fraquinho, o “Terra Ferida”. personagens muito superficiais. muito hype por essa net fora, mas deixou a desejar.
estou neste, agora:
Terminei o Crime e Castigo do Dostoyevsky, talvez o meu favorito do autor. (Dos 5 principais dele só me falta ler Os Irmãos Karamazov).
Vou agora começar A Morte de Ivan Ilitch e depois o Estrangeiro.
Para leres “O nome da rosa” tens de fazer um curso de latim.
O Google agora já deve dar uma ajuda na tradução
epá… espero que gostes… não li esse, mas “morte a crédito” e “viagem ao fim da noite” são, na minha modesta opinião, soberbamente bem escritos… o tipo era um pulha, mas escrevia como poucos…
Eu só li “Viagem ao fim da noite”.
Por ser de direita, ou por outro motivo?
Antisemite assumido com publicações nos anos 30 e durante a ocupação.
não, eu não acho que alguém seja um pulha por ser de direita ou de esquerda ![]()
não… refiro-me a tomadas de posição que o tipo tomou ao longo da sua vida, sempre altamente polémicas, nomeadamente de pendor pró-nazi e colaboracionista… foi um indivíduo complicado, mas actualmente é considerado praticamente de forma unânime um autor com uma voz e um estilo únicos… pessoalmente tento sempre separar as questões da vida privada das obras, e este é um caso típico disso… tipo leni riefenstahl
Sabia que era de direita, mas não sabia que era antissemita e colaboracionista, quando li o “Viagem ao fim da noite” era muito jovem e não me informei minuciosamente sobre o autor.
Obrigado pelos esclarecimentos. ![]()
Temos sempre de analisar a sua postura com o contexto da época e toda a sua vivência, pois ele viveu as duas guerras, a primeira creio que lhe impactou imenso. Depois chega ao pós I Guerra moldado por isso, talvez isso o tenha formatado em demasia.
mito. o livro é até bem fácil de ler e tem, imo, das melhores descrições que já li. está no meu top 10 de sempre.
Eu já o li, mas as citações latinas são muitas e muito longas.
Estou a ouvir o Greenlights do Matthew Mcconaughey, narrado por ele proprio, muito bom.
Sinopse
Nos últimos anos, os partidos de direita radical tornaram-se actores políticos centrais na maior parte dos países europeus.
O que explica o aumento do sucesso eleitoral destes partidos? Se a mudança das ideias políticas é um processo particularmente lento, porque crescem eles tão depressa, parecendo vir do nada?
A resposta, como argumenta Vicente Valentim neste seu primeiro livro, está no facto de grande parte das pessoas que expressam actualmente o seu apoio à direita radical já terem antecipadamente essas ideias em privado, não tendo até agora à-vontade para o manifestarem em público por causa da pressão social.
O Fim da Vergonha - Como a direita radical se normalizou de Vicente Valentim, doutorado em Ciência Política pelo Instituto Universitário Europeu, em Florença, resulta da adaptação para português do seu primeiro livro The Normalization of the Radical Right, publicado em inglês pela prestigiada editora Oxford University Press.
Vencedor de vários prémios, nomeadamente o Prémio Jean Blondel, atribuído pelo European Consortium for Political Research para a melhor tese escrita na Europa no domínio da Ciência Política, este seu trabalho é já considerado um texto de referência para todos os que pretendem compreender um dos mais relevantes fenómenos políticos da actualidade.






