes dar uma reprimenda eles mesmos e, mais do que isso, são aqueles que não têm qualquer relação com os filhos que têm. A defesa que faz do filho naquele momento em específico é um mecanismo de compensação pelos momentos em que este ausente e demonstrou a incapacidade de o educar e de fazer aquilo que outra pessoa teve que fazer. Simultaneamente, é um mecanismo de defesa do próprio pai, uma vez que vê um terceiro passar-lhe em público um atestado de incompetência no que diz respeito a transmitir educação ao seu filho.

Atenção que eu estou a fazer algo que nem é meu hábito, generalizar.
O ponto que quis fazer é que a educação por vezes passa por umas chapadas. Até lá chegar deve-se fazer as coisas de outra forma, OBVIAMENTE. Mas por vezes não há outra solução e uma chapada é mesmo o correcto.

Os miúdos tem que perceber que não podem fazer tudo aquilo que acham que lhes apetece. Tem que haver consequências se a educação que lhes foi dada (assumindo um ambiente familiar minimamente saudável e correcto) caiu em saco roto.
Um dos problemas que noto é que os miúdos fazem aquilo que lhes apetece porque as consequências são, regra geral, mínimas. E eles sabem bem disso.

Quando falei em calduços não teria de ser, obrigatoriamente, no sentido literal. São calduços “sociais” (que em determinadas situações poderiam implicar mesmo o sentido literal da palavra).

É fazer sentir a quem chega (aos nossos jovens) que estão inseridos numa sociedade onde existem (ou deveriam existir) valores que têm de ser respeitados por todos. Isso implica, à partida, uma condição superior aos mais velhos mas também uma maior responsabilidade nomeadamente ao nível do exemplo.

Algo tão simples como um miúdo de 15 ou 16 anos ir na rua e atirar um papel para o chão, e chegar alguém mais velho e dizer-lhe: “ó meu menino, faz favor de apanhar esse papel que não estás em tua casa”… e o miúdo tinha de ir apanhar o papel e ainda pedir desculpa… fazê-lo sentir que isto de viver em sociedade não é à balda.

Algo que vejo muito é miúdos mas sobretudo miúdas de 12, 13, 14 anos a gritarem palavrões no meio da rua… mas o que é que um gajo vai dizer?. ainda se arrisca a sair de lá enxovalhado.

Nada mais me espanta nesta geração nojenta dos swagueiros e dos azeitolas kizombeiros, este vídeo é só uma ponta do iceberg se fossem todos filmados então tínhamos milhares.
Mas estes putos estúpidos conseguem ser sempre ainda mais, filmar um crime e meter online é de uma inteligência fora do comum.
E por fim claro que tinham de ser lampiursos, quase que se confunde swag e azeite com esse clubezeco de vão de escada :inde:
E as gajas por trás da câmaras sem querer ser muito agressivo devem ser as putinhas de cada um deles e devem gostar pouco devem.

Isto então é de bradar aos céus. Devem ter 15 anos e deve-lhes faltar a última cadeira para terminarem o 4.º ano que é a cadeira pelos cornos abaixo.

O cérebro desta gente deve ser do tamanho dum caroço de azeitona… porque inchou!

O rapaz não é meu filho e a vontade que tenho é ir atrás deles para lhes rebentar aquelas trombas.

Tenho duas meninas e nem quero imaginar se fizessem uma coisa destas a uma delas.

Um dos grandes perigos da sociedade actual e destes jovens nascidos neste seculo é a falta de responsabilidade e de respeito pela autoridade.

Hoje em dia tudo lhe é dado de mão beijada, são os telemóveis, os wtfs ou as roupas do swag. A sensação que existe nesta malta é de que não vale a pena se esforçarem porque tudo lhes vai cair do céu. O subsidio vai lá estar á espera deles…

Os pais não podem bater ou castigar, os professores idem, os policias já não metem medo ou respeito a ninguém… não existe qualquer respeito pela autoridade e isso é muito perigoso.

É preciso castigar, neste caso é necessário a justiça ser rápida e severa e assim como se mostram as agressões é necessário mostrar que estes bárbaros são castigados à séria.

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Bullying através do exercício, quer da força física, quer psicológica sempre o houve e sempre haverá. As “técnicas” podem ter-se moldado e adaptado ao longo dos tempos mas a sua génese continua lá: A opressão e a retaliação desmesurada sobre alguém mais indefeso ou em situação de desigualdade de forças.

