OS DESGRAÇADOS DO FUTEBOL

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Jogador Português que passou pelo Sporting CP, SL Benfica, Celtic, Celta de Vigo e outros. Fez ainda 33 jogos pela seleção nacional.
“O internacional português nunca teve vergonha de assumir as dificuldades financeiras por que passou. Apostou em vários empregos, já depois do final da carreira, e, mais recentemente, avançou a aposta nos estudos (treino desportivo)” – Diogo Cardoso Oliveira (Bancada.pt)

FUTEBOLISTAS: SEXO, ÁLCOOL E FUTEBOL

De dia, encantam multidões nos estádios com as suas fintas e golos mágicos. Mas à noite perdem a cabeça pelo álcool, drogas e mulheres fatais. São jogadores de futebol ou rebeldes sem causa?

Há jogadores de futebol que mais parecem estrelas ‘rock’. Jardel parte quartos de hotéis. Dani é apanhado em festas loucas pela madrugada. Iuran espatifa carros na Invicta. Roger revela tanta testosterona dentro como fora dos relvados. “Os futebolistas são figuras públicas e, tal como um actor de cinema ou um cantor, atraem multidões femininas. E nem sempre é fácil resistir às tentações”, revela o ex-craque Paulo Futre. Mas alta competição não rima com boémia e sempre que um atleta é apanhado em falso, o escândalo rebenta nas primeiras páginas dos jornais… A bronca mais recente é da autoria da dupla benfiquista Miguel e Petit, vista na madrugada de segunda-feira, 15 de Setembro, numa discoteca em Lisboa, depois do empate do Benfica com o Belenenses. A noitada valeu-lhes uma multa pesada do clube encarnado e um valente ‘puxão de orelhas’ do treinador, José Camacho. Para um país que respira futebol, estas saídas são ainda vistas como uma heresia nacional.
A CARNE É FRACA
Dani foi um dos casos mais mediáticos. Em 1994, o atleta era uma das promessas do futebol português. Mas para além de ser um tecnicista nato, o sportinguista era bonito e tinha uma horda de fãs atrás de si. Os insistentes boatos de que à noite se perdia em fintas por discotecas lisboetas eram confirmados pelas exibições irregulares e por atrasos e bocejos nos treinos. Mais tarde, no Benfica, nem um esquema apertado de vigilância, montado pelo clube ao esbelto jogador surtiu efeito. Em Novembro de 2000, a bomba estoirou. O ‘Tal & Qual’ revelava uma escapadela com amigas num hotel do Estoril, com álcool e drogas à mistura.
Não menos polémicos foram os ‘raides’ nocturnos de Cherbakov, Iuran ou Kulkov, que terminaram em bancos de hospitais ou em esquadras de polícias. Os russos gostavam de se passear em carros luxuosos, a alta velocidade, perdendo-se por mulheres fatais e noites longas regadas a álcool em clubes nocturnos. Em Dezembro de 1993, ‘Cherba’, o russo ao serviço do Sporting, guiava pela Avenida da Liberdade, após um jantar de despedida a Bobby Robson. Toldado pelo álcool, não parou num sinal vermelho e embateu noutra viatura. Depois dessa noite, nunca mais saiu de uma cadeira de rodas. “Tinha o mundo a meus pés”, desabafou recentemente. Nessa mesma época, Iuran e Kulkov, eram também uma dor de cabeça para os treinadores do clube rival da segunda circular. “Levavam uma vida pessoal irresponsável”, queixava-se Toni. No ano seguinte, já no FC Porto, as noitadas continuaram e Iuran, ao fazer uma inversão de marcha proibida, em excesso de velocidade, matou uma pessoa. O russo faltou sucessivamente aos julgamentos e hoje o caso continua em aberto. No ano passado, chegou a confessar a um jornal a sua vida boémia em Portugal: “Podíamos estar até às quatro da manhã num bar, e no outro dia jogávamos melhor do que os que tinham dormido toda a noite”.
TEMPERAMENTO LATINO
Os sul americanos que passaram pelos três grandes deixaram na memória dos adeptos golos de antologia mas também histórias de faca e alguidar. O argentino Cannigia, amigo de ‘borgas’ de Diego Maradona, envolveu-se em cenas de pancadaria com adeptos do Sporting em Sintra, numa noite após um ‘derby’ lisboeta, em que foi expulso do jogo. Poucos meses mais tarde, o brasileiro Leandro decidiu fazer habilidades automobilísticas com o seu Porshe, em Albu-feira, andando em contra-mão numa rotunda. Por sorte, a noite de copos do sportinguista não acabou em tragédia.
