Este Leixões de José Mota está uma sombra daquilo que foi na 1ª metade da época desportiva. É uma pena, mas existe sempre “aquela” equipa que deslumbra numa fase inicial em que os índices físicos dos respectivos “grandes” ainda não estão totalmente estabelecidos e que depois volta aquilo que costuma ser seu apanágio [7º]. Nesta 2ª volta, têm 2 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. Contra as mesmas equipas, na 1ª volta, o Leixões teve 6 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Dá para ver? :think:
É uma equipa que não tem agressividade nenhuma, raramente consegue sair com a bola controlada, depende dos seus 2 “alas” [Valente, Zé Manel] e no centro do terreno, exige-se um pingo de técnica no meio daqueles “cara-feia”, [Chumbinho, Hugo Morais]. Se há umas jornadas já era evidente a perda do balão de oxigénio, este descanso de duas semanas apenas serviu para 15 minutos de dedicação, esforço e velocidade (!!). Não são uma equipa que quer jogar feio, nota-se que eles não gostam de estar lá atrás estacionados mas a boa troca de bola do Sporting, colocou-os lá atrás durante 90 minutos.
A equipa de Paulo Bento não fez nenhum espanto de exibição mas eu diria, que o enorme trabalho de Derlei [PL] e Liedson [PL] era o suficiente para atrapalhar a 1ª fase de construção da equipa Leixonense. E o exemplo máximo de que nem era preciso muito do meio campo, foram as substituições forçadas [Romagnoli, Rochemback] que em nada alterou a tendência da partida. O Pereirinha [MD] continua sem me convencer quando começa a titular e se hoje não espetámos + batatas na baliza do Beto [GK] a ele e à sua falta de discernimento na altura do último passe, se deve.
Conclusão: Vitória tranquila num terreno “complicado”. Foi uma pena ontem em Guimarães mas pronto. :arrow: