Excelente jogo e excelente vitória, o jogo esteve sempre controlado
Agora ganhar dia 28
Excelente jogo e excelente vitória, o jogo esteve sempre controlado
Agora ganhar dia 28
Epah uma coisa que me deixa doente é quantidade de jogadas que poderiam estar quase de frente para o guarda redes adversário e são perdidas porque os nossos jogadores dão demesiados toque na bola até perder a bola.
Tantos técnicos no banco de suplentes e ninguem vê isto ?
Isto já acontecia na Era Amorim .
Já saiu algum comunicado dos rabolhos, sobre o jogo de hoje?
E vao tentar tira-lo de Barcelos com um cartao contra o Rio Ave
é só para dizer que o árbitro deste jogo > o Miguel Nogueira conseguiu finalmente fazer uma arbitragem mais ou menos aceitável num jogo do Sporting
tenho uma péssima imagem deste árbitro, o histórico dele nos jogos que arbitrou o Sporting é muito mau, sempre a nosso desfavor ( deve ter sido um dos poucos árbitros que me levou a um estado tal ou a um extremo tal que cheguei aqui no Tópico de alguns jogos em que ele arbitrou a nossa equipa a dizer que ele prejudicava quase sempre o Sporting e no caso dele até parecia que o fazia com dolo ou com intenção prepositada, tal era o roubo )
vá lá desta vez conseguiu não expulsar nenhum jogador do Sporting e não marcar nenhum penalti contra nós, como era seu hábito principalmente nos jogos que nos arbitrou na reta final da Liga da época passada ( há quem diga que ele nessa altura estava “cego”, fê-lo no propósito de nos prejudicar e de ajudar o seu clube do coração que estava numa luta renhida com a nossa equipa pela conquista da Liga da época passada, como este ano já estão com uma distância significativa para o 1o classificado e o 1o classificado é outra equipa, não é a dele, lá se lembrou de fazer uma arbitragem mais ou menos aceitável ontem )
mas já esta época tentou fazer das suas ao Sporting > quem não se lembra da dupla falta que antecede o 2o golo do Paços de Ferreira contra a nossa equipa no jogo para a Taça de Portugal, nesse jogo sem VAR este reles do Miguel Nogueira sentiu que era a oportunidade que não dava tanto nas vistas para nos prejudicar, ainda nos obrigou a ter que jogar um prolongamento nesse jogo + 30 minutos de jogo
nunca fiando neste “padre”
Durante grande parte do jogo aplicou o deixar jogar e não mostrar amarelos, resultou em pancadão no Inácio no início do jogo e depois uma segunda vez, no Trincao, e não mostrar amarelo no lance do Suarez junto a área do lado lateral.
Mais um dia negro para o futebol português. Tudo à espera que caíssemos na cidade berço.
“Eu?! Nem sabia que voces jogavam hoje”
Sou só eu a ouvir isto?![]()
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Tive um amigo super próximo, rabolho por sinal, que disse exatamente isso.
O Morten so tem 4 amarelos, o Ivan é que vai ficar de fora contra o Gil Vicente.
A narração e comentários dos cornuttos da Sport TV foi miserável, nem disfarçaram o seu amor pelos porcos e a sua azia para com o Sporting.
Tenho tanta pena que os nossos jogos e o rugby so passem nesse esterco de canal…
O proximo jogo é o Rio Ave.
Gil Vicente é a seguir.
Por Sporting CP
23 Dez, 2025
Sporting CP venceu o Vitória SC por 1-4 em Guimarães
A equipa principal de futebol do Sporting CP deslocou-se a Guimarães para derrotar o Vitória SC por 1-4, esta terça-feira à noite, no último jogo antes do Natal e que encerrou a 15.ª jornada da Liga.
Os golos de Francisco Trincão e Fotis Ioannidis deram corpo a uma primeira parte de grande nível dos Bicampeões Nacionais, que na segunda parte conseguiram marcar nas alturas certas – um autogolo e um tento de Maxi Araújo - para esbater uma perigosa réplica vimaranense que se fez sentir no arranque da segunda parte.
Com este triunfo num preenchido Estádio D. Afonso Henriques (25097 espectadores), os Leões de Rui Borges somaram a terceira vitória seguida e mantêm tudo na mesma no topo da tabela: agora com 38 pontos, o Sporting CP segue no segundo lugar com mais três do que o SL Benfica e menos cinco que o FC Porto.
