Até ao derby ainda vão fazer capa com o Talisca a dizer que o Rui Derrota é o melhor treinador que já teve e com o Cervi a dizer que “o boifica foi sempre a primeira opção”.
Esse Eusébrio… uma vez, talvez à uns 10… 15 anos, toca o telefone na empresa onde trabalhava, como a telefonista estava ocupada, calhou-me puxar a chamada:
Olá boa tarde, fala a Marta! - Não foi bem o nome, mas estão a ver a cena…
Oincs… boa tarde. Sou o Eusébio…! - responde do outro lado uma voz inconfundível.
É quem…? - resposta deste lado
Sou eu, o Eusébio! … (silêncio) O do benfica! … … (mais silêncio) Olha, queria falar com o Fulano Tal !
Eusebio? de Benfica? épá, desculpa lá, mas não tou nada a ver quem é! Mas olha que o Sr. Fulano Tal não está, tens de ligar mais tarde!
Telefone desligado!
:o (imagino eu do outro lado da linha)
:rotfl: ( eu aqui deste lado: vai procurar tremoço para o raistaparta!)
E pronto… lá me veio uma lágrima de emoção ao recordar o episódio. Ah não, afinal era de uma cebola que estavam aqui a descascar! >:D
[b]António Figueiredo depôs contra Manuel José[/b]
18 DE SETEMBRO DE 2000
[b]O julgamento do processo movido pelo treinador Manuel José ao Benfica voltou hoje à barra do Tribunal de Vila Nova de Gaia com a audição do ex-dirigente encarnado António Figueiredo[/b].
O actual técnico da U.Leiria reclama do Benfica uma indemnização a rondar o milhão de contos relativos ao alegado processo do seu despedimento que remonta a Setembro de 1997 pelo então presidente Manuel Damásio.
O montante pretendido por Manuel José, ainda segundo o vice-presidente benfiquista Mendes Pinto, será inferior uma vez que o Tribunal recusou o seu pedido da duplicação da indemnização tendo como base o facto de ser síndico.
António Figueiredo, ex-vice presidente para a Área do Futebol mas que não tomou parte da decisão de contratar o técnico, referiu no intervalo da sessão que não contrataria Manuel José por este «não ter capacidade para treinar o Benfica».
De acordo com o ex-dirigente, que promete dar todo o seu apoio no próximo acto eleitoral do Benfica, partindo do principio de que «todo o benfiquista há que ser tido em conta desde que não seja Vale e Azevedo», o Benfica podia ter tido outros resultados.
António Figueiredo referiu que os maus resultados obtidos na época a que se reporta o processo levaram a direcção a reunir de emergência em casa de Manuel Damásio e «a mover um processo de inquérito à equipa técnica».
Em relação à conferencia de imprensa durante a qual Manuel Damásio comunicou o despedimento da equipa técnica, António Figueiredo reconhece ter existido alguma «precipitação» e «um lapso» por parte do presidente.
«A intenção era apresentar um processo de inquérito visando a compreensão dos maus resultados e a não concretização de objectivos», referiu António Figueiredo, acrescentando que a conferência de imprensa foi marcada para tratar de outros assuntos mais importantes.
Manuel Damásio convocou a imprensa para comunicar a demissão da direcção, decisão tomada «apenas pelos maus resultados desportivos», e a convocatória de uma assembleia geral para apresentar a proposta de criação da SAD para o futebol.
António Figueiredo referiu ainda que não acompanhou o resultado do processo de inquérito ao técnico Manuel José, que transitou para a direcção presidida por Vale e Azevedo, que visava apurar com rigor as causas e em caso de se confirmar responsabilidades o despedimento.
O ex-dirigente recordou ainda que Manuel José assumiu que «o segundo lugar era de caras» e tal não veio a acontecer pois o Benfica ficou a 15 pontos do vice-campeão, acabando por falhar os objectivos propostos.
«Para a altura, foi a maior crise desportiva - e apenas desportiva - de sempre do Benfica, que agora agudizou-se», afirmou António Figueiredo, considerando que «para a equipa perder bastava entrar em campo».
António Figueiredo criticou ainda o método de treino de Manuel José, ou a falta dele, e apontou alguns desentendimentos com jogadores por si afastados da equipa e alegadamente proibidos de entrar nas instalações.
Bermudez, Iliev, Panduru e Pedro Henriques terão sido, de acordo com António Figueiredo, alguns dos jogadores que foram afastados do plantel encarnado por desentendimentos com o treinador, que na sua opinião «não tinha capacidades para gerir os elementos».
