Liga NOS 2017-18 [25ªJ] Porto 2-1 Sporting CP [02/03 | 20:30]

Se não perdessem com o Estoril e não empatassem com o Setúbal, neste momento, estávamos a 3 deles.

Nem precisas de disfarçar que estas contente com o resultado, nem que seja para aqui vires largar os habituais
comentários a meter-nojo…

Estou tão feliz que era para sair hoje e vim direitinho para casa porque fiquei sem disposição para tal e daqui já não me tiram, é a felicidade que tenho.

Não fui mencionada, mas mete nojo o que aqui vens fazer.

Sinto-me insultado por não ter sido incluído nesta lista.

Qualquer jogador que tenha apenas uma perna, em meia oportunidade contra nós marca golos com uma eficácia de fazer corar de vergonha o Messi ou o Ronaldo.

Já nós fazemos dezenas de jogadas, em que recomeçamos a mesma vezes sem conta até sair um cruzamento ou um remate. E mesmo quando rematamos é absurda a nossa falta de capacidade de meter a ■■■■ da bola dentro da baliza. É indecente como nunca “matamos” o jogo

Que o diabo me carregue se algum dia invejar o treinador Rui Pinho dos lampiões, mas há uma coisa que ele percebeu (e já agora SC também), é que futebol ganha-se marcando golos, e só se marcam golos rematando e sendo eficaz. Nós somos a antitese da eficácia :wall:

Jesus e a luta pelo campeonato: "É mais difícil o FC Porto perder do que nós ganharmos"

O treinador do Sporting admitiu que será mais difícil para os leões vencer o campeonato e relembrou o trabalho que tem vindo a ser feito no clube.

Campeonato: “Claro que nós temos vindo a encurtar o espaço, desde que eu cheguei ao Sporting, a disputa do título até ao fim, mas é verdade que viemos para o Sporting para somar títulos. Este ano já ganhámos o primeiro título. Foi com esse propósito que viemos e é isso que temos feito. O grande objetivo de todas as equipas é o campeonato, agora estamos a ficar um pouco mais longe de ter essa possibilidade, mas ainda há muito campeonato”.

Adeptos cobrar as derrotas no campeonato: “É extremamente difícil o Sporting ganhar os nove jogos que faltam. Acredito que é mais difícil o FC Porto perder do que nós ganharmos. Cobrar o quê? Cobrar tudo isto que nós em dois a três anos temos feito no Sporting?”.

Então faz um favor a ti próprio, ironias a esta hora NÃO…

PHaZeR, a chafurdar no resultado combinado mais desejado…

o campeonato perdeu se desde q fomos atras de jogadores trintoes experientes e tal…a conversa da treta…e nao esquecer q tb lutávamos contra um sistema…quer queiram, quer nao, ele existe e, se existe, nao é pra nos fazer campeoes!!!

na minha opiniao, preferia os centrais do porto aos nossos !
preferia o Brahimi…e mais nada daquelas bandas …e acredito q sem o peso de varios jogos neste mês, conseguiriamos jogar melhor…tivemos oportunidades pra marcar, e flagrantes…a nós, podia faltar o Gelson mas eles nao tinham Danilo…
pra taça, nao acredito, estou a ser pessimista ou realista, o certo é q vou mais pela liga europa!!

FC Porto 2-1 Sporting CP: Via aberta para título

Ao quarto duelo entre dragões e leões a vitória voltou a sorrir aos azuis e brancos, fruto de uma exibição completa, da defesa ao ataque, com enorme espírito de sacrifício e com a competência necessária para “matar” o adversário em momentos decisivos. Os verdes e brancos ficam agora a oito pontos de distância e, ainda que tenham “carregado” nos minutos finais, a ineficácia de Rafael Leão (esteve perto de ser herói em dose dupla) e Montero, bem como um Casillas enorme a fechar a baliza, não permitiram a conquista de qualquer ponto. Marega e Doumbia foram os azarados da noite.

Muito do que poderá ser a descoberta do próximo campeão nacional jogou-se esta noite no Estádio do Dragão. O FC Porto entrava em campo com o conforto de saber que, independentemente das incidências da partida, continuaria na liderança isolada da prova. O Sporting CP, por outro lado, jogava todas as fichas possíveis no encurtamento de distâncias para o rival. Face a tamanhas ausências de ambos os lados nenhum dos técnicos surpreendeu no momento de escalar os onzes iniciais. Sérgio Conceição, ainda que com os regressos de Aboubakar e Ricardo, manteve Dalot na esquerda e chamou Gonçalo Paciência para o batismo a titular esta época com a camisola do FC Porto. Jorge Jesus, que hoje não contou com Bas Dost, Gelson e Piccini, chamou Ristovski para fechar a lateral direita e Bryan Ruiz para oferecer os apoios necessários a Doumbia.