Pela frente, na ‘cidade-berço’, esteve um Vitória SC de Luís Pinto que atravessava o seu melhor momento na Liga – quatro jornadas sem perder e sem qualquer golo sofrido – apesar da recente eliminação na Taça de Portugal (0-1 AFS) e Rui Borges – de volta a Guimarães precisamente um ano depois do seu último jogo à frente do Vitória SC – apostou num ‘onze’ verde e branco com três mexidas em relação ao apresentado nos Açores: Rui Silva regressou à baliza, Ricardo Mangas ocupou a ala esquerda e Fotis Ioannidis juntou-se a Luis Suárez no ataque, enquanto João Virgínia, Matheus Reis e Alisson Santos voltaram ao banco de suplentes.
E a noite fria em Guimarães rapidamente podia ter ‘aquecido’, porque os Leões, com uma excelente entrada em cena, estiveram muito perto de marcar – e em diferentes ocasiões - durante o arranque da partida. A (muita) mobilidade ofensiva verde e branca mostrou-se em pleno aos dez minutos quando, através de um excelente entendimento colectivo, Ricardo Mangas apareceu na cara do golo, mas não conseguiu finalizar enquadrado.
Logo de seguida, Suárez ficou perto com um desvio ao primeiro poste e, no canto subsequente, o capitão Hjulmand também ameaçou, mas a oportunidade mais perigosa pertenceu a Francisco Trincão, que obrigou Juan Castillo a ir à relva para evitar o 0-1 com uma defesa apertada. Mais segura foi a defesa de Rui Silva, pouco depois, ao primeiro remate vimaranense, feito por João Mendes, de longe.
O Sporting CP manteve-se no controlo e, aos 32 minutos, conseguiu mesmo trespassar a fortaleza defensiva do Vitória SC, que quase dois meses depois voltou a sofrer um golo na Liga. ‘À bomba’, Suárez ainda tentou, primeiro, a sua sorte, porém foi num rápido lance de contra-ataque e insistência que o marcador se desbloqueou merecidamente. Depois de ter recuperado a bola a meio-campo e ter soltado em Ioannidis na direita, Trincão entrou na área para corresponder à devolução do grego e à segunda – primeiro, um corte in extremis de João Mendes levou a bola ao poste – atirou mesmo para o fundo da baliza. Nono golo para o 17 dos Leões em 2025/2026 e o quarto no Campeonato.

O Vitória SC – oitavo classificado, mas com o sexto lugar ao alcance nesta jornada – até melhorou e ameaçou nos instantes seguintes, mas o Sporting CP respondeu com eficácia total ao crescimento vimaranense. Pouco antes do intervalo, um cruzamento cheio de precisão saído do pé esquerdo de Mangas - mais uma jogada de qualidade na criação - encontrou a cabeçada de rompante e letal de Ioannidis na área e a bola só voltou a parar no fundo das redes. Foi o sexto tento de Leão ao peito do avançado nesta sua época de estreia e o terceiro a contar para a Liga.
Antes disso, no entanto, Noah Saviolo em arco e, sobretudo, Samu, que em zona frontal e desimpedido atirou muito por cima, ainda fizeram pairar a hipótese do empate. Já depois do 0-2, os vitorianos voltaram à carga e tiveram em tentativas de Alioune Ndoye, cujo remate foi cortado na hora certa, e de Matija Mitrovic, que de livre obrigou Rui Silva a intervir, novos vislumbres para reentrar na discussão do resultado.

Ficou uma imagem muito positiva do Sporting CP, especialmente a nível ofensivo, nos primeiros 45 minutos em Guimarães, dos quais saiu incólume, porém não foi assim no arranque da segunda parte e o jogo mudou dr figura por momentos. Descaído sobre a direita, o recém-entrado Telmo Arcanjo visou a baliza verde e branca e Rui Silva, que parecia ter tudo controlado, não conseguiu agarrar a bola. 1-2 aos 50 minutos e duelo relançado no Estádio D. Afonso Henriques, que tal como o Vitória SC voltou a ganhar novo ânimo.
À base de muitos cruzamentos, sobretudo a partir do corredor direito, os vimaranenses conseguiram manter sob pressão os Leões, que sentiram muitas dificuldades para sair do seu meio-campo. Só que uma saída verde e branca bastou para chegar ao 1-3 de forma repentina e feliz à passagem da hora de jogo. O livre de Maxi Araújo até saiu bastante largo, mas Suárez, junto à linha final, conseguiu endossar a bola novamente na zona perigosa e acabou por contar com a ajuda involuntária do guardião Juan Castillo, que com um desvio inadvertido fez autogolo.