Mais recentemente, o trio portista Pena, Esquerdinha e Rúbens Júnior, agitou a movida tripeira, saltando de discoteca em discoteca pela noite fora. Tropelias que lhes valeram o afastamento da equipa principal. E Jardel… bem, o brasileiro envolveu-se num enredo digno de uma novela da Globo: separações traumáticas, bebedeiras de ‘whisky’, indícios de drogas duras, invasão de hotéis e internamentos em clínicas. Tudo valeu no ‘annus horribilis’ do ‘bota de ouro’, em 2003. “Não é por acaso que os dirigentes nos aconselham arranjar mulher e assentar. ‘Para triunfares, tens de ter uma vida caseira’. Esta era uma frase que ouvia todos os dias”, recorda Futre, que também era perseguido por dirigentes portistas, sempre que punha o pé fora de casa depois do pôr do sol. “Não era uma vida fácil. Mas era emocionante”.
O CASO ‘PAULA’
A 2 de Maio de 1997, no programa ‘Os Donos da Bola’, a SIC revelou um escândalo que envolvia jogadores, dirigentes da selecção nacional e prostitutas. Secretário, Vítor Baía, entre outros atletas, ter-se-iam envolvido numa orgia com ‘meninas’ brasileiras, no Hotel Atlantic Garden, em 1995, 3 dias antes do jogo Portugal-República da Irlanda. A noite de sexo e drogas terminou mal e Angélica Cristina Ribeiro, (apelidada de ‘Paula’) acabou na maca do hospital depois de ter sido alegadamente agredida pelo defesa direito portista. Em 2000, o tribunal obrigou a SIC a pagar uma indemnização de 25 mil euros ao ex-seleccionador nacional pela falta de provas da sua reportagem-choque, mas os portugueses descobriam o lado negro dos seus ídolos dos relvados.
DESGRAÇADOS PELO ÁLCOOL
Chainho (FCP): Apanhado a conduzir pela polícia com álcool no sangue numa viagem entre a Costa da Caparica e Lisboa (2000)
Phil Babb (SCP): Distúrbios na via pú-blica em estado de embriaguez termina numa esquadra, em Dublin (2000)
Xano (Académica): Desacatos com a polícia, na Figueira da Foz, durante os festejos do São João (2003)
Abel Xavier e Dimas (SLB): Castiga-dos pelo treinador ‘Artur Jorge’ após se-rem apanhados numa noitada (1994)
‘O JOGO’ VERSUS ‘A BOLA’
Vítor Serpa, director de ‘A Bola’ e Manuel Tavares, director de ‘O Jogo’, em discurso directo.
Um jogador noctívago tem necessariamente a carreira condenada em alta competição?
VS: Não. Nem o facto de um futebolista ser noctívago o condiciona, obrigatoriamente. Um futebolista consciente percebe que há tempos certos para celebrar a noite.
MT: Quem, por norma, faz noitadas não tem condições para treinar e muito menos para jogar. Hoje, os futebolistas profissionais são em muito maior número que a meio do século passado e os meios de comunicação social multiplicaram-se e especializaram-se, o que faz com que seja possível apanhar alguém numa noitada.
Os clubes controlam cada vez mais os passos dos seus atletas?
VS: Os clubes sempre procuraram controlar os seus atletas. Houve mesmo um tempo em que se contratavam treinadores-adjuntos que tinham como função principal a de espiar os seus jogadores.
MT: No passado, o mais habitual nos clubes era o chefe de departamento organizar uma rede de vigilância, que podia ir do treinador-adjunto ao simples adepto, passando pelos seguranças. Hoje, este tipo de vigilância foi substituído por métodos de análise de dados biofísicos que fazem parte dos métodos de treino.

SEXO, ÁLCOOL E FUTEBOL

Incélbio

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Magnusson: «Podia pegar numa garrafa de whisky e bebê-la num gole»

Antigo jogador do Benfica fala sobre a batalha contra o alcoolismo e confessa que estava bêbado no jogo contra a pobreza realizado no Estádio da Luz em 2010

O antigo avançado do Benfica, Mats Magnusson, acabou de lançar uma biografia na qual é relatada uma realidade que viveu e que era, até há bem pouco tempo, desconhecida para a maioria do público: a luta que o sueco travou em tempos contra o alcoolismo.