A sessão do julgamento, que recomeçou hoje após Manuel Damásio ter sido ouvido a 6 de Julho, prossegue da parte da tarde com a continuação da audição do depoimento do ex-dirigente benfiquista António Figueiredo.
[b]Benfica: António Figueiredo diz que Vieira e Jesus estão a mais[/b]
António Figueiredo, antigo dirigente do Benfica, volta a criticar Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus, defendendo que está na hora de ambos deixarem o clube. “O presidente devia fazer uma reflexão sobre a sua continuidade à frente ao clube. O passivo atingiu números astronómicos e a parte desportiva é aquilo que se tem visto”, começa por dizer, em entrevista à Rádio Renascença.
Quanto ao técnico, defende que “criou muitas ilusões à massa associativa do Benfica e esta época tivemos mais do mesmo”. Na opinião de António Figueiredo, “este treinador não serve para o Benfica”.
O antigo dirigente critica algumas opções de Jesus. “No campeonato, tudo terminou em Coimbra e em Guimarães, de uma forma perfeitamente ridícula. Jorge Jesus dizia no princípio da época que tinha uma equipa mais equilibrada do que no ano passado, mas a verdade é que tudo isto só não me dá vontade de rir porque se passa com o Benfica…”, acrescenta.
António Figueiredo prossegue nas críticas ao treinador. “Todos os anos, no final do campeonato, há uma quebra da equipa em termos físicos e anímicos. As escolhas do senhor Jorge Jesus são sempre difíceis de compreender”, sublinha.
Atualidade / Arquivo
Manuel Vilarinho acusado de agressões a mulher brasileira
06.03.2009 às 14h35
O ex-presidente do Benfica é suspeito de ter esmurrado Juliana Boncristiano num aparthotel em Sagres. O Ministério Público de Lagos acusa-o de um crime punível com três anos de prisão.
Rui Gustavo
Rui Gustavo
Conheceram-se em Barcelona, depois um Espanhol-Benfica que acabou com a carreira dos 'encarnado’s na Taça UEFA, em Março de 2007. Juliana Boncristiano era bailarina profissional num bar e Manuel Vilarinho convidou-a para umas mini-férias no Algarve. “Eu faço strip, ele viu e insistiu muito para eu vir a Portugal. Como era casado, tinha de ser no Algarve. Aceitei”, disse ao Expresso.
A 24 de Abril de 2007, às quatro da manhã, a GNR de Sagres foi chamada a um aparthotel para resolver uma queixa de agressão. A mulher foi levada ao hospital. O homem não foi detido porque não houve flagrante delito. De acordo com a acusação do Ministério Público de Lagos, “Manuel Vilarinho desferiu em Juliana Boncristiano um número indeterminado de socos que a atingiram na cabeça e nos membros superiores, causando-lhe dores e equimoses no ombro direito e no braço esquerdo”.
O presidente da Assembleia-Geral do Benfica é acusado de ofensa à integridade física simples, punível com três anos de prisão ou multa. Depende da queixa e só haverá condenação em tribunal se ficar provado que Vilarinho foi o primeiro a agredir.
Juliana, que entretanto voltou a Espanha e diz ter deixado o mundo da noite, garante nada ter feito para provocar as agressões: “Fomos jantar fora com um casal amigo e o Manuel Vilarinho bebeu bastante. Pediu-me para levar o Mercedes e, ao estacionar, uma pedra bateu no fundo do carro. Ele ficou furioso e começou logo a discutir. Parece uma pessoa normal, mas fica transtornado com a bebida”.
A discussão foi ouvida pelo vigilante do aparthotel. “Só sabemos o que se passou fora do quarto, lá dentro não sei”, descreve um responsável do aparthotel.
“Quando chegámos ao quarto começámos a discutir e ele agrediu-me. Deu-me empurrões, socos e não me deixava sair do quarto. Só não me bateu mais porque me defendi. Fui ao carro dele buscar uma daquelas armas que dão choques e chamei a Polícia”, conta Juliana, que apresentou queixa e voltou a Espanha.
“Recebi ameaças para não ir com isto para a frente, mas não podia desisitir. O meu pai e a minha mãe nunca me bateram e não admito que encostem a mão em mim”, relata a cidadã brasileira.
Durante dois dias o Expresso tentou contactar Manuel Vilarinho, que teve sempre o telemóvel desligado.[/i]