Um golo que não podia ter chegado em melhor altura para o Sporting CP e Iván Fresneda, pouco depois, até podia ter dado uma ‘machadada’ importante no resultado, contudo atirou ao lado com o seu pior pé quando surgiu solto na área. Não foi aqui, mas seria pouco depois, já com o jogo mais errático e ‘partido’, que o 1-4 – apontado por Maxi Araújo - encaminhou de vez a vitória verde e branca aos 79 minutos. Suárez, em força, obrigou Castillo a aplicar-se e o uruguaio apareceu, oportuno, para a recarga fácil e o seu quarto golo da temporada – já igualou o seu registo goleador de toda a época passada.

Perante um Sporting CP que soube ser certeiro na segunda parte, o conjunto de Guimarães - já sem réplica para oferecer - ainda ficou reduzido a dez unidades devido a um vermelho directo exibido a Nélson Oliveira por pisão. Na confusão consequente entre jogadores das duas equipas, Hjulmand e Fresneda foram amarelados, sendo que por isso o lateram espanhol ficará de fora da próxima jornada.
Este jogo, resolvido desde o quarto golo, marcou ainda a estreia de Flávio Gonçalves (18 anos) na Liga ao ter entrado junto a Matheus Reis, depois de Hidemasa Morita, Salvador Blopa e Alisson Santos terem sido aposta também de Rui Borges a partir do banco.
O apito final selou mais três importantes pontos para os Leões, que já não venciam em Guimarães desde 2023 – há duas temporadas – e agora aumentaram para 11 o número de jornadas seguidas sem perder no presente Campeonato para continuar na incessante perseguição à liderança da tabela.
A próxima ronda da Liga disputa-se depois do Natal e tem reservada para o Sporting CP a recepção ao Rio Ave FC, este domingo (20h30), naquele que será o último jogo em Alvalade em 2025.
Sporting CP: Rui Silva [GR], Ricardo Mangas, Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma, Iván Fresneda (Matheus Reis, 90+2’), Morten Hjulmand [C], João Simões (Hidemasa Morita, 76’), Maxi Araújo (Alisson Santos, 84’), Francisco Trincão (Flávio Gonçalves, 90+3’), Fotis Ioannidis (Salvador Blopa, 84’), Luis Suárez
Por Sporting CP
23 Dez, 2025
Rescaldo ao triunfo no Estádio D. Afonso Henriques
Terminado o encontro em Guimarães, com vitória dos Leões por 1-4, o treinador do Sporting CP, Rui Borges, fez o rescaldo do duelo com o Vitória SC em conferência de imprensa.
Vitória com dedicatória a Fresneda e aos adeptos
“A vitória é dedicada ao Iván [Fresneda], pela infelicidade que teve nos últimos dias [a morte de um familiar]. Quis ficar, ajudar a equipa e disse que precisava de estar aqui para dar a volta ao momento difícil. Em relação ao jogo, não é uma prenda, é uma vitória, que queríamos muito, e dedicamo-la também aos adeptos, que têm sido fantásticos no apoio e no acreditar com a equipa.”
Análise global ao jogo
“Foi um jogo num estádio difícil. Foi uma primeira parte muito boa e chegámos ao intervalo a vencer com toda a justiça. O segundo golo é extraordinário em termos de jogo colectivo e a malta esteve muito ‘ligada’ ao que tínhamos de fazer com e sem bola. Na segunda parte, com uma infelicidade nossa, metemos o Vitória SC no jogo. Depois, sabemos que este estádio coloca a equipa noutro patamar e foi isso que aconteceu. Após o 1-2, perdemos alguns passes, criou-nos alguma intranquilidade, mas fomos melhorando e com o 1-3 a equipa normalizou e contorlámos o jogo. O Vitória SC criou-nos alguns problemas com cruzamentos fechados, mas a linha defensiva e os centrais fizeram um grande jogo. Foi um jogo competitivo, como estávamos à espera, e uma clara demonstração do carácter e personalidade desta equipa. Não me canso de o dizer Hoje lia que este era um Sporting CP “diminuído”. No ano passado, o Sporting CP diminuído foi Bicampeão e hoje deu mais uma demonstração de um grande Sporting CP e uma grande equipa.”
As dificuldades admitidas pelo treinador adversário para lidar com novas dinâmicas do Sporting CP
“Temos de arranjar soluções e trabalhá-las. Percebo o Luís [Pinto], mas as dinâmicas são as habituais, não fugiram muito. Os jogadores, sim, dão coisas diferentes. Em termos defensivos ajustamos numa dinâmica defensiva diferente, sim. Feliz, acima de tudo, porque apesar das nossas baixas, que são algumas e em jogadores importantes, a equipa deu a resposta de um grupo excepcional, que tem uma ambição de ganhar enorme e confiam uns nos outros. Sabem que todos são importantes.”
