Então qual foi a terceira? Só me lembro de Espanha e Itália, confesso. Com Portugal nada se passou além de o João Pinto dar o soco no homem e de o Figo tentar combinar resultados com coreanos ao intervalo.
O futebol neste momento deve ser a modalidade à escala mundial mais seguida e ao mesmo tempo é aquela que dentro do lote das que são mais seguidas que menos faz por se actualizar porque claramente existe interesse em manter a pouca vergonha que vamos existindo.
Olhamos para o ténis e observamos que os jogadores tem direito a pedir o olho de falcão para ver se uma bola vai dentro ou fora, na NBA chega-se a estar 5 minutos a ver imagens para ver se uma bola decisiva é ou não legal. No futebol? Não, é para manter tudo como está. Então nestas competições nada como chamar aqueles árbitros de reputação duvidosa, que vêem lá daqueles países onde a corrupção é descarada e onde os jogos chegam a ter uns 15 minutos de compensação para que determinada equipa consiga ganhar os encontros… A Fifa é um verdadeiro cancro para o futebol!
Mesmo os melhores árbitros cometem erros, são humanos, as novas tecnologias permitem reduzir o factor humano, no caso da Inglaterra 2 sensores resolviam o problema, até aquele árbitro de baliza da Liga Europa resolvia este erro, no caso do México um rápido visionamento das imagens resolvia a questão, enquanto existir o interesse da FIFA em manter o poder todo concentrado nos árbitros não vamos a lado nenhum, o controlo do jogo é feito desta forma e só quando a visão económica imperar é que isto vai mudar, para isso acontecer o futebol tem perder audiências, espectadores nos estádios, receitas, etc! :arrow:
Como seria de esperar os ingleses não perdem uma oportunidade para demonstrar o seu descontentamento e como tal até no torneio de Wimbledon já questionam sobre a utilidade das novas tecnologias no futebol:
[i]O polémico golo apontado por Frank Lampard no jogo frente à Alemanha, nos oitavos-de-final do Mundial de futebol, que não foi validadO pela equipa de arbitragem, é um bom exemplo, segundo Roger Federer, da necessidade de o desporto-rei aderir às novas tecnologias.
O ténis já dispõe do “Olho de Falcão”, que passou a ser utilizado desde 2007. “Nós temos a tecnologia que ajuda a decidir se uma bola é dentro ou fora, apesar de não necessitarmos dela. Eles, que a deviam ter, não têm. Trata-se de uma escolha que quem está lá em cima tem de fazer. Para mim é uma mudança urgente, o futebol precisa das tecnologias”, considerou.
“Uma bola dentro ou fora mal ajuizada no ténis não muda o desenrolar de um encontro”, prosseguiu o suíço. “Mas um golo não validado muda tudo, desde a motivação até à estratégia da equipa”.
O jogador não se mostra adepto do “Olho de Falcão” no ténis. “Existem juizes cuja única função é estarem sentados, sem se mexer, a olhar para a linha. Agora, um golo tem muito impacto em 90 minutos. Muda tudo”, constatou o tenista.[/i]
in Record
[font=tahoma]Até agora tenho estado a falar de repetições na TV; é óbvio que não estive em nenhum dos estádios…
São coisas totalmente diferentes. Também estava convencido que a medida estava em vigor, no planeta inteiro.
Já quanto a repetições na TV, tenho notado uma «irregularidade» quase bizarra. Lembro-me de ler um post sobre a qualidade das transmissões, e no jogo que estava a decorrer nessa mesma altura, penso que entre Uruguai e México, a partir de certa altura quase deixou de haver repetições de lances, fossem quais fossem, e nem de propósito tinha havido um erro da equipa de arbitragem pouco antes (não tão grave como os de ontem).
Já ontem houve repetições com fartura, vá-se lá perceber.[/font]
E o golo penso ser fora de jogo. Mas até é um lance que se aceita. Hoje a única coisa que se critica na arbitragem foi a pancada que se deixou dar livremente no Ronaldo.
E é para vermelho? Aquela entrada sobre o Pedro Mendes por trás merecia 5 vermelhos, a comparar com esta. (Engraçado que em não sei quantas faltas foi o primeiro amarelo que a Espanha apanhou)
é para vermelho sim, as regras têm de se cumprir. Se foi fora de jogo no golo é outra situação mas o vermelho parece-me tanto justo como escusado por parte do Ricardo Costa.
Ps: A ouvir agora o Jorge Coroado percebi que também defende a justiça do cartão vermelho.