Peseiro hoje às 21h na Sport TV

Vejam (os que puderem) e vertam aqui de vossa justiça, se assim o entenderem.

ai que estou em pulgas! :slight_smile:

ai que estou em pulgas! :)

Mauras aki em casa o meu cão usa FRONTLINE!!! e…nem pulgas, nem carraças!!!

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

(Mauras estou na bricadeira não me leves a mal 8-[ [-o< eu sei estas em e não com)

É esperada grande dose de megalomania temperada com duas pitadas de esperteza saloia. A não perder, e a registar para mais tarde comparar com a realidade.

Até agora ao intervalo, excelente entrevista do Mister.

Não vi a entrevisat, ouvi apenas um bocadinho, gostei especialmente desta frase (acho que foi isto,perdoem-me se estiver errada):

“Assumo todas as responsabilidades das derrotas, sou o principal culpabilizado”

Grande entrevista de José Peseiro

  • Reconhecendo os seus erros e explicando-os
  • Explicando o seu ponto de vista sobre os casos de indisciplina
  • Respondendo de forma educada e esclarecedora a algumas declarações infelizes (ou mesmo infames) de Pedro Barbosa sobre assuntos INTERNOS do plantel
  • Explicando algumas das suas opções para o final da época (ainda que eu ache que ele não tinha obrigação de o fazer)

Como ponto negativo: apenas a forma como explicou as saídas de Pedro Barbosa e Rui Jorge, embora eu reconheça que ele estava apenas a tentar não ferir susceptibilidades.

Cada vez mais considero que este é o homem certo no lugar certo.

"Assumo todas as responsabilidades das derrotas, sou o principal culpabilizado"

Para quem ainda não sabia… :roll:

Gostei bastante.

Confesso que estava à espera de ver o Peseiro a debitar os lugares-comuns habituais de outras entrevistas, fugindo a alguns dos assuntos mais importantes. Nada disso aconteceu e Peseiro parecia outro, aparentando maior confiança. O próprio discurso correu de forma clara, sem ser aborrecido.

Foi importante a forma como abordou a época passada, não criando tabus à volta do que correu pior. Podia ter evocado o clássico “são assuntos internos do clube”, mas nunca o fez, respondendo a todas as perguntas. A única fuga terá sido, compreensivelmente, no assunto contratações.

A mim acho que funcionou em parte como um virar de página para a época que aí vem. O próprio facto de terem mostrado as imagens daquele traumatizante final de época ajudou a que enterrasse de forma mais definitiva aqueles desafios. Está feito o luto. Venha a próxima época (e os reforços… O:) ).

Respostas sóbrias e com sensibilidade, principalmente quando confrontado com as palavras do PB, publicadas no pasquim 2.

De qualquer forma, é consabido que o destino será traçado pela bola.
Se entrar, óptimo.
Se não entrar…

Está feito o luto. Venha a próxima época (e os reforços... O:)

admiro a tua fé peseiriana… :lol:

Para quem não viu, alguém pode fazer um pequeno resumo do que disse concretamente o shôr Peseiro ?

Mto obrigado …

Foi uma boa prestação do Peseiro. Pena que tenha demonstrado novamente a pobreza discursiva que o caracteriza, e que por vezes faz com que algumas das ideias válidas que tem acabem por soar a banalidades, envoltas naquela capa de aridez vocabular e dicção deficiente. É pena, porque mesmo não sendo um portento de carisma, o homem tem “sumo” para protagonizar intervenções mais convincentes.

Achei particularmente curiosa a visão que explanou sobre a condução disciplinar do plantel. Não concordando minimamente com ela- por me parecer a “institucionalização da bandalheira”- há ali claramente toda uma teoria comportamental concebida e levada à prática de forma pensada, e que foi pobremente retratada pelo fraco discurso do mister.

De qualquer forma, esteve globalmente bastante bem e abriu mais o jogo do que seria de esperar. O único tema em que acabou por meter os pés pelas mãos foi o dos convites-desconvites à continuidade de Barbosa e Rui Jorge, em que manifestamente estava pouco à vontade, tentando atirar alguma da responsabilidade para cima do Cácá e justificando com os “contextos”.

O único tema em que acabou por meter os pés pelas mãos foi o dos convites-desconvites à continuidade de Barbosa e Rui Jorge, em que manifestamente estava pouco à vontade, tentando atirar alguma da responsabilidade para cima do Cácá e justificando com os "contextos".

Ora aí parece-me foi que se descaiu…ora bem…contextos…quais eram eles?

O primeiro contexto : falta um mês para a época acabar, e tal, estamos na corrida da UEFA e da Liga, precisamos dos gajinhos motivados…huuuummmm…eh pá ó Pedro e ó Rui, olha que eu conto com vocÊs para a proxima época e tal…

O segundo contexto : final de época, tudo perdido, os anitos a pesarem nas pernas dos referidos jogadores…ora bem, com este não conto, porque o rendimento esperado é baixo para aquilo que se pretende da equipa…

Ora bem : defendeu os interesses do clube em sentido lato, quer do ponto de vista desportivo quando disse que contava com eles, quer do ponto de vista financeiro e desportivo quando no final desdisse o que tinha dito…

Do ponto de vista dos jogadores, sacaneou-os, sem duvida…

Mas, nos empregos de todos nós, no dia a dia, no mundo real, como é afinal de contas?

