Política Nacional - Parte 4

Eu tenho quase a certeza absoluta que há 20 anos não era assim. Esta moda de transformar o Terreiro do Paco em espaco de eventos é mais ou menos recente (tirando o fogo-de-artifício de Ano Novo que é algo que já se fazia há muito tempo).

Tens aqui uma notícia de 2013 para a final europeia dos lamps.

Tens aqui na Alameda em 2008. Se calhar começou no Terreiro do Paço em 2013 ou no Euro de 2012.

A Inês Medeiros não teve a coragem de aparecer na reunião da Camara de Almada pelos vistos. Não me admira.

1 Curtiu

Isto prova 2 coisas

1 Curtiu

Não era preciso uma nova sondagem para se saber a posição do eleitorado português sobre a proposta da AD para a reforma laboral.

https://eco.sapo.pt/2026/07/06/portugal-acelera-compra-e-venda-de-casas-pelo-segundo-ano-consecutivo/?utm_medium=Social&utm_source=LinkedIn#Echobox=1783332660

Muitos dos que não dizem ainda não se aperceberam que não ganharam quase nada com a jogada do IRS do governo.

1 Curtiu

Luis Montenegro foi pela 3ª vez ver a bola.
Será isso compatível com o cargo que ocupa, estando o país a braços com urgências diversas, mormente os fogos?!

https://x.com/i/status/2074255047811101131

1 Curtiu

:eyes:
Volto amanhã a ver se há novidades…

Há políticos que mudam de opinião.
E há políticos que mudam de princípios.

Sebastião Bugalho tem uma curiosa forma de fazer política.

Em 2023, denunciava a utilização das qualificações dos imigrantes como arma para alimentar preconceitos.

Em 2026, já como porta-voz do PSD, parece não ter qualquer problema em recorrer ao mesmo tipo de argumento quando este serve a narrativa do momento

A coerência não pode ser um acessório que se veste ou despe conforme a conveniência política.
Se ontem uma generalização era irresponsável, também o deve ser hoje.
Caso contrário, não estamos perante uma evolução de pensamento, mas perante uma adaptação ao poder.

A credibilidade de um político mede-se, acima de tudo, pela capacidade de manter os mesmos critérios, independentemente do lado em que se encontra.

Chuta​:hiking_boot:

1 Curtiu

Irlandês que “mora” no aeroporto, o segurança foi avisá-lo de que não podia estar em determinado local do aeroporto e o gajo partiu para a violência, algo que já não era a primeira vez que acontecia.

O segurança, coitado, chamou a polícia e o gajo reagiu novamente com violência e o polícia não estava à espera daquela reação.

Os polícias estão completamente “castrados”, só mesmo a EIR e a UEP é que têm licença para bater e nem sempre…

E, sim, sei o que se passou porque a minha filha presta serviços como enfermeira no aeroporto, ainda hoje lá está a fazer turno duplo, não foi ela que socorreu o polícia, foi um colega, mas acabou por também ir socorrer.

Está é outra das razões pelo qual o CHEGA neste momento é a única opção, este sujeito a partir do momento que agride um polícia, na semana seguinte estava a ser recambiado para o país dele, e acabava logo a conversa, e não voltava a meter cá os pés.

Enquanto não perceberem que este país tem que ser limpo, não vai sair da cepa torta.

Ou vivem com as nossas regras, ou podem ir para o raio que os parta.

4 Curtiram

O Chega vai fazer isso como?

Como?

É deixá-lo ser PM que vais ver como é.

Se for preciso mudar a constituição e os tribunais, que se mude.

Essa gente, se está cá há pouco tempo e comete um crime grave/muito grave tem que ser imediatamente posta a mexer do país.

Nem que seja á la Trump.

5 Curtiram

Então a solução é um logo se vê.

Bem, para mudar a Constituição o Chega precisa de 2/3 dos deputados na Assembleia da República o que, convenhamos, será extremamente improvável.

Aquilo nos EUA está realmente a correr muito bem. Então a solução passaria por criar uma polícia especial para andar atrás de imigrantes, agredi-los, expulsá-los, mesmo que estejam legais, mesmo sem terem sido culpados por algum crime.

Cuidado com aquilo que desejas, começam com os imigrantes e depois para parar é complicado. Ainda te chega a ti.

O Chega gosta de vociferar muita coisa mas depois na prática é um logo se vê, pouco interessa querem é chegar ao poder. E é este partido que vai meter o País na ordem..

2 Curtiram

Não sei se a constitução mudou desde ontem, mas a Irlanda é um país Europeu membro da comunidade europeia.

O chega se chegar ao poder o que vai fazer? replicar o que tem feito nas autarquias…mete lá as namoradas, as cabeleireiras das namoradas, irmãos e afins…

1 Curtiu

Entretanto, a saga “Agressão a Agentes da Autoridade” continua:

A Irlanda pertence à União Europeia. A menos que entre ela e o resto da UE não haja liberdade de citrculação, a pessoa que fez isso pode aparecer em Portugal quando quiser.




3 Curtiram