Noticias sobre o Cosmos/Espaço/Universo

Como é que eles mandam esta merda cá para baixo se lá não há internet? :grin::sunglasses:

Aliexpress.

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Deixo aqui dois vids, semi-random, de canais do YT que acompanho e que tem informação de qualidade sobre o Cosmos (e não só), acessível a todos.

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O pormenor da bandeira que aparenta ter sido exposta por descida do rolo como um ecrã de projector é delicioso!
Quantas horas de trabalho e que custo terá tido o seu planeamento e execução?

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Estamos a der passos gigantes nesta área.

Este é antigo… mas o power é qualquer coisa

Projecto Starlink é também muito interessante

:seedling: :slight_smile:

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Há um asteroide que agora se chama Peixinho e é uma homenagem a um astrofísico português

A designação do asteroide era (40210) 1998 SL56 e agora tem um nome mais interessante, em homenagem ao investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) e da Universidade de Coimbra.

O novo nome foi confirmado pelo Grupo de Trabalho para a Nomenclatura de Pequenos Corpos (WGSBN) da União Astronómica Internacional, indica um comunicado do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. O WGSBN decidiu mudar a designação do asteroide (40210) 1998 SL56 para Peixinho, sobrenome do astrofísico Nuno Peixinho, investigador da Universidade de Coimbra (UC) e do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.

“É uma sensação difícil de descrever. Evidentemente que me sinto infinitamente honrado por este reconhecimento do meu trabalho como astrofísico. Trabalho que nunca foi realizado sozinho, mas sempre integrado em equipas, e por isso a todos agradeço”, afirmou o astrofísico.

O asteroide foi descoberto a 16 de setembro de 1998 e tem pouco mais de 10 km de diâmetro. Pertence à cintura de asteroides e orbita o Sol a uma distância média 3 vezes superior à distância da Terra ao Sol, completando uma órbita em cerca de 5,3 anos.

Segundo o comunicado enviado à imprensa, o (40210) Peixinho é o tipo de asteroide que, se viesse em direção à Terra, poderia causar um evento de extinção em massa.

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Como não existe um tópico específico para biologia, deixo aqui este vídeo. Vale a pena ver.

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Já tinha pensado na singularidade mas nunca tinha pensado que se encontrarmos aliens eles estão mais avançados na singularidade… weird

Q: So how likely is alien life in this vast expanse?

We know now that planets exist around many, even most, stars. We know that in our Milky Way galaxy there are likely millions of planets that are in many ways like the Earth, with liquid water. The question then is whether life has developed on them – and we can’t yet answer that.

Although we know how via Darwinian selection a complex biosphere evolved on Earth around 4 billion years ago, we don’t yet understand the actual origin of life – the transition from complex chemistry to the first metabolising, replicating structures. The good news is that we will have a better idea of how that happened within the next ten or 20 years and crucially, how likely it was to happen. This will give us a better understanding of how likely it is to happen elsewhere. In that time, we will also have technologies that will allow us to better search for alien life.

Intelligence has an uncertain future. Shutterstock

But just because there’s life elsewhere doesn’t mean that there is intelligent life. My guess is that if we do detect an alien intelligence, it will be nothing like us. It will be some sort of electronic entity.

If we look at our history on Earth, it has taken about 4 billion years to get from the first protozoa to our current, technological civilisation. But if we look into the future, then it’s quite likely that within a few centuries, machines will have taken over – and they will then have billions of years ahead of them.

In other words, the period of time occupied by organic intelligence is just a thin sliver between early life and the long era of the machines. Because such civilisations would develop at different rates, it’s extremely unlikely that we will find intelligent life at the same stage of development as us. More likely, that life will still be either far simpler, or an already fully electronic intelligence.

A “rosa dos ventos” da exploração espacial: a primeira foto tirada pelo telescópio James Webb

No futuro, os cientistas esperam poder observar corpos celestes tão antigos que tenham apenas “algumas centenas de milhões de anos a menos que o Big Bang”.

17 mar 2022, 21:57

Primeira imagem do telescópio James Webb

▲Primeira imagem do telescópio James Webb

NASA/STScI

O novo telescópio James Webb, da Nasa, mostrou pela primeira vez o seu enorme poderia fotográfico, com a imagem de uma estrela a dois mil anos-luz, rodeada de pequenas galáxias.

A imagem foi divulgada esta quarta-feira pela NASA e serviu como ensaio para confirmar a eficácia do telescópio . A foto é criada através de 18 imagens separadas — cada uma obtida com recurso aos 18 espelhos hexagonais que compõem o telescópio.

Há mais de 20 anos, a equipa do Webb começou a construir o telescópio mais poderoso que alguma vez foi colocado no espaço, e conseguiu montar um design ótico ambicioso capaz de suprir as necessidades da ciência”, explicou Thomas Zurbuchen, diretor associado da NASA. “Hoje, podemos dizer que esse modelo vai cumprir [as suas funções].”

As galáxias observadas na imagem agora publicada têm milhares de milhões de anos , conta a Associated Press. No futuro, os cientistas esperam poder observar corpos celestes tão antigos que tenham apenas “ algumas centenas de milhões de anos a menos que o Big Bang “, explicou à agência de notícias Jane Rigby, cientista do projeto que compõe o James Webb.

A equipa que opera o telescópio continuará a realizar análises aos instrumentos do James Webb e a alinhar os seus instrumentos até ao final de maio. Ao fim desta etapa, e depois de mais dois meses de preparação dos restantes instrumentos em falta, o telescópio estará totalmente operacional.

Com um custo de 10 mil milhões de dólares — cerca de nove mil milhões de euros — o James Webb servirá como o sucessor do telescópio Hubble , lançado em 1990 para o espaço e em funcionamento há quase 32 anos.

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Boas notícias, até agora tem cumprido todos os testes. :star_struck:

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“Essas imagens mudaram profundamente a maneira como vejo o universo”, disse Scott Acton, cientista de sensores e controles de frente de onda Webb da Ball Aerospace, em um comunicado.

“Estamos cercados por uma sinfonia da criação; há galáxias em todos os lugares! Espero que todos no mundo possam vê-las.”

Telescópio James Webb está alinhado!

As primeiras imagens nesta fase de calibração mostram uma performance acima do previsto!

Dentro de 2 meses deveremos ter as primeiras imagens científicas!

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Vem aí algo interessante daqui a bocado:

Especula-se que sejam imagens do buraco negro que está no centro da Via Láctea.

Stream live daqui a 2h:

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Adoro este canal.
O Anton é incrível a explicar conteúdos complexos a leigos como eu.

Mais uma achega para compreender melhor este tópico.

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Telescópio Spitzer vs o novo Telescópio James Webb

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