Os portugueses pecam por comodismo
Preferem tudo a saida da porta.
Um pais tao pequeno onde as pessoas se deslocam tao rapido.
Acho que e comodismo a mais.
Os portugueses pecam por comodismo
Preferem tudo a saida da porta.
Um pais tao pequeno onde as pessoas se deslocam tao rapido.
Acho que e comodismo a mais.
Não se trata de comodismo, para uma pessoa que trabalhe em Lisboa ir à escola do filho, ir buscá-lo fazer meia cidade cheia de transito fazer 14 kms de ponte, e mais a ida para Alcochete (a Academia nem fica bem em Alcochete até é melhor ir pelo Montijo) que são mais uns 15 kms, ou seja meia cidade, ponte e caminho para a Academia são +/- 40kms e depois no final do treino fazer tudo de volta, não acho que se trate de comodismo.
Peter1906 apesar de concordar que a Academia fica um pouco afastada de tudo o resto, não devias ser tao centralista.
E para quem mora deste lado também não é complicado ir a Lisboa/Campo Grande.
Acaba por ser uma faca de dois gumes.
Também seria bonito construir o pavilhão em Leiria (onde até temos um museu) ou Coimbra, onde também temos adeptos.
Eu tambem preferia o Pavilhão ao pé do Estadio, não por uma questão pessoal mas porque seria mais facil rentabilizar.
Infelizmente será dificil construir o pavilhão ao pé do Estadio sem o apoio da Câmara. E apoios da Câmara ao Sporting está bem está…
Não sua impossibilidade acho que a melhor solução (mais barata e possivelmente mais rentavel) seria na Academia como propõe o johnnyleo77.
Alguns dos problemas que o Peter coloca são de “facil” resolução:
Os atletas de Futsal e Andebol são quase todos profissionais a tempo inteiro (acho que do Futsal todos), logo o problema da deslocação não se coloca.
Os atletas jovens continuariam em Alvalade temos lá o Multidesportivo que poderia até ser mais rentabilizado para os jovens de Andebol e Futsal que não teriam o problema dos seniores lá se encontrarem.
Continuariam no Multidesportivo todas as modalidades totalmente amadoras.
Resta o problemas do adeptos e da rentabilização de um pavilhão na Academia.
Tenho alguns duvidas sobre a rentabilidade de um restaurante que só funcionaria 2 dias por semana mas nada como estudar a possibilidade.
Acho que um pavilhão relativamente pequeno 2000/2500 pessoas será (infelizmente) o suficiente. As outras modalidades em Portugal são muito pouco acarinhadas pelos adeptos e isso e visivel ate aqui no forum.
O Sporting poderia tentar um acordo com a Câmara de Alcochete para partilha de custo abrindo o pavilhão a juventude de alcochete. Os melhores poderiam ingressar nas camadas jovens do Sporting vindo para Lisboa.
Quando mudarmos de direcção talvez tenha esperança em termos novamente um pavilhão para as amadoras nas proximidades de Alvalade. Alcochete é uma opção tão boa como má, em dias agrestes de Inverno quero ver quem é que lá ia…
Eu prefiro que o pavilhão seja em Lisboa, o mais próximo de Alvalade possível, para que haja sinergia com o futebol. De modo a arranjar público para as modalidades de alta competição, é essencial que os jogos destas sejam próximo do complexo desportivo de Alvalade, e se possível no dia em que a equipa de futebol joga. Como sempre foi a tradição no Sporting, e não só. Alcochete é muito bonito, mas fica muito mais longe que Loures ou o Casal Vistoso. Gastar dinheiro a construir um pavilhão tão longe seria deitar dinheiro fora e “contribuir” para a falta de viabilidade financeira das modalidades.
Alguém sabe se a questão dos terrenos do Sporting com a CML envolve ainda a questão do pavilhão?
Pois para quem estava à espera do Pavilhão…
"FUTSAL EM LOURES
A equipa de futsal do Sporting vai continuar mais dois anos a jogar no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures. O protocolo será assinado na segunda-feira (18h00, nos Paços do Concelho. “Este protocolo tem provocado um desenvolvimento muito grande da modalidade no concelho”, disse ao ‘CM’ o presidente da CM Loures, Carlos Teixeira." in Correio da Manhã
O Pipinho vai-se pirar sem o Pavilhão construído… É tão certo…
:wall: :wall: :wall:
[b]Loures oferece terreno aos leões PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PAVILHÃO [/b]O presidente da Câmara Municipal de Loures mostrou disponibilidade para a cedência de um terreno ao Sporting para a construção de um pavilhão desportivo, caso o clube tenha dificuldade em construi-lo em Lisboa.