Enfim…desagradável, mas do ponto de vista prático, talvez tenha sido feito o que mais convinha ao clube…

Para quem não viu, alguém pode fazer um pequeno resumo do que disse concretamente o shôr Peseiro ?

Mto obrigado …

Em traços bastante largos, para além do que aqui já foi referido:

Em relação aos reforços, admitiu que o Enakarhire estaria próximo de sair, faltando apenas detalhes para que o negócio se conclua. Aparentemente, vai mesmo haver o tal negócio com o Braga, envolvendo trocas de jogadores, e que estaria dependente da saída do nigeriano. Quando o Sporting sair para estágio, pretende ter já o grupo definido, que será de 25 jogadores.

Quando o plantel estiver fechado, está convicto que terá opções mais válidas para eventuais alterações tácticas que necessite efectuar, algo que não acontecia a época passada. Admitiu que o próprio facto de já não partirmos do ponto zero, no que diz respeito a entrosamento entre treinador e jogadores, resultará numa vantagem teórica em relação à época passada.

Falou da época passada, explicando algumas das razões para os desaires. Numa abordagem inédita, referiu o mau planeamento na preparação física da equipa, admitindo ter havido uma sobrecarga exagerada de trabalho na pre-época fruto de terem dado bastante importância ao torneio de Newcastle, com vista à moralização do grupo e dos adeptos. Essa sobrecarga resultou em lesões que prejudicaram o rendimento da equipa no início da época.

Não quis reduzir a perda do campeonato ao jogo frente aos lampiões, reconhecendo que se tivéssemos tido mais regularidade aquele desafio não seria tão decisivo. Reconheceu que essa falta de regularidade, aliada ao mau início de campeonato é que fizeram com que o desgaste no final da época, onde cada jogo era de vida ou de morte, fosse tão elevado, tanto a nível físico como psicológico.

Em relação à final da UEFA, revelou que a ideia que havia em relação à segunda parte do desafio era a de tentarmos marcar um golo até aos 65 minutos. Mesmo que assim não fosse, a partir desses 20 minutos da segunda parte iríamos fazer por controlar a bola. Justificou ainda a não mexida na equipa ao intervalo pela excelente primeira parte da equipa: “Que treinador mexeria no onze, com a equipa a jogar daquela forma?”

Justificou a sua visão de disciplina de grupo e de liderança, explicando que existia um género de democracia no grupo em relação a esse aspecto. Fazia por explicar individualmente os erros de cada um, tentando fazer ver que estariam a prejudicar o grupo, em vez de optar pela punição imediata. Não dissociou essa forma de agir com o aspecto desportivo. Ou seja, se um jogador errasse não seria imediatamente retirado do onze, crendo que assim não jogariam sobre pressão. Admitiu explicitamente que o Pedro Barbosa estaria abertamente contra essa forma de actuar.

Depois houve os apelos à confiança dos sportinguistas, o reafirmar de que pretende que o Sporting dê espectáculo, de que estaremos em todas as competições para ganhar e etc e tal…

Do mais relevante, acho que é mais ou menos isto. Quem se lembrar de mais algum ponto que não tenha referido, é acrescentar.

Em relação ao Pedro Barbosa e ao Rui Jorge, fiquei na dúvida sobre se teria havido algum problema resultante daquele final de época desastroso. Peseiro falou realmente da tal realidade a um mês do final da época, altura em que teria sido demonstrado o interesse em manter os dois jogadores no clube, dando a entender que tudo teria mudado a seguir por alguma razão.

Ou então será a tal razão dada pelo Paulo Verde, que até será aceitável para que não houvesse uma desmoralização de duas das unidades mais influentes do grupo.

excelente resumo, obrigado :smiley:

Eu gostei bastante da entrevista, pareceu-me um Peseiro mais sóbrio que o habitual, mais explicativo, é certo que no assunto Barbosa/R. Jorge acaba por não conseguir explicar, claro que já toda a gente percebeu o que se passou, de resto pareceu-me muito directo, evasivo como seria de esperar em questões como as contratações ou o manifesto (pergunta ridícula!), directo na questão da disciplina, enfim, foi uma boa entrevista em que se nota que há mais envolvência do treinador nas questões do clube, o futuro dirá se isso é bom ou não! :arrow:

OH FLL guarda lá esse avatar vermelhusco com o piriquito depenado para outras guerras. Porra que essa treta faz-me confusão á brava…lol 8)

Confesso que excedeu as minhas expectativas!

Estava á espera de lugares comuns atrás de lugares comuns e o certo é que isso não aconteceu!

Concordo com o FLL na critica à fluencia de discurso, algo enrolado, na tentativa de envolver o conteudo numa eloquoencia teórica que não consegue transmitir!

Achei fantastica a explicação sobre a democracia nos seus metodos, a responsibilização e o erro! Posso concordar ou não mas denotou coerencia nos seus processos!

Aos casos Barbosa/RJorge deficientemente contornados acrescento o de Viana em que Peseiro vindo de uma resposta sobre a formação, embrulhou-se e acabou por fugir de novo para este tema sem responder de todo à pergunta!

Achei necessário mas a soar a falso (por mais sentido que tenha sido) os apelos à confiança dos sportinguistas!

Também achei graça à resposta sobre a menor tolerancia que teria esta época: mais ou menos “Se sempre foi zero, menor não pode ser”

Nota final (não que valha de muito) para o elogio do entrevistador ao prazer que lhe dava entrevista-lo!