O jogo era muito importante para os portistas e quase decisivo para os sportinguistas e, dessa absoluta necessidade de vencer, saiu reforçado o espetáculo, que viu os dois conjuntos numa busca incessante pelos golos que teimaram em escassear nos três clássicos anteriores. O primeiro sinal de perigo saiu da cabeça de Marega, que enviou a bola ao poste na sequência de um pontapé de canto, ainda não estava decorrido um quarto de hora. A resposta leonina obrigou Casillas a corrigir um mau cálculo de Marcano, que deixou Doumbia isolar-se perante o espanhol. De seguida, Marega voltaria a ser protagonista quando percorreu 30 metros a cem à hora, sem qualquer oposição e, frente a frente com Rui Patrício, não conseguiu melhor do que disparar ao lado. Era a melhor oportunidade dos azuis e brancos, que estavam apenas a ensaiar o festejo que se comprovou cinco minutos depois. Sérgio Oliveira bateu um canto da esquerda e a bola percorreu toda a área até chegar a Herrera; o mexicano combinou com Maxi, que lhe devolveu a bola, fazendo um cruzamento milimétrico para a cabeçada triunfal de Marcano. O FC Porto estava por cima e a lesão de Doumbia, mesmo em cima do intervalo, não augurava nada de bom, não fosse entrar para o seu lugar o jovem prodígio com nome de predador. Rafael Leão não precisou de mais do que um minuto em campo para mostrar aos colegas o caminho para reentrar na luta. Brahimi perdeu a bola a meio-campo e Bryan Ruiz conduziu-a em direção à área até isolar o jovem avançado português, que a colocou por entre as pernas do consagrado espanhol.

O duro golpe, mesmo no fim do primeiro tempo, acabou por ser corrigido logo nos instantes iniciais da etapa complementar, altura em que o estreante Gonçalo Paciência contemporizou na área até encontrar no seu raio de visão completamente solto Brahimi do outro lado. O argelino recebeu com o pé direito, enquadrou-se e colocou a bola no ângulo contrário, garantindo que Patrício não lhe chegaria.

Daqui em diante, pouco critério dos leões na procura pelo empate, ao passo que o FC Porto aproveitava para colecionar desperdícios com contra-ataques em superioridade numérica. Marega, em noite “não”, viu-se novamente isolado perante o guardião português, mas o chapéu ficou curto e Battaglia salvou em cima da linha. Na sequência, o maliano lesionou-se (parece grave) e estava dado o mote para que, a faltar 10 minutos para o fim, a ordem fosse para cerrar fileiras e guardar a preciosa vantagem com a entrada de Reyes para formar um meio-campo a três.

O Dragão haveria de suspirar de alívio quando Casillas negou o que seria um golo certo de Montero ao 87’ e quando o jovem Leão falhou de forma incrível o empate. No fim sobraram os festejos dos homens da casa, cientes de que haviam dado um passo de gigante rumo ao objetivo final. O Sporting CP, agora a oito pontos, parece estar praticamente fora da corrida.

A bizarra história das faturas dos pagamentos ao estoril por parte do fcporto tinham sido bem mais relevantes nesta noite.

A ambição era azul e levou à falência do verde

ANTÓNIO TADEIA

Apesar do avanço, o FC Porto quis ganhar desde o início. O Sporting acordou tarde e não foi a tempo de se salvar.

O FC Porto de Sérgio Conceição continua a fazer o seu papel. Sem ter sido brilhante, venceu o Sporting no Dragão, por 2-1, aumentando a vantagem sobre os leões para oito pontos, a nove jornadas do fim, e levou à falência o terceiro projeto de Jorge Jesus para ser campeão em Alvalade. Ter-se-ia aceite o empate, face à reação leonina no final da partida, mas a verdade é que, apesar de entrarem em campo na frente da tabela, foram sempre os dragões quem mais mostrou querer ganhar. Foram mais fortes, mais ambiciosos, mais agressivos, face a um opositor que, encarcerado nas caraterísticas dos jogadores que escolheu para se reforçar, parece sempre demasiado macio para as grandes ocasiões. O FC Porto pode agora centrar-se no Benfica, o adversário que lhe resta, enquanto ao Sporting dificilmente restará mais do que apontar as energias à Taça de Portugal, à Liga Europa e à possibilidade de se superiorizar ao Benfica no ataque à segunda posição e à qualificação para a Champions.

