É verdade, aquela arbitragem foi uma vergonha e exageradamente “caseira”, sendo que o expoente máximo esteve na relação que mantiveram com o “King” [Lebron James] que levou técnicas, por muito menos [David West] e no final deitou por água abaixo aquela filosofia, ditada por alguns do “Dont touch Lebron”. Mau. :arrow:
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New Orleans Hornetts 104 - 92 Cleveland Cavaliers
Este jogo foi bem + renhido, do que este resultado demonstra [+12]. Cleveland demonstrou [1ª parte] que conseguia jogar “sem” Lebron James, que a dada altura, era + base do que propriamente atirador. Mantiveram uma defesa zona, exemplarmente organizada e a dificultar as penetrações interiores [Paul, Williams, West] que só lá iam com lançamentos exteriores [Posey, Butler] com alguns movimentos dignos de uma equipa com “pulmão” [West, Wally, Gibson]. Não digo que tenha sido preponderante, mas aquela percentagem na linha de lance livre [57%] é demasiado baixa, sobretudo, num jogo pautado por muitos turnovers [31]. O frontcourt defensivo, de ambas as equipas, estava muito seguro.
Aquilo que parecia “táctico” passou a “inspiração pessoal” [2ª parte] e foi aí, que isto começou a “agitar” com, Chris Paul [24 pontos, 15 assistências] a dominar a partida depois de ter sido muito bem defendido, por espante-se, Gibson [1ª parte]. Ele conseguiu meter aquilo a funcionar down low [Armstrong, West], mesmo sem Chandler (!!). West [25 pontos] e Armstrong [8 pontos] funcionaram muito bem juntos mas só não fizeram + porque do outro lado, esteve 1 “gigante” que andou com Cleveland às costas [Ilgauskas] com 18 pontos. Wally [12 pontos], Gibson [14 pontos] e West [12 pontos] mantinham a luta acessa, num jogo em que Lebron [15 pontos, 13 assistências] não foi Lebron. E é isso que os adeptos de Cleveland não podem esquecer, é que os Cavs tiveram sempre a vencer em New Orleans frente a 1 dos candidatos + fortes (!!).
Agora, uma coisa. Aquele James Posey [15 pontos, 6 ressaltos, 5-7] é mesmo o “sixth man” que eles precisavam, é que o homem garante um pedacinho de tudo [3 pontos, passe, ressaltos, agressividade] e encaixa que nem uma luva na defesa individual, diria mesmo, que Lebron sentiu muitas dificuldades e até teve 2 perdas de bola com ele em campo. Este foi 1 jogo em que New Orleans teve de apostar na “rotatividade” devido às ausências [Stojakovic, Chandler] e assim se viu o que vale o “depth” dos Hornetts [Butler, Armstrong, James, Ely, Brown]. Destes todos, devo confessar que não gostei de 3 (!!). James [0 pontos em 12 minutos] até a correr era desajeitado, Ely [3 faltas e 3 turnovers em 17 minutos] até no duelo de cabelos perdeu com e Varejao e Brown [7 pontos em 17 minutos] até tem bons números mas muito fraco na 2ª linha defeniva, perdia-se por completa nas trocas de marcação e demasiado “perdido” no perímetro.
Arrisco-me a dizer, que nunca vi o colectivo de Cleveland tão forte e tivessem sido parciais [árbitros] e o jogo era deles. Ah e + uma coisa, não gosto do “novo” logotipo no pavilhão dos Hornetts. Excelente jogo! :arrow:
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Hoje é o dia das “surpresas” e ninguém me acompanhou nesta madrugada, assim não. 
Atlanta venceu [95-88] Philadelphia, num 4º período marcado pelo poderio dos Hawks [29-13] e pela “candidatura” a All-star de Joe Johnson [35 pontos, 5 assistências]. Charlotte bate [100-87] Miami, num jogo decidido por Gerrald Wallace [34 pontos, 2 roubos de bola, 3 desarmes de lançamento, 9 ressaltos] e está visto, que Dwayne e Beasley vão dar muito trabalho. A “manilha” da noite vai para a banhada, que Indiana [95-79] deu a Boston, num jogo em que Perkins e Rondo têm um combinado de 2 pontos.
Claro que vi os meus Suns [107-96] mas sobre eles, falo amanhã, deixando apenas o recado de que dá gosto ver esta defesa à zona dos Phoenix Suns, não é que resulta mesmo? Até que enfim. Agradeço a Porter.
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