Defesas: Peter Pekarik (Wolfsburgo/Alemanha), Martin Petras (Cesena/Itália), Martin Skrtel (Liverpool/Liverpool), Jan Durica (Lokomotiv Moscow/Rússia), Radoslav Zabavnik (Mainz/Alemanha), Marek Cech (West Bromwich Albion/Inglaterra), Kornel Salata (Slovan Bratislava)
Médios: Kamil Kopunek (Spartak Trnava), Jan Kozak (Timisoara/Roménia), Juraj Kucka (Sparta Praga/Rep. Checa), Marek Sapara (Ankaragucu/Turquia), Marek Hamsik (Nápoles/Itália), Vladimir Weiss (Manchester City/Inglaterra), Miroslav Stoch (Chelsea/Inglaterra), Zdeno Strba (Skoda Xanthi/Grécia)
Avançados: Stanislav Sestak (Bochum/Alemanha), Erik Jendrisek (Schalke 04/Alemanha), Robert Vittek (Lille/França), Martin Jakubko (Saturn Ramenskoye/Rússia), Filip Holosko (Besiktas/Turquia)
A Itália acabou de perder por 2-1 contra o México e chegaram a estar a perder por 2-0. Para o México marcou Vela e Medina e para a Itália, Bonucci.
Só vi os últimos minutos, por altura do golo da Itália, que chegou na seuquencia de um canto após uma recarga a um remate do Pazzini ao poste. Mesmo depois do golo o México ainda continuou a atacar, quando fosse de esperar que ficassem a defender, e por pouco não voltaram a marcar.
A selecção da Nova Zelândia foi hoje derrota por 3-1 pela Eslovénia em Maribor, num duelo decidido por duas bolas paradas muito bem executadas pelo esloveno Novakovic, a segunda delas vinda de uma falta inexistente. A Nova Zelândia conseguiu responder ao primeiro golo, chegando ao empate por Rory Fallon, numa jogada tirada a papel químico do golo frente da Sérvia. O golpe mortal foi dado em cima do intervalo, quando uma defesa incompleta do guarda-redes Mark Paston permitiu a Krim marcar à entrada da pequena área. Na 2ª parte a Nova Zelândia teve mais posse de bola mas não conseguiu incomodar o guarda-redes esloveno.
Um ponto de destaque, é que esta selecção da NZ marcou sempre em todos os jogos amigáveis já disputados, defrontando sempre equipas do top 30 Mundial, demonstrando que apesar da preocupação defensiva, a eficácia ofensiva não foi esquecida. E curiosamente, os golos estão distribuidos de forma igual pelos seus 3 principais avançados (cada um marcou 1 golo): Rory Fallon, Chris Killen e Shane Smeltz.
Fez um jogo razoável mas não me pareceu nada de especial, teve mais 2 oportunidades na 1ª parte mas na 2ª esteve muito apagado, como aliás toda a selecção da Eslovénia, visto que estavam satisfeitos com o resultado. O próprio golo é mais demérito do guarda-redes que mérito dele. O ponto forte da selecção eslovena está no meio-campo onde parte para o ataque com perigo.