Política Internacional - Parte 3

O caro está confuso.

As alterações climáticas ( aceleradas por acção humana) são um facto.

Agora é tão anedótico e imbecil quem nega o aquecimento global porque está frio ou nevou no local X, como quem refere terramotos num qq suposta narrativa amiga do ambiente.

Se amanhã acabarmos com toda a poluição humana, que efeito tem nas alterações climáticas?

As alterações serão mais lentas.
Qual a dúvida?

Se o Putin o afirma, é porque é mentira!

Quão mais lentas?

Mas que raio de pergunta é essa, que raio?

Sejam muito mais lentas, mais lentas ou só um pouco mais lentas, impossível de saber, vale a pena agir, de forma responsável e efectiva em vez de enterrar a cabeça na areia num estado de negação.

https://twitter.com/atrupar/status/1701627715248398600?t=OJ66Z--77NMrsxLkUHAtSA&s=19

Porque se for um impacto de sei lá, 10% então é cagativo fazermos algo ou nao

Porque os media que vos endocrinam nunca vos irao informar disso, tomem la:
Breitbart Time

Isso não é verdade.
O avanço tecnológico pode conseguir mitigar os efeitos das alterações climáticas.

O exemplo mais óbvio é Veneza, que está a afundar por diversas razões entre as quais a aceleração das alterações climáticas. Aqui há uns dez anos fizeram umas comportas para tentar proteger aquilo. Não funcionam muito bem, mas já é uma ajuda. Não seria possível construir aquilo há 30 anos atrás.

Outro exemplo não tão óbvio é a dessalinização. Neste momento é uma tecnologia que existe e está posta em prática em países muito ricos, mas não é viável economicamente para países mais pores.
É certo que daqui a umas décadas terás seca extrema em Portugal. Esses 10% podem ser a diferença entre o Alentejo se transformar num deserto, pagarmos uma exorbitância para que aquilo sobreviva, ou “apenas” um Banco Espírito Santo da vida.

Com uma desaceleração das alterações climáticas, fica-se com mais tempo para aparecerem coisas novas, que podem ajudar a mitigar os efeitos das alterações climáticas.

1 Curtiu

Sim, e todos devemos pagar religiosamente o imposto de carbono, que esse sim, trava as alteracoes climaticas criadas pelo homem malvado…

O Imposto de Carbono serve para dissuadir emissões de carbono desnecessárias mas também para investigação científica relacionada.

2 Curtiram

E um money grabber, apenas mais um imposto inventado e que ainda por cima sobre os precos de todos os outros produtos, incluindo a comida. Quem paga e o povo, nao sao as companhias.
Incrivel a endocrinacao que existe aos millenials e Z’s… Os Alphas ja irao sair de dentro da mae com uma notinha na mao para pagar carbon tax…
LOL

3 Curtiram

Tens cá uma conversa de chacha.

2 Curtiram

Queres comprar a Ponte 25 de Abril?
Vendo barato…

Já fritaste a pipoca.

3 Curtiram

https://twitter.com/RadioGenoa/status/1701611475318829384

Conversa da chacha e esse artigo…

Os impostos sobre o carbono na larga maioria dos paises como em Portugal nao servem para combater rigorosamente nada sobre a poluicao. O que servem e para criar uma dependencia do estado desses impostos que usa para atividades correntes.

Num cenario em que Portugal deixava de ter emissoes de carbono e os varios impostos associados desapareciam, ficavamos com um buraco nas contas publicas ai a rondar os 3% do PIB ou mais.

1 Curtiu

:laughing:

https://x.com/IndianTechGuide/status/1701822407806235065?s=20

Também vou mais por aqui.

Tenho dificuldades em perceber o net-effect de impostos sobre o carbono. Quer dizer, por um lado pune-se os consumidores pressionando-os de facto a procurarem alternativas mais “limpas”/ecológicas ao mesmo tempo que os estados ficam sem qualquer incentivo para implementar e estimular políticas ambientalistas… uma vez que, se o fizerem, então as financas vão para as urtigas.

Portanto é uma mensagem algo ambígua: “torna-te mais amigo do ambiente, mas não demais, senão a nossa economia está lixada. Olha, se calhar o melhor mesmo é ires fingindo tornar-te amigo do ambiente, mas na realidade continuares a consumir energias fósseis para a gente continuar a receber aqui mais uns milhões”.

Mas se calhar a ideia é mesmo assumir isso como uma “perda” para o estado em que o objectivo é a taxacão atingir o nível 0 e se calhar todo esse tipo de receitas decorrentes da taxa de carbono deveriam ser concebidas como “receitas extraordinárias” de natureza potencialmente irrepetível e não como uma rubrica normal orcamental.