Os movimentos de Trincão e Ioannidis sobre a direita
“Boa leitura. O Trincão jogou numa posição diferente do habitual, mas a equipa tem sempre mobilidade, não só hoje. Eles sabem que podem usar as zonas uns dos outros desde que a equipa esteja equilibrada com gente nos espaços devidos. O entendimento do Trincão com o Fotis é natural e é boa. Fizemos muito do que é a nossa ideia de jogo, apenas com jogadores diferentes, O Maxi fez um belíssimo jogo novamente. Com esse jogo interior e as superioridades, a qualidade individual vem ao de cima e em algum momento vamos conseguir ferir o adversário.”
Regresso a Guimarães um ano depois do seu último jogo como treinador do Vitória SC
“[Foi] Um ano especial. Há um ano não sabia que ia ser treinador do Sporting CP e, agora, acho que sou um treinador ainda mais feliz. Era muito feliz no Vitória SC, é um clube especial e por quem vou ter sempre um carinho enorme. Volvido esse ano, era o sonho de um treinador e concretizei-o: ser campeão no meu país. Estou feliz onde estou e quero continuar a lutar pelos meus sonhos, ou seja, ganhar mais, conquistar troféus e continuar na História do Sporting CP. Que este seja mais um ano igual.”
Sorry!
Os gajos do Guimarães foram uma vergonha ontem.
Eu que até tinha alguma simpatia pelo Guimarães, porque apresentava sempre equipas aguerridas, que complicavam a vida a todos os grandes…
Fiteiros, aldrabões, a darem porrada com fartura nos nossos, pareciam um Santa Clara batida no Castelo de Guimarães.
Há lá uma cena num canto, pouco antes do golo do Fotis, em que o Suarez encosta a mão nas costas de um jogador do Guimarães e o gajo atira-se para o chão agarrado à cara e a rebolar no chão e a gritar como se tivesse levado um murro.
Um gajo fala mal dos árbitros, mas, caramba, os jogadores não ajudam o trabalho deles em nada, uns fiteiros e uns mentirosos.
Tem de evitar confusões. Muito dos cartões tbm eram evitáveis. Na primeira oportunidade os bois não perdoam!
Só eu que vi o lance do livre a nosso favor que o Fotis é deitado ao chao na área nao foi contra o Braguilha que ele marcou na nossa área igual?
o FOtis tem que ser titular espero que o Borges nao invente ao tira lo da titularidade
É preciso evitar muita coisas mas as confusões não somos nós a ter de evitar.
Ontem tivemos um árbitro a poupar Samu, Maga, Abascal, João Mendes e Mitrovic ao amarelo e depois na 2a parte a distribuir cartões ao Sporting.
O amarelo do Hjulmand é a típica encomenda para o “protegido” que vai bater novamente recorde de cartões num ano.
O Maga faz 5/6 faltas com 2/3 duras e 1 a matar ataque rápido e sai sem cartão.
O Abascal agride o Alisson e sai com amarelo que merecia desde os 20 minutos numa entrada sobre Ioannidis ou Suárez.
Depois são sempre os mesmos com “sangue nos olhos” contra o Sporting e a entrarem “sem chama” contra Benfica e Porto. Oliveira, João Mendes ou Arcanjo são exemplos enigmáticos do anti-sportinguismo primário que é propagandeado em vários clubes nacionais.
Como evitas equipas que contra o Sporting fazem do jogo um combate de MMA?
Até quando Guimarães, Braga, Açores, Famalicão, Amadora, Arouca ou Vila das Aves vão vestir-se de gala (e armadura) para receber uns e com flores e fogo de artifício para receber outros.
O futebol português continua muito doente e não é o Manto Verde a causar essa doença!
vitória categórica.
os lampiões só lutam ainda pela champions neste campeonato porque ainda não lhes desligaram a máquina… os porcos lá de cima vão por entre os pingos da chuva na frente… há que abatê-los, mas não está fácil
Ida ao berço da Nação
Saída complicada
Já dizia o toureiro
Uma mão cheia de nada
O domínio bem claro
A classe dos Leões
Na tabela isolados
Dos pérfidos lampiões
Com Fotis é outra coisa
A marcar e a assistir
Augúrios para o Novo Ano
Que o melhor está para vir
E o perú do Rui Silva
Lá nos fez amedrontar
Nosso Senhor Ioannidis
Repôs tudo no lugar
Até o matacão rende
Com esta jóia a seu lado
Ao longe oiço calimeros
Com mais um comunicado
Boas Festas para todos
Deste poeta Leão
Logo à noite vou rodar
Ao Pai Natal um canhão