“Estamos, à semelhança dos terrenos que vamos cedendo a outras instituições, disponíveis para ceder terrenos para clubes que queiram fazer a prática de desporto não profissional”, disse Carlos Teixeira, que é também membro do Conselho Leonino.
Na cerimónia da assinatura de um protocolo com os leões, para a cedência do Pavilhão Paz e Amizade ao futsal, Carlos Teixeira lembrou que “quem irá usufruir em primeira mão desses equipamentos serão os jovens e os cidadãos do concelho de Loures”.
“A cidade de Loures tinha pouca vida. Quando joga ao Sporting, a cidade anima-se. Então, quando é um Sporting-Benfica melhor. O pavilhão esgota, há movimento, os cafés funcionam, vendem-se farturas, as pessoas passeiam na rua”, referiu.
[b]Soares Franco: «Pavilhão será onde nós pudermos» PROTOCOLO RENOVADO COM A CÂMARA DE LOURES[/b]Filipe Soares Franco, acredita que “é possível até ao final do mandato lançar o projecto” de um pavilhão novo.
“Será onde nós pudermos. É preciso encontrar terrenos, quanto mais próximo da cidade melhor. O Sporting é para ser vivido pelos adeptos. Quanto mais perto conseguirmos ter os adeptos melhor. Fico desde já muito agradecido pela disponibilidade mostrada pelo presidente da Câmara Municipal de Loures”, salientou o presidente do Sporting após o concelho vizinho se ter oferecido para ceder um terreno aos leões.
Para Filipe Soares Franco, a “colaboração com a Câmara de Loures é estimada pelo Sporting”, que pretende mantê-la até poder construir um novo pavilhão.
O protocolo hoje assinado entre o clube e a edilidade prevê a continuação de actividades de formação de jovens pelas equipas técnicas do futsal leonino, assim como visita de escolas de Loures ao Estádio José Alvalade e à Academia de Alcochete. A ligação iniciou-se em 2003 e o novo protocolo prevê a manutenção até 2009.
“A Câmara Municipal abraçou o projecto do Sporting quando o futsal nem sequer era gente. Não era agora, que o futsal tem sucesso, que o Sporting iria virar as costas a Loures”, disse ainda o líder dos leões.
Ambas as duas citações do Pasquim II.
Essa não. E estou à vontade para falar porque moro no concelho de Loures, mas não quero lá o pavilhão do Sporting. Os nossos rivais têm, ou vão ter (no caso do Porto) o pavilhão ao lado do estádio. O que faz todo o sentido, porque é necessário haver sinergia entre o futebol e as modalidades para estas terem público e receitas. Se no caso do futsal costuma haver boas casas por causa da exposição mediática da modalidade, o andebol tem tido quase sempre assistências fracas. Isso não é razão para acabar com a modalidade. Apenas são preciso mais incentivos para os adeptos assistirem aos jogos, nomeadamente a proximidade com o palco do futebol. Não há tantos terrenos livres na zona da alta de Lisboa, por exemplo? Ou se faz o pavilhão o mais próximo possível do estádio, ou não se faz, não vá o clube gastar dinheiro numa coisa que dará mau resultado.
Embora more na Amadora, e raramente passe por Loures, concordo que seja aí a localização do novo pavilhão.
Pois vejamos, o pavilhão para além dos jogos servirá também para os treinos de todos os escalões de futsal e creio que de andebol.
Como a população de Lisboa tende cada vez mais a diminuir, ao contrário dos concelhos vizinhos. Logo Loures tem um potencial humano superior ao da capital. Mais população, mais jovens, mais atletas.
E o nosso clube é de Portugal, não tem que ficar limitado a Lisboa.
Por mim construia-se um pavilhão apenas para o hoquei em Torres Vedras, outro para o basket na margem sul, andebol no Algarve, etc.
Ou seja, venderam-se todos os terrenos ao lado do estádio, e pela conversa, eram mesmo os últimos que nos podiam dar a possibilidade de ter pavilhão lá perto.
CORTARAM-NOS DE FORMA IRREVERSÍVEL A POSSIBILIDADE DE TER PAVILHÃO AO LADO DO ESTÁDIO!!!
Esqueceram-se que…
Um pavilhão é algo para décadas, faz parte da definição de clube grande em Portugal.
É algo que enche de orgulho os adeptos, é a nossa casa, é o nosso espaço vital para as modalidades.
É o covil do Leão e tem que estar localizado onde hover hegemonia de Sportinguistas, não é em qualquer sitio…
Tem que ser num lugar onde haja grande probabilidade de haver grandes assistências.
Não senhor…
O que é que fizeram os nossos amigos da direcção:
Com o argumento de baixar o passivo (que por acaso parece que está sempre na mesma…), venderam esses terrenos de localização hiper-estratégica por um valor praticamente equivalente ao que a venda de um jogador, actualmente, poderia permitir realizar.
