Isso é fácil de negociar. É do interesse da Gronelândia fazer parte da UE e vice-versa.
Muito preferível ceder em alguns pontos, se a separação da Dinamarca se verificar, do que ceder em toda a linha ao Trump.
Isso é fácil de negociar. É do interesse da Gronelândia fazer parte da UE e vice-versa.
Muito preferível ceder em alguns pontos, se a separação da Dinamarca se verificar, do que ceder em toda a linha ao Trump.
Discordas porque não entendes que ter a Europa destruída pela guerra após estar dividida por movimentos fascistas ou apenas a Europa dividida por populismo de extrema-direita são coisas completamente diferentes. Ainda não chegaste à parte do fascismo a sério, nem passaste por uma guerra horrível.
Nestes tempos populistas, a tendência é para a União Europeia perder força.
Tu estás a defender uma solução para a União Europeia que vai contra o movimento divisionista em crescendo. O que tu defendes vai ter como consequência a aceleração da desintegração da União Europeia.
O que temos de fazer é proteger o que temos e esperar por um melhor momento histórico.
Mas tu estás a fazer essas considerações olhando para dentro já eu estou a olhar para fora. Baseada numa união que faz a força, contra os inimigos externos que nos querem tornar irrelevantes: EUA e Rússia. Nesse sentido sim, a união pode tornar-se uma resposta.
Seja como for, eu já disse que não é uma coisa que espero que aconteça, mas sim aquela que devia acontecer. Ficar á espera que melhores tempos cheguem é um erro e será também, uma derrota para uma União.
Acho o modelo actual de parceria o indicado para ambos… Aliás uma possível entrada da Gronelândia na UE seria mau para Portugal já que comprometeria o acesso português às águas e quotas pesqueiras do Atlântico Norte.
Qualquer coisa menos ceder ao Trump. Vamos cedendo e qualquer dia ele olha para o mapa e repara nos Açores.
Eles nos Açores já lá estão e somos nós queremos que eles não vão embora
Mal.
Grande parte dos europeus que apoiam esses movimentos divisórios estão dentro da Europa.
Moram na “mesma rua” que tu e eu. Por cá são 20%-25% do eleitorado (é mais ou menos assim por toda a Europa, o que muda é a mobilização do resto do eleitorado).
Não os podes ignorar, estão mais motivados que nunca.
Entende.
As redes sociais são uma bolha.
O que eu eu tu sabemos, a maioria desconhece.
A maior parte dos europeus não acha que a Rússia é uma ameaça, especialmente depois da serem humilhados pela Ucrânia. A maior parte dos europeus acha que o Trump é uma merda, mas duvida que os Estados Unidos nos ataquem.
A maior parte dos europeus só vai abrir os olhos quando formos atacados.
E sim, a Ucrânia é europeia mas “não conta”, não fazia parte da nossa bolha. Os Bálticos ou a Gronelândia, só vendo.
Tu só consegues estas transformações após grandes catástrofes (o começo da CEE) ou períodos prósperos (a transformação da CEE para União Europeia).
A única coisa positiva que se vê neste momento, é o Reino Unido aproximar-se da Euroa de novo e a questionar as ligações aos americanos.
A CEE surgiu das cinzas da segunda guerra mundial, pela mão da França, da Alemanha e do Reino Unido.
E isso é muito positivo.
Tantas décadas depois, vemos esses três países a aproximarem-se outra vez, por causa da ameaça da Rússia e dos Estados Unidos.
Mas falta o resto. Só depois da calamidade.
Como já estão e podem estar ainda mais na Gronelândia.
Lol europeus são bons é a falar e falar e falar e falar… estão a ponderar enviar tropas pra lá.. resta saber é de a Groenlândia quer isso.
Eu lembro-me perfeitamente do desespero dos habitantes da terceira quando os americanos começaram a reduzir a presença na base das lajes ,va economia da ilha depende muito da base americana.
Imagina se eles cagam e abandonam aquilo.
As lajes actualmente são praticamente irrelevantes para os americanos, já foi uma base importantíssima, provavelmente até foi a mais importante base com tutela americana em território europeu devido á sua localização mas actualmente com a autonomia dos aviões já não é.
Para quem não sabe foram os americanos que fizeram questão de Portugal ser membro fundador da NATO.
A ÚNICA razão para isso ter acontecido foi precisamente a base das lajes.
E??? Alguém lhes quer retirar as bases?
É cada argumento que não dá mesmo para entender.
A tomada da Gronelândia tem 0 a ver com segurança, recursos naturais, etc.
É o aproveitamento por parte de quem o rodeia de um idoso demente que chegou a presidente uma 2a vez.
O laranja demenciado abordou esta reeleição como forma de tentar ao máximo inscrever o seu nome na história porque sabe que mais dia menos dia lá virá o belo do AVC. Por isso chorou que queria um Nobel da paz, por isso está a fazer aquele ballroom horroroso na Casa Branca. Por isso agora quer invadir um aliado, para ficar na história como tendo expandido o território americano.
Quem o manipula por trás tem interesses em que a NATO caia e que a UE fique ainda mais enfraquecida. Isto é o culminar de um processo de há mais tempo. Primeiro os europeus não gastavam 2% em defesa, depois já era 5%, agora quer invadir território aliado.
Onde é que eu escrevi que alguém lhe quer retirar a base??
Eles é que já quiseram ir embora e os açoreanos não acharam muita piada.
Com recursos também tem a ver. Se anexarem o território garantidamente vão explorar qualquer recurso que identifiquem como lucrativo.
Apesar de subexplorada é uma área muito rica.
Além de terras raras, também têm petróleo, claro, e gás natural.
Não creio. Acho que de forma diplomática conseguiriam na mesma ter acesso aos recursos e colocar lá as bases que quisessem.
Claro que há sempre isso como um plus mas acho que infelizmente é só mesmo ambição expansionista do Demented Donnie + interesse da administração em destruir a NATO
Não querem ir, podem é querer tudo. Se num universo paralelo fossem, a UE que aproveitasse as bases para proveito próprio. O valor estratégico é o mesmo.
Atenção que já houve uma tentativa de acrescentar os Açores à Doutrina Monroe. Só foi adiada devido à formação da NATO, que aparentemente agora tem zero valor para Trump.
A base não é Americana… é Portuguesa.
A gestão da base é americana.