Em entrevista ao jornal sueco Expressen, o antigo jogador passou em revista com uma honestidade desarmante os momentos difíceis que viveu. «Nunca me vou esquecer do dia em que fui ver um jogo de hóquei do Sebastian [n.d.r.: um dos filhos de Magnusson]. Ele puxou-me para o lado e disse-me: ‘A partir de agora não quero que voltes aqui depois de te embebedares’. O pior de tudo foi o que fiz aos meus filhos. Eles viram-me bêbado: essa é a minha maior vergonha

Tal como no livro, intitulado «Mats - o regresso do inferno» e escrito pelo jornalista Marcus Birro, Magnusson não deixou nada por dizer e abriu as portas de uma realidade sombria e contou como tudo começou. «Podia beber muito e não ficava agressivo ou desagradável. Divertia-me, mas depois comecei a beber cada vez mais e sozinho. Escondia-me dos outros para poder beber à vontade. Não queria saber o que bebia. Tudo o que eu via era a percentagem de álcool. Podia pegar numa garrafa de whisky e bebê-la num gole.»

Magnusson, que vestiu a camisola do Benfica entre 1987 e 1992, recordou ainda um episódio vivido no Estádio da Luz em 2010, no famoso jogo contra a pobreza entre amigos de Zidane e uma equipa constituída por antigos jogadores do Benfica. «Aquele jogo contra o Zidane: é terrível pensar nisso. Estava bêbado no relvado e a primeira coisa que fiz quando entrei foi cair», disse, lembrando que começou a beber ainda no avião.

Os problemas levaram Magnusson à bancarrota e só recentemente o antigo internacional sueco conseguiu liquidar todas as dívidas. Esteve num centro de recuperação, livrou-se do álcool e passou a ter cuidados com a alimentação. Um novo Mats Magnusson que fez votos para que um dia possa voltar a Lisboa: para ficar.

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Tem alguma história para contar que ainda não tenha contado?
No primeiro ano do FC Porto, quando estava solteiro, recebia muitas cartas com fotografias. Muitas vezes apareciam fotografias maravilhosas, que vinham com o número de telefone. E apanhei muitas deceções.

Como assim?
Eu ligava para os telefones de casa, ainda não havia telemóveis, e marcava local de encontro. Podia ser para um café, mas às vezes a fotografia era tão interessante que marcava logo para casa e depois tinha deceções. Pensava, como é que vou fugir disto agora. “Eh, pá, desculpa lá, está a doer-me um dente, tenho que ir ao dentista” ou “ligaram-me do Porto, tenho que ir diretamente para lá”. Às vezes tinha de arranjar uma desculpa no momento, porque a deceção era enorme, a figura não correspondia à fotografia [risos]. Mas nunca perguntei “porque é que me mandaste isto?”. Sim, porque no fundo era outra pessoa, tinha enviado uma foto que não era dela. Tão pouco ficava chateado. Compreendia, respeitava, percebia que era uma emoção para elas. E sempre dei a cara. Podia marcar num sítio e ver ao longe, mas não, sempre dei a cara. Sempre fui simpático, dava dois beijinhos, arranjava uma desculpa e ia embora. Apanhei algumas deceções dessas. E apanhei alguns sustos, como conto no meu livro, daquela que dizia que estava grávida. Mas comprem o livro.

Aposentado, porém não

Depois de 2013, Amaral ficou quase dois anos “aposentado” longe dos campos, até acertar contrato com o Capivariano e abandonar o sossego para voltar a atuar. Em 2015, no entanto, já jogando pelo time, ele fez questão de destacar, em entrevista para a Jovem Pan, que não retornou para os gramados por grana. “Eu poderia estar em uma situação melhor. Eu não voltei a jogar futebol por causa de dinheiro, pois o que eu fazia antes do Capivariano me dava mais renda. Mas gosto de jogar. Eu perdi muito dinheiro na Itália. Quando a Fiorentina faliu, eu perdi praticamente R$ 12 milhões, que hoje deixaria a minha vida estabelecida. Não gosto de ficar lembrando, agradeço a Deus por tudo que tenho: um carro bom, um bom apartamento e pagar as contas da minha mãe”. Depois de sair do time, ainda em 2015, ele fez questão de atualizar seu status em entrevistas para “aposentado por enquanto”, demonstrando expectativa de voltar a atuar novamente. Ainda em outubro do ano passado, ele revelou para o Yahoo Esportes que estava fisicamente bem e esperava que algum empresário pudesse vê-lo e fazer um convite para voltar aos gramados

Jogadores do boifica bêbados?