O discurso das baixas, que por estes dias se vai ouvir, na verdade, não colhe. É verdade que erros de gestão levaram os leões a perder Bas Dost, Gelson e Piccini para o jogo da época – nem vale a pena falar de Doumbia, que a equipa ficou a ganhar com a troca do marfinense por Rafael Leão – mas a questão é que também o FC Porto entrou sem Soares, Aboubakar, Danilo e Alex Telles e, tendo gasto muito menos no marcado, conseguiu mostrar sempre alternativas à altura. A verdadeira diferença fez-se na capacidade física e sobretudo mental das duas equipas. Não foi só um FC Porto mais vivo, mais agressivo no ataque ao espaço contra um Sporting de bola no pé, mais forte nos duelos individuais frente a um adversário cuja macieza se viu, por exemplo, na forma pífia como Mathieu e sobretudo Ristovski atacaram o lance do segundo golo portista. Foi, acima de tudo, um FC Porto mais ambicioso, que quis ir à procura da vitória, de “matar” um dos dois adversários, em vez de gerir a vantagem na classificação. Ao Sporting só se viu essa vontade nos últimos 15 minutos.

De início, Sérgio Conceição apresentou um 4x4x2 com Gonçalo Paciência no eixo do ataque e Marega a alternar entre o centro e a direita, onde procurava aproveitar as movimentações de Otávio daquele corredor para o meio para aparecer a infernizar a vida a Coentrão. Do outro lado, sem Piccini, a Jesus não restava verdadeira possibilidade de replicar o sistema de três centrais que apresentara na Taça de Portugal, pelo que a equipa entrou no seu 4x2x3x1 habitual, com Bryan Ruiz perto de Doumbia, Acuña na esquerda e Bruno Fernandes deslocado para a direita. Ao Sporting, porém, faltava agressividade para estancar a torrente futebolística da equipa da casa e Marega esteve perto do golo por duas vezes no mesmo lance, aos 12’: primeiro cabeceou ao poste, depois recargou para ver Ruiz salvar em cima da linha de golo. Jesus percebeu então que tinha de mexer. Faltava-lhe qualidade na posse no meio-campo do adversário e puxou do único jogador que tinha isso e espírito competitivo: mudou Bruno Fernandes para o meio e foi finalmente capaz de chegar perto da baliza de Casillas.

O jogo entrou então numa toada de equilíbrio. Lançado por Bruno Fernandes, Doumbia não foi capaz de se superiorizar no duelo com Casillas, aos 21’, permitindo a mancha do espanhol. Por ter visto isso, Marega fez diferente quando Herrera o lançou pela direita e o deixou na cara de Rui Patrício, aos 26’: evitou a mancha do guarda-redes, mas desviou tanto o remate que ele saiu ao lado. Até que, na ressaca de um canto, aos 29’, o FC Porto marcou. Foi boa a imaginação do lance, com Herrera e Maxi Pereira a combinarem para o cruzamento do mexicano, deixado muito à vontade, e uma finalização de Marcano, também muito solto ao segundo poste. O FC Porto tentou então cavalgar a vantagem e foi para cima, mas sem criar grandes situações de perigo até que, providencialmente forçado a trocar o desastrado Doumbia pelo jovem Rafael Leão, Jesus foio recompensado: já o jogo estava nas compensações da primeira parte quando Bryan Ruiz descobriu o jovem avançado entre os dois centrais portistas, lhe meteu a bola no espaço e ele finalizou entre as pernas de Casillas.

Sendo o Sporting quem mais precisava do resultado e saindo os leões para o intervalo com esta injeção de moral seria de esperar que voltassem dispostos a carregar na segunda parte. Mas não. Quem entrou à procura do golo foi o FC Porto. E levou apenas quatro minutos a fazê-lo. Sérgio Oliveira esteve perto, de livre, aos 47’, mas Brahimi marcou mesmo, aos 49’ num lance em que Gonçalo Paciência explorou o excesso de contenção de Mathieu para ganhar a linha de fundo e cruzar atrasado e depois Brahimi aproveitou o momento circense de Ristovski – deu a ideia de não ter decidido com que pé fazer o corte e acabou por cair sozinho e deixar passar a bola – para marcar.

E foi aqui que se viu que a equipa do FC Porto também está espremida, pois não foi capaz de manter a supremacia quando os leões reagiram. É verdade que o recuo terá sido estratégico, para aproveitar a subida das linhas leoninas em contra-ataque, mas o FC Porto esteve mesmo meia-hora sem chegar à baliza de Rui Patrício, até ao momento em que Marega quase marcou, aos 79’, em contra-ataque. Mérito para a reação do Sporting, que na última meia-hora teve a iniciativa de jogo, fruto do crescimento de William, que se mostrou mais solto, e da colocação de mais gente na frente após as substituições. Sérgio Conceição trocou Otávio por Corona e, depois, Paciência por Aboubakar, mantendo a dupla Hererra-Sérgio Oliveira no meio, mas a troca de Ristovski por Rúben Ribeiro, com passagem de Battaglia para a direita da defesa e aproximação de Bruno Fernandes à organização ofensiva, inclinou o jogo para o lado da baliza de Casillas. Ainda antes disso, no seguimento de um canto, aos 65’, Bryan Ruiz acertara no poste, mas foi sobretudo nos últimos dez minutos, depois de Battaglia ter voltado a frustrar em cima da linha a tentativa de Marega chegar ao golo, em contra-ataque, que os leões mais apertaram o líder.

Já com Montero em campo – e com o FC Porto a tentar equilibrar em 4x3x3, com a troca do lesionado Marega por Reyes, que foi colocar-se atrás da dupla de médios, em apoio aos dois centrais – o Sporting teve duas ocasiões claríssimas de golo. Aos 86’, após um canto, Coates soltou para Montero, que à queima-roupa chutou contra o peito de Casillas. E, sobretudo, aos 89’, Rúben Ribeiro colocou a bola à frente de Rafael Leão, que à entrada da pequena área, sem guarda-redes pela frente, chutou em vólei sobre a barra. Os dois treinadores concordaram no final que o Sporting ainda está na luta, mas a realidade é que terá acabado ali a candidatura do Sporting ao título e que o FC Porto terá agora de se preocupar sobretudo com o Benfica, que passou a ser o principal rival na luta pelo título.

Ele disse mesmo isto?

Estou desolado tal como o [member=3496]Ash que é dos foristas que mais respeito neste fórum pela sua capacidade de síntese e por dizer quase sempre as coisas certas nos momentos certos, mas sinto-me desolado não pelo resultado porque sinceramente já estava a espera mas pela morte anunciada que se começou a adivinhar a partir do empate ridículo com o Setubal.

O mercado de Inverno estava na cara que foi um desastre, a gestão do cansaço dos jogadores foi horrenda por parte do treinador e o clube entrou numa convulsão sem nada que o justificasse com AG atrás de AG sem qualquer nexo a retirar o foco do que realmente importava, o jogo jogado.

Com estes factores só um milagre faria o Sporting continuar na luta para lá do meio do mês de Março, fartei-me de alertar em alguns comentários nas últimas semanas que no fim de Março já só estavam em Alvalade os 27/30 mil resistentes de sempre infelizmente estava certo e não é com orgulho que digo neste momento “afinal tinha razão” quem me dera não ter porque hoje sou um Homem triste porque Amo em demasia o Sporting para ter de levar com estas desilusões ano após ano, incompetência ano após ano.

Chega.

Vai-te deitar, e o plástico é na reciclagem.

https://www.youtube.com/watch?v=_D5oTaIqMi4

Depois de mais uma arbitragem tendenciosa, de se saber que a CS é paga para aldrabar e proteger os de vermelho, e de existirem emails a denunciarem a corrupção existente no nosso futebol, tu sacas de uma posta destas?
Mas tu tens puto de noção do que raio estás para aqui a falar?
Estes posts de merda ENVERGONHAM-ME. Piores que lampiões, pá!! Vai para o colombo apoiar aquele antro de corrupção e continua a comer os vómitos da CS!! Tapadinho!!!

Por muito que me custe admitir, mas infelizmente a realidade é esta, pura e dura: acabou!!

E com isto ja ficamos em 3º, em risco de nem a champions irmos…

Hj até nem jogamos mal. Mas há oportunidades que não se podem falhar! Aquela do rafael leão… Mas ao contrario de alguns que ja o comparam ao bryan ruiz, eu defendo o rapaz. Ele hj mostou bons sinais e há que incentiva lo. ( vá la nisto o jesus fez bem em vir defender o jogador…).

Orgulhoso pelo esforço da equipa, orgulhoso pelo Rafael Leão que já vai mostrando outra capacidade de posicionamento, outra agressividade para ganhar o espaço. E já agora pelo golo. Ainda que não tenha dado pontos, sempre é mais um miúdo nosso a estrear-se a marcar num jogo grande.
Triste pelo resultado, mas tantos anos disto já me deram ‘calo’ suficiente para não chorar sobre o leite derramado.
Há mais jogos, há mais frentes, cabe à equipa lutar até ao fim por cada objetivo.

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