Rui Silva, Quaresma, Diomande, Inácio, Maxi, Hjulmand, Simões, Geny, Trincão, Pote, Fotis
Banco: Virgínia, Vagiannidis, Ramos/Blopa, Muniz, Reis, Mangas, Kocho, Morita, Quenda, Allison, Suarez
Pôr o Edu que já provou que é exímio a defender o corredor e adversários no 1x1 (Galeno, etc) a:
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defensivamente, controlar o Yldiz e ajudar os centrais - com o Geny, sempre pela linha, a fechar um bocadinho mais atrás também
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A sair a jogar, fazer linha de 3 com o Diomande (ao meio) e Inácio (esquerda), para libertar um bocadinho mais o Maxi para subir pela esquerda e o Hjulmand para não baixar tanto e dar opção de passe vertical aos centrais.
Na 1a fase de construção, podíamos ter:
Quaresma, Diomande e Inácio em linha de 3
Geny e Maxi nos dois corredores laterais
Hjulmand e Simões a dar opção de passe vertical interior e mais curto numa segunda linha
Pote e Trincão a trabalhar para receber entrelinhas (vertical interior mais longo), por dentro, na zona 10
Fotis a trabalhar para receber na largura e profundidade, procurando espaços livres nos corredores laterais, nas costas dos centrais, etc (fazer afundar os centrais basicamente e ter opção para o jogo direto na frente)
É um híbrido entre a tática do ano passado (que na pre época o treinador treinou como plano B) e a deste ano.
Essencial não perder o jogo e não sofrer golo, nunca nos desposicionarmos e nunca perdermos o controlo do jogo, sermos calculista, pacientes e tentarmos fazer golo mas sem sermos “suícida” a jogar. Temos que dar aos italianos a provar o próprio veneno do jogo deles. Jogam em casa, precisam de jogo, que venham para cima que lhes montamos uma armadilha.