Fantástico…
Se alguém contar isto a um adepto inteligente dentro de 10 anos, ele não vai acreditar neste tiro na cabeça!
Aparentemente, vale mais um jogador do que um pavilhão ao lado do estádio…
Não sei se dá para ter a noção do ridículo que isto é…
Entendamos uma coisa, um Veloso ou um Moutinho são meros jogadores.
E se calhar, são nossos atletas apenas por alguns meses.
Não passam de jogadores de futebol que jogam no clube que pagar mais.
Se algum sair, nós sobreviveremos como sempre o fizemos.
Tal, em termos de gravidade, nada tem a ver com acabar com a possibilidade futura de virmos a ter pavilhão no sitio certo, ao lado do estádio.
Isso uma catástrofe irrreversível, um tiro no coração do leão que é aquela zona sagrada.
Marcará definitivamente a história do clube.
É o Adeus definitivo ao sonho de uma Cidade Desportiva Leonina…
PS: Alguém nos salve !!!
Mesmo assim, ainda há quem defenda que as medidas tomadas até agora são correctas ou que “é essa a visão que tem do clube”.
75%, sei que estás por aí, é mesmo para ti :twisted:
Não é bem assim. Só votaram 8 mil sócios, dos cerca de 40 mil com direito a voto. Desses 8 mil, 75% é que votaram no Soares Franco, ou seja, uma “gota” no vasto “oceano” sportinguista. E acho que a esmagadora maioria dos sócios estão muito mais exigentes agora. O grande mal foram os primeiros anos do projecto Roquette em que a malta andava muito “anestesiada”. Foi nessa altura que se cometeram os maiores erros, de que resultaram os défices crónicos da SAD e do clube. Quantas vozes se levantarm em favor da construção do pavilhão na altura? Pois é… Por isso agora népias. Apesar de tudo, nada está perdido. Não gosto nadinha do discurso “finis” clube. O “Pipinho” tem de ser obrigado a cumprir esta promessa eleitoral, nem que os sócios tenham de pagar quota suplementar para financiar o pavilhão. Eu não me importava, e vocês?
Lion, eu sei que os 75% correspondem aos votos e não aos sócios ![]()
Na altura Roquete prometeu resolver a questão do pavilhão com um protocolo com a CML, nós fomos esperando, e esperando, e esperando… até hoje.
Quanto à quota suplementar, não sei se depois dos tais “lugares de leão” e outras promessas dadas na altura da construção do estádio alguém vai estar disposto a participar.
Olha mas por acaso é muito curioso que o último acto eleitoral deu a mesma proporção em número de sócios e votos para cada lado. Não costuma ser assim porque os sócios têm votos diferentes consoante a antiguidade, por isso ainda pensei que os 75% de votos para o FSF se deviam aos mais velhos terem maioritáriamente votado nele. Mas depois vi os dados da participação e fiz as contas e não foi assim. Todos os grupos etários votaram em peso no FSF, por isso dá conta “certa”: quase 75% dos votos e 75% dos sócios que votaram.
Aqui, neste fórum, na altura houve uma sondagem sobre este assunto e o resultado foi o mesmo… ao contrário. E aqui temos malta nova ou sócios com muitos anos.
Quanto ao tema da quota suplementar, casualmente hoje foram revelados os resultados das vendas de Gamebox: menos 1500 que o ano passado!
Pois, eu também votei no Abrantes Mendes, contra o FSF, e este só ganhou porque a oposição era fraca. Enquanto não for reduzido o endividamento, não aparece ninguém de jeito a eleições. Ao menos o “Pipinho” não tem muita vontade em continuar, por isso duvido que fique agarrado ao poder quando o mandato dele terminar. O gajo que “pague” lá aos bancos e vá à vida dele. A questão está em saber quem do “projecto” se apresentará. O Ribeiro Telles não tem muita vontade, por isso duvido que seja este. É muito possível que haja um vazio de poder do lado da “oligarquia”. Só espero é que não fiquemos reduzidos aos restos da “entourage” do Jorge Gonçalves, porque isso também não é NADA desejável. Como voto de protesto, tudo bem, agora para ganhar… :think:
Estive a ver uma reportagem de um jogo do fcp em hóquei para a liga dos campeões que foi em Gondomar.
Como é que andam os três grandes no que diz respeito a novos pavilhões ? Algum já começou / acabou obras ?
E o Sporting ? Continua tudo parado ? Penso ter ouvido o FSF dizer que uma das prioridades imediatas era encontrar um local. Já há notícias ou está tudo na mesma como atrás referido neste tópico ?