Desde que não sejam “fluido”
Isso já não sei. Tenho que ler sobre isso. Mas, se nas direções das corridas acham que não há injustiça nisso, não sei.
Que comparação idiota
. Eu nem sequer gosto dos filmes da Marvel ![]()
Quando a Mortágua se preocupa mais em mandar abaixo o programa do CH do que apresentar as propostas do seu partido está tudo dito.
“Truques” ![]()
A ironia disto tudo é ter sido entalado por uma mulher.
Temos pena
Bem. Tivemos uma extremista, contra um que fala para eles.
E ainda bem que assim foi para ti.
Obviamente que os privados têm e terão um papel muito importante na saúde em Portugal.
Não tendo uma inclinação especial para nenhum partido e/ou candidato, gosto sempre de ver o incomodo que o André Ventura traz a toda uma panóplia de comentadores televisivos pseudo-imparciais (tal como aconteceu com um dirigente nosso durante muitos anos).
Bem que me podem dizer que isso acontece porque o AV é mentiroso, demagógico, populista, etc, mas não é o BE que é melhor e a diferença de comentários de uns para outros é notória.
Eu só me lembro do incomodo que o BC trouxe ao mundo do futebol em geral e da forma como a imprensa falava dele. Vá se a ver agora, o homem era tão mau e tão corrupto que vive a fazer músicas de kuduro… enquanto os vieiras desta vida (de quem ninguém atacava da mesma forma) deve continuar a viver no bem bom.
Claramente, há também uma agenda na comunicação social. Nos no Sporting notamos isso nos desportivos. Na política não é diferente.
Que é preciso todos pagarmos menos impostos, isso já todos sabemos.
A questão é como se faz, quem e onde.
Para mim era começar já pelos impostos sobre o trabalho e sobre o consumo, porque é precisamente aí que está a larga maioria das pessoas.
Depois, não sou contra a descida do IRC, não é faço é disso a minha bandeira.
Ahahahahah as melhoras
O ventura continua a marcar pontos. Ele é populista e muitas das suas propostas são completamente irrealistas. Mas na minha opinião, o Chega faz falta à democracia. Isto é também a voz do povo e ele é soberano.
O que os outros partidos e a CS fazem só trazem mais visibilidade e votos. O Chega é o partido anti-sistema e boa parte do povo procura isso e vai votar no ventura.
A mortágua é uma desilução, quando a sua preocupação é discutir as propostas do Chega, está todo dito. Quis ir para a lama com o ventura e depois quando se sujou ficou muito ofendida. Truques ![]()
Mas alguém por acaso falou em desinvestir no SNS, não tentes distorcer o que as pessoas dizem. Estamos a falar de retirar a liberdade das pessoas de escolher onde trabalham e não de desinvestir no SNS.
Ora aí está um bom mito. Estou farto de ouvir isso como se em 2018, 2019 a população de Portugal não fosse já extremamente envelhecida. É preciso lembrar que o último censo foi feito em 2021!! A diferença entre 2019 e 2023 não é assim tão grande para o SNS agora responder tão mal. Existem 4 razões que contribuem muito mais para o caos do SNS que o envelhecimento da população: 1) desinvestimento público do SNS fruto da política de cativações do PS; 2) má gestão do serviço público; 3) consequências da pandemia de covid-19 e das nossas políticas para contê-la; 4) uma má campanha de vacinação em 2023. Tudo iso explica muito melhor o que está a acontecer no SNS.
Acho muito engraçado dizeres isso e depois mandas uma notícia de 2020 quando o conhecimento sobre a covid-19 era menor. Acho que, hoje em dia, pode ser consensual que houve exagero em certas alturas nas restrições e com consequências graves para outras doenças como estamos a ver agora.
Tenho de discordar completamentee. Isso é o mesmo que dizer que o PCP faz falta à democracia. Partidos como o Chega e o PCP NUNCA fazem falta a uma democracia. E imagina mesmo que parte do povo se sinta represerntado no Chega isso não justifica de todo a sua legitimidade. Se um terço da população de Portugal fosse nazi isso não dava legitimidade à existência de um partido nazi.
Depende, se tivermos um Estado forte, garantindo serviços, com uma política social forte e coerente, eu nem desdenho estar a pagar mais impostos. É o que assistimos em alguns países, pagam altas taxas de impostos e, por outro lado, há um Estado que garante com serviços de qualidade uma proteção social eficiente. Em Portugal pagamos demasiados impostos para o Estado que temos e, é natural, exigir-se menos impostos.
Quanto ao baixar sobre o trabalho e o consumo, prefiro apenas e por agora sobre o trabalho. No consumo o impacto é direto e esperar que se vá consumir mais, pode ser um risco sério para o equilíbrio orçamental. Há quem afirme que se baixarmos sobre o trabalho, as poupanças aumenta, o consumo será residual e isso cria um desequilíbrio. Tendo em discordar, sobretudo ao falarmos da classe que ganha o SMN e um pouco acima disto, uma classe que é obrigada a cortar no essencial para sobreviver.
O IRC deve estar dividido entre as empresas que investem os lucros e as empresas que distribuem os lucros. Para as primeiras, defendo que devíamos tender para 0, quanto maior for o investimento, menor a taxa de IRC. Para as segundas, tender para uma % razoável, quanto mais for o lucro distribuído, maior deverá ser a taxa de IRC. Quanto às micro e pequenas empresas, o IRC deve ser zero e quando há investimento, deve o mesmo ter benefícios fiscais e sobretudo quando há um aumento de postos de trabalho, quando há um aumento de receitas (obras, remodelações, abertura de segundo e outros espaços, isenção do IVA, benefícios fiscal para contratualizar trabalhadores).
Quanto ao baixar a carga fiscal sobre o trabalho do lado da empresa, concordo mas tem que existir aqui algum cuidado pois normalmente este aliviar raramente se reflete em aumentos salariais. Aumentos salariais devem estar isentos de aumentos das contribuições ao nível do IRS e pagamento especial por conta durante dois anos, caso o posto de trabalho termine por decisão do empregador, deve o valor do apoio fiscal ser pago (obviamente deve existir exceções).
É realmente importante darmos condições a quem queira investir, tanto ao nível do posto de trabalho e aumentos salariais, o aumento de receita e o crescimento da empresa. Quanto aos grandes lucros, sem asfixiar para fugirem, devemos ter um regime fiscal que direcione os mesmos para os investimentos.
Honestamente, esperava mais do Ventura nos debates.
Obviamente que os cheganos cegos continuam a ver vitórias claríssimas do seu demagogo preferido em todos os debates. Quem vê de fora, vê que o rapaz está muito fora de pé. Nem com a alforreca do Montenegro conseguiu ficar por cima, até agora…
Governar é uma coisa fazer política é outra. Qualquer partido ou coligação por mais promessas e programas que tenha quando chega ao poder é que se depara com a realidade.
Nós somos muito pequenos nesta engrenagem global, ainda anda muita gente iludida a pensar que somos que nós que traçamos o nosso destino.
Já agora, estive a ouvir o debate do Rui Tavares com o Camarada Raimundo, e fiquei sem perceber uma coisa:
O que é “equilibrar o trabalho com a vida profissional”?
Nao me podem obrigar a participar nessa brincadeira de faz de conta.
Vai na volta tambem temos que participar no faz de conta dos esquisofrenicos que veem “fantasmas” por esse mundo fora.
Redução de tempo de trabalho, por exemplo. Ou em alternativa os mínimos exigíveis, 8h trabalho, 8h descanso, 8h lazer.
Depois ainda temos exemplos do trabalho em turnos rotativos, trabalho ao domingo, pagamento das horas extraordinárias, etc…