A sério?

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O Fórum SCP orgulha-se de apresentar Lorde Bendtner!

Do vício do jogo à ruína de uma carreira de sucesso: «Gastei 400 mil libras em 90 minutos»

Dinamarquês Nicklas Bendtner, que passou pelo Arsenal e pela Juventus, arrepende-se por se ter deslumbrado com o dinheiro fácil

“Gostava de voltar atrás no tempo e dar com um martelo na cabeça daquele jovem”. O jovem que Nicklas Bendtner descreve é ele próprio, jogador que passou pelo Arsenal, pela Juventus, pela seleção da Dinamarca, mas que se perdeu no vício do jogo e no deslumbre do dinheiro fácil.

Numa biografia publicada no ano passado, agora revisitada pelo jornal inglês ‘The Guardian’, o jogador de 32 anos confessa que se deixou levar por um estilo de vida que rapidamente o deixou sem dinheiro. Neste momento, o dinamarquês está sem equipa, devido à covid-19 que paralisou a sua ida para a China, onde planeava abandonar a carreira se não chegasse mais nenhuma proposta interessante.

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Quem nos dera ter um bendtner

Os piores são o eboué e aquele que apareceu como sem abrigo no vídeo do Nilton.

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Com malta da bola tenho 5 casos para contar 2 na Quinta do Lago onde trabalhava na altura no Four seasons country club uma bela tarde de copos juntando o nosso Malcolm Allison e o George Best outro com o Paul Ince quando vinha com os amigos era festa sem parar com a Esposa caladinho que nem um rato :rofl::rofl::rofl::rofl:. Os outros foram na noite de Albufeira na zona de Albufeira velha estava aquilo bem animado quando vi passar o Baia e o Fernando Couto mas iam bem nada de anormal depois entro no Dominos e entra o Abel Xavier com o João Oliveira Pinto estava uma camone Islandesa podre de boa a curtir o som estava ela a usar oculos de sol no bar eu viro-me para o Abel e disse-lhe acho que a gaja esta interessada em ti Abel,ele fiz achas? Eu sim vai ja não sejas parvo mete-se o Abel a dançar com ela tira-lhe os oculos da cara ela ato continuo zas 1 tabefe na cara do Xavier que ele nem sabia o que fazer eu so disse foda-se azar Abel :rofl::rofl::rofl::rofl::rofl:. Outra com o Sol Campbell num bar/restaurante Ingles chamado Mary Ann’s ficava atras de um bar Escoces que era o Kilt and Kelt agora os 2 são uma pizaria na zona nova de Albufeira Oura/Areias de São João o entrei la com o meu amigo as 17h ja o Sol la estava apanhou uma tão grande que foi carregado em braços ate á vivenda no Montechoro :rofl::rofl::rofl::rofl: e o ultimo no Kiss entrei la com um amigo quen conhece o Kiss sabe que logo á entrada esta o bar na primeira cadeira estava o Balakov para mim e o meu amigo tambem Sportinguista foi um privilegio estar a fala com o grande Bala uns 15 minutos ele ao que vi esteve sempre a beber agua e sobrio,depois eu e o meu amigo andamos mais para a frente e ouvimos uma grande comoção pensei logo que era confusão armada mas não era so o Inzebio que la estava tambem tinha caido da cadeira teve que ser carregado em braços para os sofas com a sua fiel garrafa de whiskey :rofl::rofl::rofl::rofl::rofl::rofl: Não sei destes quantos tiveram dificuldades mas é engraçado partilhar estas estorias com voçês.

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Muito bom, @Leao_de_Manchester.

Em 1991, antes da entrada para a cerimónia de entrega dos prémios Gandula, da Gazeta dos desportos (quem deste tempo não se recorda do enorme Wilson Brasil), pedi um autógrafo ao bi-bota de ouro, Fernando Gomes (nesta altura, era jogador do Sporting). Eramos tantos de volta do carro, mas o homem saiu calmamente e falou connosco como se conhecesse cada um de nós. A maioria do pessoal com quem eu estava era do Sporting, mas havia também pessoal do Benfica. Não havia segurança. A equipa do Benfica, com Vitor Paneira, Neno, Silvino, etc. estava quase toda presente. A cerimónia foi realizada no pavilhão da siderurgia nacional.

Quanto ao Eusébio, eu e mais uns amigos do Sporting fomos à porta de casa da mulher, que diziam na altura ser sua amante, pedir um autógrafo, mas ela disse que ele não estava, também por esta altura, 1990, 1991.

É difícil falar de tempos em que basicamente havia fascínio pelos jogadores de futebol e raramente qualquer jogador dos três grandes defraudava a expectativa dos adeptos, fossem eles do Benfica, do Porto, ou do Sporting. Todos estes jogadores, grande parte deles, antes de ser jogador, era adepto e amava ver e jogar futebol. Eram tempos em que se respeitava quem ganhava e reconhecia-se o valor dos jogadores, vestissem eles as nossas cores ou as cores de outros clubes.

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R.I.P. futebolista Edinho

A desgraça bateu à porta de CR7.

Bendtner e as vantagens das prostitutas: «É menos arriscado do que engatar raparigas na cidade»

“Uma vez, uma rapariga com quem estive disse-me que estava grávida, mas que eu podia fazer algo para ela tratar do assunto. ‘Há um preço que podes pagar’, disse-me ela. ‘Que queres dizer com isso?’, questionei eu. ‘Quer dizer que tens de me pagar um novo par de mamas. Quero as mamas arranjadas’. Acabei por pagar a viagem dela ao cirurgião plástico…”, relata Brendtner.

Mas este não foi o único percalço que o dinamarquês teve com mulheres. “Uma noite uma rapariga partiu o vidro de um dos meus Porsches. Eu estava em casa, ouvi-a aos gritos, mas não saí. Ela estava zangada porque eu não queria continuar a sair com ela.”

E prossegue: “Houve uma que, à terceira noite, foi bisbilhotar o meu telemóvel enquanto eu estava a dormir e viu que eu andava a sair com outras. De manhã, quando acordei, ela tinha ido embora, mas antes tinha atirado todas as minhas roupas pela janela…”

As vantagens das prostitutas

Na sua autobiografia, intitulada ‘Both Sides’, o antigo internacional dinamarquês, que tem um filho com uma baronesa, garante que muitos jogadores em Inglaterra recorrem aos serviços de prostitutas, mesmo nas vésperas dos jogos. E explica as “vantagens”.

“As pessoas devem perguntar-se por que motivo as prostitutas são um fenómeno nos meandros do futebol profissional. A razão é muito simples: é menos arriscado do que ‘engatar’ raparigas na cidade”, explicou.

E prosseguiu: “Quando se é um futebolista famoso é preciso mais cuidado, sei de muitos incidentes a envolver prostitutas. Mas também conheço muitas histórias de extorsão a envolver as redes sociais. Estamos a falar de ‘caçadoras de fortunas’ que andam na noite à procura de uma f… e que depois tiram uma foto quando estás ‘agitado’. Com essas fotos podem exigir coisas para manterem a boca calada. E fazem-no.”

Por isso as prostitutas representam uma vantagem. “Não são propriamente um cartão dourado, mas pelos menos as prostitutas têm o negócio delas mais ou menos protegido. Sim, já o vi em primeira mão. Mesmo na véspera de um jogo, quando a equipa está junta no hotel em algum lugar esquecido por Deus…”

Depois, questiona: “Será assim tão mau? Sim, seguramente é, eu gosto mais de ter as minhas conquistas do que ter de pagar a alguém. Mas não acho estranho que alguns dos meus colegas se deixem tentar.”

E recordou um episódio ocorrido numas das equipas por onde passou. “Só íamos para casa no dia seguinte e assim que o corredor do hotel ficou silencioso, esgueirámo-nos até ao bar. Íamos falar com umas raparigas locais. De repente decidimos ir à piscina, que tinha um escorrega e iniciámos uma competição. Um casal avaliava o outro, que escorregava, ao mesmo tempo que tinha relações sexuais em qualquer posição. No treino do dia a seguir, um dos meus companheiros tinha os joelhos muito vermelhos…”

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“…tinha os joelhos muito vermelhos”

Pahahahahahahah

Grande Bendtner.
CR7 não teria resistido a Bendtner, se tivessem sido colegas na mesma equipa.

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