Não concordo que “antigamente” esta era exercida de forma “leal”, mano a mano, porque não raras vezes a esse “mano” se juntavam mais uns 3 ou 4 do mesmo grupo. Não me parece, francamente que seja por aí.

Como controlar e evitar este tipo de práticas comportamentais? Que medidas tomar perante o(s) agressor(es) jovens? Em que condições psicológicas ficará a vítima? Quase desde que nasci, que este tipo de problemáticas já se ouviam falar: Com a diferença que agora a informação e o acesso à mesma circula à velocidade da luz.

As reprimendas por recurso a força física, imo, não terão qualquer tipo de impacto. Agora sim, concordo plenamente que uma reprimenda em público a um filho, neste momento, seja mal encarada em contexto social. Mas isso não deve inibir os pais de o fazerem se assim o entenderem.

Como o [member=3031]Paulo Duarte mais acima referiu, e bem, o que leva à proliferação deste tipo de comportamentos está na génese individual. As pessoas são cada vez mais egocêntricas, vivem no seu individualismo exacerbado, e tudo o que não lhes toca ou afeta directamente é matéria para ignorar ou fazer de conta que nada se viu. Juntamos a isso a falta do tempo e o “alheamento” dos pais no acompanhamento, quer social, quer escolar, dos seus filhos e conseguimos entender que esta “geração” é o produto final de uma sociedade que se desinteressou por eles.

Quando surge o chavão do “têm tudo”/“não sabem o que é trabalhar para obter as coisas”/“só se preocupam em estar de volta do pc ou no facebook” (…) Mas eles não nasceram dentro deste contexto social? Quem “empurrou” a sociedade para este estado actual não fomos nós?

Cabe aos pais ditar as regras, criar uma disciplina compreendida e respeitada mutuamente. Agora quando os próprios omitem-se das suas responsabilidades, agraciando os filhos com tudo e mais alguma coisa, muitas vezes para os manterem “ocupados”, o resultado é algo minimamente expectável.

Ao ver este tipo de vídeos, não fico espantado, estranho acho não aparecem mais (talvez porque alguns ainda têm uma ponta mínima de sensatez e percebem que ao partilhar nas redes sociais podem-se meter em maus lençóis). Também me causa todo o tipo de sentimentos de repulsa, nojo e inconformismo, contudo desistir destes “miúdos”, não é solução. Fazendo um paralelismo com o “boom” de bairros sociais na Europa e no mundo: Ideia peregrina, acreditar que meter pessoas de contextos desfavoráveis e com historiais criminais no mesmo sítio torná-los-ia menos um estorvo para a sociedade. Fechar os olhos não é solução, varrer o lixo para debaixo do tapete muito menos.

O acompanhamento psicológico é essencial e as medidas de “coação” devem ser moldadas de forma a não destruir mas sim construir. Por trás de um miúdo destes, não raras vezes, está um contexto social que não é propício ao seu desenvolvimento enquanto parte ativa da sociedade.

A malta da minha idade vê bem a merda em que maior parte da malta está. Safam-se muito poucos… ( falo assim porque tou mais em contacto com malta nova ). Puro degredo

Azeiteiros com mania das grandezas quando não passam de uns falhados sem objetivos específicos na vida. Por mim, eram espancados pela polícia. Estamos fodidos se isto é mesmo a imagem das próximas gerações…agradeçam muito ao marxismo cultural que se apoderou destes delinquentes com os professores a promover esta ideologia…VERGONHA ALHEIA!

No meu tempo era mano a mano, agora hoje em dia são só bandos de filhos da puta. Grande parte destes putos imbecis têm a mãe no ataque e o pai no café a gastar o RSI. Outros têm pais que simplesmente não lhes passam educação nenhuma e ainda acham que isso é dever das escolas.

Putas que os pariu, a eles e aos paizinhos de merda que não lhes incutem nada, zero!

E depois a cereja no topo do bolo é o sistema de justiça português. Um idiota destes ou levava um tratamento de choque numa prisão ou outra merda qualquer para ver se abria a pestana. Se voltasse ao mesmo ficava na prisão a passar férias. Mas como são menores não se pode fazer mal aos meninos.

É mesmo isto, concordo em absoluto!